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Q3617837 Psicologia
Antes do início das aulas, o Departamento de Educação de Itobi promoveu uma semana de palestras e treinamentos, oferecendo conhecimento a todos os profissionais envolvidos com a rede, com intuito de aperfeiçoar a todos elevando a qualidade do ensino. Como Psicólogo Escolar, você organizou uma palestra sobre a educação escolar, aprendizagem e as relações e interações estabelecidas neste ambiente. Sobre o tema, julgue os itens que seguem:
I. A aprendizagem escolar constitui apenas um processo de oferta de informações pelo professor e de assimilação dessa oferta pelos alunos.
II. A aprendizagem se configura como um processo dinâmico.
III. A aprendizagem pode ser compreendida na perspectiva psicossocial.
IV. A aprendizagem pode ser compreendida na perspectiva sócio-histórica.
V. A interação do sujeito com sua cultura e sua história são entendidas na perspectiva sócio-histórica desvinculadas da aprendizagem.
VI. O aprendiz, na educação escolar, constrói o conhecimento individualmente, se explorando, testando e vivenciando.
Dos itens acima, você não poderia utilizar na palestra, pois está(ão) errado(s):
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Q3617836 Psicologia
A área de trabalho do Psicólogo Escolar possui um vasto campo de estudo, fundamentos científicos, limites e contribuições que devem estar clarificados na mente do profissional que atuará no cargo de Psicólogo Escolar. Referente a este campo de atuação, julgue as afirmativas a seguir:
I. A educação é um empreendimento social de caracterização multidisciplinar.
II. O especialista em Psicologia Educacional está preocupado não propriamente com a Educação, mas com áreas tangenciais à ela.
III. Descaracterizando cada uma das disciplinas relacionadas à educação, em prol da abordagem multidisciplinar, é possível atingir o objetivo de melhorar a educação.
IV. A Psicologia da Educação, numa relação permeável com as demais ciências pedagógicas, foca na reconsideração dos objetivos do ato educativo.
V. A Psicologia oferece à Educação contribuição científica e profissional.
Diante do exposto, está(ão) correta(s):
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Q3617835 Pedagogia
Alguns enfoques da educação e da linguística, voltam a atenção para questões da escrita e da leitura no âmbito individual, enquanto outros se preocupam com os efeitos que o uso da leitura e da escrita poderiam acarretar, além do indivíduo, nos grupos de pessoas. Fundados nos conhecimentos sobre Alfabetização e Letramento, é possível afirmar que:
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Q3617774 Pedagogia
O plano nacional de educação que versa o Art. 214 da Constituição Federal, deve conduzir, dentre outros, a:
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Q3617773 Serviço Social
Após um ano de articulação pela regulamentação da Lei Federal nº 13.935, de 2019, se deu a publicação da versão 2021 do Manual “Psicólogas(os) e assistentes sociais na rede pública de educação básica: orientações para regulamentação da Lei nº 13.935, de 2019”, sistematizado pelos Conselho Federal de Psicologia - CFP e o Conselho Federal de Serviço Social – CFESS. A partir da leitura do documento e compreensão do tema, depreende-se que:
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Q3617769 Serviço Social
Yazbek (2009), nos coloca que: na atual conjuntura de precarização e subalternização do trabalho à ordem do mercado e de mudanças nas bases da ação social do Estado, as manifestações "questão social", matéria-prima da intervenção profissional dos assistentes sociais, assumem novas configurações e expressões, entre as quais destacamos a insegurança e vulnerabilidade do trabalho e a penalização dos trabalhadores, o desemprego, o achatamento salarial, o aumento da exploração do trabalho feminino, a desregulamentação geral dos mercados e outras tantas questões com as quais os assistentes sociais convivem cotidianamente: são questões de saúde pública, de violência, da droga, do trabalho da criança e do adolescente, da moradia na rua ou da casa precária e insalubre, da alimentação insuficiente, da ignorância, da fadiga, do envelhecimento sem recursos, etc. Situações que representam para as pessoas que as vivem, experiências de desqualificação e de exclusão social, e que expressam também o quanto a sociedade pode "tolerar" e banalizar a pobreza sem fazer nada para minimizá-la ou erradicá-la. Diante do apontado, podemos afirmar que: 
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Q3617768 Serviço Social
As estratégias de intervenção com famílias a ser realizada pelo Serviço Social, devem ser norteadas:
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Q3617767 Pedagogia
A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 1996), rege a educação pública do Brasil e prevê a gestão democrática escolar em todas as unidades de ensino. Ela define-se como um processo no qual a comunidade escolar participa das decisões nas instituições de ensino e trás todos os envolvidos no processo educacional para o debate e participação dentro das instituições. Seus principais objetivos são:
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Q3617766 Serviço Social
Quais são os objetivos principais quando nós, assistentes sociais, realizamos atendimentos individuais?
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Q3617765 Serviço Social
A NOB (Normal Operacional Básica da Assistência Social, 2012), aponta como seguranças afiançadas pelo SUAS (Sistema Único de Assistência Social): 
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Q3617764 Serviço Social
O Serviço Social se gestou e se desenvolveu como profissão na divisão social e técnica do trabalho, em meio ao desenvolvimento capitalista industrial e a expansão urbana, tais processos apreendidos sob o ângulo de novas classes sociais emergentes (constituição e expansão do proletariado e da burguesia industrial). Neste contexto, em que se afirma a hegemonia do capital industrial e financeiro no Brasil, é que emerge sob novas formas a chamada “questão social” que se torna base de justificação desse tipo de profissional especializado e define-se como: 
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Q3617763 Serviço Social

A violência é um problema do presente e do passado, pois, segundo muitos estudos, não existe nenhuma sociedade na qual ela não tenha ocorrido. Trata-se “de um complexo e dinâmico fenômeno biopsicossocial, mas seu espaço de criação e desenvolvimento é a vida em sociedade” (MINAYO, 1994). Falar de violência é falar de desigualdade, de dominação, de relacionamento desigual, de opressão, de crueldade e, quando discutimos Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes (VDCA), falamos da violência que vitimiza seres em condição peculiar de desenvolvimento, que faz desses sujeitos, objetos. Em situações de VDCA, quais são as estratégias de intervenção do assistente social?

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Q3617762 Serviço Social
A Resolução CFESS Nº 557/2009, dispõe sobre a emissão de pareceres, laudos, opiniões técnicas conjuntos entre o assistente social e outros profissionais. Embora, o assistente social deva, sempre que possível, integrar equipes multiprofissionais, bem como incentivar e estimular o trabalho interdisciplinar, a elaboração, emissão e/ ou subscrição de opinião técnica sobre matéria de Serviço Social por meio de pareceres, laudos, perícias e manifestações é atribuição privativa do assistente social e pressupõe a devida e necessária competência técnica, teórico-metodológica, autonomia e compromisso ético. É verdadeira a afirmação: 
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Q3617761 Serviço Social
No Serviço Social, manifestações de opiniões técnicas são materializadas por meio de registros profissionais de natureza documental, nos quais a linguagem deve estar alinhada as particularidades da profissão. Na prática profissional, nos utilizamos de relatórios, laudos e pareceres, porém, verifica-se que é comum a ausência de clareza quanto a essas denominações. Os registros são nosso meio de comunicação profissional e devemos conhecê-los para que possamos selecionar e escolher as informações e os dados coletados, a serem registrados e analisados. Relatórios, laudos e pareceres são assim definidos: 
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Q3617760 Serviço Social
Com o objetivo de construir o redesenho da política de assistência social na perspectiva do SUAS, foi reelaborada, em 2004, a PNAS, com contribuições do poder público e da sociedade civil. Ela busca a materialização do que está previsto na LOAS e na Constituição Federal de 1988: a assistência social como política pública, inserida no campo da Seguridade Social e do Sistema de Proteção Social Brasileiro. A PNAS coloca a necessidade de articulação da assistência social com outras políticas públicas, para enfrentamento das questões sociais e tem como objetivos: 
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Q3617759 Serviço Social
A evasão escolar acontece quando o aluno deixa de frequentar as atividades escolares diárias e a escola, não existindo registros de sua transferência para outra instituição. Ela deriva-se de múltiplos fatores como falta de interesse dos alunos, problemas financeiros, dificuldade na logística, falta de engajamento da família, relacionamento ineficiente entre escolas e alunos, falta de atividades dinâmicas, bullying, defasagem no aprendizado, problemas socioemocionais etc. Desta forma, a garantia da permanência dos estudantes na escola não pode ser responsabilidade apenas da Política de Educação, sendo necessária a articulação entre as demais Políticas Sociais. O assistente social no âmbito escolar pode realizar ações socioassistenciais e socioeducativas com vistas à garantia das condições de acesso e permanência dos estudantes no contexto escolar, articular e mediar políticas públicas fundamentado em valores e princípios ético-políticos e técnico-operativos. De acordo com a publicação do CFESS (Psicólogas(os) e Assistentes Sociais na rede pública de educação básica: orientações para regulamentação da Lei 13.935/2019, 2021), estão entre as atribuições do assistente social na educação básica:
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Q3617758 Noções de Informática
Para enviar um email, considerando que o endereço do destinatário esteja corretamente preenchido, estando o campo ‘Assunto” em branco:
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Q3617751 Português
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

(...)

FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
Segundo a lógica textual contida na passagem “A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência, é correto afirmar que:
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Q3617750 Português
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

(...)

FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
Podemos substituir, sem alteração significativa de sentido e fazendo-se as adaptações necessárias, o termo em destaque em “uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos” por:
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Q3617749 Português
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

(...)

FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
O pronome em destaque em “(...) a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema” recupera, por coesão:
Alternativas
Respostas
1621: D
1622: B
1623: A
1624: B
1625: D
1626: D
1627: B
1628: A
1629: B
1630: B
1631: D
1632: C
1633: A
1634: C
1635: C
1636: D
1637: C
1638: B
1639: D
1640: C