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Q3912998 Noções de Informática
Uma empresa passou a utilizar serviços de armazenamento em nuvem para guardar documentos institucionais e permitir o acesso remoto por seus colaboradores. A adoção desse modelo alterou a forma como os arquivos são armazenados, acessados e compartilhados no dia a dia. Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3912997 Direito Digital
Em uma autarquia federal, sistemas informatizados são utilizados para armazenar dados pessoais de servidores e cidadãos, como nome, CPF e informações funcionais. Para atender às exigências legais e reduzir riscos de incidentes de segurança, a instituição revisa seus procedimentos de tratamento de dados. À luz da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018 - LGPD) e de práticas relacionadas à proteção de sistemas informatizados, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3912986 Português
Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas.

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos. 

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos "à perda de gelo", com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.
Em relação ao uso do acento indicativo de crase na expressão destacada, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3912985 Português
Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas.

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos. 

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
O texto apresenta características específicas quanto ao tipo e ao gênero textual empregados, considerando sua finalidade comunicativa, estrutura e linguagem.
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3912984 Português
Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas.

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos. 

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
Os dados apresentados no texto permitem compreender que a melhora recente na condição física de determinados grupos de ursos polares decorre de um conjunto de fatores contextuais específicos, sem invalidar o cenário geral de risco associado às mudanças climáticas.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à interpretação global do texto.
Alternativas
Q3912983 Português
Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas.

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos. 

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se "concentrem" em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos.
Em relação à regência verbal do verbo destacado, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q3912982 Português
Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas.

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos. 

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
Assim, "embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário", o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares.
Em relação à oração destacada, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3912981 Português
Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas.

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos. 

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
À medida que o gelo marinho "continue" diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
Alternativas
Q3912980 Português
Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas.

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos. 

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
"Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares", e algumas delas já apresentam declínio acentuado.
Sintaticamente, é CORRETO afirmar que, na oração destacada:
Alternativas
Q3912979 Português
Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas.

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos. 

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
A descoberta, "publicada em uma revista científica", chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região.
Em relação à função sintática do termo destacado, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3912978 Pedagogia
A análise dos fundamentos históricos, filosóficos, políticos e sociais da educação pressupõe compreender a escolarização como fenômeno situado, atravessado por projetos de sociedade, concepções de sujeito e disputas em torno do conhecimento legítimo. Nessa perspectiva, diferentes tradições teóricas interpretam o papel da educação de modos distintos, ora como mecanismo de reprodução social, ora como possibilidade de transformação histórica. Considerando esse debate, assinale a alternativa que expressa de forma consistente uma leitura crítica e historicamente fundamentada da educação.
Alternativas
Q3912977 Pedagogia
As teorias do desenvolvimento e da aprendizagem não são apenas descrições neutras de como o sujeito aprende, mas carregam pressupostos epistemológicos e pedagógicos que orientam práticas educativas. Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I.Nas abordagens socioconstrutivistas, o desenvolvimento cognitivo é compreendido como resultado de processos de mediação social e cultural, nos quais a aprendizagem pode impulsionar níveis mais complexos de funcionamento mental.

PORQUE

II.A interação com pares mais experientes e com instrumentos culturais possibilita a internalização de formas de pensamento que não emergiriam espontaneamente apenas pela maturação biológica.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3912976 Pedagogia
Em uma rede municipal que pretende utilizar a educação como vetor de transformação social, a equipe pedagógica adota práticas que articulam formação crítica, participação comunitária e leitura das desigualdades estruturais. Nesse contexto, a efetividade da educação como processo de mudança não depende apenas da transmissão de conteúdos, mas da forma como o conhecimento é mobilizado nas relações de poder e na ação coletiva. À luz das principais teorias críticas da educação, assinale a alternativa que interpreta corretamente essa perspectiva.
Alternativas
Q3912975 Serviço Social
A consolidação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) implicou a redefinição das relações entre gestão, financiamento, organização dos serviços e trabalho social com famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade e risco. A NOB/SUAS 2012, a NOB-RH/SUAS 2006 e a Resolução CNAS nº 109/2009 (Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais) constituem marcos normativos que, embora distintos em objeto, operam de maneira articulada na conformação desse modelo. A respeito dessa articulação normativa e de seus efeitos sobre a oferta e a qualidade dos serviços socioassistenciais, é correto afirmar que esses instrumentos: 
Alternativas
Q3912974 Pedagogia
A reconceitualização da sala de aula como espaço de "interações" desloca o foco de uma visão predominantemente física ou organizacional para uma compreensão relacional do processo educativo. Nessa perspectiva, o arranjo do espaço, as formas de comunicação e as posições ocupadas por professor e alunos passam a ser entendidos como dimensões constitutivas da aprendizagem, considerando que a sala de aula é um:
Alternativas
Q3912973 Pedagogia
No campo das teorias educacionais contemporâneas, o aluno tem sido compreendido como sujeito cuja aprendizagem é atravessada simultaneamente por processos cognitivos, condições socioeconômicas, vínculos afetivos e pertenças culturais. Essa compreensão implica uma determinada maneira de conceber a relação entre desenvolvimento, escolarização e produção de conhecimento, já que, à luz das abordagens socioculturais e críticas, o aluno aprende:
Alternativas
Q3912972 Pedagogia
No campo das teorias educacionais contemporâneas, ensino e aprendizagem têm sido compreendidos como processos interdependentes, mas não simétricos, atravessados por dimensões cognitivas, sociais e culturais. Essa relação implica reconhecer que ensinar não se reduz a transmitir conteúdos, nem aprender se limita à internalização de informações.
Nesse contexto, o ensino e aprendizagem constituem processos:
Alternativas
Q3912971 Pedagogia
O Projeto Político-Pedagógico (PPP), quando compreendido como instrumento de gestão democrática, não se limita a um documento técnico de planejamento escolar, mas expressa disputas, pactos e sentidos compartilhados sobre educação, poder e formação humana. Nessa perspectiva, sua elaboração, implementação e revisão implicam determinada concepção de participação, autonomia institucional e responsabilidade coletiva, pois o Projeto Político-Pedagógico (PPP) constitui um:
Alternativas
Q3912970 Pedagogia
Durante um projeto interdisciplinar, a professora observa que os estudantes apresentam explicações iniciais contraditórias sobre um fenômeno científico; ela, então, cria situações que ampliam o debate, introduz conceitos formais no momento de maior tensão cognitiva e, posteriormente, retoma as hipóteses dos alunos para ressignificá-las coletivamente à luz do conhecimento sistematizado e de suas implicações sociais. Nesse contexto, a concepção de didática que fundamenta corretamente essa prática é aquela que: 
Alternativas
Q3912969 Pedagogia
No debate contemporâneo sobre a formação do profissional da educação, a Didática tem sido compreendida para além de um conjunto de procedimentos de ensino, sendo articulada a fundamentos epistemológicos, éticos e políticos que estruturam a prática docente. Nessa perspectiva, o papel formativo da Didática implica uma determinada compreensão da relação entre teoria, prática e conhecimento escolar. Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: D
4: C
5: A
6: D
7: A
8: A
9: B
10: C
11: B
12: D
13: D
14: D
15: C
16: C
17: C
18: B
19: D
20: C