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Paciente do sexo masculino, 68 anos, internado em UTI no primeiro dia de pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio, encontra-se sedado (RASS -3) e em ventilação mecânica invasiva. Durante a avaliação fisioterapêutica, observa-se diminuição da expansibilidade torácica à direita, acúmulo de secreções e risco de atelectasia.
A técnica propedêutica e o recurso terapêutico indicados para avaliar e tratar essa condição são, respectivamente,
Paciente do sexo feminino, 45 anos, em tratamento quimioterápico para câncer de mama, apresenta fadiga oncológica intensa que interfere significativamente em suas atividades de vida diária. Relata cansaço desproporcional ao esforço realizado, que não melhora com repouso, e redução importante da qualidade de vida. A avaliação funcional revela diminuição da força muscular global e descondicionamento físico.
Considerando as evidências sobre o manejo da fadiga relacionada ao câncer, a conduta fisioterapêutica indicada é
Paciente do sexo masculino, 68 anos, com diagnóstico de câncer de pulmão de células não pequenas em estágio IIIA, está em tratamento quimioterápico neoadjuvante. Durante avaliação fisioterapêutica pré-operatória para ressecção pulmonar programada, apresenta dispneia aos médios esforços (mMRC 2), VEF1 de 65% do previsto, capacidade funcional reduzida (TC6M = 380 metros) e fraqueza muscular periférica. O fisioterapeuta elabora programa de reabilitação préoperatória.
O objetivo principal da pré-habilitação oncológica nesse paciente é
Paciente do sexo feminino, 52 anos, submetida à mastectomia radical modificada à direita com esvaziamento axilar há 3 semanas, para tratamento de carcinoma ductal invasivo. Durante avaliação fisioterapêutica, apresenta limitação da amplitude de movimento, com flexão de 120° e abdução de 100° do ombro direito, além de dor à movimentação e início de aderência cicatricial na região axilar. No momento, não há sinais de linfedema.
Considerando a fase pós-operatória e os princípios da reabilitação oncológica, a conduta fisioterapêutica indicada é
Paciente do sexo masculino, 32 anos, com lesão medular incompleta em nível T10, apresenta paraparesia de membros inferiores e hipoestesia. Durante sessão de hidroterapia em piscina aquecida, o fisioterapeuta observa que o paciente consegue realizar movimentos de membros inferiores com maior amplitude e menor esforço quando comparado aos exercícios em solo.
O princípio físico que explica esse benefício terapêutico é
Paciente do sexo masculino, 62 anos, com diagnóstico de acidente vascular encefálico isquêmico em território da artéria cerebral média esquerda há 3 meses, apresenta hemiparesia direita. O exame físico revela espasticidade em flexores de cotovelo e punho, Ashworth modificada grau 2, encurtamento muscular adaptativo e limitação da amplitude de movimento para extensão.
Considerando a fisiopatologia das alterações musculoesqueléticas secundárias à espasticidade e os princípios da cinesioterapia, a conduta fisioterapêutica correta é
Paciente do sexo masculino, 45 anos, com queixa de dor no ombro direito há 3 meses. Durante o exame físico, feito pelo fisioterapeuta, é realizado o teste de Jobe para avaliação da integridade do manguito rotador. O paciente apresenta dor e fraqueza ao manter o braço em abdução de 90 graus no plano da escápula, com rotação interna e resistência aplicada no sentido inferior.
A estrutura anatômica avaliada e o mecanismo que explica esse achado são, respectivamente, tendão do
O sistema de intertravamento da porta que dá acesso à sala (bunker) do acelerador linear de um hospital apresenta defeito. Um reparo imediato não é possível. As regulamentações locais exigem que o intertravamento da porta esteja operacional, porém há uma sala de espera cheia de pacientes que necessitam de tratamento.
Nesse cenário, qual deve ser a resposta da equipe de físicos médicos do serviço?
Em uma avaliação farmacoeconômica, duas alternativas terapêuticas para o tratamento de uma doença crônica foram comparadas no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS).
• Tratamento A: custo médio anual de R$ 10.000 por paciente e efetividade de 4 anos de vida ajustados pela qualidade (QALY).
• Tratamento B: custo médio anual de R$ 14.000 por paciente e efetividade de 5 QALY.
Com base nesses dados, a razão incremental de custoefetividade (ICER) do tratamento B em relação ao tratamento A corresponde a
Em um hospital privado, a direção administrativa decide reduzir custos e determina que o farmacêutico responsável técnico esteja presente apenas em parte do horário de funcionamento da farmácia hospitalar, mantendo técnicos de farmácia nos demais turnos. O farmacêutico, ciente da decisão, permanece vinculado formalmente ao serviço, assina documentos técnicos e não comunica o fato ao Conselho Regional de Farmácia.
À luz da Lei nº 13.021/2014 e do Código de Ética Farmacêutica, a situação descrita caracteriza que o farmacêutico
Em um hospital de alta complexidade, a farmácia hospitalar é responsável por atividades que geram resíduos com diferentes níveis de risco, incluindo resíduos químicos provenientes da manipulação de medicamentos quimioterápicos. A revisão do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) considera a necessidade de adequação às normas sanitárias vigentes e à proteção da saúde do trabalhador e do meio ambiente.
Nesse contexto, a organização do gerenciamento desses resíduos caracteriza-se por
Em um hospital geral, a farmácia hospitalar realiza o fracionamento de medicamentos sólidos orais para atendimento às unidades de internação. A atividade é executada na área de estoques da farmácia, com presença do farmacêutico responsável técnico, utilização de equipamentos dedicados e identificação do medicamento fracionado com nome, dose, data de validade e lote. Todo procedimento é orientado por um infográfico anexado na parede e as ordens de fracionamento são arquivadas após assinatura do farmacêutico e liberação do medicamento para consumo.
Considerando as exigências sanitárias aplicáveis às atividades da farmácia hospitalar, a análise dessa situação indica que o serviço
Durante a avaliação de um medicamento utilizado em ambiente hospitalar, o farmacêutico clínico analisa dados pré-clínicos e clínicos para subsidiar decisões relacionadas à monitorização terapêutica e à segurança do uso. Observa-se que a dose eficaz para 50% da população (DE₅₀) é próxima da dose tóxica para 50% dos indivíduos (DT₅₀), sendo que eventos adversos graves foram descritos mesmo em doses pouco acima daquelas necessárias para o efeito terapêutico.
Considerando os conceitos de índice terapêutico e margem de segurança, essa situação indica que o medicamento
No processo de incorporação de um medicamento inovador para o tratamento de um tipo de câncer, a avaliação realizada no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) identifica benefício clínico potencial, porém com incertezas relevantes quanto à efetividade no mundo real e ao impacto orçamentário. Paralelamente, observa-se aumento de demandas judiciais para acesso à tecnologia. Diante desse cenário, discute-se a adoção de acordos de compartilhamento de risco (risk-sharing) como estratégia de gestão da incorporação.
Considerando os fundamentos da farmacoeconomia e da avaliação de tecnologias em saúde, a utilização desses acordos se justifica por permitir
Em uma farmácia hospitalar, ocorre o derramamento de um quimioterápico antineoplásico durante o preparo. O farmacêutico responsável técnico decide não acionar o protocolo institucional, não registrar o incidente e autoriza a limpeza da área sem uso do kit específico, apesar de conhecer as normas vigentes. O episódio é posteriormente identificado em inspeção sanitária, com relato de exposição ocupacional de trabalhadores.
À luz do Código de Ética do Farmacêutico (Resolução CFF nº 724/2022), a conduta do farmacêutico caracteriza a ocorrência de
Um usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) impetra uma ação judicial solicitando o fornecimento de um medicamento para tratamento de condição crônica. Diante da ordem judicial, surge divergência entre os entes federativos quanto à responsabilidade pelo fornecimento, uma vez que o medicamento não é padronizado localmente e o paciente reside em município de pequeno porte. Para orientar o cumprimento da decisão, o gestor farmacêutico utiliza o Decreto nº 7.508/2011, que regulamenta a organização do SUS e a articulação interfederativa.
À luz desse decreto e da organização da Assistência Farmacêutica, a definição da responsabilidade pelo fornecimento do medicamento deve considerar a