Leia o caso a seguir. Paciente do sexo feminino, 52 anos, s...
Paciente do sexo feminino, 52 anos, submetida à mastectomia radical modificada à direita com esvaziamento axilar há 3 semanas, para tratamento de carcinoma ductal invasivo. Durante avaliação fisioterapêutica, apresenta limitação da amplitude de movimento, com flexão de 120° e abdução de 100° do ombro direito, além de dor à movimentação e início de aderência cicatricial na região axilar. No momento, não há sinais de linfedema.
Considerando a fase pós-operatória e os princípios da reabilitação oncológica, a conduta fisioterapêutica indicada é
Gabarito comentado
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: Na 3ª semana após mastectomia radical modificada com esvaziamento axilar, a presença de limitação de ADM, dor ao movimento e aderência cicatricial inicial, sem linfedema ou complicação aguda descrita, favorece reabilitação precoce e progressiva do ombro; por isso, a conduta correta é mobilidade graduada com manejo da cicatriz e medidas preventivas, e não imobilização ou carga alta inicial.
- Em pós-operatório recente de câncer de mama com dor, ADM reduzida e sem complicação aguda descrita, pense primeiro em reabilitação progressiva, não em imobilização.
- Se houver aderência cicatricial inicial, isso reforça a necessidade de manejo funcional e mobilização orientada, desde que compatível com a cicatrização.
- Não antecipe alta intensidade quando o problema predominante ainda é mobilidade limitada e dor ao movimento.
- Ausência de linfedema no momento não exclui orientação preventiva após esvaziamento axilar.
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