Questões de Concurso
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Target meaning: The theory is widely accepted; however, it still fails to explain several anomalies in the data.
“Had I known you were coming,” she exclaimed, “I could have arranged something far more suitable!”
Based on the information in the text, what can be inferred about the role of technology in English-language teaching?
According to the text, what is one key benefit of integrating digital technologies into English-language teaching?
Perisylvian polymicrogyria (PMG) is a malformation of cortical development in which the cortex around the Sylvian fissures shows excessive small gyri and abnormal cortical lamination. This regional form of PMG is among the commonest patterns seen on MRI and may vary from focal posterior perisylvian involvement to extensive bilateral disease that (Magnetic Resonance Imaging) extends beyond the perisylvian region. Imaging typically demonstrates a thickened, irregular cortical ribbon with shallow sulci and an irregular gray–white matter junction, which is best characterized using high-resolution MRI.
Clinically, perisylvian PMG—especially when bilateral—is frequently associated with oromotor dysfunction (dysarthria, feeding and swallowing difficulties), language impairments, cognitive delay, and epilepsy; severity correlates with the extent and symmetry of cortical involvement. The condition is genetically and etiologically heterogeneous: cases may be sporadic, associated with prenatal injury (for example infectious or vascular insults), or linked to chromosomal and single-gene variants in some familial forms. Management focuses on symptomatic therapies (speech/feeding therapy, epilepsy control) and genetic/neurological evaluation when appropriate.
Source: Barkovich, A. J., Guerrini, R., Kuzniecky, R. I., Jackson, G. D., & Dobyns, W. B. (2010). Current concepts of polymicrogyria. Neuroradiology. Leventer, R. J., Jansen, A., Pilz, D. T., et al. (2010). Clinical and imaging heterogeneity of polymicrogyria. Brain.
Perisylvian polymicrogyria (PMG) is a malformation of cortical development in which the cortex around the Sylvian fissures shows excessive small gyri and abnormal cortical lamination. This regional form of PMG is among the commonest patterns seen on MRI and may vary from focal posterior perisylvian involvement to extensive bilateral disease that (Magnetic Resonance Imaging) extends beyond the perisylvian region. Imaging typically demonstrates a thickened, irregular cortical ribbon with shallow sulci and an irregular gray–white matter junction, which is best characterized using high-resolution MRI.
Clinically, perisylvian PMG—especially when bilateral—is frequently associated with oromotor dysfunction (dysarthria, feeding and swallowing difficulties), language impairments, cognitive delay, and epilepsy; severity correlates with the extent and symmetry of cortical involvement. The condition is genetically and etiologically heterogeneous: cases may be sporadic, associated with prenatal injury (for example infectious or vascular insults), or linked to chromosomal and single-gene variants in some familial forms. Management focuses on symptomatic therapies (speech/feeding therapy, epilepsy control) and genetic/neurological evaluation when appropriate.
Source: Barkovich, A. J., Guerrini, R., Kuzniecky, R. I., Jackson, G. D., & Dobyns, W. B. (2010). Current concepts of polymicrogyria. Neuroradiology. Leventer, R. J., Jansen, A., Pilz, D. T., et al. (2010). Clinical and imaging heterogeneity of polymicrogyria. Brain.
Perisylvian polymicrogyria (PMG) is a malformation of cortical development in which the cortex around the Sylvian fissures shows excessive small gyri and abnormal cortical lamination. This regional form of PMG is among the commonest patterns seen on MRI and may vary from focal posterior perisylvian involvement to extensive bilateral disease that (Magnetic Resonance Imaging) extends beyond the perisylvian region. Imaging typically demonstrates a thickened, irregular cortical ribbon with shallow sulci and an irregular gray–white matter junction, which is best characterized using high-resolution MRI.
Clinically, perisylvian PMG—especially when bilateral—is frequently associated with oromotor dysfunction (dysarthria, feeding and swallowing difficulties), language impairments, cognitive delay, and epilepsy; severity correlates with the extent and symmetry of cortical involvement. The condition is genetically and etiologically heterogeneous: cases may be sporadic, associated with prenatal injury (for example infectious or vascular insults), or linked to chromosomal and single-gene variants in some familial forms. Management focuses on symptomatic therapies (speech/feeding therapy, epilepsy control) and genetic/neurological evaluation when appropriate.
Source: Barkovich, A. J., Guerrini, R., Kuzniecky, R. I., Jackson, G. D., & Dobyns, W. B. (2010). Current concepts of polymicrogyria. Neuroradiology. Leventer, R. J., Jansen, A., Pilz, D. T., et al. (2010). Clinical and imaging heterogeneity of polymicrogyria. Brain.
Considerando o papel do professor de Arte e os conhecimentos que ele precisa ter a respeito da Prática Artística e da Prática Investigativa, avalie as assertivas a seguir:
I - A prática artística possibilita o compartilhamento de saberes e de produções entre os alunos por meio de exposições, saraus, espetáculos, performances, concertos, recitais, intervenções e outras apresentações e eventos artísticos e culturais, na escola ou em outros locais.
II - A prática investigativa constitui o modo de produção e organização dos conhecimentos em Arte. É no percurso do fazer artístico que os alunos criam, experimentam, desenvolvem e percebem uma poética pessoal.
III - A prática investigativa não necessariamente precisa ser compreendida como tão relevante quanto os eventuais produtos, pois o compartilhamento das ações artísticas produzidas pelos alunos, em diálogo com seus professores, acontece apenas em mostras e datas comemorativas.
IV - Os conhecimentos, processos e técnicas produzidos e acumulados ao longo do tempo em Artes visuais, Dança, Música e Teatro contribuem para a contextualização dos saberes e das práticas artísticas.
É CORRETO o que se afirma em:
Entre as Ações Educativas de Combate ao Racismo e a Discriminações defendidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), o princípio encaminha para o (a):
Os Parâmetros Curriculares Nacionais – Arte (PCNs – ARTE) aduzem que
I - O conhecimento da Arte não abre perspectivas para que o aluno tenha uma compreensão do mundo na qual a dimensão poética esteja presente.
II - A arte ensina que nossas experiências geram um movimento de transformação permanente.
III - É preciso reordenar referências a cada momento, ser flexível.
IV - Criar e conhecer são indissociáveis, embora a flexibilidade não seja condição fundamental para aprender.
É CORRETO o que se afirma em:
Os três documentos que, atualmente, norteiam a educação brasileira são os Diretrizes Nacionais Curriculares (DNCs) e a Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) – Arte Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – ARTE . , as Cada um deles apresenta características diferentes, conforme os grupos I, II e III, abaixo.
Grupo I:
˗ Define competências específicas de Arte e habilidades por etapa de ensino.
˗ Estrutura-se em cinco linguagens: artes visuais, dança, música, teatro e artes integradas (esta última, no Ensino Médio).
˗ Valoriza a criação, crítica, fruição e reflexão.
˗ Articula o ensino artístico à formação integral do estudante (intelectual, emocional, cultural e social). ˗ Estimula o uso de tecnologias e mídias no fazer artístico.
˗ Têm caráter obrigatório para redes públicas e privadas.
Grupo II:
˗ Têm caráter normativo e obrigatório.
˗ Entendem a Arte como componente curricular obrigatório em todos os níveis da Educação Básica.
˗ Reforçam a importância da diversidade cultural e étnica brasileira.
- Estimulam o diálogo entre saberes locais e globais.
- Orientam que as práticas artísticas sejam interdisciplinares e contextualizadas.
- Destacam o papel da Arte na formação humana, ética, estética e cultural.
Grupo III:
˗ Propõem a Arte como área de conhecimento, não apenas como atividade expressiva.
˗ Defendem o ensino das linguagens artísticas: artes visuais, música, dança e teatro.
˗ Valorizam a leitura, produção e apreciação estética.
- Enfatizam o papel da arte na formação da sensibilidade e da cidadania.
- Estimulam o respeito à diversidade cultural e regional.
- Têm caráter orientador e flexível, servindo de base para currículos locais.
É CORRETO afirmar que os grupos I, II e III resumem, respectivamente, as características principais de:

Com base na leitura dos dois textos abaixo expostos: a crônica de Ricardo Freire e o comentário do linguista Sírio Possenti, responda à questão.
TEXTO III
PARA você estar passando adiante (Ricardo Freire)
Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando e possa estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna, o futuro do gerúndio.
Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela Internet. O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando.
[...]
As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia. Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing. Daí a estar pensando que “We'll be sending it tomorrow” possa estar tendo o mesmo significado que “Nós vamos estar mandando isso amanhã” acabou por estar sendo só um passo.
Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios. Todo o mundo passou a estar marcando reuniões, a estar considerando pedidos e a estar retornando ligações.
[...]
Deus. O que a gente pode tá fazendo pra que as pessoas tejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações?
A única solução vai estar sendo submeter o futuro do gerúndio à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o “a nível de”, o “enquanto”, o “pra se ter uma ideia” e outros menos votados.
A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito?
Fonte: As cem melhores crônicas brasileiras / Joaquim Ferreira dos Santos, organização e introdução. - Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
TEXTO IV
Gerundismo
[...] Assim, a nova locução está em perfeito acordo com a sintaxe do português: sua ordem auxiliar+ estar + -ndo é absolutamente gramatical.
Vejamos agora o que a locução significa. Os que não gostam da forma dizem que não serve para nada, que há outra melhor para expressar a mesma coisa. Em vez de Vou estar mandando, que se diga Vou mandar ou Mandarei. Pode ser que nem todos os casos sejam claros, mas em muitos, nitidamente, a nova forma veicula um aspecto progressivo (ou seja, anuncia um evento que durará algum tempo para se realizar). Para que isso não pareça estranho, relembre-se de que o conhecido imperfeito do indicativo apresenta o mesmo aspecto: formas como amanhecia, pintava, etc. descrevem eventos ou ações não instantâneos, mas que têm alguma duração. Por isso, não é a mesma coisa dizer Vou mandar e Vou estar mandando , exatamente por causa da diferença entre “ir” (que marca só futuro) e “ir + estar” (que marca futuro, por causa do “ir” e “duração” por causa de “estar”). Vou estar providenciando significa, entre outras coisas, que a providência não se dará instantaneamente. Além disso, o compromisso expresso em Vou providenciar é mais incisivo do que o expresso em Vou estar providenciando , assim como é mais incisivo dizer Providenciarei do que Vou providenciar.
Além desses, a meu ver, há outro aspecto importante, de cunho pragmático ou interpessoal: a expressão conota gentileza, formalidade, deferência (se verdadeira ou simulada, pouco importa). [...]
Fonte: Possenti, Sírio. In: Questões de linguagem : passeio gramatical dirigido, São Paulo: Parábola editorial, 2011. p.160-161.
Sírio Possenti não repudia o uso do gerúndio para a expressão de futuro, pois a nova locução em uso na língua
Com base na leitura dos dois textos abaixo expostos: a crônica de Ricardo Freire e o comentário do linguista Sírio Possenti, responda à questão.
TEXTO III
PARA você estar passando adiante (Ricardo Freire)
Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando e possa estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna, o futuro do gerúndio.
Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela Internet. O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando.
[...]
As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia. Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing. Daí a estar pensando que “We'll be sending it tomorrow” possa estar tendo o mesmo significado que “Nós vamos estar mandando isso amanhã” acabou por estar sendo só um passo.
Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios. Todo o mundo passou a estar marcando reuniões, a estar considerando pedidos e a estar retornando ligações.
[...]
Deus. O que a gente pode tá fazendo pra que as pessoas tejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações?
A única solução vai estar sendo submeter o futuro do gerúndio à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o “a nível de”, o “enquanto”, o “pra se ter uma ideia” e outros menos votados.
A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito?
Fonte: As cem melhores crônicas brasileiras / Joaquim Ferreira dos Santos, organização e introdução. - Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
TEXTO IV
Gerundismo
[...] Assim, a nova locução está em perfeito acordo com a sintaxe do português: sua ordem auxiliar+ estar + -ndo é absolutamente gramatical.
Vejamos agora o que a locução significa. Os que não gostam da forma dizem que não serve para nada, que há outra melhor para expressar a mesma coisa. Em vez de Vou estar mandando, que se diga Vou mandar ou Mandarei. Pode ser que nem todos os casos sejam claros, mas em muitos, nitidamente, a nova forma veicula um aspecto progressivo (ou seja, anuncia um evento que durará algum tempo para se realizar). Para que isso não pareça estranho, relembre-se de que o conhecido imperfeito do indicativo apresenta o mesmo aspecto: formas como amanhecia, pintava, etc. descrevem eventos ou ações não instantâneos, mas que têm alguma duração. Por isso, não é a mesma coisa dizer Vou mandar e Vou estar mandando , exatamente por causa da diferença entre “ir” (que marca só futuro) e “ir + estar” (que marca futuro, por causa do “ir” e “duração” por causa de “estar”). Vou estar providenciando significa, entre outras coisas, que a providência não se dará instantaneamente. Além disso, o compromisso expresso em Vou providenciar é mais incisivo do que o expresso em Vou estar providenciando , assim como é mais incisivo dizer Providenciarei do que Vou providenciar.
Além desses, a meu ver, há outro aspecto importante, de cunho pragmático ou interpessoal: a expressão conota gentileza, formalidade, deferência (se verdadeira ou simulada, pouco importa). [...]
Fonte: Possenti, Sírio. In: Questões de linguagem : passeio gramatical dirigido, São Paulo: Parábola editorial, 2011. p.160-161.
A respeito do Texto III, podem ser feitas as seguintes asserções:
I - O autor considera o gerundismo um vício de linguagem, por não ser a forma verbal apropriada para sinalizar futuro.
II - O autor apela para que o futuro do gerúndio não seja utilizado, argumentando que tal estrutura fere as regras de formação de locução verbal e gera problema de compreensão, dificultando o ensino dos tempos verbais.
III - Para demonstrar o quão chato é uso do dessa estrutura que tem se fixado na língua, o cronista se utiliza da estratégia da repetição, configurando uma ironia.
Está em conformidade com o texto, o que se assevera apenas em: