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Q3794472 Português
São formas verbais conjugadas no pretérito perfeito do modo indicativo:
I. Dançávamos.
II. Sorriu.
III. Caminhei.
IV. Bebera.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3794471 Português
A respeito da acentuação, assinalar a alternativa em que a palavra sublinhada está INCORRETA.
Alternativas
Q3794470 Português
Considerando o uso dos porquês, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
Eu me atrasei ontem ______ o trânsito estava terrível.
Alternativas
Q3794469 Português
O que fazer em viagens longas?

    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?

    Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.

    Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 

    Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.

    “Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  

    Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.

    A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  

    No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 

                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
Os elementos linguísticos sublinhados nos parágrafos 6º e 8º estabelecem coesão: 
Alternativas
Q3794468 Português
O que fazer em viagens longas?

    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?

    Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.

    Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 

    Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.

    “Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  

    Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.

    A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  

    No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 

                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
“Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio. [...]” (4º parágrafo).
Os termos sublinhados, respectivamente, exercem as funções sintáticas de: 
Alternativas
Q3794467 Português
O que fazer em viagens longas?

    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?

    Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.

    Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 

    Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.

    “Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  

    Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.

    A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  

    No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 

                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
“[...] Ainda faltam horas para o destino, (1) e a mente e o corpo imploram por atividade, (2) mas o que fazer nesse espaço apertado? [...]” (1º parágrafo).
Observe as vírgulas empregadas nas duas situações apontadas no segmento acima. Sobre o uso da pontuação, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3794466 Português
O que fazer em viagens longas?

    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?

    Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.

    Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 

    Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.

    “Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  

    Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.

    A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  

    No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 

                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
Considerando os aspectos gerais do texto, analisar os itens.
I. De acordo com as ideias do texto, o tédio e a negatividade são os principais causadores de problemas em viagens.
II. Distrair-se com música, leituras e afins tem finalidade para manter a mente alerta.
III. Formigamentos e dormência têm maior valor de relevância e preocupação, se comparados a desconfortos no pescoço ou na lombar.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3794465 Português
O que fazer em viagens longas?

    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?

    Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.

    Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 

    Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.

    “Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  

    Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.

    A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  

    No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 

                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna no texto CORRETAMENTE.
Alternativas
Q3794384 Pedagogia
A respeito da alfabetização e do letramento, analisar os itens.
I. A alfabetização e o letramento são processos independentes no quadro das atuais concepções psicológicas, linguísticas e psicolinguísticas de leitura e escrita. A alfabetização se desenvolve por meio da aprendizagem das relações fonema-grafema, e o letramento por meio de práticas sociais de leitura e de escrita.
II. O termo alfabetização designa o ensino e o aprendizado de uma tecnologia de representação da linguagem humana, a escrita alfabético-ortográfica.
III. A entrada da criança no mundo da escrita ocorre de forma hierarquizada: primeiro, por meio da aquisição do sistema convencional de escrita (alfabetização); em um segundo momento, pelo desenvolvimento das práticas sociais que envolvem a linguagem escrita (letramento).
IV. O letramento designa o conjunto de conhecimentos, atitudes e capacidades envolvidos no uso da língua em práticas sociais, necessários para uma participação ativa e competente na cultura escrita.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3794383 Pedagogia
Durante as aulas de língua portuguesa nos anos iniciais, o professor observou que alguns alunos conseguem compreender textos curtos, mas apresentam dificuldades em produzir frases completas. Considerando essa situação, a estratégia CORRETA de avaliação é: 
Alternativas
Q3794382 Pedagogia
A respeito da ludicidade, especialmente nos anos iniciais do Ensino Fundamental, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3794381 Pedagogia
Segundo Jean Piaget, o desenvolvimento moral da criança ocorre de forma progressiva, à medida que ela interage com outras crianças e aprende a respeitar regras e limites compartilhados. Para Piaget, a cooperação e a negociação são fundamentais nesse processo, pois permitem que a criança compreenda a importância da reciprocidade, do respeito mútuo e da justiça nas relações sociais. Nesse sentido, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
A cooperação entre as crianças é essencial para o desenvolvimento moral, pois permite a superação do(a) ____________ e a construção de regras compartilhadas, orientadas pela reciprocidade e pelo respeito mútuo. 
Alternativas
Q3794380 Pedagogia
Uma comunicação eficaz entre escola e família precisa ser caracterizada por: 
Alternativas
Q3794379 Pedagogia
Considerando-se o Projeto Político-Pedagógico (PPP), assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3794378 Pedagogia
A respeito das metodologias de ensino, no que tange às metodologias ativas, especificamente a sala de aula invertida, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Na sala de aula invertida, o professor tem um papel central. Ele atua como mediador e estimula o desenvolvimento do aluno, pronto para responder a todos os questionamentos que podem surgir durante a teoria e a prática.
( ) A sala de aula invertida é uma das metodologias ativas de aprendizagem mais importantes que temos. Nesse caso, a lógica tradicional de ensino é totalmente alterada.
( ) Na sala de aula invertida, o conteúdo teórico é estudado pelos alunos antes das aulas.
Eles podem ser acessados em forma de vídeos, textos e outras fontes. 
Alternativas
Q3794377 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece-se como um documento que: 
Alternativas
Q3794376 Pedagogia
A apropriação do conceito abstrato de número pela criança, embora não seja a simples soma de diferentes noções, passa pela apropriação ou pelo desenvolvimento de algumas delas, como:
I. Correspondência um a um.
II. Ordenação e sequenciação numérica.
III. Cardinalidade.
IV. Automação.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3794375 Pedagogia
No que se refere à avaliação somativa, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3794374 Pedagogia
Em relação às práticas consideradas importantes para que o currículo assuma uma postura que se conecte com a vida das crianças, analisar os itens.
I. Aprendizagem compartilhada.
II. Desmembramento curricular.
III. Utilização de recursos tecnológicos.
IV. Integrações culturais.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3794373 Pedagogia
Em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de nove anos, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Respostas
1541: B
1542: D
1543: A
1544: C
1545: D
1546: A
1547: C
1548: B
1549: B
1550: B
1551: C
1552: A
1553: D
1554: C
1555: D
1556: B
1557: C
1558: A
1559: C
1560: C