Foram encontradas 16.777 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
É correto afirmar que a avaliação diagnóstica é a responsável pela identificação de fragilidades e competências na aprendizagem.
As avaliações de planejamento são desenvolvidas nos momentos em que o professor tem oportunidade de refletir sobre o conteúdo já apreendido pelos alunos.
No processo educativo não se deve focar apenas nos resultados finais, mas, também, deve-se considerar os erros que ocorrem durante o processo de aprendizagem como importantes para a construção do conhecimento.
O conceito de liberdade, como um dos eixos norteadores do projeto político-pedagógico, está associado à ideia de autonomia para pensar, propor e agir, a qual segue uma intencionalidade decidida coletivamente.
No projeto político-pedagógico, apresentam-se ações intencionais claras e propõem-se metas, elaboradas pela comunidade escolar, voltadas para benefício da coletividade.
O professor deve, antes de qualquer planejamento, identificar com clareza os seus objetivos instrucionais ou educacionais, caso contrário a ação docente poderá não ter sentido.
O projeto político-pedagógico — escrito e assinado por todos os atores do cenário educacional que participaram de sua construção — só receberá novas inserções em caso de mudança na gestão, a fim de que seja garantida sua coerência.
O projeto político-pedagógico organiza o trabalho a ser desenvolvido pela escola no que diz respeito às ações coletivas, contudo a sala de aula é território do professor, que determina, de forma autônoma, como o seu trabalho será executado.
O plano de desenvolvimento do servidor pode abranger treinamentos estruturados (cursos, ciclos de palestras, seminários), visitas técnicas a organizações nacionais ou internacionais, estágios, grupos de trabalho, e etapas de autoaprendizado e de coach.
Na administração pública federal, as atividades de desenvolvimento de competências também podem auxiliar no planejamento das carreiras dos funcionários de estados, municípios e do Distrito Federal.
O desenvolvimento de competências profissionais ou humanas é um processo de aprendizagem que visa preencher as lacunas existentes entre o que é exigido pelo órgão público e o que é apresentado pelos servidores no que tange aos conhecimentos, às habilidades e às atitudes.
A formação e a capacitação fundamentadas em competências constituem um processo de ensino e aprendizagem que facilita a mobilização de conhecimentos e a geração de habilidades, sendo esses conhecimentos e essas habilidades aplicados em situações reais de trabalho.
Entre os principais aspectos a serem contemplados pela política de gestão de pessoas incluem-se a estruturação da avaliação do desempenho para que esta permita não só a vinculação à progressão do funcionário, mas também a identificação das necessidades de capacitação, bem como o estabelecimento de estratégias de realocação e redistribuição dos funcionários de acordo com os perfis e quantitativos necessários à organização.
A gestão estratégica é um tipo de gestão voltada para os objetivos e as metas da organização em longo prazo.
Os principais mecanismos e instrumentos da gestão estratégica de pessoas são os seguintes: planejamento de gastos com serviços; gestão de competências básicas; capacitação continuada de pessoal terceirizado; e avaliação de desempenho após estágio probatório.
O plano de desenvolvimento de competências visa ampliar a capacidade individual para assumir atribuições e responsabilidades em níveis decrescentes de complexidade; apontar todas as deficiências individuais para o desenvolvimento profissional; estruturar um plano de capacitação voltado à redução de competências; e estimular o aprendizado mecânico do autodesenvolvimento.
No que se refere ao servidor que ingressa em uma carreira, pode ser apurado o nível inicial de suas competências e ser definido o plano de desenvolvimento necessário à sua progressão funcional e promoção.
O desenvolvimento de competências profissionais pode não ser efetivo caso o contexto e o ambiente organizacional não contribuam para a adoção de uma nova forma de avaliar a gestão de pessoas.
Para o desenvolvimento de competências profissionais, devem ser consideradas apenas as ações de capacitação stricto sensu.
O domínio cognoscitivo do perfil generalista exige que o profissional tenha uma visão especializada a respeito de seu campo de ação, apropriando-se de conhecimentos sólidos acerca de bases técnico-jurídico-econômicas.