Questões de Concurso Público INEP 2024 para Letras - Português e Espanhol
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Nessa situação, a produção de um cordel configura-se como estratégia eficaz para uma prática inclusiva na alfabetização desse público de estudantes porque o cordel,
Con el uso del enfoque inductivo y de la lengua materna, el profesor utilizó la estrategia adecuada para este caso porque los alumnos
Os clássicos não são lidos por dever ou por respeito, mas só por amor. Exceto na escola: a escola deve fazer com que você conheça bem ou mal um certo número de clássicos dentre os quais (ou em relação aos quais) você poderá depois reconhecer os “seus” clássicos. A escola é obrigada a dar-lhe instrumentos para efetuar uma opção: mas as escolhas que contam são aquelas que ocorrem fora e depois de cada escola.
CALVINO, l. Por que ler os clássicos. Tradução: Nilson Moulin. São Paulo: Companhia das Letras, 1993 (adaptado).
O excerto provocou grande debate sobre o que é sugerido como leitura na escola, em contraposição às obras que os adolescentes realmente gostam de ler. Nessa conversa, os alunos mencionaram livros que leram por indicação da escola e outros que conheceram fora dela, com os quais se identificavam mais. Uma aluna, então, trouxe à tona textos que havia lido a partir das redes sociais, como o Instagram, e acrescentou um novo ponto à discussão: a instapoesia.
Aproveitando a introdução desse novo tópico, a professora refletiu sobre a instapoesia como uma produção contemporânea. Em sala, a docente leu instapoemas de autoras populares no Instagram, como Rupi Kaur e Ryane Leão, poetas feministas indiano-canadense e brasileira, respectivamente. Contudo, em meio à discussão, um aluno questionou se tais produções seriam mesmo literatura. Como encaminhamento, a professora sugeriu que os estudantes fizessem uma pesquisa sobre instapoesia e informou que, nas aulas seguintes, retomaria as reflexões sobre o que se lê na escola, bem como sobre o que é literatura clássica e o que é arte marginal.
Nessa situação, na retomada das reflexões sobre esse tema, seria adequado a professora
Liberta-te
As campanhas coloniais colocaram-te uma venda nos olhos
Resiste. Não te deixes apagar e luta com o que te ofusca
Reconhece-te. Estás presente em todas as maravilhas do mundo.
A maior intenção da escravatura era esta
Reduzir-te. Animalizar-te. Diabolizar-te
O interesse do colonialismo, racismo, era este
Apagar-te para que nunca te levantes do chão
Reconheça-te, africano, nas religiões que dominam o mundo
Na riqueza do mundo. Nas matérias-primas de todas as tecnologias
Mata os fantasmas e anula o estigma com que te descrevem
Que determinava a raça de Deus e o espaço geográfico da sabedoria.
CHIZIANE, P. O canto dos escravizados. Belo Horizonte: Nandyala, 2018. p. 124-125.
A partir de uma correlação entre a situação apresentada e o poema, para que a professora cumpra seu propósito, o plano de aula deve
• Motivação/introdução: exposição oral acerca do universo da leitura, bem como apresentação das crônicas a serem utilizadas no círculo de leitura. Desse modo, cada estudante poderá, com base em experiências pessoais, fazer sua escolha e, assim, formar os grupos motivados pelo mesmo repertório de leitura. As crônicas apresentadas aos alunos serão as seguintes: Eu sei, mas não devia, de Marina Colassanti; Notícia de jornal, de Fernando Sabino; O assalto, de Carlos Drummond de Andrade; País rico, de Lima Barreto; e Brincadeira, de Luís Fernando Veríssimo.
• Leitura/interpretação: cada estudante, após escolha do texto e formação dos grupos na semana anterior, deverá levar a crônica impressa para casa, com o intuito de aprofundar sua leitura acerca do tema e contribuir com o seu respectivo grupo para o debate final. Além disso, serão apresentadas aos discentes fichas de resumos, nas quais poderão ser descritos os momentos vivenciados por eles no ato da leitura.
• Debate: o grupo poderá expor suas impressões acerca da crônica lida, fazer articulações com outras obras, outros temas e outros autores, bem como fazer um paralelo com seu cotidiano.
• Avaliação: será criado um mural da história, no qual os discentes deverão compartilhar suas percepções de leitura e responder a um questionário de autoavaliação para aguçar seu senso crítico acerca da sua participação no círculo proposto.
Considerando-se o trabalho que será realizado por essa professora, é possível afirmar que as atividades
JULIO: Buenos días. Por favor, ¿dónde está la Plaza de España?
JOSÉ MARIA: Hola, buenos días. ¿Eres extranjero?
JULIO: Sí, soy brasileño.
JOSÉ MARÍA: ¡Ah, Brasil! ¡Qué maravilla! Encantado de conocerte. ¿Cómo te llamas?
JULIO: Julio Camargo. ¿Y tú?
JOSÉ MARIA: Yo me llamo José María Rodriguez.
JULIO: Mucho gusto. Soy estudiante de artes. Vivo en São Paulo, en un barrio muy bonito, pero lejos del centro. Es una ciudad muy grande.
JOSÉ MARIA: ¿Toda tu familia es brasileña?
JULIO: Mis padres sí, pero mi abuelo es portugués y mi abuela italiana. Tengo un tío japonés y una prima alemana. Es una familia típicamente brasileña.
JOSÉ MARIA: ¡Qué bien! ¡Se parece a las Naciones Unidas! ¡Es muy interesante!
JULIO: Y tú ¿de dónde eres?
JOSÉ MARIA: Soy de Salamanca, pero estoy en Madrid desde hace mucho tiempo. Toda mi familia es española. Trabajo en una oficina.
JULIO: ¿En qué parte de la ciudad vives?
JOSÉ MARIA: En el centro, cerca de aquí.
JULIO: ¡Qué comodidad!
JOSÉ MARIA: Sí, pero mi trabajo está bastante lejos.
JULIO: ¡Mala suerte!
JIMÉNEZ, F. P.; CÁCERES, M. R. Vamos a hablar. São Paulo: Ática, 1989. p. 7-8 (adaptado).
Considerando el diálogo presentado, seleccione la alternativa que contenga el marco teórico adoptado por los autores del libro de texto en cuestión.
Ao propor a produção do vídeo, a professora estimula as produções orais em sala de aula, uma vez que
Disponible en: unlp.edu.ar. Acceso en: 14 mayo 2024.
La imagen anterior es parte del resultado del proyecto didáctico Del pergamino al blog: leer para escribir. En él, se solicitó a los estudiantes que reescribieran las aventuras de Don Quijote y Sancho Panza, considerando no sólo la obra base, sino también aspectos de la novela de caballería.
Teniendo en cuenta la enseñanza de la literatura, se puede afirmar que la propuesta en cuestión
Diante dessa situação, um critério para selecionar essas obras da literatura infantojuvenil deve ser
Basándose en el caso presentado, se concluye que la actividad favorece
Teniendo en cuenta los pasos pedagógicos de enseñanza comunicativa de la pronunciación, la actividad propuesta por el profesor corresponde al paso de la
MELO, S. H. D. A reescrita como prática de uma avaliação formativa. Encontros de Vista, v. 22, n. 2, p. 68-80, jul./dez. 2018 (adaptado).
O relato acima é de um estudante do curso de licenciatura em Letras, participante do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), que realizou, em uma escola pública, atividades de imersão, como ambientação, observação e regência de aulas.
A partir do relato desse futuro professor acerca do ensino e da avalição da produção escrita, pode-se afirmar que
Mensaje de Robert F. Kennedy, Jr.
“Para todos mis pacientes:
Me gustaría llamar su atención con urgencia sobre cuestiones importantes relacionadas con la próxima vacunación contra el Covid-19. Por primera vez en la historia de la vacunación, las llamadas vacunas de ARNm de última generación intervienen directamente en el material genético del paciente y, por lo tanto, cambian el material genético individual, que representa la manipulación genética, algo que ha sido prohibido y hasta ahora considerado criminal.
Ésta intervención se puede comparar con la de los alimentos manipulados genéticamente, lo cual también es muy controvertido.
Incluso si los medios y los políticos actualmente trivializan el problema e incluso claman sin pensar un nuevo tipo de vacuna para volver a la normalidad, esta vacunación es problemática en términos de salud, moral y ética y también en términos de daño genético que, a diferencia del daño causado por las vacunas anteriores ahora será irreversible e irreparable.
Estimados pacientes, después de una vacuna ARNm sin precedentes, ya no podrán tratar los síntomas de la vacuna de forma complementaria. Tendrán que vivir con las consecuencias, porque ya no se pueden curar simplemente eliminando toxinas del cuerpo humano, así como no puedes curar a una persona con un defecto genético como el síndrome de Down, el síndrome de Klinefelter, el síndrome de Turner, la enfermedad cardíaca genética, hemofilia, fibrosis quística, síndrome de Rett etc., ¡porque el defecto genético es para siempre!”
Disponible en: https://radios.ucr.ac.cr/2020/10/doblecheck/vacunas-contra-covid-19-no-podran-modificar-el-adn-de-las-personas/. acceso en: 14 jun. 2024.
El “mensaje” en cuestión es un texto de desinformación sobre la ciencia, con elementos que actualmente han proliferado en las redes sociales. En este ambiente, se han naturalizado palabras como antivacunas. El objetivo del docente, al proponer su lectura, es que los estudiantes desarrollen una visión crítica de los textos que circulan en las redes.
Para lograr su objetivo, el docente, en el aula, debe
Se a linguagem molda a forma como enxergamos, sentimos, pensamos e vivenciamos o mundo, muitos dos problemas enfrentados pelos estudantes indígenas se encontram no fato de que o mundo pensado por eles do ponto de vista cultural e linguístico por si só é um fator que amplifica os obstáculos encontrados em sua permanência na universidade. Ademais, subjaz à política linguística elitista (nem sempre explícita) das universidades a ideologia do déficit linguístico, segundo a qual as línguas autóctones são “primitivas”, cabendo aos indígenas o aprendizado da língua do outro, a língua historicamente hegemônica com todos os seus aparatos ideológicos (escrita, literatura, gramáticas, ciência, leis), sob pena de permanecerem marginalizados.
PONSO, L. C. Letramento acadêmico indígena e quilombola: uma política linguística afirmativa voltada à interculturalidade crítica. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/ view/8653744/18764. Acesso em: 24 abr. 2024 (adaptado).
TEXTO 2
A Língua Portuguesa invadiu nosso corpo-território, invadiu nosso espaço, a nossa mente. Se a gente foi obrigado a aprender uma língua que não é nossa, a gente foi obrigado a engolir o nosso espírito, a gente foi obrigado a silenciar o nosso ser, silenciar nossa língua, silenciar nossa cosmovisão, a nossa cultura. A gente precisa resgatar as nossas línguas originárias para que a gente possa construir uma linguagem de liberdade. Porque, realmente, é um desafio muito grande a gente decolonizar dentro da própria estrutura colonial que é a Língua Portuguesa. – Lyryca Cunha – artista indígena e psicóloga.
Linguagens Opressoras Étinicoraciais. Ep. 2: Comunicação Com Cuidado. Entrevistados: Lyrica Cunha e Salloma Salomão. Entrevistadora: Aline Rodrigues [S. l.]: Spotify, 01 jul. 2021. Podcast. Disponível em: https://open.spotify.com/episode/. Acesso em: 4 maio 2024 (adaptado).
Considerando as reflexões apresentadas nos Textos 1 e 2, uma política linguística que tenha como objetivo principal a inclusão e a permanência dos povos originários em contextos escolares e acadêmicos brasileiros deve propor que
Considerando la situación explicitada, señala la estrategia adecuada a ser utilizada con ese grupo.
TEXTO 1
DISMENORREIA – sinônimos e nomes populares: cólica menstrual, menstruação dolorosa.
O que é: é a dor pélvica (baixo ventre) que ocorre antes ou durante o período menstrual e pode impedir as atividades normais ou necessitar de medicação específica.
DISMENORREIA. ABC da Saúde Informações Médicas. 2021. Disponível em: https://www.abcdasaude.com.br/ ginecologia-e-obstetricia/dismenorreia-colica-menstrual/. Acesso em: 12 maio 2024 (adaptado).
TEXTO 2
DISMENORREIA – substantivo feminino.
Rubrica: ginecologia – cólica antes ou durante a menstruação.
Etimologia: 2dis- + menorreia
2dis – prefixo de origem grega muito usado na terminologia científica; exprime as ideias de: 1) dificuldade: dispneia; 2) privação: dissimetria.
MENORREIA – substantivo feminino.
1 Rubrica: fisiologia – o fluxo normal das menstruações.
2 Rubrica: Medicina. Estatística: pouco usado – menstruação abundante, excessiva; menorragia.
DISMENORREIA; MENORREIA. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009 (adaptado).
Após essa dinâmica, os alunos concluíram que, apesar de conhecerem a doença nomeada pela palavra, não usam esse termo para fazer referência a ela no dia a dia, preferindo seus nomes populares: “cólica” ou “cólica menstrual”.
A partir da atividade realizada, a docente espera que os alunos sejam capazes de