Questões de Concurso
Sobre teorias e práticas para o ensino de história em pedagogia
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I.Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacionando acontecimentos e processos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais, faz parte das competências a serem desenvolvidas no Ensino Fundamental.
II.A elaboração de questionamentos, hipóteses e argumentos sobre documentos e contextos históricos deve excluir o uso de diferentes linguagens e mídias, priorizando apenas fontes escritas tradicionais.
III.Uma das competências é identificar interpretações de diferentes sujeitos, culturas e povos em um mesmo contexto histórico, posicionando-se criticamente com base em princípios democráticos, inclusivos e sustentáveis.
IV.O uso de tecnologias digitais de informação e comunicação não é considerado parte do processo de ensino de História, já que sua aplicação compromete a análise crítica dos acontecimentos.
Está correto o que se afirma em:
(Circe Bittencourt, “Identidade nacional e ensino de história do Brasil”. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Bittencourt mostra essa ambiguidade quando identifica que os indígenas
(José Rivair Macedo, “Repensando a Idade Média no ensino de História”. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
A partir desse diagnóstico, Macedo aponta que, para os brasileiros,
(Pedro Paulo Funari, “A renovação da História Antiga”. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Assinale a alternativa na qual Funari responde à própria indagação.
(Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Currículo Paulista. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma dessas duas novas competências.
As aulas de História serão muito melhores se conseguirem estabelecer um duplo compromisso: com o passado e o presente.
(Jaime Pinsky e Carla Bassanezi Pinsky, “Por uma História prazerosa e consequente”. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)
Compromisso com o presente, segundo o artigo citado, significa
A História do Brasil deve ser o núcleo central dos estudos históricos nas escolas e jamais um apêndice da História Geral. A centralidade da História do Brasil, contudo, merece uma reflexão e um aprofundamento em dois aspectos essenciais.
(Circe Bittencourt, “Identidade nacional e ensino e história do Brasil”. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta, segundo Circe Bittencourt, um desses aspectos essenciais.
A História do Brasil, diante de tal postura, é compreendida como parte menos substantiva e apenas complementar de um mundo capitalista maior e seu estudo visa, sobretudo, entender o papel que o país desempenha como nação emergente e os caminhos que tem percorrido nessa condição sob o impacto do denominado neoliberalismo. Essa tendência fica evidenciada em projetos educacionais recentes, sendo facilmente percebida em determinadas propostas curriculares e está expressa em várias obras didáticas. A História do Brasil aparece como apêndice da História global e sua existência deve-se ao desenvolvimento do capitalismo comercial, com base na expansão marítima europeia. A macro-história é a lógica e a chave para a compreensão da nossa condição de país permanentemente periférico do sistema econômico capitalista.
(BITTENCOURT, Circe. História do Brasil. Em: KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2015. Adaptado)
O texto apresenta a produção didática denominada História
Os itinerários formativos têm como objetivo consolidar e aprofundar conhecimentos, preparar o estudante para os desafios do mundo do trabalho e da cidadania na contemporaneidade e aprimorar a formação ética, além de promover uma postura ativa frente ao conhecimento científico, filosófico e a produção artística e literária.
(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista: etapa ensino médio. São Paulo: SEDUC, 2020.)
Em relação aos itinerários formativos em Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, espera-se que os docentes considerem
“A Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 216, ampliou o conceito de patrimônio estabelecido pelo Decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, substituindo a nominação Patrimônio Histórico e Artístico, por Patrimônio Cultural Brasileiro. Essa alteração incorporou o conceito de referência cultural e a definição dos bens passíveis de reconhecimento, sobretudo os de caráter imaterial.”
BRASIL, 2025. IPHAN. Patrimônio Cultural. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/218/ Acesso em: 10 mai. 2025
Considere que esse excerto foi usado por um professor que planejou uma aula a ser realizada em um museu, como etapa de preparação de seus/suas alunos(as) para a visita ao museu. Ao fazer uso desse material, o docente teve como objetivo fazer com que os(as) alunos(as) compreendessem que
Nos estabelecimentos de Ensino Fundamental e Médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.
(BRASIL/Presidência da República/Casa Civil. Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Adaptado)
O conteúdo programático a que se refere a lei inclui a
(Circe Bittencourt, “Capitalismo e cidadania nas atuais propostas curriculares de história”. In: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.) O saber histórico na sala de aula, 1998)
O excerto menciona a
(Itatiba (SP). Prefeitura. Secretaria de Educação. Currículo do Ensino Fundamental 2: 6o ao 9o ano/Secretaria de Educação. Itatiba: Secretaria de Educação, 2020. Disponível em: https://www.itatiba.sp.gov.br/templates/midia/secretarias/educacao/ publicacoes/curriculo_ensino_fundamental_ii_6o_ao_9o_ano.pdf)
O excerto refere-se a um dos objetivos da BNCC, cuja aplicação no processo de ensino e aprendizado consiste em desenvolver nos estudantes