Questões de Concurso
Sobre teorias e práticas para o ensino de história em pedagogia
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(São Paulo (Estado) Secretaria da Educação. Currículo Paulista)
O documento apresenta, como sendo parte da “atitude historiadora”,
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
A influência do marxismo nas “propostas curriculares e de obras didáticas” de História consubstancia-se, segundo Circe Bittencourt, na
I.Analisar os textos apenas pela quantidade de informações, sem considerar o ponto de vista do autor.
II.Questionar quem produziu o texto, em qual contexto histórico, com qual intenção e relacionar com outras fontes sobre o mesmo tema.
III.Utilizar textos apenas como fonte complementar, sem necessidade de analisá-los profundamente.
IV.Estimular o confronto entre diferentes interpretações históricas para desenvolver o senso crítico dos alunos.
Podemos afirmar que estão corretos:
Nesse sentido, considerando a relação entre direitos humanos, democracia e ensino de História, é correto afirmar que:
(Souza, 2020, p. 1. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/20/37/ensino-de-historiauma-reflexao-sobre-m ateriais-e-metodos-de-ensino)
O texto acima faz referência direta, no que diz respeito ao ensino de História, a:
Nesse sentido, os alunos deverão ser capazes de:
I. Identificar relações sociais no seu próprio grupo de convívio, na localidade, na região e no país, e outras manifestações estabelecidas em outros tempos e espaços;
II. Situar acontecimentos históricos e localizá-los em uma multiplicidade de tempos;
III. Reconhecer que o conhecimento histórico é parte de um conhecimento interdisciplinar;
IV. Compreender que as histórias individuais são partes integrantes de histórias coletivas.
Marque a alternativa CORRETA:
Com base nesse documento, qual das alternativas abaixo NÃO corresponde a um dos conceitos estruturantes listados?
Destarte, e sobre o ensino de história, é possível compreender que:
Ao final do terceiro ciclo do Ensino Fundamental, os alunos devem demonstrar domínio de diversos conteúdos históricos. Para avaliar essas aprendizagens, relacione cada habilidade descrita na Coluna 1 com o seu respectivo critério de avaliação na Coluna 2:
Coluna 1: Habilidades
1. Compreensão da dinâmica entre sociedade, cultura e natureza ao longo do tempo: Analisar as interações entre esses elementos em diferentes épocas e contextos.
2. Comparação de relações de trabalho: Identificar semelhanças e diferenças entre as relações de trabalho em diferentes períodos históricos.
3. Identificação de laços de identidade e diferenças em relações de trabalho: Reconhecer as transformações e permanências nas formas de trabalho ao longo do tempo.
4. Análise da relação entre sociedade, cultura e natureza em diferentes épocas: Comparar a forma como essas relações se estabeleceram em diferentes momentos históricos.
Coluna 2: Critérios de Avaliação
( ) O aluno consegue comparar diferentes formas de trabalho, identificando suas características, mudanças e permanências ao longo do tempo.
( ) O aluno demonstra capacidade de analisar as interações entre sociedade, cultura e natureza em diferentes épocas históricas, identificando semelhanças e diferenças.
( ) O aluno consegue identificar e comparar as relações entre sociedade, cultura e natureza no presente e no passado, demonstrando compreensão das transformações ocorridas.
( ) O aluno consegue comparar as relações de trabalho atuais com as de outros períodos históricos, identificando semelhanças e diferenças.
Marque a sequência CORRETA:
O uso de música é importante por situar os jovens diante de um meio de comunicação próximo de sua vivência, mediante o qual o professor pode identificar o gosto, a estética da nova geração. Apesar de todas essas vantagens, o uso da música gera algumas questões.
Se existe certa facilidade em usar a música para despertar interesse, um problema se apresenta.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt.
Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)
Bittencourt, no artigo em análise, refere-se ao problema de
Com raras exceções, mapas, cartas, plantas e atlas geográficos tiveram, ao longo dos séculos XIX e XX, um papel secundário dentre os campos de reflexão do historiador, principalmente do professor de história dos ensinos fundamental e médio.
(Maria Eliza Linhares Borges. Cartografia, poder e imaginário: cartográfica portuguesa e terras além-mar. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História)
No artigo citado, Borges aponta que, em geral, no tratamento dado à cartografia histórica,
Uma questão que tem sido debatida é a possibilidade de introdução do método dialético no ensino de História e das demais disciplinas escolares.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt.
Ensino de História: fundamentos e métodos)
O método dialético
É comum encontrarmos nos livros das séries iniciais do ensino fundamental capítulos introdutórios sobre as medidas usadas para a localização do tempo, e estas, ao que tudo indica, são ensinadas no início do ano letivo por intermédio de alguns exercícios sobre a contagem dos séculos, com destaque à aprendizagem de algarismos romanos.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt.
Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)
Segundo Bittencourt, a periodização mencionada pelo excerto
A História cronológica, criada no fim do século XIX, tem sido objeto de críticas pela forma linear com que organiza o tempo, de acordo com a ideologia do progresso.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt,
Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)
Bittencourt destaca que a citada História cronológica, entre outras críticas,
Um dos elementos considerados hoje imprescindíveis ao procedimento histórico em sala de aula é, sem dúvida, o trabalho com as fontes ou documentos. A ampliação da noção de documento e as transformações na sua própria concepção atingiram diretamente o trabalho pedagógico.
A partir das renovações teóricos-metodológicas da História, como das novas concepções pedagógicas, o uso escolar do documento foi ressignificado.
(Maria Auxiliadora Schmidt. A formação do professor de
História e o cotidiano da sala de aula. Em: Circe Maria Fernandes
Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula. Adaptado)
Segundo Schmidt, o uso escolar do documento