Questões de Concurso Sobre teorias e práticas para o ensino de história em pedagogia

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Q4302775 Pedagogia

Leia o texto abaixo e responda à questão


TEXTO I


Banhos de mar


    Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.


    Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?


    De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum. (...)


    Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.


    O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.


    Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.


    O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.


    Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.


    Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.


    A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?


    Nunca mais. Nunca.


Clarice Lispector. A descoberta do Mundo.

pp. 249-251. Editora Nova fronteira, Rio, 1984

Nas últimas décadas, diferentes perspectivas da historiografia e do ensino de História têm ampliado seus objetos, sujeitos e possibilidades de interpretação. Nesse movimento, explicações centradas predominantemente na experiência europeia passaram a ser problematizadas, favorecendo o estudo de diferentes sociedades a partir de suas próprias trajetórias históricas. A história dos povos africanos, por exemplo, passou a ser abordada para além de sua relação com a expansão europeia, considerando-se suas experiências políticas, sociais, econômicas e culturais em diferentes temporalidades.
Essa ampliação também contribuiu para questionar práticas, valores e representações durante muito tempo percebidos como naturais ou permanentes, evidenciando que crenças, comportamentos e relações sociais são historicamente constituídos e podem estar relacionados a contextos de conflitos, dominação, violência e aculturação.
Considerando a perspectiva historiográfica apresentada no texto e os fundamentos que orientam a renovação do ensino de História, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4302774 Pedagogia

Leia o texto abaixo e responda à questão


TEXTO I


Banhos de mar


    Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.


    Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?


    De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum. (...)


    Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.


    O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.


    Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.


    O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.


    Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.


    Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.


    A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?


    Nunca mais. Nunca.


Clarice Lispector. A descoberta do Mundo.

pp. 249-251. Editora Nova fronteira, Rio, 1984

“Assim, caberá à disciplina de história, não apenas “ensinar coisas”, mas sobretudo, gerenciar as ideias postas em relação, contribuindo com o desenvolvimento da “capacidade de pensar historicamente”. (REIS, 2020, p. 79).
Fonte: REIS, Aoran Sena Cerqueira. A teoria de Rüsen e o Ensino de História: possibilidades de pesquisa da consciência histórica. In: Bueno, André; Campos, Carlos Eduardo; Porto, Nilza (org.) Ensino de História: Teorias e Metodologias. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Sobre Ontens/UFMS, 2020. ISBN: 978-65-00-02128-8 497pp.
Considerando o texto acima, que narra sobre os aspectos metodológicos do ensino de história, analise as proposições a seguir:
I. A aprendizagem histórica consiste na ampliação qualitativa das formas pelas quais os sujeitos produzem sentido para a experiência temporal.
II. A competência histórica manifesta-se na capacidade de relacionar criticamente experiências do passado com problemas do presente e expectativas de futuro.
III. A consciência histórica, por sua natureza epistemológica, deve permanecer desvinculada de valores e orientações práticas, preservando a objetividade do conhecimento histórico.
IV. A narrativa histórica constitui uma operação cognitiva por meio da qual a experiência temporal é organizada e convertida em orientação para a ação humana.
Estão CORRETOS. 
Alternativas
Q4299241 Pedagogia
Nos anos iniciais, o ensino de História pode favorecer a compreensão de que sujeitos e grupos constroem referências sobre si e sobre os outros por meio de experiências, memórias e relações sociais. O trabalho pedagógico pode explorar diferentes fontes e narrativas para ampliar a compreensão dos estudantes sobre identidade e memória.
Nesse contexto, analise as afirmativas e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso:
(__)Fotografias, relatos, objetos e documentos podem ser utilizados como fontes para investigar experiências e memórias de pessoas e grupos. (__)As memórias individuais e coletivas podem contribuir para a construção de referências de identidade e para a compreensão de experiências vivenciadas em diferentes tempos. (__)A memória constitui um registro fiel dos acontecimentos vivenciados, permitindo reconstruir experiências passadas a partir das lembranças preservadas pelos sujeitos. (__)A comparação entre diferentes narrativas pode possibilitar aos estudantes perceber que pessoas e grupos atribuem significados às experiências vivenciadas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q4294886 Pedagogia
A contextualização é uma tarefa imprescindível para o conhecimento histórico. Com base em níveis variados de exigência, das operações mais simples às mais elaboradas, os alunos devem ser instigados a aprender a contextualizar.
(Brasil. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. A Etapa do Ensino Fundamental – História, p. 399)
A partir dos pressupostos teóricos que fundamentam a BNCC, identifique atividades relativas à aprendizagem mencionada no fragmento.
Alternativas
Q4287760 Pedagogia
A tradição autoritária da política brasileira, mesmo que enfrentada de forma permanente pelas forças democráticas e populares, conseguiu em diversos momentos se realizar em movimentos, ações e governos. Um exemplo foi o regime civil-militar que se iniciou em 1964 e se encerrou em 1985 e que consiste em um tema de especial interesse para a educação histórica. Sobre isso, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4287757 Pedagogia
Questões teóricas e metodológicas da história impactam as práticas pedagógicas na escola básica. Sobre isso, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4279799 Pedagogia

Sobre o trabalho com fontes, temporalidades, territórios e escalas no ensino de História e Geografia nos anos iniciais, analise as afirmativas:


I – Fotografias, mapas e relatos reproduzem diretamente a realidade e possuem significado estável quando apresentam o mesmo lugar ou acontecimento.


II – A análise de uma fonte considera autoria, contexto de produção, finalidade, destinatários, silêncios e relações com outras evidências.


III – A mudança da escala de análise pode revelar relações entre experiências locais, decisões políticas, redes econômicas e processos ambientais amplos.


IV – A ordenação cronológica das fontes permite explicar transformações históricas como uma sequência progressiva de substituição do antigo pelo novo.


V – Relatos orais, documentos oficiais, mapas, objetos e observações de campo podem ser comparados para identificar perspectivas, permanências, conflitos e transformações.


Estão corretas, apenas, as afirmativas:

Alternativas
Q4279483 Pedagogia
Na investigação das transformações de um bairro, a turma reúne fotografias, mapas, relatos, notícias, dados populacionais e observações atuais. Para realizar uma análise histórica e geográfica dessas fontes, o trabalho pedagógico deve: 
Alternativas
Q4274642 Pedagogia
A  Base Nacional Comum Curricular (BNCC) atribui ao ensino de História um papel que ultrapassa a transmissão de informações sobre o passado, articulando a construção do conhecimento histórico ao desenvolvimento de competências relacionadas à interpretação da realidade social, à análise de diferentes fontes e à compreensão das múltiplas experiências humanas ao longo do tempo. Considerando essa concepção, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4274637 Pedagogia

A aprendizagem histórica não se limita à assimilação de informações consolidadas.

Situações investigativas podem mobilizar documentos escritos, relatos orais, imagens, objetos e produções digitais relacionados a determinado problema.

A atuação docente envolve orientar perguntas, contextualizar os registros e promover a comparação entre evidências e interpretações concorrentes.

Considere os fundamentos dessa abordagem:


I.A problematização transforma conteúdos históricos em questões passíveis de investigação.

II.A análise crítica requer considerar autoria, contexto, finalidade e circulação das fontes.

III.A pesquisa escolar deve reproduzir os procedimentos acadêmicos sem adaptações pedagógicas.

IV.A formulação de argumentos exige relacionar evidências documentais e conhecimentos históricos.

V.A diversidade de fontes torna desnecessária a mediação conceitual realizada pelo professor.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4274636 Pedagogia
Acervos digitalizados, mapas interativos, redes sociais e plataformas colaborativas ampliam as possibilidades de acesso, produção e circulação de conteúdos históricos.
Esses recursos, contudo, também apresentam problemas relativos à autoria, à descontextualização documental, aos algoritmos e à desinformação.
No planejamento de uma investigação escolar mediada por tecnologias digitais, analise as assertivas abaixo e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).

(__)A verificação da procedência dos conteúdos integra a crítica das fontes digitais.
(__)A digitalização de um documento torna dispensável o estudo de seu contexto de produção.
(__)A comparação entre diferentes acervos pode revelar seleções e silenciamentos documentais.
(__)A produção colaborativa pode favorecer autoria discente e argumentação historicamente fundamentada.
(__)A familiaridade cotidiana dos estudantes com plataformas garante, por si mesma, letramento digital crítico.

A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4248789 Pedagogia
As atividades com documentos históricos podem desempenhar diferentes funções no processo de ensino. Enquanto algumas se concentram na identificação e organização de informações, outras exigem que o estudante formule explicações, avalie interpretações e justifique suas conclusões com base nas evidências disponíveis. Nesse processo, a atuação do professor deve orientar a investigação sem transformar as fontes em mera confirmação de uma narrativa previamente estabelecida. Qual prática favorece mais diretamente a elaboração autônoma de uma interpretação histórica fundamentada?
Alternativas
Q4247337 Pedagogia

Para discutir as consequências da Segunda Revolução Industrial na Inglaterra, um professor de História apresentou a imagem a seguir aos alunos da terceira série do Ensino Médio.


Imagem associada para resolução da questão


A imagem retrata um bairro operário inglês durante uma epidemia de cólera. À época, predominava a teoria dos miasmas, segundo a qual a doença era causada pelos odores provenientes do lixo e de outros dejetos, e não pela contaminação da água por esgoto, hipótese comprovada posteriormente.


Considerando o uso da imagem como fonte histórica em uma aula sobre a industrialização inglesa, assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas acerca das possibilidades e dos limites da interpretação de representações visuais produzidas no contexto da época.


( ) Analisar a caricatura como registro histórico para discutir a crítica às condições sanitárias dos bairros operários e os desafios enfrentados pelo conhecimento médico no combate à cólera no século XIX.



( ) Empregar a caricatura como fonte histórica para reconstruir, de forma completa e abrangente, a realidade vivida pelos diferentes setores da sociedade inglesa durante a epidemia de cólera.



( ) Utilizar a caricatura como documento histórico para compreender que representações produzidas no passado podem apresentar interpretações ou incorreções e, ainda assim, contribuir para a análise dos impactos da industrialização na sociedade inglesa.


A sequência correta é 



 

Alternativas
Q4247333 Pedagogia
Ao abordar as representações da ascensão de D. Pedro II ao trono em uma turma da segunda série do Ensino Médio, a professora de História utilizou, em sala de aula, um aplicativo de inteligência artificial para gerar uma imagem do imperador. Para isso, inseriu o comando: “Crie uma imagem de D. Pedro II durante os primeiros anos de seu reinado.”. O aplicativo gerou a imagem a seguir. 
Imagem associada para resolução da questão
Após analisar a imagem produzida, a professora propôs uma discussão sobre os limites e as possibilidades do uso de ferramentas digitais na representação do passado.

Considerando essa atividade, é correto afirmar que ela permite desenvolver nos estudantes a capacidade de 
Alternativas
Q4247323 Pedagogia

Em uma aula sobre a colonização das Américas, a professora de História do 7º ano do Ensino Fundamental apresentou os trechos a seguir para que os estudantes analisassem a natureza das fontes e seus contextos de produção, discutindo como esses elementos influenciam a construção das interpretações históricas.



I. Colonização: o ato ou processo de enviar pessoas para viver e governar outro país. Exemplo: A colonização europeia das Américas, com seu ciclo de guerras, doenças e escravidão, dizimou os povos indígenas.


Adaptado de Cambridge Dictionary, 1999.



II. Estamos nesta nova povoação de catecúmenos, onde o Senhor, por sua misericórdia infinita, quer trazer algumas destas ovelhas perdidas ao rebanho de sua Igreja. E isto com não pequeno trabalho, que com eles temos, pregando-lhes continuamente e atraindo-os por quantas vias podemos, porque é gente tão indômita e bestial.


Adaptado de ANCHIETA, Jose de. Cartas: correspondências ativas e passivas. Hélio Viotti, São Paulo: Edições Loyola, 1984, p. 62.



Considerando a atividade proposta, assinale a opção que apresenta corretamente seu objetivo pedagógico. 

Alternativas
Q4247071 Pedagogia
O ensino de História nos anos finais do Ensino Fundamental busca estabelecer relações entre diferentes temporalidades. Sobre esse tema, analise as asserções a seguir.

I. O passado que deve impulsionar a dinâmica do ensino-aprendizagem no Ensino Fundamental é aquele que dialoga com o tempo atual.
II. O estudo do passado deve privilegiar exclusivamente os acontecimentos mais antigos, evitando relações com questões do tempo presente.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4247055 Pedagogia
A aprendizagem histórica contribui para a compreensão das diferenças entre os grupos humanos e para a formação da identidade social e cultural. Analise as asserções a seguir.

I. Distinguir contextos e localizar processos estimula a percepção de que povos e sociedades, em tempos e espaços diferentes, não são tributários dos mesmos valores е princípios da atualidade.
II. A contextualização histórica tem como finalidade interpretar os acontecimentos do passado a partir dos valores e princípios da sociedade atual, facilitando sua compreensão.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4229573 Pedagogia
Na socialização individual, a consciência histórica forma-se nos processos de individualização e de socialização humana. Uma didática coerente com essa premissa rejeita o ensino da História como “um corpo estranho que acontece no equilíbrio mental de um indivíduo”. Nessa perspectiva, qual alternativa apresenta, respectivamente, o objetivo da aprendizagem histórica e o critério para indicar o conhecimento aos estudantes? 
Alternativas
Q4229117 Pedagogia
O trabalho do historiador e o ensino de História contemporâneo pressupõem uma abordagem multifacetada das fontes. Longe de se restringir a documentos escritos, a pesquisa e a didática históricas incorporam uma vasta gama de vestígios do passado, como imagens, mapas, objetos e relatos orais. A capacidade de analisar criticamente essas diferentes linguagens e suportes é essencial para a construção de uma narrativa histórica mais complexa e para o desenvolvimento do pensamento histórico nos estudantes.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o uso de documentos, imagens, mapas e fontes históricas no ensino e na pesquisa, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4228931 Pedagogia
Em uma aula sobre o passado da cidade, estudantes dos Anos Iniciais afirmam que os moradores antigos eram atrasados porque não tinham celular. A professora identifica uma leitura do passado feita a partir de referências do presente. Considerando o desenvolvimento das noções de tempo histórico e a construção do pensamento histórico-geográfico, a intervenção mais adequada é:
Alternativas
Respostas
21: C
22: A
23: B
24: E
25: C
26: A
27: A
28: C
29: A
30: C
31: D
32: A
33: B
34: C
35: A
36: A
37: B
38: E
39: A
40: A