Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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MAHL, E.; OLIVEIRA, P. de; ZUTIÃO, P. Estratégias utilizadas por três professoras do Atendimento Educacional Especializado (AEE) do IF Baiano: relatando experiências. Revista Transmutare, Curitiba – PR, v.5, p. 1-19, 2020. Disponível em: < https://periodicos.utfpr.edu.br/rtr/article/view/12981/8211 >. Acesso em: 04 nov. 2023.
FERNANDES, W. L.; COSTA, C. S. L. da. Possibilidades da Tutoria de Pares para Estudantes com Deficiência Visual no Ensino Técnico e Superior. Relato de Experiência. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 21, n. 1, p; 39-56, 2015. Disponível em: < https://scielo.br/j/rbee/a/NdbbF87fYFSTdrRwwLB8hWP/?format=pdf&lang= pt>. Acesso em: 11 nov. 2023.
MARINS, K.-H. C.; LOURENÇO, G. F. Avaliação de um Programa de Tutoria por Pares na Perspectiva da Educação Inclusiva. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 51, 2021. Disponível em: <https://www.scielo. br/j/cp/a/QDZrqpxh6rFQHrzq94znBFk/?format =pdf&lang=pt>. Acesso em: 06/12/2023.
ZERBATO, A. P.; MENDES, E. G. O Desenho Universal para a Aprendizagem na Formação de Professores: da investigação às práticas inclusivas. Revista Educação e Pesquisa, São Paulo – SP, v. 47, 2021. Disponível em: < https://www.revistas.usp.br/ep/article/view/193215>. Acesso em: 12 nov. 2023.
BRASIL. Projeto Escola Viva garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: Alunos com necessidades educacionais especiais /Adaptações Curriculares de Pequeno Porte. Brasília: MEC/SEESP, 2000a. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/cartilha06.pdf>. Acesso em: 12 nov. 2023.
BRASIL. Projeto Escola Viva garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: Alunos com necessidades educacionais especiais / Adaptações Curriculares de Grande Porte. Brasília: MEC/SEESP, 2000b. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/cartilha05.pdf>. Acesso em: 12 nov. 2023.
1- Adaptação de grande porte – Temporalidade
2 - Adaptação de pequeno porte – Temporalidade
3 - Adaptação de grande porte – Objetivos
4 - Adaptação de pequeno porte – Objetivos
5 - Adaptação de grande porte – Acesso ao currículo
6 – Adaptação de pequeno porte – Acesso ao currículo
( ) Adaptação do ambiente físico escolar e aquisição de mobiliário especifico.
( ) Cursar os componentes curriculares do 1º ano do Ensino Médio integrado em dois anos.
( ) Utilização do livro de figuras do estudante para comunicação alternativa.
( ) Introdução de objetivos específicos, complementares ou alternativos.
( ) Aquisição de equipamentos, recursos materiais específicos e sistemas alternativos de comunicação.
( ) Priorização de determinados objetivos.
( ) Aumento do tempo para realização de avaliação.
Assinale a alternativa que contempla a sequência CORRETA:
DOMINGUES, C. dos A.; SÁ, E. D.; CARVALHO, S. H. R.; ARRUDA, S. M. C. de P.; SIMÃO, V. S. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: os alunos com deficiência visual – baixa visão e cegueira. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, v.3, 2010. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/index. php?option=com_docman&view=download&alias=7105-fasciculo-3-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 05 dez. 2023.
MENDES, E. G.; VILARONGA, C. A. R.; ZERBATO, A. P. Ensino colaborativo como apoio à inclusão escolar: unindo esforços entre educação comum e especial. São Carlos: EdUFSCar, 2014. MENDES, E. G.; VILARONGA, C. A. R.; ZERBATO, A. P. Trabalho em Colaboração para Apoio da Inclusão Escolar: da teoria à prática docente. Interfaces da Educação, Paranaíba, v.7, n. 19, p. 66-87, 2016. Disponível em: <https://periodicosonline.uems.br/index.php/interfaces/article/view/1029/953>. Acesso em: 07 dez. 2023.
De acordo com as colocações, analise as afirmativas abaixo, inserindo V para aquelas que forem verdadeiras e F para as que forem falsas.
( ) Os fatores para o sucesso do coensino / ensino colaborativo são: tempo para o planejamento comum; flexibilidade; correr riscos; definição de papéis e responsabilidades; compatibilidade; habilidades de comunicação e; suporte administrativo.
( ) O coensino / ensino colaborativo ocorre dentro da sala de aula comum, apenas nos momentos de realização de atividades específicas, conforme as necessidades do estudante e das avaliações periódicas.
( ) Para realizar o coensino / ensino colaborativo, existem diferentes propostas de organização da sala de aula, como: um professor ensina e o outro observa; as estações de ensino; e a equipe de ensino.
( ) A prática do coensino / ensino colaborativo é a de somar esforços, de um trabalho de parceria entre professor da educação especial e professor da sala comum.
( ) O coensino / ensino colaborativo depende exclusivamente dos professores envolvidos, não sendo necessário o apoio da gestão escolar e sua previsão no projeto pedagógico da unidade escolar.
( ) A escola, ao optar pelo coensino / ensino colaborativo, pode deixar de ofertar o atendimento educacional especializado – AEE no contraturno, uma vez que o estudante terá o professor da educação especial para acompanhá-lo na sala de aula comum.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
BRASIL. Lei n° 13.146 de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília: 2015. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm.> Acesso em: 15 nov. 2023.
( ) A inclusão escolar deve ser garantida em todos os níveis e modalidades de ensino, bem como o aprendizado ao longo de toda a vida.
( ) Quem praticar, induzir ou incitar a discriminação de pessoas com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e o não fornecimento de tecnologia assistiva, poderá responder por crime cuja pena de reclusão é de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
( ) As escolas particulares podem cobrar valores adicionais para contratação de profissionais de apoio escolar, tradutores/intérpretes de Língua Brasileira de Sinais – Libras, ou outro profissional necessário especificamente para aquele estudante com deficiência.
( ) Nos processos seletivos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser garantidos à pessoa com deficiência, entre outros direitos: atendimento preferencial, dilação do tempo e provas em formato acessível.
( ) Para os estudantes surdos, a educação bilíngue, que estabelece a Libras como primeira língua e a língua portuguesa escrita como segunda língua, é garantida apenas nas classes e escolas bilíngues ou nas instituições especializadas.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
Fonte: FERNANDES, WOQUITON. LIMA, WILLIAN. Revista Inclusiva em Quadrinhos: Provocando Reflexões. Propes 04/2017 IFBaiano-Fapesb, 2018. Disponível em: . BRASIL. Lei n° 13.146 de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília: 2015. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm.> Acesso em: 15 nov. 2023.
Assinale a alternativa CORRETA, tendo como referência as legislações e políticas públicas de Educação Especial e Inclusão Escolar vigentes no Brasil:
Na etapa do Marco Referencial da construção do PPP, segundo Vasconcellos (2013), especificamente na dinâmica do plenário, que é o momento da partilha dos trabalhos, do debate, das decisões e dos encaminhamentos, explicita-se as contradições encontradas, bem como eventuais pontos tidos como fora de contexto. No plenário, inicia-se a análise a partir de três aspectos básicos:
I. Fidelidade: cada um se reconhece no texto?
II. Técnico: esse é um texto coerente para tal parte do projeto?
III. Conteúdo: é isso que desejamos para nossa escola?
Quais estão corretos?
Considerando os eixos da língua portuguesa, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Produção de Textos.
2. Oralidade.
3. Análise Linguística/Semiótica.
Coluna 2
( ) Compreende as práticas de linguagem relacionadas à interação e a autoria (individual ou coletiva) do texto escrito, oral e multissemiótico.
( ) Compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face.
( ) Oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.
( ) Envolve os procedimentos e estratégias (meta)cognitivas de análise e avaliação consciente, durante os processos de leitura e de produção de textos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Sobre o processo de alfabetização descrito na BNCC, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Alfabetizar é trabalhar com a apropriação pelo aluno da ortografia do português do Brasil escrito.
II. Sobre a construção da língua escrita pela criança, é preciso diferenciar desenhos/grafismos (símbolos) de grafemas/letras (signos).
III. É preciso que os estudantes conheçam o alfabeto e a mecânica da escrita/leitura - processos que visam a que o indivíduo se torne alfabetizado.
IV. No eixo “oralidade”, aprofundam-se o conhecimento e o uso da língua oral, as características de interações discursivas e as estratégias de fala e escuta em intercâmbios orais.
Fonte: https://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2021/05/13/professor-ubiratandambrosio-uniu-matematica-educacao-e-busca-por-justica
Com essa visão e com o interesse em história, sociologia e educação, o professor na década de 80 criou o:
I - Na modelação, o professor pode optar por escolher determinados modelos, fazendo sua recriação em sala, juntamente com os alunos, de acordo com o nível em questão, além de obedecer ao currículo inicialmente proposto.
II- A relevância da adoção deste método de ensino reside na sua possibilidade de despertar no professor o interesse por tópicos matemáticos que ele ainda desconhece.
III - Ao se representar uma situação real por meio de um modelo matemático, existem vários procedimentos e, de acordo com Biembengut e Hein (2007, p.13-14), esses procedimentos podem ser agrupados em três etapas, sendo elas: Interação, Matematização e Modelo Matemático.
IV - A modelagem matemática trabalha somente com contextos matemáticos complexos.
Sobre as assertivas acima, pode-se afirmar que:
1. Núcleo Docente Estruturante
2. Colegiado de curso
3. Conselho de classe
( ) É o órgão colegiado, de natureza consultiva e deliberativa em assuntos didático-pedagógicos, de acompanhamento e de avaliação de desempenho académico dos estudantes dos cursos técnicos de nível médio.
( ) E o órgão consultivo, constituído por um grupo permanente de docentes, responsável pela concepção, consolidação,
( ) É o órgão administrativo, consultivo e de supervisão responsável por coordenar e fixar diretrizes e orientações didáticas para o respectivo curso ou programa, visando garantir sua qualidade didático-pedagógica.
Assinale a sequência CORRETA, de cima para baixo:
I. Nas práticas interdisciplinares, imperam posições acadêmicas prepotentes e unidirecionais.
II. A interdisciplinaridade é a intencionalidade e a funcionalidade docente de articular o contexto científico com o profissional e o prático.
III. A interdisciplinaridade estrutura concepções de mundo e de consciência social.
IV. A interdisciplinaridade na escola tem perspectiva educativa, pois os saberes escolares procedem de uma estruturação diferente das ciências.