Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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Uma paciente de 44 anos de idade foi atendida em consulta ambulatorial. Relatou diagnóstico de síndrome do túnel do carpo, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes do tipo 2 (DM2) havia cinco anos, em uso regular de anlodipino, enalapril, hidroclorotiazida, metformina e vildagliptina nas doses máximas preconizadas. Ela mencionou lombalgia e hiperidrose. Ao exame físico, apresentava hiperlordose lombar, prognatismo mandibular, circunferência abdominal de 98 cm, pressão arterial de 154 mmHg × 98 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 60 bpm, além de dor e limitação articular na região lombar. Os demais achados do exame físico mostraram-se normais. Foram pedidos alguns exames laboratoriais de rotina cujos resultados revelaram: triglicerídeos de 198 mg/dl, colesterol total de 240 mg/dl; HDL colesterol de 30 mg/dl, LDL colesterol de 170 mg/dl, glicemia de jejum de 150 mg/dl e hemoglobina glicada de 8%. Os demais exames não revelaram anormalidades significativas e o eletrocardiograma obtido é apresentado a seguir.

Acerca desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.
A paciente apresenta indícios de lesão em órgão alvo devido à HAS.
Uma paciente de 44 anos de idade foi atendida em consulta ambulatorial. Relatou diagnóstico de síndrome do túnel do carpo, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes do tipo 2 (DM2) havia cinco anos, em uso regular de anlodipino, enalapril, hidroclorotiazida, metformina e vildagliptina nas doses máximas preconizadas. Ela mencionou lombalgia e hiperidrose. Ao exame físico, apresentava hiperlordose lombar, prognatismo mandibular, circunferência abdominal de 98 cm, pressão arterial de 154 mmHg × 98 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 60 bpm, além de dor e limitação articular na região lombar. Os demais achados do exame físico mostraram-se normais. Foram pedidos alguns exames laboratoriais de rotina cujos resultados revelaram: triglicerídeos de 198 mg/dl, colesterol total de 240 mg/dl; HDL colesterol de 30 mg/dl, LDL colesterol de 170 mg/dl, glicemia de jejum de 150 mg/dl e hemoglobina glicada de 8%. Os demais exames não revelaram anormalidades significativas e o eletrocardiograma obtido é apresentado a seguir.

Acerca desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.
O diagnóstico etiológico será elucidado com a dosagem das metanefrinas urinárias de 24 horas.
Uma paciente de 44 anos de idade foi atendida em consulta ambulatorial. Relatou diagnóstico de síndrome do túnel do carpo, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes do tipo 2 (DM2) havia cinco anos, em uso regular de anlodipino, enalapril, hidroclorotiazida, metformina e vildagliptina nas doses máximas preconizadas. Ela mencionou lombalgia e hiperidrose. Ao exame físico, apresentava hiperlordose lombar, prognatismo mandibular, circunferência abdominal de 98 cm, pressão arterial de 154 mmHg × 98 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 60 bpm, além de dor e limitação articular na região lombar. Os demais achados do exame físico mostraram-se normais. Foram pedidos alguns exames laboratoriais de rotina cujos resultados revelaram: triglicerídeos de 198 mg/dl, colesterol total de 240 mg/dl; HDL colesterol de 30 mg/dl, LDL colesterol de 170 mg/dl, glicemia de jejum de 150 mg/dl e hemoglobina glicada de 8%. Os demais exames não revelaram anormalidades significativas e o eletrocardiograma obtido é apresentado a seguir.

Acerca desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.
Recomenda-se receitar à paciente metoprolol como medicamento complementar, com vistas a um melhor controle da HAS.
Acerca da síndrome metabólica, julgue o item subsequente.
Em caso de dosagens de CK 10 vezes acima do limite superior da normalidade ou em presença de mialgia ou de elevação das aminotransferases acima de 3 vezes o limite superior da normalidade, o tratamento farmacológico com estatinas no tratamento hipolipemiante deverá ser suspenso.
Acerca da síndrome metabólica, julgue o item subsequente.
Em se tratando de hipertensos com pressão arterial sistêmica igual ou superior a 160 mmHg × 100 mmHg, a associação de drogas deve ser considerada desde o início do tratamento anti-hipertensivo, utilizando-se preferencialmente um diurético.
Acerca da síndrome metabólica, julgue o item subsequente.
Estatinas são os medicamentos de escolha para reduzir o LDL-c e aumentar o HDL-c, por diminuírem a morbimortalidade cardiovascular, ao contrário do que ocorre com os fibratos no controle dos triglicerídeos.
Considerando o diagnóstico de EAP nesse paciente, assinale a afirmativa CORRETA.
Considerando o quadro clínico-epidemiológico sugestivo de febre reumática aguda, o sopro cardíaco descrito corresponde, mais provavelmente, ao sopro de
Paciente com dispneia em repouso, estertores bibasais e BNP 1.200 pg/mL. Qual associação medicamentosa é PRIORITÁRIA?
Emergência Hipertensiva
Paciente com PA 220/120 mmHg, cefaleia intensa e escotomas. Sem dispneia ou dor torácica. Qual a droga de escolha?
Diagnóstico Diferencial em Dor Torácica
Paciente de 58 anos, tabagista, chega ao PS com dor precordial opressiva de 40 minutos, irradiada para mandíbula, associada a sudorese fria. O ECG mostra supradesnivelamento de ST em V2-V4. Qual a conduta IMEDIATA?
· (2023): estenose aórtica importante. Gradiente médio (VE/Ao) de 40 mmHg. Fração de ejeção 60%.
· (2024): estenose aórtica importante. Gradiente médio (VE/Ao) de 44 mmHg. Fração de ejeção 54%.
· (2025): estenose aórtica importante. Gradiente médio (VE/Ao) de 48 mmHg. Fração de ejeção 46%. Exame atual.
O paciente se apresenta assintomático e continua fazendo suas caminhadas leves, como sempre o fez, sem relatar dispneia.
Qual a melhor conduta no momento?
I- Paciente com SCA com SST clássica, devendo retornar para a sala de hemodinâmica a fim de realizar novo procedimento, buscando algum vaso não visto ocluído ou mesmo a presença de trombo.
II- Trata-se de um caso de MINOCA, com grande suspeita para Síndrome de Takotsubo ou Síndrome do Coração Partido. Nesses casos, um grande estresse leva a liberação catecolaminérgica, que consequentemente leva a alteração perfusional transitória.
III- Trata-se de um caso de TINOCA, envolvendo um grande conjunto de síndromes que elevam o MNM troponina, mas não apresenta obstrução coronária que justifique a presença de doença arterial coronariana macrovascular.
É CORRETO o que se afirma apenas em: