Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
Foram encontradas 16.254 questões
Um operador de guindaste de 48 anos é trazido ao posto médico do canteiro de obras por colegas após episódio súbito de palpitações rápidas, tontura e sudorese fria durante operação da máquina a 15m de altura. ECG de 12 derivações confirma fibrilação atrial paroxística (FA) com resposta ventricular 140–160 bpm. PA 210/110 mmHg, sat O2 96% AA, sem dor torácica ou sinais de ICC. Histórico de HAS não controlada e tabagismo; atividade crítica enquadrada em NR-35. Não há história de FA prévia ou anticoagulação.
Considerando o quadro de FA e o score CHA2DS2-VASc, a conduta terapêutica adequada e considerações ocupacionais pós-estabilização hemodinâmica consistem em:
I. O paciente idoso com fibrilação atrial crônica tem um aumento em 2 vezes na mortalidade por todas as causas e 5 vezes mais risco de AVE quando comparado com a população geral.
II. O tratamento com anticoagulante oral para o paciente idoso com fibrilação atrial crônica está indicado somente quando associado a outras patologias de risco cardiovascular, como a insuficiência cardíaca.
III. Manter o paciente idoso com quadro de arritmia tipo fibrilação atrial em ritmo sinusal pode trazer melhor prognóstico. Muitos dos ensaios clínicos realizados que compararam estratégias de controle de ritmo e de frequência cardíaca mostraram diferença significativa no risco de AVE, morbidade e mortalidade quando controlados o ritmo para sinusal e a frequência cardíaca.
Quais estão corretas?
I. A idade avançada e o tabagismo são considerados importantes fatores de risco cardiovascular.
II. A hipertrofia de ventrículo esquerdo e a retinopatia são evidências de lesões em órgãos-alvo induzidas pela hipertensão.
III. Indivíduos adultos classificados com pressão arterial limítrofe já possuem diagnóstico fechado de hipertensão e necessitam imediatamente de terapia farmacológica combinada.
Está CORRETO o que se afirma em:
Um homem de 56 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos e hipertenso controlado com monoterapia, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ele é tabagista (20 maços/ano) e não apresenta sintomas cardiovasculares. O exame físico não demonstra sopros carotídeos ou alterações de pulsos periféricos.
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?
I. As artérias conduzem o sangue que sai do coração e possuem paredes mais espessas e elásticas, pois suportam maior pressão sanguínea.
II. As veias conduzem o sangue em direção ao coração e, em geral, possuem válvulas que auxiliam o retorno venoso, especialmente nos membros inferiores.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?
A correta estratificação do risco cardiovascular global orienta a conduta terapêutica da Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) na Atenção Básica. A identificação de Hipertrofia de Ventrículo Esquerdo (HVE) ou de nefropatia no exame físico ou complementar caracteriza uma ____________, condição que aloca automaticamente o paciente com pressão arterial estágio 1 ou 2 diretamente no grupo de risco cardiovascular _____________.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Um homem de 56 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos e hipertenso controlado com monoterapia, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ele é tabagista (20 maços/ano) e não apresenta sintomas cardiovasculares. O exame físico não demonstra sopros carotídeos ou alterações de pulsos periféricos.
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?
Um homem de 56 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos e hipertenso controlado com monoterapia, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ele é tabagista (20 maços/ano) e não apresenta sintomas cardiovasculares. O exame físico não demonstra sopros carotídeos ou alterações de pulsos periféricos.
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?
I.O débito cardíaco é o produto da frequência cardíaca pelo volume sistólico, representando a quantidade de sangue bombeada pelo ventrículo em um minuto.
II.A pré-carga refere-se à tensão ou carga na parede ventricular ao final do enchimento, sendo influenciada diretamente pelo volume diastólico final.
III.O choque cardiogênico manifesta-se por um aumento súbito da resistência vascular periférica associado a um volume de ejeção preservado em pacientes com infarto.
Está correto o que se afirma em:
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?
I. O diagnostico eletrocardiográf ico padronizado de isquemia circunferencial (ou global) caracteriza-se, durante o episodio isquêmico, por infradesnivelamento de ST em seis ou mais derivações associado a um supradesnível de ST na derivação aVR.
II. No infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST localizado na parede inferior, a constatação de um supradesnível de ST na derivação DIII de amplitude maior do que o da derivação DII sugere fortemente que o vaso ocluído seja a artéria coronária direita.
III. Os criterios de Romhilt-Estes, voltados para a identif icação de sobrecarga ventricular esquerda, excluem obrigatoriamente a análise da repolarização ventricular, focando a pontuação apenas no eixo elétrico e na amplitude milimetrica do complexo QRS.
Está CORRETO o que se afirma em
A pericardite aguda e a miocardite são afecções inflamatórias que podem acometer o miocárdio e pericárdio, apresentando manifestações clínicas diversas que exigem diagnostico diferencial e um manejo clínicohemodinâmico rápido e criterioso. Considerando isso, analise as assertivas a seguir, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:
( ) Na suspeita clínica e diagnostico de pericardite aguda de provável etiologia viral, a utilização de corticosteroides sistêmicos deve ser a primeira linha imediata de tratamento para a prevenção de recidivas precoces.
( ) O tamponamento cardíaco decorrente de uma efusão pericárdica importante é caracterizado clinicamente por sinais de baixo débito, como hipotensão arterial, associados à turgência jugular e à presença do pulso paradoxal.
( ) Na miocardite fulminante, cujo fator causal pode envolver agressão linfocítica viral, o suporte hemodinâmico inotrópico associado a dispositivos de assistência ventricular temporários (como balão intraaortico) tem indicação precisa no choque cardiogênico refratário.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?