Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 130.580 questões
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Texto 01
Melodia surpreendente das aves.
As aves canoras são como verdadeiras divas do mundo animal, encantando a todos com suas performances únicas. Imagine um rouxinol, um pequeno pássaro, produzindo mais de mil notas por minuto em sua sinfonia noturna, como um virtuoso em seu frenesi musical, enquanto os canários deslumbram com suas notas claras e vibrantes. O pintassilgo, por outro lado, é o mestre da diversidade, incorporando sons de câmeras e assobios em seu repertório, e o sabiá, com seu canto noturno, também merece destaque. Essas aves canoras não são apenas músicos, são verdadeiros artistas da improvisação, surpreendendo com suas composições únicas a cada apresentação. Um espetáculo natural!
(Picnic Domiletras)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Texto 01
Melodia surpreendente das aves.
As aves canoras são como verdadeiras divas do mundo animal, encantando a todos com suas performances únicas. Imagine um rouxinol, um pequeno pássaro, produzindo mais de mil notas por minuto em sua sinfonia noturna, como um virtuoso em seu frenesi musical, enquanto os canários deslumbram com suas notas claras e vibrantes. O pintassilgo, por outro lado, é o mestre da diversidade, incorporando sons de câmeras e assobios em seu repertório, e o sabiá, com seu canto noturno, também merece destaque. Essas aves canoras não são apenas músicos, são verdadeiros artistas da improvisação, surpreendendo com suas composições únicas a cada apresentação. Um espetáculo natural!
(Picnic Domiletras)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.
Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)
A crônica é tecida em forma de conversa, em que o emissor, de forma didática, instrui o receptor ( ), que fica na postura de ouvinte ( ), sobre como este deve se posicionar, sendo uma pessoa isenta de falhas em relação à vida ( ), colocando ordem na casa-existência ( ) e livrando-se, assim, da somatização de patologias ( ).
Os últimos dias de Dalton Trevisan
Por Felippe Aníbal

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –
texto adaptado especialmente para esta prova).
Os últimos dias de Dalton Trevisan
Por Felippe Aníbal

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –
texto adaptado especialmente para esta prova).
“‘Até o anúncio de seu falecimento entrará para as lendas do Vampiro!’, aludindo ao epíteto pelo qual o escritor ficou conhecido”.
Os últimos dias de Dalton Trevisan
Por Felippe Aníbal

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –
texto adaptado especialmente para esta prova).
Os últimos dias de Dalton Trevisan
Por Felippe Aníbal

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –
texto adaptado especialmente para esta prova).
“No dia seguinte – o domingo, 8 de dezembro –, Trevisan passou a maior parte do dia dormindo, ainda mais abatido”.
Os últimos dias de Dalton Trevisan
Por Felippe Aníbal

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –
texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O texto enquadra-se no gênero jornalístico narrativo, pois relata acontecimentos reais situados no tempo e no espaço, com função predominante de informar.
II. A presença de discurso direto caracteriza o gênero do texto como literário pela inserção da subjetividade do enunciador.
III. A organização do texto combina sequência narrativa e expositiva, característica recorrente do gênero jornalístico, sem que isso implique mudança de gênero.
Quais estão corretas?
Os últimos dias de Dalton Trevisan
Por Felippe Aníbal

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –
texto adaptado especialmente para esta prova).
“Trevisan [...] perguntou: ‘Estou desaparecendo?’. Foram suas últimas palavras, segundo a agente”.
Os últimos dias de Dalton Trevisan
Por Felippe Aníbal

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –
texto adaptado especialmente para esta prova).
Amor
Por José Henrique Bortoluci

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-vi_a-aula-e-o-truque/ –texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) A expressão “Depois, teve uma virada de chave [...]” estabelece progressão temporal, sendo um recurso sequencial que orienta a continuidade do depoimento.
( ) A repetição do termo “amor” produz coerência textual por reiteração temática, articulando diferentes valores associados ao termo.
( ) A frase “Era uma sessão de horror” rompe a coerência global do texto, fazendo um contraste abrupto com os enunciados anteriores, prejudicando o encadeamento lógico das ideias.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Amor
Por José Henrique Bortoluci

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-vi_a-aula-e-o-truque/ –texto adaptado especialmente para esta prova).
Amor
Por José Henrique Bortoluci

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-vi_a-aula-e-o-truque/ –texto adaptado especialmente para esta prova).
Com base no trecho abaixo, retirado do texto, assinale a alternativa que NÃO é um sinônimo da palavra “violência”.
“Eu entendo que existe um processo contraditório na relação que tenho com minha família, porque é claro que existe muita violência nessa tentativa de ‘curar’ pela fé quem eu era [...]”.
Amor
Por José Henrique Bortoluci

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-vi_a-aula-e-o-truque/ –texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os trechos do texto às suas respectivas funções argumentativas.
Coluna 1
1. “Se a violência é justificada pelo amor, então tenho que desromantizar esse amor”.
2. “Quando ia à casa da minha avó, ficava isolada porque não podia brincar com minhas primas […]”.
3. “Uma categoria [...] dizendo que o amor fala todas as línguas [...] é um absurdo!”.
Coluna 2
( ) Exemplo concreto que fundamenta experiência pessoal.
( ) Conclusão avaliativa central que explicita a tese do texto.
( ) Ilustração de crítica social.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Amor
Por José Henrique Bortoluci

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-vi_a-aula-e-o-truque/ –texto adaptado especialmente para esta prova).
Com base no texto, analise as assertivas abaixo:
I. Quando Dayanna afirma que “começou a acreditar naquilo”, infere-se que antes ela não acreditava, configurando uma pressuposição.
II. O trecho “Era uma sessão de horror” consiste em juízo avaliativo subjetivo e expressa opinião de Dayanna, não correspondendo a fato observável.
III. A formulação “parece também que o amor sempre entra nesses debates progressistas” cria efeito de objetividade e apaga marcas pessoais do discurso.
Quais estão corretas?
Amor
Por José Henrique Bortoluci

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-vi_a-aula-e-o-truque/ –texto adaptado especialmente para esta prova).
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A comparação dos efeitos colaterais de diferentes antidepressivos, segundo pesquisa
Pesquisadores classificaram pela primeira vez os efeitos colaterais de diversos antidepressivos, revelando diferenças relevantes entre os medicamentos. O estudo avaliou pacientes nas primeiras oito semanas de tratamento e identificou variações de até dois quilos no peso e vinte e um batimentos por minuto na frequência cardíaca.
A Organização Mundial da Saúde estima que seis por cento dos brasileiros — cerca de onze milhões de pessoas — sofram de depressão. Os especialistas alertam que diferenças nos efeitos colaterais comprometem a saúde e a adesão ao tratamento, recomendando ajustes individualizados conforme cada caso.
Realizado pelo King's College London e pela Universidade de Oxford, o estudo analisou cento e cinquenta e um trabalhos sobre trinta medicamentos, com mais de cinquenta e oito mil pacientes. Publicado na revista The Lancet, o estudo revelou que a agomelatina reduziu o peso em dois quilos, enquanto a maprotilina causou ganho de quase dois. Houve ainda diferenças expressivas na frequência cardíaca e na pressão arterial entre certos fármacos.
Os pesquisadores destacaram que pacientes com o mesmo diagnóstico podem reagir de modo distinto, conforme suas condições de saúde. Em exemplos práticos, Sarah, de trinta e dois anos, deve evitar medicamentos que causam ganho de peso; John, de quarenta e quatro, os que elevam a pressão; e Jane, de cinquenta e seis, os que afetam o colesterol.
Os cientistas reforçam que não há antidepressivos bons ou ruins. Alguns, como a amitriptilina, geram aumento de peso e pressão, mas ajudam no sono e na dor. Em geral, paroxetina, citalopram, escitalopram e sertralina produzem menos efeitos físicos.
A fluoxetina foi associada à perda de peso e à elevação da pressão arterial. Segundo o professor Andrea Cipriani, oitenta por cento das prescrições no Reino Unido concentram-se em três genéricos: citalopram, sertralina e fluoxetina.
Os pesquisadores desenvolvem uma ferramenta digital para ajudar na escolha do antidepressivo mais adequado, mas reconhecem que a mudança exigirá nova cultura no sistema de saúde. O professor Prasad Nishtala classificou o estudo como inovador e alertou que o uso prolongado pode aumentar riscos, sobretudo em casos de depressão crônica.
