Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3813701 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão. 

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo correto para o termo “amigáveis”, no último quadrinho da tirinha. 
Alternativas
Q3813699 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão. 

Na tirinha acima, há uma quebra de expectativa. Por quê?
Alternativas
Q3813662 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “praia” está sendo empregada em seu sentido próprio.
Alternativas
Q3813660 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O quanto da sua vida é baseado na internet?

    WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter, para alguns. Facebook virou coisa “de gente velha”. Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler, Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos blogs nessas interwebs que já nem dá pra contar – nunca deu, na verdade.
    Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós mesmos, qual o ponto?
    Enquanto conversava com um amigo de infância – nos conhecemos desde a sexta série – comentamos sobre como estão alguns de nossos colegas do ensino médio, até que foi mencionado que há muito não via um deles pessoalmente. “A gente acha que ver as pessoas na internet é o suficiente, né?”, disse ele, após rir. Depois que ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase. Desde a faculdade que estudo sobre internet e suas nuances, então, frases e discussões do tipo sempre ficam martelando na minha cabeça.
    E aí, pensei naquele clichê que já falamos mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar a sério. O quanto da sua vida é baseado no que se vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos stories? (...)
    E, de novo, parece clichê, parece óbvio, mas por que a gente não se escuta? Por que é tão difícil deixar o celular para ler um bom livro? Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio consigo mesmo? (...)

VALADARES, Thiarlley. O quanto da sua vida é baseado na internet? Apenas fugindo. Disponível em . https://www.apenasfugindo.com/2020/01/croni
“Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 
Alternativas
Q3813659 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O quanto da sua vida é baseado na internet?

    WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter, para alguns. Facebook virou coisa “de gente velha”. Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler, Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos blogs nessas interwebs que já nem dá pra contar – nunca deu, na verdade.
    Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós mesmos, qual o ponto?
    Enquanto conversava com um amigo de infância – nos conhecemos desde a sexta série – comentamos sobre como estão alguns de nossos colegas do ensino médio, até que foi mencionado que há muito não via um deles pessoalmente. “A gente acha que ver as pessoas na internet é o suficiente, né?”, disse ele, após rir. Depois que ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase. Desde a faculdade que estudo sobre internet e suas nuances, então, frases e discussões do tipo sempre ficam martelando na minha cabeça.
    E aí, pensei naquele clichê que já falamos mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar a sério. O quanto da sua vida é baseado no que se vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos stories? (...)
    E, de novo, parece clichê, parece óbvio, mas por que a gente não se escuta? Por que é tão difícil deixar o celular para ler um bom livro? Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio consigo mesmo? (...)

VALADARES, Thiarlley. O quanto da sua vida é baseado na internet? Apenas fugindo. Disponível em . https://www.apenasfugindo.com/2020/01/croni
Em relação ao texto “O quanto da sua vida é baseado na internet?”, é correto afirmar que o autor defende que:
Alternativas
Q3813548 Português
Cansaço no fim de ano


(Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/noticia/2025/12 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Todos os aspectos abaixo são considerados causas do cansaço a que se refere o texto, EXCETO: 
Alternativas
Q3813541 Português
Cansaço no fim de ano


(Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/noticia/2025/12 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual das seguintes propostas de substituição vocabular mantém o sentido original do texto? 
Alternativas
Q3813540 Português
Cansaço no fim de ano


(Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/noticia/2025/12 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em “Outro ponto relevante é o impacto do ritmo circadiano” (l. 19), o termo “circadiano” poderia ser substituído, sem alterar o significado do trecho em que ocorre, por:
Alternativas
Q3813072 Português
Imagem associada para resolução da questão
BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em .
No último quadrinho acima, as formas verbais destacadas em “Você pode levar meu gibi da Mônica! Mas tem que devolver!”, nessa mesma ordem, expressam os sentidos de: 
Alternativas
Q3813066 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Dinheiro não traz felicidade

        Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.

        É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?

        Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.

        A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.

        É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.

        Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade. 

        Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...)

GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em .

“Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.”


A palavra destacada no trecho acima remete ao sentido de algo que:

Alternativas
Q3813064 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Dinheiro não traz felicidade

        Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.

        É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?

        Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.

        A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.

        É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.

        Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade. 

        Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...)

GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em .
A autora do texto “Dinheiro não traz felicidade” defende a ideia de que: 
Alternativas
Q3804144 Português
Imagem associada para resolução da questão

RIBEIRO, Estevão. Tapa. Disponível em <https://mobile.publishnews.com.br/materias/2025/07/04/os-passarinhos-tapa>.


O humor na tirinha acima resulta do(a):
Alternativas
Q3804138 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.

“Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece.”


A expressão destacada no trecho acima deixa clara a ideia de que o fim do mundo:

Alternativas
Q3804137 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.
“A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3804136 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.
De acordo com o texto “Fim do mundo”, é correto afirmar que
Alternativas
Q3804100 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

No trecho “Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo”, a substituição que mantém o sentido original do período é: 
Alternativas
Q3804099 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

No trecho “um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor”, a palavra “universo” assume, no contexto, o sentido de: 
Alternativas
Q3804098 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

Considerando a temática desenvolvida em “Amor 3.0”, o texto propõe ao leitor uma reflexão sobre:
Alternativas
Q3804097 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

A frase “Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador” adquire, no contexto do texto, valor interpretativo específico porque:
Alternativas
Q3804096 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

O texto utiliza uma linguagem predominantemente sensível e introspectiva, semelhante à de narrativas românticas tradicionais. Essa escolha estilística contribui para: 
Alternativas
Respostas
10361: D
10362: C
10363: B
10364: E
10365: A
10366: C
10367: D
10368: B
10369: C
10370: D
10371: A
10372: B
10373: C
10374: B
10375: E
10376: A
10377: D
10378: B
10379: D
10380: A