Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3333957 Português

Leia o texto para responder à questão:


Cinco horas da tarde


Recebi agora um bilhete de mana Rita, que aqui vai colado:

9 de janeiro


“Mano,

Só agora me lembrou que faz hoje um ano que você voltou da Europa aposentado. Já é tarde para ir ao cemitério de São João Batista, em visita ao jazigo da família, dar graças pelo seu regresso; irei amanhã de manhã, e peço a você que me espere para ir comigo.

Saudades da Velha mana, Rita”.

Não vejo necessidade disso, mas respondi que sim.


10 de janeiro


     Fomos ao cemitério. Rita, apesar da alegria do motivo, não pôde reter algumas velhas lágrimas de saudade pelo marido que lá está no jazigo, com meu pai e minha mãe. Ela ainda agora o ama, como no dia em que o perdeu, lá se vão tantos anos. No caixão do defunto mandou guardar um molho dos seus cabelos, então pretos, enquanto os mais deles ficaram a embranquecer cá fora.


    Não é feio o nosso jazigo; podia ser um pouco mais simples, — a inscrição e uma cruz — mas o que está é bem feito. Achei-o novo demais, isso sim. Rita fá-lo lavar todos os meses, e isto impede que envelheça. Ora, eu creio que um velho túmulo dá melhor impressão do ofício, se tem as negruras do tempo, que tudo consome. O contrário parece sempre da véspera.


    Rita orou diante dele alguns minutos, enquanto eu circulava os olhos pelas sepulturas próximas. Em quase todas havia a mesma antiga súplica da nossa: “Orai por ele! Orai por ela!” Rita me disse depois, em caminho, que é seu costume atender ao pedido das outras, rezando uma prece por todos os que ali estão. Talvez seja a única. A mana é boa criatura, não menos que alegre.


(Machado de Assis, Memorial de Aires)

Considere as passagens:

•  Rita, apesar da alegria do motivo, não pôde reter algumas velhas lágrimas de saudade pelo marido...
•  Ela ainda agora o ama, como no dia em que o perdeu, lá se vão tantos anos.
•  Rita orou diante dele alguns minutos, enquanto eu circulava os olhos pelas sepulturas próximas.

Com base em Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, 2011), conclui-se que as passagens destacadas se encadeiam com as outras, estabelecendo, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3333956 Português

Leia o texto para responder à questão:


Cinco horas da tarde


Recebi agora um bilhete de mana Rita, que aqui vai colado:

9 de janeiro


“Mano,

Só agora me lembrou que faz hoje um ano que você voltou da Europa aposentado. Já é tarde para ir ao cemitério de São João Batista, em visita ao jazigo da família, dar graças pelo seu regresso; irei amanhã de manhã, e peço a você que me espere para ir comigo.

Saudades da Velha mana, Rita”.

Não vejo necessidade disso, mas respondi que sim.


10 de janeiro


     Fomos ao cemitério. Rita, apesar da alegria do motivo, não pôde reter algumas velhas lágrimas de saudade pelo marido que lá está no jazigo, com meu pai e minha mãe. Ela ainda agora o ama, como no dia em que o perdeu, lá se vão tantos anos. No caixão do defunto mandou guardar um molho dos seus cabelos, então pretos, enquanto os mais deles ficaram a embranquecer cá fora.


    Não é feio o nosso jazigo; podia ser um pouco mais simples, — a inscrição e uma cruz — mas o que está é bem feito. Achei-o novo demais, isso sim. Rita fá-lo lavar todos os meses, e isto impede que envelheça. Ora, eu creio que um velho túmulo dá melhor impressão do ofício, se tem as negruras do tempo, que tudo consome. O contrário parece sempre da véspera.


    Rita orou diante dele alguns minutos, enquanto eu circulava os olhos pelas sepulturas próximas. Em quase todas havia a mesma antiga súplica da nossa: “Orai por ele! Orai por ela!” Rita me disse depois, em caminho, que é seu costume atender ao pedido das outras, rezando uma prece por todos os que ali estão. Talvez seja a única. A mana é boa criatura, não menos que alegre.


(Machado de Assis, Memorial de Aires)

De acordo com Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011), nas frases “Não vejo necessidade disso, mas respondi que sim.” e “Talvez seja a única.”, as expressões destacadas mantêm relação coesiva, correta e respectivamente, com:
Alternativas
Q3333955 Português

Leia o texto para responder à questão:


Cinco horas da tarde


Recebi agora um bilhete de mana Rita, que aqui vai colado:

9 de janeiro


“Mano,

Só agora me lembrou que faz hoje um ano que você voltou da Europa aposentado. Já é tarde para ir ao cemitério de São João Batista, em visita ao jazigo da família, dar graças pelo seu regresso; irei amanhã de manhã, e peço a você que me espere para ir comigo.

Saudades da Velha mana, Rita”.

Não vejo necessidade disso, mas respondi que sim.


10 de janeiro


     Fomos ao cemitério. Rita, apesar da alegria do motivo, não pôde reter algumas velhas lágrimas de saudade pelo marido que lá está no jazigo, com meu pai e minha mãe. Ela ainda agora o ama, como no dia em que o perdeu, lá se vão tantos anos. No caixão do defunto mandou guardar um molho dos seus cabelos, então pretos, enquanto os mais deles ficaram a embranquecer cá fora.


    Não é feio o nosso jazigo; podia ser um pouco mais simples, — a inscrição e uma cruz — mas o que está é bem feito. Achei-o novo demais, isso sim. Rita fá-lo lavar todos os meses, e isto impede que envelheça. Ora, eu creio que um velho túmulo dá melhor impressão do ofício, se tem as negruras do tempo, que tudo consome. O contrário parece sempre da véspera.


    Rita orou diante dele alguns minutos, enquanto eu circulava os olhos pelas sepulturas próximas. Em quase todas havia a mesma antiga súplica da nossa: “Orai por ele! Orai por ela!” Rita me disse depois, em caminho, que é seu costume atender ao pedido das outras, rezando uma prece por todos os que ali estão. Talvez seja a única. A mana é boa criatura, não menos que alegre.


(Machado de Assis, Memorial de Aires)

De acordo com o Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020), o ensino do texto literário “oportuniza [aos alunos] novas potencialidades e experimentações de uso da língua”. Dessa forma, na expressão “a inscrição e uma cruz”, o primeiro substantivo representa um uso linguístico-cultural que possivelmente é pouco conhecido de um número expressivo de jovens atualmente. Outro termo nessa mesma condição está destacado na passagem do texto:
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Q3333954 Português

Leia o texto para responder à questão:


Cinco horas da tarde


Recebi agora um bilhete de mana Rita, que aqui vai colado:

9 de janeiro


“Mano,

Só agora me lembrou que faz hoje um ano que você voltou da Europa aposentado. Já é tarde para ir ao cemitério de São João Batista, em visita ao jazigo da família, dar graças pelo seu regresso; irei amanhã de manhã, e peço a você que me espere para ir comigo.

Saudades da Velha mana, Rita”.

Não vejo necessidade disso, mas respondi que sim.


10 de janeiro


     Fomos ao cemitério. Rita, apesar da alegria do motivo, não pôde reter algumas velhas lágrimas de saudade pelo marido que lá está no jazigo, com meu pai e minha mãe. Ela ainda agora o ama, como no dia em que o perdeu, lá se vão tantos anos. No caixão do defunto mandou guardar um molho dos seus cabelos, então pretos, enquanto os mais deles ficaram a embranquecer cá fora.


    Não é feio o nosso jazigo; podia ser um pouco mais simples, — a inscrição e uma cruz — mas o que está é bem feito. Achei-o novo demais, isso sim. Rita fá-lo lavar todos os meses, e isto impede que envelheça. Ora, eu creio que um velho túmulo dá melhor impressão do ofício, se tem as negruras do tempo, que tudo consome. O contrário parece sempre da véspera.


    Rita orou diante dele alguns minutos, enquanto eu circulava os olhos pelas sepulturas próximas. Em quase todas havia a mesma antiga súplica da nossa: “Orai por ele! Orai por ela!” Rita me disse depois, em caminho, que é seu costume atender ao pedido das outras, rezando uma prece por todos os que ali estão. Talvez seja a única. A mana é boa criatura, não menos que alegre.


(Machado de Assis, Memorial de Aires)

De acordo com Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, 2011), com base no conhecimento linguístico, a expressão “então pretos” e a frase “A mana é boa criatura, não menos que alegre.” permitem, correta e respectivamente, as interpretações: 
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Q3333953 Português

Leia o texto para responder à questão:


Cinco horas da tarde


Recebi agora um bilhete de mana Rita, que aqui vai colado:

9 de janeiro


“Mano,

Só agora me lembrou que faz hoje um ano que você voltou da Europa aposentado. Já é tarde para ir ao cemitério de São João Batista, em visita ao jazigo da família, dar graças pelo seu regresso; irei amanhã de manhã, e peço a você que me espere para ir comigo.

Saudades da Velha mana, Rita”.

Não vejo necessidade disso, mas respondi que sim.


10 de janeiro


     Fomos ao cemitério. Rita, apesar da alegria do motivo, não pôde reter algumas velhas lágrimas de saudade pelo marido que lá está no jazigo, com meu pai e minha mãe. Ela ainda agora o ama, como no dia em que o perdeu, lá se vão tantos anos. No caixão do defunto mandou guardar um molho dos seus cabelos, então pretos, enquanto os mais deles ficaram a embranquecer cá fora.


    Não é feio o nosso jazigo; podia ser um pouco mais simples, — a inscrição e uma cruz — mas o que está é bem feito. Achei-o novo demais, isso sim. Rita fá-lo lavar todos os meses, e isto impede que envelheça. Ora, eu creio que um velho túmulo dá melhor impressão do ofício, se tem as negruras do tempo, que tudo consome. O contrário parece sempre da véspera.


    Rita orou diante dele alguns minutos, enquanto eu circulava os olhos pelas sepulturas próximas. Em quase todas havia a mesma antiga súplica da nossa: “Orai por ele! Orai por ela!” Rita me disse depois, em caminho, que é seu costume atender ao pedido das outras, rezando uma prece por todos os que ali estão. Talvez seja a única. A mana é boa criatura, não menos que alegre.


(Machado de Assis, Memorial de Aires)

De acordo com o Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020), a leitura do texto literário deve “possibilitar a apreensão do imaginário e das formas de sensibilidade de uma determinada época”. Nesse sentido, informações do texto de Machado de Assis que podem auxiliar a reflexão sobre uma determinada época são, por exemplo, uma forma de
Alternativas
Q3333952 Português

Leia o texto para responder à questão:


Cinco horas da tarde


Recebi agora um bilhete de mana Rita, que aqui vai colado:

9 de janeiro


“Mano,

Só agora me lembrou que faz hoje um ano que você voltou da Europa aposentado. Já é tarde para ir ao cemitério de São João Batista, em visita ao jazigo da família, dar graças pelo seu regresso; irei amanhã de manhã, e peço a você que me espere para ir comigo.

Saudades da Velha mana, Rita”.

Não vejo necessidade disso, mas respondi que sim.


10 de janeiro


     Fomos ao cemitério. Rita, apesar da alegria do motivo, não pôde reter algumas velhas lágrimas de saudade pelo marido que lá está no jazigo, com meu pai e minha mãe. Ela ainda agora o ama, como no dia em que o perdeu, lá se vão tantos anos. No caixão do defunto mandou guardar um molho dos seus cabelos, então pretos, enquanto os mais deles ficaram a embranquecer cá fora.


    Não é feio o nosso jazigo; podia ser um pouco mais simples, — a inscrição e uma cruz — mas o que está é bem feito. Achei-o novo demais, isso sim. Rita fá-lo lavar todos os meses, e isto impede que envelheça. Ora, eu creio que um velho túmulo dá melhor impressão do ofício, se tem as negruras do tempo, que tudo consome. O contrário parece sempre da véspera.


    Rita orou diante dele alguns minutos, enquanto eu circulava os olhos pelas sepulturas próximas. Em quase todas havia a mesma antiga súplica da nossa: “Orai por ele! Orai por ela!” Rita me disse depois, em caminho, que é seu costume atender ao pedido das outras, rezando uma prece por todos os que ali estão. Talvez seja a única. A mana é boa criatura, não menos que alegre.


(Machado de Assis, Memorial de Aires)

De acordo com Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011), em uma situação de comunicação cotidiana, o bilhete como o de mana Rita corresponde a um gênero
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Q3333290 Português
A leitura apressada do mito nos leva a compreendê-lo como uma maneira fantasiosa de explicar a realidade, quando esta ainda não foi justificada pela razão. Sob esse enfoque, os mitos seriam lendas, fábulas, crendices e, portanto, um tipo inferior de conhecimento, a ser superado por explicações mais racionais. Tanto é que, na linguagem comum, se costuma identificar o mito à mentira. No entanto, o mito é mais complexo e muito mais expressivo e rico do que supomos quando apenas o tomamos como o relato frio de lendas desligadas do ambiente que as fez surgir.

(Aranha e Martins, 2009)

Segundo as autoras, os mitos efetivamente constituem
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Q3332791 Português

Leia o texto a seguir:



    Porque tudo o que fala hoje do passado foi verdade, que muitos jovens hoje não conhece. Agora, se o pai e a mãe não contar pra ele, a pessoa de mais idade, ele acaba não sabendo. E, daqui a pouco, os mais [velhos] vão se acabando também, e vai acabando tudo, porque, se o pai com a mãe não passa pros filhos, aí não aprende nada, então aquilo vai acabando. Então tem que passar sempre, conversar, contar da história como que era primeiro, antigamente, pra ficar pra eles, pra eles aprenderem também, saber também a história.



Sobre esse depoimento, colhido na comunidade de Sapatu e citado por Botão e Silva (2017), é correto afirmar que

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Q3331933 Português
Lilian Zieger, in Rangel (2013) cita análise feita por Silva Jr. (2007), a qual aponta que a multiplicidade de serviços destinados ao supervisor escolar dificulta-lhe “oportunidades de compartilhar com os demais professores ‘a grande tarefa da organização coletiva do trabalho na escola pública’”, e isso pode fazê-lo esquecer ou não priorizar seu “compromisso com os seres humanos”. Atentos à dificuldade assinalada, os supervisores de uma das diretorias da capital organizaram estudo do texto da Harvard Business Review sobre Gestão do tempo (2022), com os diretores e vice-diretores de escola, com o objetivo de apoiá-los, pois essa obra promete auxiliar a pessoa “a aprender: avaliar como está usando seu tempo; identificar seus objetivos; e reorganizar seu tempo, superando obstáculos e priorizando os trabalhos e as metas mais importantes” para
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Q3331915 Português
Em um município paulista, alguns supervisores promoveram um encontro com diretores das escolas públicas de seus setores de supervisão para preparar a reunião pedagógica mensal com o tema: “A dinâmica das relações em uma escola que valoriza a diversidade dos alunos, com trabalhos em grupo, favorecedores da troca, do conflito de ideias, da negociação, da criatividade”. Escolheram como estratégia, coerente com o tema, pequenos grupos de discussão, desencadeando-a pela leitura do seguinte trecho do texto de Almeida e Mardegan, in Possani; Almeida; Salmaso (org.), 2012: “A experiência, nesta escola, revela que a passagem para a integração criativa dos diferentes viola práticas tradicionais de administração. O processo criativo forma a dinâmica da organização: uma oscilação entre o instituído e o instituinte, entre a divergência e a convergência, entre a ordem e a desordem, abrangendo, pois, dois polos mutuamente inclusivos. A dinâmica
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Q3331907 Português
Célia F. Linhares, in Silva Júnior (2004), argumenta que educação escolar de qualidade faz parte da “democracia como um projeto de direitos universais, que precisava” da “difusão de ensinamentos cívicos, morais e racionais, considerados indispensáveis para a participação cidadã”, projeto esse que “vem sofrendo processos de encolhimento”. A autora analisa que “a perversão do conformismo social com a negação escolar é tão mais grave porque vai conformando uma opção de escola que, desde o início, vem marcando a sociedade brasileira: uma escola dual que agora toma a forma de escola apartada (Buarque, 1994), fraturada e distanciada em suas partes, por abismos que não param de se aprofundar”. E indaga: “Como produzimos uma escola tão excludente que, à medida que cresce fisicamente, desintegra-se internamente? Como mantemos uma instituição escolar que exclui do exercício de fazer-se sujeito do conhecimento mesmo aqueles que inclui dentre seus pertencentes: professores e alunos? E avalia que essa nossa tragédia é “tão mais funda que se recusa a ser aliviada com ungüentos tecnicistas. Tragédia da qual não podemos nos livrar sem contarmos com
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Q3331903 Português
Célia F. Linhares, in Silva Júnior (2004), numa espécie de desafio, interpela-nos: “Como podemos olhar, descrever, estudar a questão da escola pública sem estremecer diante dela?” A autora considera que a crise da escola pública “reflete e aprofunda
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Q3331902 Português
Com quase cinco séculos de passado colonial, inclusive com trabalho escravo, o Brasil teve uma modernidade “tardia”, ligada à industrialização nascente após a proclamação da república, em meados do século XX. Com períodos de governos eleitos pelo voto e outros de ditadura, a escolarização pública avançou aos poucos junto com as atividades industriais e com a urbanização da sociedade, mas carregando o peso do fracasso escolar das camadas populares e das consequências dele. Na passagem para o século XXI, a globalização da economia e a revolução nos meios de comunicação trouxeram “novos desafios” à escola, a qual, de acordo com Libâneo (2018),
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Q3331901 Português
A humanidade depende da educação para sobreviver ao longo das gerações, aperfeiçoando suas relações com a natureza, sua organização social, suas formas de trabalho, produzindo cultura material e imaterial. No percurso histórico do ocidente, a apropriação da leitura, da escrita e do cálculo foi privilégio de minorias que ocupavam espaços sociais de poder e usufruíam de riqueza. A ideia de escola para pessoas comuns vem com a modernidade, com a máquina, pois, como explica Mello, in Alves (coord.), 2014, contraditoriamente, essa escola é necessária
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: SEDUC-SP Prova: VUNESP - 2025 - SEDUC-SP - Diretor de Escola |
Q3331891 Português
Leia o excerto a seguir, a respeito de habilidades para conduzir o diálogo:

    Quando a outra pessoa se encaminha para uma direção destrutiva, a ____________________ traz a conversa para os trilhos de novo. Ela permite que você transforme afirmações inúteis em úteis. Ouvir não é apenas a habilidade que o coloca no mundo da outra pessoa; é o passo mais poderoso que você pode dar para manter o diálogo construtivo. _____________________ é útil quando você deseja se dirigir a um aspecto problemático do diálogo. É uma estratégia especialmente boa se a outra pessoa estiver dominando o diálogo e parecer não querer seguir a sua liderança.
(Bruce Patton, Douglas Stone e Shiela Heen, Conversas difíceis: como discutir o que é mais importante, 2021. Adaptado)

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas. 
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: SEDUC-SP Prova: VUNESP - 2025 - SEDUC-SP - Diretor de Escola |
Q3331877 Português
Leia a descrição da cena a seguir, na qual o professor Denarius oferece feedbacks individuais, mas também acompanha o progresso da turma, em uma dinâmica bastante positiva:

    Denarius quer usar o trabalho independente para avaliar como seus alunos estão se saindo. Ele passa por cada aluno para observar seu trabalho. Analisa rapidamente onde cada aluno se encontra e oferece um feedback útil para ajudar. (…) Um pouco mais adiante, ele diz rapidamente a uma jovem: “Ah, está muito melhor, obrigado”, afirmando tanto o progresso dela quanto sua própria consciência do progresso de seu aprendizado.
    Enquanto trabalha, Denarius é capaz de avaliar o progresso não apenas dos alunos individualmente, mas também da turma inteira. (…) Ele faz uma pausa, apresenta um exemplo, orienta-os através de uma análise de onde eles foram eficazes e onde algo saiu errado e pede que voltem à sua prática tranquila e produtiva.

(Doug Lemov, Aula nota 10 3.0: 63 técnicas para melhorar a gestão da sala de aula, 2023)

Para Lemov, esse exemplo ilustra como a confiança no professor é, sobretudo,
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: SEDUC-SP Prova: VUNESP - 2025 - SEDUC-SP - Diretor de Escola |
Q3331874 Português
De acordo com a Harvard Business Review (2022), “quando você sabe que não pode ultrapassar um tempo preestabelecido para realizar algo, fica mais propenso a terminar o que precisa fazer”.

Nessa proposta de gestão do tempo, o aspecto que especificamente se relaciona a essa propensão é a capacidade de 
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: SEDUC-SP Prova: VUNESP - 2025 - SEDUC-SP - Diretor de Escola |
Q3331873 Português
Analise a imagem a seguir:
Captura_de tela 2025-05-03 114344.png (383×350)

(Antônio Gois, Líderes na escola: o que fazem bons diretores e diretoras, e como os melhores sistemas educacionais do mundo os selecionam, formam e apoiam, 2020. Adaptado)

Ao considerar esses parâmetros, o autor entende que, no centro de todas as ações, devem estar
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: SEDUC-SP Prova: VUNESP - 2025 - SEDUC-SP - Diretor de Escola |
Q3331870 Português
Leia o excerto a seguir:

_______________ é a estrada necessária para se chegar ao aluno, pois só mostrando boa vontade de entendê-lo e respeitá-lo como pessoa humana, se é capaz, de notar a verdadeira identidade do aluno, atrás de sua máscara diária na qual esconde os seus problemas, ansiedades e preocupações (…).
(Márcio Freschi e Elisandra Freschi, “Relações interpessoais: a construção do espaço artesanal no ambiente escolar”, 2013)

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: SEDUC-SP Prova: VUNESP - 2025 - SEDUC-SP - Diretor de Escola |
Q3331867 Português
Ceccon et al. (Conflitos na escola: modos de transformar; dicas para refletir e exemplos de como, 2009) discutem situações em que “as decisões são tomadas pelos chefes, enquanto os demais permanecem apáticos”. Nesses casos, as divergências ficam latentes e podem se acumular até se manifestarem como violência.

Para os autores,
Alternativas
Respostas
20941: D
20942: C
20943: A
20944: E
20945: D
20946: B
20947: C
20948: B
20949: B
20950: B
20951: B
20952: C
20953: D
20954: B
20955: E
20956: A
20957: C
20958: B
20959: E
20960: A