Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3335480 Português
Em qual das alternativas a palavra sublinhada é uma palavra formada por aglutinação?
Alternativas
Q3335479 Português
    No total, os japoneses trouxeram mais de 50 tipos de alimentos ao Brasil. Os primeiros provavelmente foram as variedades de caqui doce e a tangerina poncã, que chegaram nos anos 20. Mas foi a partir da década de 1930 que a maioria dos novos gêneros aportou por aqui. O cenário era favorável aos agricultores japoneses: comprando ou arrendando lotes de terras das fazendas cafeeiras falidas após a crise da Bolsa de Nova York, os pequenos proprietários dedicaram-se a uma variedade de culturas que não eram populares no Brasil. Muitos imigrantes traziam mudas junto às suas bagagens nos navios.

        Foi o caso do morango e até mesmo de um tipo de fruta insuspeita: a uva-itália, que, apesar de ser italiana, como o nome entrega, pintou no Brasil por mãos japonesas, na década de 1940. A coisa era mais fácil quando vinha por meios oficiais, via acordos de cooperação entre os dois países. De tempos em tempos, o governo nipônico liberava sementes para cultivo no Brasil, como as da maçã Fuji, em 1971. Junto às comidas “inéditas”, os japoneses trouxeram técnicas para ampliar a escala de produção de gêneros alimentícios já presentes no país, mas ainda restritos ao esquema de fundo de quintal, como a alface, o tomate, o chá preto, a batata e o emblemático exemplo da produção de frangos e ovos. A atividade só decolou de vez com a importação de aves-matrizes do Japão e com a experiência dos imigrantes japoneses nas granjas.


Fonte: Revista Superinteressante. 2007.
O texto apresenta uma ideia principal. Qual é essa ideia?
Alternativas
Q3335477 Português
    No total, os japoneses trouxeram mais de 50 tipos de alimentos ao Brasil. Os primeiros provavelmente foram as variedades de caqui doce e a tangerina poncã, que chegaram nos anos 20. Mas foi a partir da década de 1930 que a maioria dos novos gêneros aportou por aqui. O cenário era favorável aos agricultores japoneses: comprando ou arrendando lotes de terras das fazendas cafeeiras falidas após a crise da Bolsa de Nova York, os pequenos proprietários dedicaram-se a uma variedade de culturas que não eram populares no Brasil. Muitos imigrantes traziam mudas junto às suas bagagens nos navios.

        Foi o caso do morango e até mesmo de um tipo de fruta insuspeita: a uva-itália, que, apesar de ser italiana, como o nome entrega, pintou no Brasil por mãos japonesas, na década de 1940. A coisa era mais fácil quando vinha por meios oficiais, via acordos de cooperação entre os dois países. De tempos em tempos, o governo nipônico liberava sementes para cultivo no Brasil, como as da maçã Fuji, em 1971. Junto às comidas “inéditas”, os japoneses trouxeram técnicas para ampliar a escala de produção de gêneros alimentícios já presentes no país, mas ainda restritos ao esquema de fundo de quintal, como a alface, o tomate, o chá preto, a batata e o emblemático exemplo da produção de frangos e ovos. A atividade só decolou de vez com a importação de aves-matrizes do Japão e com a experiência dos imigrantes japoneses nas granjas.


Fonte: Revista Superinteressante. 2007.
 De acordo com as informações do texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) As técnicas dos japoneses ampliaram a escala de produção de determinados alimentos.
( ) O morango, embora tenha sido bem cuidado, não vingou em território brasileiro.
( ) O cenário era favorável aos japoneses porque compravam terras mais facilmente, terras estas de cafeeiros falidos após uma crise econômica.
Alternativas
Q3335395 Português
No quadrinho abaixo, é possível ver a utilização de uma figura de linguagem. Qual alternativa corresponde a essa figura de linguagem? 

Q9.png (322×153)
Alternativas
Q3335390 Português

Ciclo menstrual leva a alterações estruturais no cérebro, diz estudo



    Um estudo recente mostra que os hormônios que guiam o ciclo menstrual podem levar a alterações cerebrais nas pessoas que menstruam. Pesquisadoras da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos Estados Unidos, documentaram em detalhes as mudanças estruturais que ocorrem no cérebro à medida que os níveis dos hormônios relacionados à menstruação se alteram. 

    Publicado no periódico Human Brain Mapping, o estudo sugere que as mudanças estruturais no cérebro ocorridas durante a menstruação podem não estar limitadas às regiões associadas ao ciclo menstrual. Isso indica que ocorrem alterações em todo o cérebro ao longo da menstruação.

    Segundo Helga Marquesini, ginecologista do Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, já existem alguns estudos que mostram que o ciclo menstrual pode influenciar o funcionamento do cérebro, ativando ou desativando áreas que executam tarefas como fala, emoções e memórias.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
Sobre os possíveis sinônimos para a palavra sublinhada no 2º parágrafo, analisar os itens.

I. Delimitadas.
II. Restritas.
III. Restringidas.
Alternativas
Q3335388 Português

Ciclo menstrual leva a alterações estruturais no cérebro, diz estudo



    Um estudo recente mostra que os hormônios que guiam o ciclo menstrual podem levar a alterações cerebrais nas pessoas que menstruam. Pesquisadoras da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos Estados Unidos, documentaram em detalhes as mudanças estruturais que ocorrem no cérebro à medida que os níveis dos hormônios relacionados à menstruação se alteram. 

    Publicado no periódico Human Brain Mapping, o estudo sugere que as mudanças estruturais no cérebro ocorridas durante a menstruação podem não estar limitadas às regiões associadas ao ciclo menstrual. Isso indica que ocorrem alterações em todo o cérebro ao longo da menstruação.

    Segundo Helga Marquesini, ginecologista do Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, já existem alguns estudos que mostram que o ciclo menstrual pode influenciar o funcionamento do cérebro, ativando ou desativando áreas que executam tarefas como fala, emoções e memórias.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
O trecho abaixo tem como objetivo:

“Segundo Helga Marquesini, ginecologista do Hospital SírioLibanês em São Paulo, já existem alguns estudos que mostram que o ciclo menstrual pode influenciar o funcionamento do cérebro [...]” (último parágrafo)
Alternativas
Q3335387 Português

Ciclo menstrual leva a alterações estruturais no cérebro, diz estudo



    Um estudo recente mostra que os hormônios que guiam o ciclo menstrual podem levar a alterações cerebrais nas pessoas que menstruam. Pesquisadoras da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos Estados Unidos, documentaram em detalhes as mudanças estruturais que ocorrem no cérebro à medida que os níveis dos hormônios relacionados à menstruação se alteram. 

    Publicado no periódico Human Brain Mapping, o estudo sugere que as mudanças estruturais no cérebro ocorridas durante a menstruação podem não estar limitadas às regiões associadas ao ciclo menstrual. Isso indica que ocorrem alterações em todo o cérebro ao longo da menstruação.

    Segundo Helga Marquesini, ginecologista do Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, já existem alguns estudos que mostram que o ciclo menstrual pode influenciar o funcionamento do cérebro, ativando ou desativando áreas que executam tarefas como fala, emoções e memórias.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
De acordo com o texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3335064 Português
A linguagem formal e a informal são aplicadas em momentos e a pessoas diferentes. Em relação ao uso apropriado de ambas, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Linguagem formal.
(2) Linguagem informal.

( ) Grupo de amigos em redes sociais.
( ) Mensagens de celular entre familiares.
( ) Palestras em ambientes acadêmicos.
( ) Reuniões de trabalho. 
Alternativas
Q3335062 Português

Assinalar a alternativa que indica a figura de linguagem apresentada na imagem. 



Q6.png (336×321)

Alternativas
Q3335059 Português
    Maya Angelou nasceu com o nome de Marguerite Ann Johnson, em 1928, na cidade de St. Louis, Illinois. Vivendo entre Illinois e a Califórnia, sua infância não foi fácil: passou cinco anos sem falar nada, devido ao trauma de ter sido estuprada aos sete anos de idade. O agressor era namorado de sua mãe e foi morto pelos tios dela. Não bastasse ter sido violentada, ela também se sentia culpada pela morte do homem, o que a levou a ficar sem falar com ninguém além de seu irmão por anos. Maya contou ao mundo essa história em seu primeiro e mais famoso livro, a autobiografia “I know why the caged bird sings” – “Eu sei por que o pássaro canta na gaiola”, em português.


    Maya Angelou foi poetisa, escritora, ativista de direitos civis e historiadora, entre outras coisas. No cinema e na TV, ela foi diretora, roteirista, produtora e atriz. Também se arriscava como cantora, mas, na indústria fonográfica, Maya brilhava mesmo era nos discos não cantados – em que o artista declama textos. Ela venceu três Grammys na categoria de Melhor Álbum de Palavra Falada ou Álbum Não Cantado.


    Seu poema mais célebre, “Still I Rise”, virou um icônico manifesto do movimento negro nos Estados Unidos. A contribuição de Angelou para o movimento jamais esteve limitada à escrita. Ela lutou ativamente contra a segregação racial nos EUA e foi amiga de Martin Luther King e Malcolm X, com quem dividiu os trabalhos do ativismo. Também trabalhou em missões humanitárias na África, nos anos 1960. Décadas mais tarde, viria a ser conselheira dos presidentes Bill Clinton e Barack Obama.


    A ativista recebeu diversas condecorações durante a vida, incluindo a Medalha Presidencial da Liberdade, a maior honraria concedida a um civil nos Estados Unidos. Essa medalha lhe foi dada em 2011, por Obama. Três anos depois, Maya viria a falecer, em 28 de maio de 2014, aos 86 anos. Em tempos de tamanha intolerância, é maravilhoso ver que seu trabalho e sua história continuam vivos.


Fonte: Thaís Aquino. Reprograma. Adaptado.
De acordo com o texto, pode-se inferir que:
Alternativas
Q3335057 Português
    Maya Angelou nasceu com o nome de Marguerite Ann Johnson, em 1928, na cidade de St. Louis, Illinois. Vivendo entre Illinois e a Califórnia, sua infância não foi fácil: passou cinco anos sem falar nada, devido ao trauma de ter sido estuprada aos sete anos de idade. O agressor era namorado de sua mãe e foi morto pelos tios dela. Não bastasse ter sido violentada, ela também se sentia culpada pela morte do homem, o que a levou a ficar sem falar com ninguém além de seu irmão por anos. Maya contou ao mundo essa história em seu primeiro e mais famoso livro, a autobiografia “I know why the caged bird sings” – “Eu sei por que o pássaro canta na gaiola”, em português.


    Maya Angelou foi poetisa, escritora, ativista de direitos civis e historiadora, entre outras coisas. No cinema e na TV, ela foi diretora, roteirista, produtora e atriz. Também se arriscava como cantora, mas, na indústria fonográfica, Maya brilhava mesmo era nos discos não cantados – em que o artista declama textos. Ela venceu três Grammys na categoria de Melhor Álbum de Palavra Falada ou Álbum Não Cantado.


    Seu poema mais célebre, “Still I Rise”, virou um icônico manifesto do movimento negro nos Estados Unidos. A contribuição de Angelou para o movimento jamais esteve limitada à escrita. Ela lutou ativamente contra a segregação racial nos EUA e foi amiga de Martin Luther King e Malcolm X, com quem dividiu os trabalhos do ativismo. Também trabalhou em missões humanitárias na África, nos anos 1960. Décadas mais tarde, viria a ser conselheira dos presidentes Bill Clinton e Barack Obama.


    A ativista recebeu diversas condecorações durante a vida, incluindo a Medalha Presidencial da Liberdade, a maior honraria concedida a um civil nos Estados Unidos. Essa medalha lhe foi dada em 2011, por Obama. Três anos depois, Maya viria a falecer, em 28 de maio de 2014, aos 86 anos. Em tempos de tamanha intolerância, é maravilhoso ver que seu trabalho e sua história continuam vivos.


Fonte: Thaís Aquino. Reprograma. Adaptado.
Considerando os fatos a respeito da vida de Maya Angelou, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3334480 Português
Assinale a única alternativa cuja frase contém ambiguidade.
Alternativas
Q3334476 Português
Analise os itens abaixo e assinale o que apresenta corretamente a frase em que o termo destacado está sendo utilizado em seu sentido próprio.
Alternativas
Q3334294 Português
A importância da solidariedade para o desenvolvimento social

Comportamento moral une indivíduos e grupos em torno de um bem comum, seja em uma comunidade local ou mundial


   Atualmente, muito se fala sobre o poder da empatia. Ela é, de fato, importante para a nossa sociedade. Você sabia, por exemplo, que o FBI aplica a empatia em situações envolvendo reféns? Porém, a empatia por si só pode não ser suficiente para mudar o mundo. Isto é: você pode até sentir empatia por vítimas de guerras ou desastres, mas não mudar sua rotina por conta disso. Para ter outro cenário, é necessário um componente diferente: a solidariedade.

    A solidariedade é um valor muito importante, já que tem o poder de engajar pessoas de uma comunidade em torno de um objetivo comum. E por “comunidade”, pode-se compreender desde um bairro até mesmo o planeta como um todo. Afinal, os problemas globais são sentidos da mesma maneira pelas pessoas que os enfrentam. A dor da fome, por exemplo, é igual para pessoas em qualquer lugar do mundo.

    Praticar a solidariedade é ter empatia à flor da pele. Assim, a pessoa ou a comunidade se sente compelida a agir em situações de calamidade, seja ela social, política ou ambiental. Dessa maneira, é importante que a solidariedade seja estimulada desde cedo nas pessoas. Afinal, elas podem se tornar adultas mais conscientes do seu papel na sociedade.

   O sociólogo francês Émile Durkheim descreveu a solidariedade em sua obra intitulada “Da Divisão do Trabalho Social”, publicada em 1983. Segundo o pensador, a solidariedade é uma relação moral que permite aos indivíduos se sentirem pertencentes a uma sociedade. Além disso, ela depende de fatores como as tradições e os costumes desse próprio grupo.

   Durkheim também separou a solidariedade em três categorias: solidariedade comunitária – o sentimento social que agrega interesses comuns de um grande grupo de indivíduos que lutam juntos pelo mesmo objetivo; solidariedade orgânica – como os indivíduos de uma mesma sociedade estão cada vez mais especializados em determinados assuntos, cria-se uma dependência social em que cada um é importante para uma finalidade; solidariedade mecânica – neste tipo, os indivíduos realizam suas atividades de maneira individual e independente de seus pares, dando continuidade às crenças e aos costumes comuns que possibilitam a vida em sociedade.

   Em um mundo cada vez mais digital, tem surgido um novo termo: a solidariedade de dados. As práticas digitais têm gerado uma infinidade de dados sobre assuntos importantes, como meio ambiente, educação, desigualdade e autoritarismo. O acesso a essas informações pode ser crucial para tomada de decisões rápidas e assertivas.

   Por conta disso, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) criou o Laboratório de Políticas Inclusivas. Dessa maneira, busca-se uma maior compreensão de como essas informações devem estar acessíveis. Porém, muitas vezes, elas vão de encontro a leis de proteção de dados pessoais, mostrando a necessidade de debate sobre o assunto.

   Ou seja, esses mesmos formuladores de leis precisam compreender como os dados pertinentes a mudanças sociais devem ser armazenados e compartilhados. Assim, a solidariedade de dados visa facilitar o acesso a informações de valor público significativo, considerando todos os riscos possíveis dessa prática.


https://grupomarista.org.br/blog/solidariedade/
O termo sublinhado do texto que apresenta valor de afirmação está em
Alternativas
Q3334292 Português
A importância da solidariedade para o desenvolvimento social

Comportamento moral une indivíduos e grupos em torno de um bem comum, seja em uma comunidade local ou mundial


   Atualmente, muito se fala sobre o poder da empatia. Ela é, de fato, importante para a nossa sociedade. Você sabia, por exemplo, que o FBI aplica a empatia em situações envolvendo reféns? Porém, a empatia por si só pode não ser suficiente para mudar o mundo. Isto é: você pode até sentir empatia por vítimas de guerras ou desastres, mas não mudar sua rotina por conta disso. Para ter outro cenário, é necessário um componente diferente: a solidariedade.

    A solidariedade é um valor muito importante, já que tem o poder de engajar pessoas de uma comunidade em torno de um objetivo comum. E por “comunidade”, pode-se compreender desde um bairro até mesmo o planeta como um todo. Afinal, os problemas globais são sentidos da mesma maneira pelas pessoas que os enfrentam. A dor da fome, por exemplo, é igual para pessoas em qualquer lugar do mundo.

    Praticar a solidariedade é ter empatia à flor da pele. Assim, a pessoa ou a comunidade se sente compelida a agir em situações de calamidade, seja ela social, política ou ambiental. Dessa maneira, é importante que a solidariedade seja estimulada desde cedo nas pessoas. Afinal, elas podem se tornar adultas mais conscientes do seu papel na sociedade.

   O sociólogo francês Émile Durkheim descreveu a solidariedade em sua obra intitulada “Da Divisão do Trabalho Social”, publicada em 1983. Segundo o pensador, a solidariedade é uma relação moral que permite aos indivíduos se sentirem pertencentes a uma sociedade. Além disso, ela depende de fatores como as tradições e os costumes desse próprio grupo.

   Durkheim também separou a solidariedade em três categorias: solidariedade comunitária – o sentimento social que agrega interesses comuns de um grande grupo de indivíduos que lutam juntos pelo mesmo objetivo; solidariedade orgânica – como os indivíduos de uma mesma sociedade estão cada vez mais especializados em determinados assuntos, cria-se uma dependência social em que cada um é importante para uma finalidade; solidariedade mecânica – neste tipo, os indivíduos realizam suas atividades de maneira individual e independente de seus pares, dando continuidade às crenças e aos costumes comuns que possibilitam a vida em sociedade.

   Em um mundo cada vez mais digital, tem surgido um novo termo: a solidariedade de dados. As práticas digitais têm gerado uma infinidade de dados sobre assuntos importantes, como meio ambiente, educação, desigualdade e autoritarismo. O acesso a essas informações pode ser crucial para tomada de decisões rápidas e assertivas.

   Por conta disso, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) criou o Laboratório de Políticas Inclusivas. Dessa maneira, busca-se uma maior compreensão de como essas informações devem estar acessíveis. Porém, muitas vezes, elas vão de encontro a leis de proteção de dados pessoais, mostrando a necessidade de debate sobre o assunto.

   Ou seja, esses mesmos formuladores de leis precisam compreender como os dados pertinentes a mudanças sociais devem ser armazenados e compartilhados. Assim, a solidariedade de dados visa facilitar o acesso a informações de valor público significativo, considerando todos os riscos possíveis dessa prática.


https://grupomarista.org.br/blog/solidariedade/
De acordo com o texto, a “solidariedade de dados” está relacionada
Alternativas
Q3334291 Português
A importância da solidariedade para o desenvolvimento social

Comportamento moral une indivíduos e grupos em torno de um bem comum, seja em uma comunidade local ou mundial


   Atualmente, muito se fala sobre o poder da empatia. Ela é, de fato, importante para a nossa sociedade. Você sabia, por exemplo, que o FBI aplica a empatia em situações envolvendo reféns? Porém, a empatia por si só pode não ser suficiente para mudar o mundo. Isto é: você pode até sentir empatia por vítimas de guerras ou desastres, mas não mudar sua rotina por conta disso. Para ter outro cenário, é necessário um componente diferente: a solidariedade.

    A solidariedade é um valor muito importante, já que tem o poder de engajar pessoas de uma comunidade em torno de um objetivo comum. E por “comunidade”, pode-se compreender desde um bairro até mesmo o planeta como um todo. Afinal, os problemas globais são sentidos da mesma maneira pelas pessoas que os enfrentam. A dor da fome, por exemplo, é igual para pessoas em qualquer lugar do mundo.

    Praticar a solidariedade é ter empatia à flor da pele. Assim, a pessoa ou a comunidade se sente compelida a agir em situações de calamidade, seja ela social, política ou ambiental. Dessa maneira, é importante que a solidariedade seja estimulada desde cedo nas pessoas. Afinal, elas podem se tornar adultas mais conscientes do seu papel na sociedade.

   O sociólogo francês Émile Durkheim descreveu a solidariedade em sua obra intitulada “Da Divisão do Trabalho Social”, publicada em 1983. Segundo o pensador, a solidariedade é uma relação moral que permite aos indivíduos se sentirem pertencentes a uma sociedade. Além disso, ela depende de fatores como as tradições e os costumes desse próprio grupo.

   Durkheim também separou a solidariedade em três categorias: solidariedade comunitária – o sentimento social que agrega interesses comuns de um grande grupo de indivíduos que lutam juntos pelo mesmo objetivo; solidariedade orgânica – como os indivíduos de uma mesma sociedade estão cada vez mais especializados em determinados assuntos, cria-se uma dependência social em que cada um é importante para uma finalidade; solidariedade mecânica – neste tipo, os indivíduos realizam suas atividades de maneira individual e independente de seus pares, dando continuidade às crenças e aos costumes comuns que possibilitam a vida em sociedade.

   Em um mundo cada vez mais digital, tem surgido um novo termo: a solidariedade de dados. As práticas digitais têm gerado uma infinidade de dados sobre assuntos importantes, como meio ambiente, educação, desigualdade e autoritarismo. O acesso a essas informações pode ser crucial para tomada de decisões rápidas e assertivas.

   Por conta disso, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) criou o Laboratório de Políticas Inclusivas. Dessa maneira, busca-se uma maior compreensão de como essas informações devem estar acessíveis. Porém, muitas vezes, elas vão de encontro a leis de proteção de dados pessoais, mostrando a necessidade de debate sobre o assunto.

   Ou seja, esses mesmos formuladores de leis precisam compreender como os dados pertinentes a mudanças sociais devem ser armazenados e compartilhados. Assim, a solidariedade de dados visa facilitar o acesso a informações de valor público significativo, considerando todos os riscos possíveis dessa prática.


https://grupomarista.org.br/blog/solidariedade/
Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta a ideia principal desenvolvida pelo autor.
Alternativas
Q3333988 Português
Os exemplos de textos jornalísticos foram apresentados numa unidade temática sobre drogas num supletivo básico (equivalente às 1a e 2a séries) para adultos. Em consequência da pouca familiaridade dos alunos com a escrita em cursos desse tipo, em que a maioria são adultos que voltam à escola depois de ter passado uns poucos meses na escola quando crianças, é necessário, primeiro, explorar com os alunos os acordos tácitos anteriores à leitura do jornal, entre jornalista e leitor.
Em primeiro lugar, o texto jornalístico deve ser aceito como fonte de informações pertinentes e de novidades, quer dizer, preenchendo funções que, nas culturas não letradas, são preenchidas, primordialmente, pelos membros da família e pela comunidade imediata, oralmente. Em segundo lugar, é preciso deixar claro para o aluno a ampla variedade de informações e notícias que um jornal da imprensa séria, de circulação nacional traz, o que implica uma maneira seletiva de procura de textos interessantes, mediante a leitura da manchete e do resumo destacado na primeira página, ou na seção pertinente ao assunto tratado.
 A familiarização com a forma do jornal e do texto jornalístico poderia ser, de fato, um dos primeiros objetivos da aula e, nesse caso, poder-se-ia focalizar a relação entre a manchete, o resumo ou chamada e o texto propriamente dito dentro do jornal. Ligada também à leitura do jornal está a maneira de abordar a leitura do jornal para aquilo que nos interessa. Poder-se-ia, então, demonstrar para o aluno a função da manchete em relação ao relato da notícia, bem como a leitura tipo sondagem (também conhecida por seu nome inglês, “scanning”), assim, efetivamente, demonstrando a relação existente entre objetivo de leitura e estratégias de abordar o texto, de ler


De acordo com Angela Kleiman (Oficina de leitura: teoria & prática, 2017), relaciona-se a uma estratégia cognitiva da leitura o fato de
Alternativas
Q3333987 Português
Seguramente, este critério é o mais óbvio de todos, pois, se um texto é coerente é porque desenvolve algum tópico, ou seja, refere conteúdos. O essencial desse princípio é postular que num texto deve ser possível distinguir entre o que ele quer transmitir e o que é possível extrair dele, e o que não é pretendido.
(Luiz Antônio Marcuschi, Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008)

O critério de textualidade descrito por Marcuschi é a
Alternativas
Q3333986 Português
Com base em Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, 2011), o encadeamento por justaposição com conexão causal está devidamente exemplificado em:
Alternativas
Q3333985 Português
Leia o texto para responder à questão:


     O texto é uma proposta de sentido e se acha aberto a várias alternativas de compreensão. Mas todo cuidado aqui é pouco, pois o texto não é uma caixinha de surpresas ou algum tipo de caixa preta. Se assim fosse, ninguém se entenderia e viveríamos em eterna confusão. Há, pois, limites para a compreensão textual.

(Luiz Antônio Marcuschi, Produção textual,
análise de gêneros e compreensão, 2008)
Com base em Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, 2011), os termos destacados estabelecem no texto a coesão 
Alternativas
Respostas
20901: A
20902: C
20903: A
20904: A
20905: E
20906: B
20907: E
20908: C
20909: B
20910: A
20911: C
20912: A
20913: D
20914: B
20915: C
20916: B
20917: A
20918: D
20919: C
20920: A