Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.328 questões
Assim como no Brasil, água potável fluoretada é algo perfeitamente normal nos Estados Unidos. E não apenas isso: como o número de casos de cáries dentárias caiu rapidamente com o início da fluoretação da água em 1945, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) chamam a medida de "uma das dez maiores intervenções de saúde pública do século 20".
Fluoretos são sais do ácido fluorídrico. Eles atendem à chamada remineralização do esmalte dentário, o que, por sua vez, reduz o risco de cáries.
A despeito disso, Utah se tornou recentemente o primeiro estado americano a banir o uso de flúor na água. A notícia deve ter agradado o atual Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy.
Antes da posse do presidente Donald Trump, Kennedy já havia manifestado em uma publicação no X seu desejo de parar de fluoretar a água potável. Entre os argumentos para a interrupção estariam o efeito neurotóxico do flúor e o impacto no Ql, sobretudo entre as crianças cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.
O debate sobre se o flúor pode ou não reduzir a inteligência das crianças é, de fato, um assunto recorrente na pesquisa científica. Alguns estudos encontraram uma correlação entre a concentração de flúor na urina de gestantes e as habilidades cognitivas de seus filhos. Em concentrações excessivas, o flúor pode interromper o metabolismo do cálcio nas células do corpo a tal ponto que as células cerebrais são danificadas.
Uma meta-análise publicada em janeiro deste ano reacendeu o debate sobre a ligação entre ingestão de flúor e inteligência.
Para Jan Hengstler, doutor em farmacologia e toxicologia na TU Dortmund com especialização no assunto, a questão de saber se o flúor pode ou não danificar o cérebro em desenvolvimento de uma criança é certamente justificada. "É um tema complexo que não deve ser menosprezado", avalia.
Uma avaliação de 2020 da qual Hengstler participou concluiu que o flúor não é neurotóxico para o desenvolvimento humano nos níveis de exposição atuais observados na Europa. Ou seja: é uma questão de dose.
Quando o flúor se torna prejudicial?
“A água potável nunca deve conter mais de 1,5 mg de flúor por litro", diz Hengstler. De acordo com o CDC, um litro de água potável nos EUA contém 0,7 mg por litro (a mesma quantidade que no Brasil). Isso corresponde à dose diária recomendada pelo Instituto Americano de Saúde (NIH) para uma criança de um a três anos.
Homens adultos não devem consumir mais de 4 mg de flúor por dia. Para mulheres adultas, 3 mg são suficientes. A Sociedade Alemã de Nutrição (DGE) e o toxicologista Hengstler preferem adotar o cálculo de 0,05 mg por quilo de peso corporal por dia.
"Mais de 4 mg por litro de água potável pode levar à fluorose dentária", diz Hengstler. A fluorose dentária é caracterizada por manchas marrons nos dentes e é um sinal claro de ingestão excessiva de flúor. "A partir de 10 mg de flúor por litro de água potável, pode ocorrer fluorose esquelética", afirma o toxicologista. Isso faz com que os ossos se tornem quebradiços e ocorram alterações dolorosas nas articulações.
O problema com o flúor é que, em muitos países, não só a água potável é fluoretada, mas também a pasta de dente e o sal. Além disso, certos alimentos contêm flúor naturalmente, como peixes e chá preto. O flúor também ocorre naturalmente na água usada para tratamento de água potável — em concentrações maiores ou menores, dependendo da região. (...)
Assistência médica precária distorce os estudos
Tal vigilância por parte das autoridades, porém, não funciona em todas as regiões do mundo. "Em certas regiões predominantemente rurais, por exemplo na Mongólia ou no interior da China, há áreas onde a exposição ao flúor é muito alta ou muito baixa e os cuidados gerais com a saúde precisam melhorar."
Além disso, a assistência médica precária frequentemente anda de mãos dadas com um menor acesso à educação e baixa prosperidade econômica.
Isso resulta em outro problema: os estudos sobre flúor são frequentemente falsificados por muitos fatores, os chamados "fatores de confusão" ou "confundidores". Esse é particularmente o caso quando se trata de estudos transversais em que a amostra da população é analisada apenas uma vez.
Portanto, é difícil dizer se a inteligência mais baixa está de fato relacionada ao consumo de flúor ou se tem uma ou mais causas diferentes.
"Mas há também estudos de longo prazo e estudos que eliminam os fatores de confusão", ressalta Hengstler. Nesses estudos, também chamados de estudos longitudinais, os participantes são examinados repetidamente por um longo período de tempo.
Na Europa e no Canadá, a conclusão é clara: aqueles que não excedem a quantidade diária recomendada de flúor não precisam temer por sua inteligência.
Assim como no Brasil, água potável fluoretada é algo perfeitamente normal nos Estados Unidos. E não apenas isso: como o número de casos de cáries dentárias caiu rapidamente com o início da fluoretação da água em 1945, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) chamam a medida de "uma das dez maiores intervenções de saúde pública do século 20".
Fluoretos são sais do ácido fluorídrico. Eles atendem à chamada remineralização do esmalte dentário, o que, por sua vez, reduz o risco de cáries.
A despeito disso, Utah se tornou recentemente o primeiro estado americano a banir o uso de flúor na água. A notícia deve ter agradado o atual Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy.
Antes da posse do presidente Donald Trump, Kennedy já havia manifestado em uma publicação no X seu desejo de parar de fluoretar a água potável. Entre os argumentos para a interrupção estariam o efeito neurotóxico do flúor e o impacto no Ql, sobretudo entre as crianças cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.
O debate sobre se o flúor pode ou não reduzir a inteligência das crianças é, de fato, um assunto recorrente na pesquisa científica. Alguns estudos encontraram uma correlação entre a concentração de flúor na urina de gestantes e as habilidades cognitivas de seus filhos. Em concentrações excessivas, o flúor pode interromper o metabolismo do cálcio nas células do corpo a tal ponto que as células cerebrais são danificadas.
Uma meta-análise publicada em janeiro deste ano reacendeu o debate sobre a ligação entre ingestão de flúor e inteligência.
Para Jan Hengstler, doutor em farmacologia e toxicologia na TU Dortmund com especialização no assunto, a questão de saber se o flúor pode ou não danificar o cérebro em desenvolvimento de uma criança é certamente justificada. "É um tema complexo que não deve ser menosprezado", avalia.
Uma avaliação de 2020 da qual Hengstler participou concluiu que o flúor não é neurotóxico para o desenvolvimento humano nos níveis de exposição atuais observados na Europa. Ou seja: é uma questão de dose.
Quando o flúor se torna prejudicial?
“A água potável nunca deve conter mais de 1,5 mg de flúor por litro", diz Hengstler. De acordo com o CDC, um litro de água potável nos EUA contém 0,7 mg por litro (a mesma quantidade que no Brasil). Isso corresponde à dose diária recomendada pelo Instituto Americano de Saúde (NIH) para uma criança de um a três anos.
Homens adultos não devem consumir mais de 4 mg de flúor por dia. Para mulheres adultas, 3 mg são suficientes. A Sociedade Alemã de Nutrição (DGE) e o toxicologista Hengstler preferem adotar o cálculo de 0,05 mg por quilo de peso corporal por dia.
"Mais de 4 mg por litro de água potável pode levar à fluorose dentária", diz Hengstler. A fluorose dentária é caracterizada por manchas marrons nos dentes e é um sinal claro de ingestão excessiva de flúor. "A partir de 10 mg de flúor por litro de água potável, pode ocorrer fluorose esquelética", afirma o toxicologista. Isso faz com que os ossos se tornem quebradiços e ocorram alterações dolorosas nas articulações.
O problema com o flúor é que, em muitos países, não só a água potável é fluoretada, mas também a pasta de dente e o sal. Além disso, certos alimentos contêm flúor naturalmente, como peixes e chá preto. O flúor também ocorre naturalmente na água usada para tratamento de água potável — em concentrações maiores ou menores, dependendo da região. (...)
Assistência médica precária distorce os estudos
Tal vigilância por parte das autoridades, porém, não funciona em todas as regiões do mundo. "Em certas regiões predominantemente rurais, por exemplo na Mongólia ou no interior da China, há áreas onde a exposição ao flúor é muito alta ou muito baixa e os cuidados gerais com a saúde precisam melhorar."
Além disso, a assistência médica precária frequentemente anda de mãos dadas com um menor acesso à educação e baixa prosperidade econômica.
Isso resulta em outro problema: os estudos sobre flúor são frequentemente falsificados por muitos fatores, os chamados "fatores de confusão" ou "confundidores". Esse é particularmente o caso quando se trata de estudos transversais em que a amostra da população é analisada apenas uma vez.
Portanto, é difícil dizer se a inteligência mais baixa está de fato relacionada ao consumo de flúor ou se tem uma ou mais causas diferentes.
"Mas há também estudos de longo prazo e estudos que eliminam os fatores de confusão", ressalta Hengstler. Nesses estudos, também chamados de estudos longitudinais, os participantes são examinados repetidamente por um longo período de tempo.
Na Europa e no Canadá, a conclusão é clara: aqueles que não excedem a quantidade diária recomendada de flúor não precisam temer por sua inteligência.
Assim como no Brasil, água potável fluoretada é algo perfeitamente normal nos Estados Unidos. E não apenas isso: como o número de casos de cáries dentárias caiu rapidamente com o início da fluoretação da água em 1945, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) chamam a medida de "uma das dez maiores intervenções de saúde pública do século 20".
Fluoretos são sais do ácido fluorídrico. Eles atendem à chamada remineralização do esmalte dentário, o que, por sua vez, reduz o risco de cáries.
A despeito disso, Utah se tornou recentemente o primeiro estado americano a banir o uso de flúor na água. A notícia deve ter agradado o atual Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy.
Antes da posse do presidente Donald Trump, Kennedy já havia manifestado em uma publicação no X seu desejo de parar de fluoretar a água potável. Entre os argumentos para a interrupção estariam o efeito neurotóxico do flúor e o impacto no Ql, sobretudo entre as crianças cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.
O debate sobre se o flúor pode ou não reduzir a inteligência das crianças é, de fato, um assunto recorrente na pesquisa científica. Alguns estudos encontraram uma correlação entre a concentração de flúor na urina de gestantes e as habilidades cognitivas de seus filhos. Em concentrações excessivas, o flúor pode interromper o metabolismo do cálcio nas células do corpo a tal ponto que as células cerebrais são danificadas.
Uma meta-análise publicada em janeiro deste ano reacendeu o debate sobre a ligação entre ingestão de flúor e inteligência.
Para Jan Hengstler, doutor em farmacologia e toxicologia na TU Dortmund com especialização no assunto, a questão de saber se o flúor pode ou não danificar o cérebro em desenvolvimento de uma criança é certamente justificada. "É um tema complexo que não deve ser menosprezado", avalia.
Uma avaliação de 2020 da qual Hengstler participou concluiu que o flúor não é neurotóxico para o desenvolvimento humano nos níveis de exposição atuais observados na Europa. Ou seja: é uma questão de dose.
Quando o flúor se torna prejudicial?
“A água potável nunca deve conter mais de 1,5 mg de flúor por litro", diz Hengstler. De acordo com o CDC, um litro de água potável nos EUA contém 0,7 mg por litro (a mesma quantidade que no Brasil). Isso corresponde à dose diária recomendada pelo Instituto Americano de Saúde (NIH) para uma criança de um a três anos.
Homens adultos não devem consumir mais de 4 mg de flúor por dia. Para mulheres adultas, 3 mg são suficientes. A Sociedade Alemã de Nutrição (DGE) e o toxicologista Hengstler preferem adotar o cálculo de 0,05 mg por quilo de peso corporal por dia.
"Mais de 4 mg por litro de água potável pode levar à fluorose dentária", diz Hengstler. A fluorose dentária é caracterizada por manchas marrons nos dentes e é um sinal claro de ingestão excessiva de flúor. "A partir de 10 mg de flúor por litro de água potável, pode ocorrer fluorose esquelética", afirma o toxicologista. Isso faz com que os ossos se tornem quebradiços e ocorram alterações dolorosas nas articulações.
O problema com o flúor é que, em muitos países, não só a água potável é fluoretada, mas também a pasta de dente e o sal. Além disso, certos alimentos contêm flúor naturalmente, como peixes e chá preto. O flúor também ocorre naturalmente na água usada para tratamento de água potável — em concentrações maiores ou menores, dependendo da região. (...)
Assistência médica precária distorce os estudos
Tal vigilância por parte das autoridades, porém, não funciona em todas as regiões do mundo. "Em certas regiões predominantemente rurais, por exemplo na Mongólia ou no interior da China, há áreas onde a exposição ao flúor é muito alta ou muito baixa e os cuidados gerais com a saúde precisam melhorar."
Além disso, a assistência médica precária frequentemente anda de mãos dadas com um menor acesso à educação e baixa prosperidade econômica.
Isso resulta em outro problema: os estudos sobre flúor são frequentemente falsificados por muitos fatores, os chamados "fatores de confusão" ou "confundidores". Esse é particularmente o caso quando se trata de estudos transversais em que a amostra da população é analisada apenas uma vez.
Portanto, é difícil dizer se a inteligência mais baixa está de fato relacionada ao consumo de flúor ou se tem uma ou mais causas diferentes.
"Mas há também estudos de longo prazo e estudos que eliminam os fatores de confusão", ressalta Hengstler. Nesses estudos, também chamados de estudos longitudinais, os participantes são examinados repetidamente por um longo período de tempo.
Na Europa e no Canadá, a conclusão é clara: aqueles que não excedem a quantidade diária recomendada de flúor não precisam temer por sua inteligência.
Assim como no Brasil, água potável fluoretada é algo perfeitamente normal nos Estados Unidos. E não apenas isso: como o número de casos de cáries dentárias caiu rapidamente com o início da fluoretação da água em 1945, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) chamam a medida de "uma das dez maiores intervenções de saúde pública do século 20".
Fluoretos são sais do ácido fluorídrico. Eles atendem à chamada remineralização do esmalte dentário, o que, por sua vez, reduz o risco de cáries.
A despeito disso, Utah se tornou recentemente o primeiro estado americano a banir o uso de flúor na água. A notícia deve ter agradado o atual Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy.
Antes da posse do presidente Donald Trump, Kennedy já havia manifestado em uma publicação no X seu desejo de parar de fluoretar a água potável. Entre os argumentos para a interrupção estariam o efeito neurotóxico do flúor e o impacto no Ql, sobretudo entre as crianças cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.
O debate sobre se o flúor pode ou não reduzir a inteligência das crianças é, de fato, um assunto recorrente na pesquisa científica. Alguns estudos encontraram uma correlação entre a concentração de flúor na urina de gestantes e as habilidades cognitivas de seus filhos. Em concentrações excessivas, o flúor pode interromper o metabolismo do cálcio nas células do corpo a tal ponto que as células cerebrais são danificadas.
Uma meta-análise publicada em janeiro deste ano reacendeu o debate sobre a ligação entre ingestão de flúor e inteligência.
Para Jan Hengstler, doutor em farmacologia e toxicologia na TU Dortmund com especialização no assunto, a questão de saber se o flúor pode ou não danificar o cérebro em desenvolvimento de uma criança é certamente justificada. "É um tema complexo que não deve ser menosprezado", avalia.
Uma avaliação de 2020 da qual Hengstler participou concluiu que o flúor não é neurotóxico para o desenvolvimento humano nos níveis de exposição atuais observados na Europa. Ou seja: é uma questão de dose.
Quando o flúor se torna prejudicial?
“A água potável nunca deve conter mais de 1,5 mg de flúor por litro", diz Hengstler. De acordo com o CDC, um litro de água potável nos EUA contém 0,7 mg por litro (a mesma quantidade que no Brasil). Isso corresponde à dose diária recomendada pelo Instituto Americano de Saúde (NIH) para uma criança de um a três anos.
Homens adultos não devem consumir mais de 4 mg de flúor por dia. Para mulheres adultas, 3 mg são suficientes. A Sociedade Alemã de Nutrição (DGE) e o toxicologista Hengstler preferem adotar o cálculo de 0,05 mg por quilo de peso corporal por dia.
"Mais de 4 mg por litro de água potável pode levar à fluorose dentária", diz Hengstler. A fluorose dentária é caracterizada por manchas marrons nos dentes e é um sinal claro de ingestão excessiva de flúor. "A partir de 10 mg de flúor por litro de água potável, pode ocorrer fluorose esquelética", afirma o toxicologista. Isso faz com que os ossos se tornem quebradiços e ocorram alterações dolorosas nas articulações.
O problema com o flúor é que, em muitos países, não só a água potável é fluoretada, mas também a pasta de dente e o sal. Além disso, certos alimentos contêm flúor naturalmente, como peixes e chá preto. O flúor também ocorre naturalmente na água usada para tratamento de água potável — em concentrações maiores ou menores, dependendo da região. (...)
Assistência médica precária distorce os estudos
Tal vigilância por parte das autoridades, porém, não funciona em todas as regiões do mundo. "Em certas regiões predominantemente rurais, por exemplo na Mongólia ou no interior da China, há áreas onde a exposição ao flúor é muito alta ou muito baixa e os cuidados gerais com a saúde precisam melhorar."
Além disso, a assistência médica precária frequentemente anda de mãos dadas com um menor acesso à educação e baixa prosperidade econômica.
Isso resulta em outro problema: os estudos sobre flúor são frequentemente falsificados por muitos fatores, os chamados "fatores de confusão" ou "confundidores". Esse é particularmente o caso quando se trata de estudos transversais em que a amostra da população é analisada apenas uma vez.
Portanto, é difícil dizer se a inteligência mais baixa está de fato relacionada ao consumo de flúor ou se tem uma ou mais causas diferentes.
"Mas há também estudos de longo prazo e estudos que eliminam os fatores de confusão", ressalta Hengstler. Nesses estudos, também chamados de estudos longitudinais, os participantes são examinados repetidamente por um longo período de tempo.
Na Europa e no Canadá, a conclusão é clara: aqueles que não excedem a quantidade diária recomendada de flúor não precisam temer por sua inteligência.
Mudanças no clima podem causar perda de espécies em 99% desse bioma, com espécies raras e arbóreas sendo substituídas por herbáceas e suculentas generalistas. Os impactos dessa transformação devem ser enfrentados com planejamento e ações de conservação
A crise climática já é uma realidade para muitos ecossistemas na Terra. Entre os ambientes que enfrentam desafios significativos devido às mudanças no clima estão as matas secas, especialmente a caatinga do Nordeste brasileiro. Projeções estatísticas preveem que esse bioma, lar de quase 30 milhões de pessoas e com um terço de seu território convertido em atividades agrícolas, se tornará mais quente e seco no futuro.
As consequências do aumento da aridez são amplamente desconhecidas para a maioria das espécies da caatinga, o que pode limitar a proposição de planos de manejo e conservação eficazes em longo prazo.
Mário R. Moura https://cienciahoje.org.br/
A finalidade principal do texto é:
Nós, humanos, sempre fomos fascinados pelo movimento. A idéia de animar imagens paradas é bem mais antiga que o cinema ou a TV. Há mais de 30 mil anos, na Pré-História, as pinturas nas cavernas já simulavam movimento com figuras de animais com várias patas, sugerindo que eles estavam correndo. Mas essas pinturas estáticas ainda não podiam ser chamadas de desenho animado. Tal como conhecemos hoje, o desenho animado baseia-se em uma ilusão de ótica descoberta no século 19 por um fisiologista belga chamado Plateau. Isso mesmo, o pai da animação é um médico!
Plateau não estava tentando se divertir quando, em 1832, inventou a primeira máquina de desenhos animados. Ele buscava entender como a nossa visão funciona. Para isso, construiu um dispositivo chamado fenaquistoscópio, que, apesar do nome complicado, era muito simples: um disco de cartolina, com vários desenhos de um mesmo objeto em posições ligeiramente diferentes, preso a uma haste. Entre cada desenho, Plateau fez estreitas ranhuras para a luz passar. Bastava girar o disco na frente de um espelho e olhar pelas ranhuras para que a mágica do movimento acontecesse: os desenhos se moviam!
Depois que o cientista conseguiu descobrir a fórmula para a ilusão do movimento perfeito, vários outros inventores criaram suas próprias máquinas de desenho animado, que logos e tornaram uma febre entre adultos e crianças. [...]
MAGALHÃES,Marcos.Ciênciahojedascrianças,ago.2010.F ragmento.(P091063RJ_SUP)
Em qual dos trechos abaixo comprova a tese de que Nós, humanos, sempre fomos fascinados pelo movimento?
Conta-se entre os povos Guarani que, há muito tempo, um espírito chamado Karaí guardava as matas e os rios. Ele ensinou aos indígenas como plantar sem esgotar a terra e como colher sem destruir. No entanto, um dia, homens de fora chegaram e começaram a derrubar árvores sem respeito, a poluir as águas e a expulsar os habitantes da floresta. Karaí, entristecido, alertou os anciãos da aldeia:
— Se tomarem mais do que precisam, a terra adoecerá. O rio secará, e a floresta se tornará um deserto.
Os mais velhos tentaram ensinar aos invasores o equilíbrio com a natureza, mas eles não ouviram. Com o tempo, a terra secou, os peixes desapareceram e os homens de fora partiram, deixando a destruição para trás. Os indígenas, então, iniciaram o longo trabalho de cura da floresta, replantando árvores e purificando as águas.
Essa história continua sendo contada nas aldeias para lembrar que a terra não pertence a ninguém, mas é responsabilidade de todos.
Adaptado de MITOLOGIA GUARANI. Disponível em: . Acesso em: 31 mar. 2025.
A história do Guardião da Floresta traz reflexões sobre a relação entre os povos indígenas e a terra, especialmente no que se refere à preservação, conservação e sustentabilidade ambiental. No Brasil, a luta dos povos originários pela defesa de seus territórios tem sido constante, enfrentando desafios como a exploração predatória e a falta de reconhecimento de suas práticas tradicionais.
A destruição ambiental causada pela exploração predatória dos recursos naturais tem impactos profundos na biodiversidade e na sobrevivência dos povos indígenas. Muitas comunidades tradicionais enfrentam dificuldades para preservar seus territórios e manter suas práticas sustentáveis diante do avanço da agropecuária e do desmatamento.
Com base na mensagem do conto, identifique a alternativa que exemplifica a relação entre os povos indígenas e a preservação ambiental:
Com base no trecho em destaque, é possível afirmar que a construção sintática e o uso dos conectores estabelecem relações importantes entre as partes do texto.
Nesse contexto, pode-se analisar que:
Disponível em: <http://www.arionaurocartuns.com.br/2019/08/ charge-desmatamento-plante-arvore.html>.Acesso em: 28 fev. 2025.
No contexto das discussões sobre meio ambiente, desmatamento e ação antrópica, analise as alternativas a seguir identificando a correta em relação a mensagem contida na charge:
TEXTO:
Brasil perdeu 7 milhões de leitores em 4 anos: como mudar esse jogo?


Disponível em: <https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/tonymarlon/2025/03/12/brasil-perdeu-7-milhoes-de-leitores-em-4-anoscomo-mudar-esse-jogo>. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado.
TEXTO:
Brasil perdeu 7 milhões de leitores em 4 anos: como mudar esse jogo?


Disponível em: <https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/tonymarlon/2025/03/12/brasil-perdeu-7-milhoes-de-leitores-em-4-anoscomo-mudar-esse-jogo>. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado.
Considerando o contexto em que a expressão "depósito de livros" está inserida, infere-se que ela sugere um
TEXTO:
Brasil perdeu 7 milhões de leitores em 4 anos: como mudar esse jogo?


Disponível em: <https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/tonymarlon/2025/03/12/brasil-perdeu-7-milhoes-de-leitores-em-4-anoscomo-mudar-esse-jogo>. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado.
Deseja-se substituir as expressões em destaque por outras, de modo que: “desvalorizados” seja substituído por uma forma sinônima (sem alterar o sentido de “falta de reconhecimento” ou “falta de mérito”) e “felizes” seja substituído por uma forma antônima (mantendo o oposto de “contentes” e “satisfeitos”).
A alternativa que realiza essas substituições de forma coerente com o contexto original é:
TEXTO:
Brasil perdeu 7 milhões de leitores em 4 anos: como mudar esse jogo?


Disponível em: <https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/tonymarlon/2025/03/12/brasil-perdeu-7-milhoes-de-leitores-em-4-anoscomo-mudar-esse-jogo>. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado.

Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.br/opiniao/noticia/
2020/07/gilmar-fraga-distancia-ckcpgpnpo006g014741kpfme5.
html>. Acesso em: 7 mar. 2025.
Com base na interpretação do texto visual e verbal, a alternativa que expressa corretamente o problema central criticado pela charge é:
TEXTO:
Escolas da rede estadual inovam com alternativas criativas ao uso do celular


Disponível em: <https://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-02/
1557/escolas-da-rede-estadual-inovam-com-alternativas-criativasao-uso-do-celular>. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado.
“Para tornar os intervalos mais interativos e oferecer alternativas ao uso do celular, unidades da rede estadual da Bahia estão promovendo atividades que estimulam a socialização e o lazer dos estudantes.”
A alternativa em que a estruturação frasal mantém tanto o sentido principal do enunciado quanto a correção formal é:
TEXTO:
Escolas da rede estadual inovam com alternativas criativas ao uso do celular


Disponível em: <https://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-02/
1557/escolas-da-rede-estadual-inovam-com-alternativas-criativasao-uso-do-celular>. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado.
A partir da leitura, identifique a alternativa que sintetiza o objetivo principal dessas iniciativas e as consequências observadas:


