Questões de Concurso Sobre história
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Entre os motivos da falência do ciclo, é correto indicar
CALDEIRA, Jorge. História da riqueza no Brasil. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2017. (Adaptado.)
O Tratado de Madri foi um marco no estabelecimento e reconhecimento formal do território brasileiro no século XVIII. É correto afirmar que o tratado
(Eric Hobsbawm. A era das revoluções – 1789-1848, 1998. Adaptado)
No contexto abordado pelo excerto, o historiador Eric Hobsbawm identificou, como parte da mais imediata e poderosa dessas forças,
Entre os masikoros e os baras de Madagáscar, a permuta de um boi reveste-se de um significado especial, pois o gado tem valor social, e vendê-lo passa a ser sinal de decadência, já que esse bem faz parte de um jogo de trocas específicas, fora da economia monetária.
(Marc Ferro. História das colonizações: das conquistas às independências, século XIII a XX, 1996. Adaptado)
No excerto, o historiador Marc Ferro exemplifica
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média, nascimento do ocidente, 2001. Adaptado)
De acordo com o autor, contribuíram para o enriquecimento mencionado
Historiadores soviéticos sugeriram corretamente uma tríplice classificação. Realmente, a região central do feudalismo europeu foi aquela onde ocorreu uma “síntese equilibrada” de elementos romanos e germânicos: essencialmente, o Norte da França e zonas contiguas, a terra do Império Carolíngio.
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, 1998. Adaptado)
Considerando a tríplice classificação citada, é correto afirmar que
(Maria Ligia Coelho Prado, América Latina no século XIX – Tramas, telas e textos, 1999)
Na discussão sobre a participação das mulheres nas lutas pela independência política da América Latina, Maria Ligia Coelho Prado destaca que a historiografia oficial produzida no século XIX e início do século XX
Para os historiadores, a habilidade em recapturar os conceitos variantes de Brasil sempre tem sido limitada.
(Stuart B. Schwartz, Gente da terra brasiliense da nasção. Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000. Adaptado)
Segundo o autor, a recaptura mencionada limita-se pela condição
(Carlos Guilherme Mota, Introdução. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000. Adaptado)
A assertiva de Carlos Guilherme Mota demonstra
(John Manuel Monteiro. O desafio da história indígena no Brasil. Em: Aracy Lopes da Silva e Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1° e 2° graus, 1995)
De acordo com John Monteiro, a partir dos anos finais do século XX, o contexto abordado pelo fragmento
Em obra publicada em 1958, defendia a tese de que um regime patrimonialista desenvolvido em Portugal fora trazido para o lado de cá do Atlântico e vinha se adaptando eficaz e perversamente a todas as novas situações.
(Leandro Konder, História dos intelectuais nos anos 50. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
O trecho traz características da obra de
(Maria de Lourdes Mônaco Janotti, O diálogo convergente: políticos e historiadores no início da República. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
Para Emília Viotti da Costa, o movimento de 1889
(Carlo Ginzburg. Em: Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história – Nove entrevistas, 2000)
Inspirado em Marc Bloch, o historiador Carlo Ginzburg, no fragmento, aborda
(Ronald Raminelli. História urbana. Em: Ciro Flamarion Cardoso e Ronaldo Vainfas (orgs.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia, 1997. Adaptado)
De acordo com o autor, a argumentação de Henri Pirenne tende a relacionar
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista, 1998. Adaptado)
De acordo com Perry Anderson, a eclosão da Primeira Guerra Mundial conduziu a trajetória do absolutismo austríaco
(István Jancsó e João Paulo Garrido Pimenta Peças de um mosaico (ou apontamentos para o estudo da emergência da identidade naciona brasileira). Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000)
O artigo em análise aponta que o citado movimento
(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
Esse modelo, segundo Circe Bittencourt,
(João Pinto Furtado. Imaginando a nação: o ensino de história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História, 2001. Adaptado)
O excerto evidencia que entre os inconfidentes