Questões de Concurso Sobre história
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Capitu é apresentada de maneira ambígua ao longo da narrativa. Enquanto Bentinho a vê como uma possível traidora, ela também pode ser vista como uma mulher forte e independente, presa em um casamento dominado pelas inseguranças de seu marido. No final, a dúvida sobre a lealdade de Capitu nunca é resolvida, refletindo temas como ciúmes, memória e a ambiguidade da verdade.
Ao tratar da personagem Capitu no romance de Machado de Assis, em parceria com docentes de Literatura, o professor de História elege como apropriado
Com o objetivo de colocar seus estudantes diante dessa concepção de circularidade cultural, uma professora de História desafiou seus estudantes a reunirem, em sustentação lógica, argumentos das mais diversas origens para produzir justificativas em defesa da ampliação dos espaços públicos para lazer infantil em sua cidade.
Com esse exercício, a docente preparou os estudantes a entrarem em contato com a concepção de história que embasam obras didáticas de
Pautados por essa compreensão, os estudantes devem analisar duas imagens retiradas de um clássico filme documentário produzido pelos nazistas como propaganda de sua ideologia:
Fonte O triunfo da vontade, filme em longa metragem dirigido por Leni Riefenstahl. Alemanha, 1935.
Diante de tal análise, e considerando o conhecimento pedagógico do conteúdo, deve-se destacar nessas duas imagens:
I. O caráter antigo das imagens em preto e branco mostrando as condições de produção da época e que ambas apresentam o povo e os soldados unidos pelos mesmos ideais que orientavam o nazismo (a adoração ao líder e a guerra como destino).
II. Na figura 1 o povo é retratado como unido pelo gesto de saudação adotado pelos nazistas. Na figura 2 o símbolo do partido nazista (a suástica) lidera a marcha ordenada dos jovens soldados.
III. Na figura 1 o povo se submete alegremente ao Estado (ou ao líder) e na figura 2 essa submissão é organizada na forma de um exército que marcha harmonicamente.
IV. Na figura 1 o povo representaria a autorização para a existência do regime e de seus planos. Na figura 2 esse povo se organiza como um exército que marcha em direção ao futuro, sob a imagem da suástica, para realizar as pretensões expansionistas e bélicas do regime.
Assinale a alternativa que contém as afirmações corretas.
“A denominação América Latina integra nosso vocabulário cotidiano. Mas sua historicidade precisa ser lembrada. Esse termo foi inventado no século XIX, carregando desde suas origens disputas de ordem política e ideológica. Os sentidos que lhe foram atribuídos estão vinculados às polêmicas que envolveram, de um lado, franceses e ingleses (século XIX) e, de outro, latinoamericanos e norte-americanos (séculos XIX e XX). A precisa origem do termo tem sido alvo de controvérsias. Para uma corrente, os franceses propuseram o nome como forma de justificar, por intermédio de uma pretensa identidade latina, as ambições da França sobre esta parte da América. Para outra, foram os próprios latino-americanos que cunharam a expressão para defender a ideia da unidade da região frente ao poder já anunciado dos Estados Unidos”.
PRADO, M. Ligia; PELLEGRINO, G. História da América Latina. São Paulo: editora Contexto, 2014.
Cada grupo deve compor um painel com as suas conclusões a partir da leitura do texto. Como se espera que a ideia de que o termo América Latina foi “inventado” seja apresentada pelos grupos em seus painéis.
“Esta massa de escravos, índios ou negros, constituía a maior parte da população colonial. (...). Ao lado de pequenos proprietários encontramos o tipo mais comum dos agregados. São estes os indivíduos – em geral escravos libertos ou mestiços espúrios - que vivem nos grandes domínios prestando aos senhores toda sorte de serviços: guarda da propriedade, mensageiro, etc. Entre eles figuram também os rendeiros, que pagam seus aluguéis em dinheiro ou mais comumente em produtos naturais ou em serviços. A situação destes rendeiros é a mais precária possível. Raramente se faziam contratos escritos, e mesmo não havia autoridades para os sancionar. Na propriedade quem domina incontrastavelmente é o senhor. Todos os que se fixam em suas terras cedem, em troca da gleba que cultivam para seu sustento e da proteção que lhes outorga o senhor contra outros mandões do sertão ou a própria Justiça, praticamente, toda a liberdade”.
PRADO JR., Caio. Evolução política do Brasil e outros estudos. São Paulo: Editora Brasiliense, 1953 (texto adaptado).
A partir da leitura do excerto desse historiador, os estudantes devem ser instados a interpretarem a estrutura de classes que compunha a sociedade colonial e suas interrelações de dependência. Dessa atividade, resulta a compreensão de que
(Enrique S. Padrós. Capitalismo, prosperidade e Estado de Bem-Estar Social. Em Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha. O século XX: O tempo das crises; Revoluções, fascismos e guerras. Adaptado)
O plano ficou restrito à Europa Ocidental, pois no leste europeu
(Paulo G. Fagundes Vizentini, A Guerra Fria. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha. O século XX: O tempo das crises; Revoluções, fascismos e guerras. Adaptado)
Tal política se deu por meio
(Williams da Silva Gonçalves. A Segunda Guerra Mundial. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha. O século XX: O tempo das crises; Revoluções, fascismos e guerras. Adaptado)
Considerando o contexto abordado pelo excerto, a ascensão de Churchill ao poder representou
Em 1961, porém, o historiador inglês A.J.P. Taylor quebrou esse consenso, negando o que parecia uma verdade absolutamente inquestionável.
(Williams da Silva Gonçalves. A Segunda Guerra Mundial. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha. O século XX: O tempo das crises; Revoluções, fascismos e guerras. Adaptado)
De acordo com o autor, como contraponto, o historiador Taylor afirmou que
(Francisco Carlos Teixeira da Silva. Os fascismos. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha. O século XX: O tempo das crises; Revoluções, fascismos e guerras. Adaptado)
No caso alemão, a desnazificação ocorreu de forma
(Francisco Carlos Teixeira da Silva, Os fascismos. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha. O século XX: O tempo das crises; Revoluções, fascismos e guerras. Adaptado)
Entre as razões encontradas para o fenômeno, é correto identificar:
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991)
De acordo com Hobsbawm, a União Soviética não poderia ser considerada totalitária, pois o sistema soviético
(Leandro Konder. Cultura e política nos anos críticos. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha. O século XX: O tempo das crises; Revoluções, fascismos e guerras. Adaptado)
Ambos, entretanto, recorriam à repressão sistemática e combinavam em seus respectivos programas
(Daniel Aarão Reis Filho, As revoluções russas. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha. O século XX: O tempo das crises; Revoluções, fascismos e guerras. Adaptado)
Em relação ao perfil específico do capitalismo russo, entre os séculos XIX e XX, é correto identificar:
(José Jobson de Andrade Arruda. A crise do capitalismo liberal. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha. O século XX: O tempo das crises; Revoluções, fascismos e guerras. Adaptado)
De acordo com a obra citada, a repercussão mundial da crise pode ser explicada
(Lilia Moritz Schwarz e Heloisa Murgel Starling. Brasil: uma biografia. Adaptado)
Os Comitês Brasileiros pela Anistia
(Lilia Moritz Schwarz e Heloisa Murgel Starling. Brasil: uma biografia. Adaptado)
Em comparação com a independência (1822), a abdicação teve