Questões de Concurso
Sobre história geral em história
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Considerando a História no decorrer do século XIX, analise as afirmações a seguir.
I- A História, para Ranke, era o reino do espírito, que se manifestava de forma individual. Era feita de individualidades, cada uma dotada de estrutura interna e sentido únicos.
II- A História científica seria produzida por um sujeito que se neutraliza enquanto sujeito para fazer aparecer o seu objeto.
III- Os positivistas franceses praticaram os mesmos princípios defendidos por Ranke, dominado pelo Espírito que produz a História.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- O movimento canonical que renovou a instituição dos cônegos, impondo-lhes a regra de Santo Agostinho, expandiu-se no fim do século XI e início do século XII, deu origem a novas ordens que afirmavam a necessidade de ir ao deserto reencontrar na solidão os verdadeiros valores cristãos.
II- Os clérigos medievais condenavam radicalmente os livros pagãos e todo o pensamento cultural antigo, inclusive os conhecidos pais da Igreja.
III- O papado, com a Reforma Gregoriana, não só libertou, e com ele começou a libertar a Igreja de um certo servilismo perante a ordem feudal laica, mas afirmou-se na liderança da hierarquia laica e religiosa.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A História Cultural, tal como a entende Roger Chartier, tem por principal objeto identificar o modo como em diferentes lugares e momentos uma determinada realidade cultural é construída, pensada, dada a ler.
II- Uma das grandes contribuições de Roger Chartier para a História Cultural está na elaboração de práticas e representações e de acordo com este horizonte teórico, a cultura poderá ser examinada no âmbito produzido pela relação interativa entre estes dois polos.
III- Para o historiador Roger Chartier as representações não se inserem em campo de concorrências e competições e não geram apropriações nem enunciam termos de poder e de dominação.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: BITTENCOURT, Circe Mª Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. SP. Cortez, 2004. p. 195
A partir do contexto, analise as afirmativas a seguir:
I- A noção de tempo histórico é fundamental no processo de ensino e de pesquisa histórica, desta forma, torna-se indispensável que o professor trabalhe com seus educandos o tempo concebido, que varia de acordo com as culturas e gera relações diferentes com o tempo vivido.
II- O professor de História na atualidade deve desenvolver o trabalho docente com convicção de que, ao aplicar a metodologia e a fundamentação teórica adequada, apreende uma racionalidade objetiva que garante que a disciplina pode ser assimilada como conhecimento verdadeiro, único e inquestionável.
III- A História possui um conteúdo escolar que necessita estar articulado, desde o início da escolarização, com os fundamentos teóricos, para evitar conotações morais e de sedimentação de dogmas.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempo-integral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf
Tendo como referência a Base Nacional Comum Curricular e o ensino de História nos anos finais do ensino fundamental, analise as proposições a seguir:
I- O professor de História deve ficar atento ao fato de que, embora os estudantes desenvolvam a capacidade de identificar, interpretar e compreender as formas de registro, eles não têm condições de analisar e fazer crítica aos documentos históricos.
II- Os documentos são portadores de sentido, capazes de sugerir mediações entre o que é visível e o que é invisível, permitindo ao discente formular problemas e colocar em questão a sociedade que os produziu.
III- O professor, ao trabalhar com os anos finais do ensino fundamental, deve estimular a identificação das propriedades do objeto, a compreensão dos sentidos que a sociedade atribuiu ao objeto, seus usos e a utilização e transformações de significado a que o objeto foi exposto ao longo do tempo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- O saber histórico escolar, na sua relação com o saber histórico, compreende, de modo amplo, a delimitação de três conceitos fundamentais: o de fato histórico, de sujeito histórico e de tempo histórico. Os contornos e as definições que são dados a esses três conceitos orientam a concepção histórica, envolvida no ensino da disciplina.
II- O professor de História tem que entender que os discentes desta faixa etária precisam trabalhar com o concreto, não explorando as subjetividades, e por isto os fatos históricos devem ser traduzidos apenas como sendo aqueles relacionados aos eventos políticos, às festas cívicas e às ações de heróis nacionais.
III- O conceito de tempo histórico deve estar limitado exclusivamente ao estudo do tempo cronológico (calendários e datas), repercutindo em uma compreensão dos acontecimentos como sendo pontuais, uma data, organizados em uma longa e infinita linha numérica.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
(Hilário Franco Júnior, Idade Média, nascimento do ocidente. Adaptado)
Outra transformação econômica, segundo Franco Júnior, entre os séculos XI e XIII, foi
Adaptado) Segundo Franco Júnior, os medievais calculavam imprecisamente o tempo porque
(Elisa Larkin Nascimento, Sankofa: significado e intenções. Em: Elisa Larkin Nascimento (org.). A matriz africana no mundo)
Para Elisa Nascimento, o holocausto europeu na África
(Ismael Diogo da Silva, Angola ontem e hoje. Em: Elisa Larkin Nascimento (org.). A matriz africana no mundo. Adaptado)
Segundo o artigo citado, para o nativo de Angola, o “atestado de assimilação” significava
(Currículo Paulista)
Segundo o Currículo Paulista, tal perspectiva do saber histórico
(Gwyn Prins, História Oral. Em: Peter Burke (org.).
A escrita da história: novas perspectivas)
Gwyn Prins responde à própria pergunta afirmando que os historiadores
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul)
Na obra citada, o autor pretendeu
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
O excerto apresenta referências
(Jacques Le Goff, Prefácio. Em: Marc Bloch, Apologia da história,
ou, O ofício do historiador. Adaptado)
Para Marc Bloch, havia uma fase anterior à coleta de fatos, que exige do historiador
(Franco Venturi, Lumi di Venezia. Apud Giovanni Levi. Em: Peter Burke
(org.). A escrita da história: novas perspectivas, 2011, p. 10. Adaptado)
Segundo o excerto, Franco Venturi,
(Peter Burke (org.). A escrita da história: novas perspectivas. Adaptado)
De acordo com Peter Burke, um dos pontos que diferencia a nova história do paradigma tradicional afirma que