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Q3746115 Fisioterapia
Pacientes que apresentam ao exame físico dispneia e assincronismo toracoabdominal frequentemente utilizam, de forma instintiva e voluntária, a técnica de expiração com resistência labial, conhecida como pursed lips breathing. Essa estratégia respiratória promove alívio da dispneia, principalmente por:
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Q3746114 Fisioterapia
A hiperinsuflação estática do pulmão ocorre devido à alteração das propriedades elásticas do sistema respiratório, especialmente pela diminuição do recuo elástico interno dos pulmões, sem alterações da parede torácica. A condição comumente encontrada nesse tipo de hiperinsuflação é:
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Q3746113 Fisioterapia
A EPAP (Pressão Expiratória Positiva) é uma técnica utilizada na fisioterapia com diversas aplicações clínicas. Dentre as indicações comumente utilizadas, podemos citar as seguintes:
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Q3746112 Fisioterapia
Na fisioterapia respiratória, o resistor linear pressórico dependente da gravidade é usado para gerar resistência expiratória durante a ventilação:
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Q3746111 Fisioterapia
A aplicação de solução salina na via aérea é uma prática comum durante a aspiração de secreções espessas em pacientes sob ventilação mecânica. Apesar de ser amplamente utilizada, essa técnica apresenta diretrizes inconsistentes e sua eficácia não é comprovada. Segundo a AARC Clinical Practice Guidelines, entre os possíveis efeitos adversos dessa prática, destacam-se:
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Q3746110 Fisioterapia
A aspiração de secreções em pacientes sob ventilação mecânica pode ser realizada por dois sistemas distintos: o sistema aberto, que requer a desconexão do paciente ao ventilador para introdução do cateter de sucção, e o sistema fechado, que permite a aspiração sem interromper a ventilação. Entre as vantagens do sistema fechado, destacam-se o(a):
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Q3746109 Fisioterapia
Na fisioterapia respiratória, é usada uma técnica que tem a finalidade de utilizar a respiração controlada para maximizar o fluxo expiratório com mínimo fechamento das vias aéreas, favorecendo a mobilização das secreções das vias aéreas menores para as maiores em três fases: deslocamento, coleta e eliminação. Essa técnica é conhecida como:
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Q3746108 Fisioterapia
O empilhamento aéreo (air-stacking) é uma técnica utilizada na fisioterapia respiratória com o objetivo de melhorar a função pulmonar em pacientes com comprometimento muscular. Essa técnica consiste em:
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Q3746107 Fisioterapia
As técnicas de expiração lenta são utilizadas na fisioterapia respiratória com o objetivo de favorecer a mobilização de secreções e melhora da ventilação pulmonar. Um exemplo clássico dessa abordagem é a ELTGOL, que é caracterizada por:
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Q3746106 Fisioterapia

A terapia com o uso de espirômetro de incentivo (EI) tem como principal objetivo o aumento dos volumes e das capacidades pulmonares, além da melhora da estabilidade alveolar. Para alcançar esses resultados, a técnica recomendada durante o uso do EI é:


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Q3746105 Fisioterapia
A mensuração da pressão do balonete do tubo orotraqueal é uma prática essencial durante a ventilação mecânica, pois evita complicações isquêmicas da traqueia, como a traqueomalácia, e contribui para a prevenção da pneumonia associada à ventilação. O valor ideal dessa pressão deve ser mantido:
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Q3746104 Fisioterapia
O treinamento da musculatura respiratória é indicado sempre que for detectada redução da força inspiratória, especialmente em casos de desmame difícil. Esse treinamento pode ser realizado durante a permanência da intubação orotraqueal, desde que o quadro clínico permita. Uma das formas corretas de realizar esse treinamento se baseia na:
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Q3746103 Fisioterapia

Em pacientes que evoluem com complicações no pós operatório, como sedação profunda, instabilidade hemodinâmica e hipoxemia grave, pode ser necessário suporte ventilatório por mais de 24 horas. Nessa condição clínica, a modalidade ventilatória indicada é ventilação do tipo:


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Q3746102 Fisioterapia

Durante a avaliação fisioterapêutica no pós-operatório de cirurgia cardíaca, é essencial correlacionar a ausculta pulmonar com exames de imagem e sintomas clínicos. A presença de oligúria, retenção hídrica e estertores crepitantes na ausculta pulmonar pode indicar:


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Q3746101 Fisioterapia

No pós-operatório de cirurgia cardíaca, pacientes sem complicações costumam ter alta da UTI no segundo dia. Durante esse período, é de fundamental importância a realização de terapia reexpansiva para prevenir restrições ventilatórias. Em casos de dificuldade na execução dos exercícios respiratórios ou da expansibilidade reduzida, o recurso indicado para prevenir colapso alveolar é:


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Q3746100 Fisioterapia
A Circulação Extracorpórea (CEC), frequentemente utilizada em cirurgias cardíacas, pode apresentar efeitos multissistêmicos, como extravasamento capilar pulmonar, e sistêmico, como febre, leucocitose, disfunção renal e neurológica transitória. Esse conjunto de manifestações é conhecido como síndrome:
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Q3746099 Fisioterapia
A prescrição da intensidade da atividade cinesioterapêutica na reabilitação cardiovascular é baseada na frequência cardíaca (FC), que deve considerar a capacidade funcional do paciente. Em casos de disfunção ventricular importante, o parâmetro utilizado para definir a FC prescrita é:
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Q3746098 Fisioterapia
O programa de reabilitação cardíaca contém estratégia segura e eficaz para pacientes com doenças cardiovasculares. No entanto, algumas condições clínicas apresentam contraindicações absolutas para sua realização, tais como:
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Q3746097 Fisioterapia

A Reabilitação Cardiovascular no paciente após IAM é dividida em fases que acompanham sua evolução clínica e funcional. A fase 2, caracteriza-se por:


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Q3746096 Fisioterapia

A Reabilitação Cardiovascular apresenta um conjunto de intervenções multidisciplinares, voltadas para pacientes cardiopatas, principalmente após eventos como IAM, cirurgias cardíacas ou insuficiência cardíaca. O programa promove benefícios clínicos e funcionais, tais como:


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Respostas
881: D
882: A
883: D
884: C
885: A
886: B
887: C
888: D
889: B
890: B
891: C
892: A
893: D
894: B
895: C
896: B
897: A
898: B
899: C
900: A