Questões de Concurso Nível superior

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Q4407733 Programação
Uma turma do ensino fundamental desenvolve um sistema simples para controlar os empréstimos da biblioteca da escola. Durante o planejamento, ao decidir como cada livro seria representado no sistema, os estudantes optaram por registrar somente o título, o autor e a situação de disponibilidade do exemplar, desconsiderando informações como a cor da capa, a gramatura do papel e o estado de conservação das páginas. Considerando os quatro pilares do pensamento computacional, assinale a alternativa que descreve corretamente a aplicação da abstração na situação apresentada.
Alternativas
Q4407716 Nutrição
Uma criança de 10 anos com TEA é acompanhada pela equipe multiprofissional do CEIDITEA. Há quatro meses, o nutricionista identificou repertório alimentar restrito, com baixa ingestão de frutas e hortaliças, mas crescimento estável, e iniciou progressão alimentar a partir de preparações já aceitas. Na reavaliação, a criança passou a consumir pequenas porções de maçã e cenoura assada em casa e no serviço e consegue servir esses alimentos no próprio prato quando estão disponíveis. A família relata que, nas últimas semanas, passou a oferecer as refeições à boca para evitar demora e pede que o nutricionista suspenda a progressão até que a criança “coma mais rápido”. A terapeuta ocupacional informa que a criança utiliza talheres com segurança e organiza o prato com supervisão, mas apresenta maior lentidão quando há muitos estímulos no ambiente. Na escola, em mesa mais tranquila, alimenta-se sem ajuda física e mantém quantidade semelhante à registrada no plano nutricional. Não ocorreram engasgos, perda de peso ou redução da ingestão global. Considerando a prioridade nutricional, a autonomia possível, a informação da equipe e a responsabilidade profissional, qual é a melhor decisão do nutricionista neste momento?
Alternativas
Q4407715 Nutrição
Uma criança de 8 anos com TEA é acompanhada pelo CEIDITEA por seletividade alimentar persistente. Há nove meses, seu IMC-para-idade situava-se próximo ao escore-z 0 e, há quatro meses, próximo a -0,5; na avaliação atual, encontra-se em -1,4, ainda classificado como eutrofia pelo SISVAN. A estaturapara-idade permanece próxima ao mesmo canal de crescimento. Nesse período, perdeu cerca de 7% do peso corporal. O repertório reduziu-se de aproximadamente 18 para 9 alimentos após a retirada de preparações antes aceitas; atualmente concentra-se em pão, arroz, batata, biscoito simples, iogurte, banana e pequena porção de frango em alguns dias. Feijão, ovos, carnes em outras apresentações e hortaliças são recusados. O registro de três dias mostra ingestão energética abaixo da necessidade estimada, enquanto a ingestão de cálcio também parece baixa, sem exame que demonstre deficiência. A família relata que, ao tentar ampliar o repertório substituindo alimentos aceitos por novas preparações, a criança frequentemente encerra a refeição com menor consumo. Considerando que a seletividade e os possíveis riscos de micronutrientes também exigirão acompanhamento, qual deve ser a prioridade da conduta nutricional neste momento? 
Alternativas
Q4407714 Nutrição
Uma criança de 9 anos com TEA iniciou acompanhamento nutricional no CEIDITEA com crescimento estável, repertório alimentar restrito e ausência habitual de frutas, hortaliças e feijão. O objetivo pactuado foi ampliar fontes alimentares de fibras e micronutrientes sem reduzir a ingestão das refeições. A intervenção manteve os alimentos aceitos e introduziu pequenas porções de frutas, hortaliças e leguminosas em progressão compatível com a tolerância. Após quatro meses, peso e estatura seguem a trajetória habitual; a família relata boa adesão; a criança passou a consumir banana e cenoura assada quatro a cinco vezes por semana e aceita feijão em pequena porção duas vezes por semana. Entretanto, o registro alimentar de três dias mostra que as demais frutas e hortaliças continuam ausentes e que a ingestão desses grupos permanece abaixo do objetivo estabelecido. Não houve piora da ingestão dos alimentos habituais. Diante dessa evolução, qual deve ser a próxima decisão nutricional? 
Alternativas
Q4407713 Nutrição
Uma criança de 10 anos com TEA é acompanhada pelo nutricionista do CEIDITEA por repertório alimentar restrito. Nos últimos seis meses, o consumo de carnes e feijão tornou-se esporádico, enquanto leite, pães, massas e algumas frutas permanecem bem aceitos. O crescimento segue sua trajetória habitual. A família iniciou, por conta própria, um multivitamínico infantil que fornece ferro em quantidade destinada à complementação diária, sem informar esse uso na consulta anterior. Em avaliação recente solicitada pela equipe médica por palidez e cansaço, foram documentados hemoglobina reduzida para a faixa etária, microcitose e ferritina baixa, sem evidência clínica de processo inflamatório no momento da coleta. A família pergunta se deve acrescentar outro suplemento de ferro ao produto já utilizado. Qual é a conduta nutricional mais adequada? 
Alternativas
Q4407712 Nutrição
Uma criança de 9 anos com TEA é acompanhada pelo nutricionista do CEIDITEA por seletividade alimentar persistente. O crescimento mantém trajetória estável, porém o inquérito alimentar confirma ausência habitual de frutas e hortaliças e consumo muito reduzido de feijão. O repertório concentra-se em arroz, macarrão, pão, batata assada, frango empanado e iogurte. A criança aceita alimentos secos ou firmes e recusa preparações úmidas ou com pedaços misturados. Nas últimas semanas, passou a tolerar no prato, sem necessidade de retirar, pequenas porções de maçã sem casca e cenoura assada, mas ainda não as consome. A família já tentou substituir de uma vez os acompanhamentos aceitos por saladas e frutas, ocasião em que a criança deixou de realizar parte da refeição. Não há indicação clínica de dieta de exclusão nem de suplementação específica. O objetivo atual é ampliar fontes alimentares de fibras e micronutrientes sem comprometer a ingestão das refeições. Qual estratégia nutricional deve ser priorizada?
Alternativas
Q4407711 Nutrição
Uma criança de 7 anos com TEA é acompanhada pelo nutricionista do CEIDITEA. Apresenta crescimento estável e consome, nas principais refeições, arroz, feijão, carnes desfiadas ou em pequenos pedaços, alguns legumes e frutas. Na escola, utiliza colher e garfo e realiza a maior parte da refeição sem ajuda, solicitando apoio quando precisa cortar alimentos mais firmes. Durante atendimento no serviço, apresenta desempenho semelhante quando a refeição é organizada em porções adequadas. Em casa, o cuidador costuma levar cada garfada à boca da criança porque ela demora mais para comer e a família teme que consuma quantidade insuficiente. O objetivo pactuado é manter ingestão adequada e ampliar sua participação nas refeições familiares. Qual orientação nutricional ao cuidador é mais adequada diante desse perfil?
Alternativas
Q4407710 Nutrição
Uma criança de 9 anos com TEA é acompanhada pelo nutricionista do CEIDITEA. A avaliação mostra crescimento adequado à trajetória individual e ingestão energética compatível com a manutenção do crescimento. No almoço e no jantar, aceita arroz, feijão e carne moída quando os alimentos são servidos separados; no café da manhã e nos lanches, consome pão, banana e bebida à base de leite. Recusa hortaliças quando estão misturadas às preparações, mas tolera pequenos pedaços de cenoura cozida em prato separado e já os provou em algumas ocasiões. A família relata rotina apertada nos dias úteis, e a escola permite o envio de lanche preparado em casa. O objetivo pactuado é ampliar gradualmente a variedade de alimentos in natura, sem comprometer a ingestão dos alimentos já aceitos. Diante desses dados, qual proposta de planejamento alimentar é mais adequada?
Alternativas
Q4407709 Nutrição
Uma criança de 8 anos com TEA é acompanhada pelo nutricionista do CEIDITEA. O crescimento acompanha a trajetória habitual nas curvas utilizadas no seguimento. O registro alimentar e a entrevista com o cuidador mostram consumo diário de arroz e feijão, carne bovina ou frango no almoço, ovo em vários dias da semana, além de frutas e hortaliças aceitas. Há mais de um ano, a criança recusa leite, iogurte e queijo e também não consome bebidas vegetais fortificadas ou suplemento de vitaminas e minerais. Bebe água nas refeições e não há exames laboratoriais recentes que demonstrem deficiência nutricional. Considerando o padrão de consumo descrito, qual preocupação nutricional está mais bem sustentada pelos dados? 
Alternativas
Q4407708 Nutrição
Uma criança de 7 anos com TEA é atendida pelo nutricionista no CEIDITEA. O cuidador relata que, há mais de um ano, ela aceita cerca de 12 alimentos, repete as mesmas preparações durante a semana, recusa a maioria das frutas e hortaliças e rejeita preparações em que os alimentos aparecem misturados. Peso e estatura vêm acompanhando a trajetória habitual de crescimento. Diante desse padrão alimentar, qual interpretação nutricional é mais adequada? 
Alternativas
Q4407707 Nutrição

Uma criança de 7 anos com TEA é atendida pela primeira vez pelo nutricionista do CEIDITEA. A mãe relata que, nos últimos meses, a criança passou a aceitar um repertório menor de alimentos e costuma recusar preparações misturadas. O peso e a estatura foram aferidos na consulta, mas ainda não foram analisados em relação ao crescimento prévio. A criança evacua a cada três a quatro dias, e a família informa que as refeições ocorrem em horários variáveis.

Qual abordagem é mais adequada para conduzir a avaliação nutricional inicial? 

Alternativas
Q4407706 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015

Um adolescente de 16 anos com TEA, linguagem verbal funcional e sem quadro psiquiátrico agudo está em acompanhamento longitudinal. Há oito meses, seu PTI incluiu três atendimentos semanais voltados à organização da rotina, comunicação em situações sociais e autonomia no deslocamento escolar. A equipe registra melhora consistente na organização da rotina e na comunicação, e informa que a meta de deslocamento ainda requer treino em situações novas. O adolescente compreende os objetivos, consegue comparar benefícios e dificuldades e pede redução de um dos atendimentos semanais, pois a agenda atual o faz faltar ao clube de robótica da escola, atividade que valoriza e na qual ampliou a participação com colegas. A mãe prefere manter a frequência atual por receio de regressão, embora reconheça os progressos.

Qual conduta do psiquiatra melhor integra os dados clínicos, a participação do adolescente, a família, a equipe, o PTI e o registro da decisão? 

Alternativas
Q4407705 Psiquiatria
Um adolescente de 16 anos com TEA, linguagem verbal funcional e acompanhamento psiquiátrico regular é levado pela mãe após piora do humor nas últimas semanas. Durante entrevista em ambiente com menor estímulo sensorial, afirma que “não quer continuar vivo”, relata ter pesquisado formas de morrer e descreve plano de ingerir grande quantidade de medicamentos. Na noite anterior, separou comprimidos de uso familiar em uma mochila, mas foi interrompido pela mãe antes da ingestão. Mantém ideação suicida no atendimento e diz que tentará novamente se retornar para casa. A mãe informa que consegue acompanhá-lo naquele momento, porém não consegue garantir supervisão contínua nas próximas horas. Qual conduta representa a melhor priorização clínica? 
Alternativas
Q4407704 Terapia Ocupacional
Um adolescente de 14 anos com TEA está em acompanhamento multiprofissional há 18 meses. No PTI, foram definidos como objetivos ampliar a comunicação funcional para pedir ajuda, aumentar a autonomia em deslocamentos dentro da escola e melhorar a participação em atividades com colegas. A equipe registra evolução consistente nos dois primeiros objetivos: atualmente ele solicita ajuda em diferentes ambientes e realiza os trajetos escolares previstos com apoio mínimo. Em relação à participação social, porém, os registros dos últimos oito meses mostram pouca mudança apesar da manutenção de duas sessões semanais especificamente dirigidas a essa meta. Nesse período, o adolescente passou a frequentar um clube de robótica da escola, atividade que escolheu e na qual participa espontaneamente com colegas. A família relata que a agenda de atendimentos ocupa quatro tardes por semana e tem dificultado sua permanência no clube; ele pede para ter uma tarde livre para continuar a atividade. Não há piora clínica ou comportamental recente. Na revisão do PTI, qual decisão é mais adequada?
Alternativas
Q4407703 Psiquiatria
Um adolescente de 13 anos com TEA está em uso de risperidona há quatro meses para irritabilidade clinicamente significativa, caracterizada antes do tratamento por crises frequentes com agressão a familiares e interrupção de atividades escolares. Após o início da medicação, a frequência e a intensidade das crises diminuíram de forma importante, com retomada parcial da participação na escola. Nas consultas de seguimento, entretanto, observa-se aumento progressivo de peso e do IMC em relação à trajetória prévia; a família também relata aumento do apetite. Não há sedação relevante, sintomas extrapiramidais ou nova condição clínica identificada. Qual conduta melhor integra a resposta terapêutica e o achado de segurança neste momento?
Alternativas
Q4407702 Psiquiatria
Um adolescente de 12 anos com TEA apresenta, há quatro meses, crises de irritabilidade intensa com agressões a familiares e colegas e episódios de autoagressão, com prejuízo relevante à permanência escolar e às terapias. A avaliação psiquiátrica e clínica não identificou dor, distúrbio do sono, efeito de outra medicação, episódio de humor ou fator ambiental novo que explique o quadro. A equipe realizou adaptações de comunicação, análise funcional e intervenção comportamental estruturada, com adesão familiar, mas os episódios permanecem frequentes e graves. Diante desse cenário, qual decisão terapêutica melhor define a indicação e o sintoma-alvo da farmacoterapia?
Alternativas
Q4407701 Psiquiatria
Um menino de 10 anos com TEA, com comunicação por frases e rotina escolar previamente estável, passou nas últimas três semanas a apresentar irritabilidade e episódios de empurrar colegas durante atividades que exigem permanecer sentado. A família solicita medicação porque o comportamento também ocorre em casa, sobretudo no fim do dia. Ao revisar a história recente, o psiquiatra identifica redução da frequência das evacuações, fezes endurecidas e períodos em que a criança leva a mão ao abdome e interrompe atividades que antes realizava sem dificuldade. Não houve mudança de medicações, de escola ou de rotina familiar, e não há risco imediato para si ou para terceiros. Qual é a melhor conduta inicial? 
Alternativas
Q4407700 Psiquiatria
Um menino de 10 anos com diagnóstico de TEA, linguagem oral funcional e interesse intenso por robótica, mantém há anos necessidade de previsibilidade e dificuldade em conversas recíprocas. Nos últimos dois anos, família e escola descrevem um padrão persistente de perder materiais, abandonar tarefas antes de concluí-las, interromper falas e iniciar atividades antes de ouvir toda a orientação. Esses comportamentos ocorrem em casa e na escola, inclusive durante montagem de robôs, atividade de que gosta, e têm provocado atrasos nas rotinas, conflitos com colegas e queda na entrega de trabalhos. Não há medo antecipatório, sintomas físicos de ansiedade ou piora relacionada a mudanças recentes de rotina. Qual interpretação clínica é mais adequada? 
Alternativas
Q4407699 Psiquiatria
Um adolescente de 13 anos com TEA, que utiliza linguagem oral e frequenta escola regular com apoio, é encaminhado à Psiquiatria por redução recente da participação em sala e irritabilidade ao chegar em casa. A mãe relata que a mudança começou há cerca de dois meses, após troca de turma. Na consulta, ele conversa sobre seus interesses habituais e nega estar triste, mas tem dificuldade para explicar o que ocorre na escola. A professora informa que ele passou a evitar trabalhos em grupo, enquanto a terapeuta observa funcionamento semelhante ao habitual nas sessões individuais. Não houve mudança de medicação nem queixas clínicas novas. Diante dessa demanda, qual é a abordagem de avaliação psiquiátrica mais adequada?
Alternativas
Q4407698 Psiquiatria
Um adolescente de 14 anos com diagnóstico de TEA, linguagem oral funcional e rotina escolar previamente estável é acompanhado em psiquiatria. Há cerca de dois meses, passou a demonstrar tristeza na maior parte dos dias, perdeu o interesse por desenho e jogos que antes procurava espontaneamente, reduziu a participação nas atividades escolares e refere sentir-se “sem vontade” mesmo nos fins de semana. A necessidade de previsibilidade e os interesses restritos habituais não se modificaram de forma relevante. Qual interpretação clínica é mais adequada diante dessa mudança em relação ao funcionamento habitual?
Alternativas
Respostas
6341: C
6342: E
6343: B
6344: D
6345: E
6346: A
6347: C
6348: D
6349: B
6350: C
6351: A
6352: C
6353: E
6354: C
6355: D
6356: A
6357: B
6358: A
6359: C
6360: B