Um adolescente de 16 anos com TEA, linguagem verbal funcion...
Um adolescente de 16 anos com TEA, linguagem verbal funcional e sem quadro psiquiátrico agudo está em acompanhamento longitudinal. Há oito meses, seu PTI incluiu três atendimentos semanais voltados à organização da rotina, comunicação em situações sociais e autonomia no deslocamento escolar. A equipe registra melhora consistente na organização da rotina e na comunicação, e informa que a meta de deslocamento ainda requer treino em situações novas. O adolescente compreende os objetivos, consegue comparar benefícios e dificuldades e pede redução de um dos atendimentos semanais, pois a agenda atual o faz faltar ao clube de robótica da escola, atividade que valoriza e na qual ampliou a participação com colegas. A mãe prefere manter a frequência atual por receio de regressão, embora reconheça os progressos.
Qual conduta do psiquiatra melhor integra os dados clínicos, a participação do adolescente, a família, a equipe, o PTI e o registro da decisão?