Questões de Concurso Para farmacêutico

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Q3455336 Português
        Com uma trama intensa e provocações perturbadoras sobre a convivência escolar e digital dos jovens, a minissérie Adolescência (Netflix, 2025) dominou os debates nas redes sociais. Para além da ficção, a produção escancara dilemas da juventude contemporânea, desde o impacto das relações virtuais até os problemas das relações escolares. Mas como responsáveis e educadores podem lidar com esses desafios?

        Raul Alves de Souza, doutor em Educação Escolar pela UNESP e membro associado ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral da UNICAMP/UNESP, alerta para o papel essencial da escola na formação social, moral e emocional dos estudantes. Segundo ele, os desafios enfrentados pelos adolescentes atualmente são mais complexos do que os das gerações passadas, e a solução passa, necessariamente, por mais diálogo, planejamento e formação dos professores para lidar com essas questões. Em entrevista, o educador defende:

        “A escola é responsável pela formação sociomoral e emocional dos alunos e pelas questões da saúde mental. Ela sempre foi e sempre será. Trata-se de um lugar que, por excelência, permite que os alunos convivam e criem laços sociais. Isso deve ser olhado pela escola de maneira concreta e objetiva, estabelecendo ações planejadas e intencionais que visam a melhoria da qualidade da convivência dentro do seu âmbito. Na série, fica claro o quanto a escola falhou nesse aspecto. Convivência escolar bem planejada é pré-requisito para saúde mental e relações mais saudáveis.

        Lidar com situações de conflitos, indisciplina, bullying, entre outros problemas de convivência existentes dentro da escola é parte da tarefa de educar. A grande questão é o quanto nós, professores, estamos preparados para lidar com esses problemas.”

(Tatiane Calixto. “Adolescência: quais alertas a minissérie traz para pais e escolas?”, 02.04.2025. Disponível em: https://novaescola.org.br/. Adaptado)
Está em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal a seguinte frase:
Alternativas
Q3455335 Português
        Com uma trama intensa e provocações perturbadoras sobre a convivência escolar e digital dos jovens, a minissérie Adolescência (Netflix, 2025) dominou os debates nas redes sociais. Para além da ficção, a produção escancara dilemas da juventude contemporânea, desde o impacto das relações virtuais até os problemas das relações escolares. Mas como responsáveis e educadores podem lidar com esses desafios?

        Raul Alves de Souza, doutor em Educação Escolar pela UNESP e membro associado ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral da UNICAMP/UNESP, alerta para o papel essencial da escola na formação social, moral e emocional dos estudantes. Segundo ele, os desafios enfrentados pelos adolescentes atualmente são mais complexos do que os das gerações passadas, e a solução passa, necessariamente, por mais diálogo, planejamento e formação dos professores para lidar com essas questões. Em entrevista, o educador defende:

        “A escola é responsável pela formação sociomoral e emocional dos alunos e pelas questões da saúde mental. Ela sempre foi e sempre será. Trata-se de um lugar que, por excelência, permite que os alunos convivam e criem laços sociais. Isso deve ser olhado pela escola de maneira concreta e objetiva, estabelecendo ações planejadas e intencionais que visam a melhoria da qualidade da convivência dentro do seu âmbito. Na série, fica claro o quanto a escola falhou nesse aspecto. Convivência escolar bem planejada é pré-requisito para saúde mental e relações mais saudáveis.

        Lidar com situações de conflitos, indisciplina, bullying, entre outros problemas de convivência existentes dentro da escola é parte da tarefa de educar. A grande questão é o quanto nós, professores, estamos preparados para lidar com esses problemas.”

(Tatiane Calixto. “Adolescência: quais alertas a minissérie traz para pais e escolas?”, 02.04.2025. Disponível em: https://novaescola.org.br/. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta frase em conformidade com a norma-padrão de regência.
Alternativas
Q3455332 Português
        Com uma trama intensa e provocações perturbadoras sobre a convivência escolar e digital dos jovens, a minissérie Adolescência (Netflix, 2025) dominou os debates nas redes sociais. Para além da ficção, a produção escancara dilemas da juventude contemporânea, desde o impacto das relações virtuais até os problemas das relações escolares. Mas como responsáveis e educadores podem lidar com esses desafios?

        Raul Alves de Souza, doutor em Educação Escolar pela UNESP e membro associado ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral da UNICAMP/UNESP, alerta para o papel essencial da escola na formação social, moral e emocional dos estudantes. Segundo ele, os desafios enfrentados pelos adolescentes atualmente são mais complexos do que os das gerações passadas, e a solução passa, necessariamente, por mais diálogo, planejamento e formação dos professores para lidar com essas questões. Em entrevista, o educador defende:

        “A escola é responsável pela formação sociomoral e emocional dos alunos e pelas questões da saúde mental. Ela sempre foi e sempre será. Trata-se de um lugar que, por excelência, permite que os alunos convivam e criem laços sociais. Isso deve ser olhado pela escola de maneira concreta e objetiva, estabelecendo ações planejadas e intencionais que visam a melhoria da qualidade da convivência dentro do seu âmbito. Na série, fica claro o quanto a escola falhou nesse aspecto. Convivência escolar bem planejada é pré-requisito para saúde mental e relações mais saudáveis.

        Lidar com situações de conflitos, indisciplina, bullying, entre outros problemas de convivência existentes dentro da escola é parte da tarefa de educar. A grande questão é o quanto nós, professores, estamos preparados para lidar com esses problemas.”

(Tatiane Calixto. “Adolescência: quais alertas a minissérie traz para pais e escolas?”, 02.04.2025. Disponível em: https://novaescola.org.br/. Adaptado)
Segundo as informações do texto, a escola
Alternativas
Q3455328 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



        Quando me proponho a analisar a complexidade da identidade da educação brasileira, desde a sua formação histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização didática e administrativa da escola, acabo percebendo que deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.



        Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas, à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores, às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si, é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e achados!



        Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade, a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e amorosa.



        Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva, as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente transformado.



        Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças, os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo, a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas disposições para a vida ser melhor!


(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”. In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)

No trecho do 2° parágrafo “… educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas, à natureza…”, a vírgula foi empregada pela mesma razão que em: 
Alternativas
Q3455325 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



        Quando me proponho a analisar a complexidade da identidade da educação brasileira, desde a sua formação histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização didática e administrativa da escola, acabo percebendo que deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.



        Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas, à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores, às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si, é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e achados!



        Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade, a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e amorosa.



        Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva, as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente transformado.



        Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças, os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo, a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas disposições para a vida ser melhor!


(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”. In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)

No trecho do último parágrafo “Faltam as outras duas disposições para a vida ser melhor!”, com a expressão destacada, o autor faz referência
Alternativas
Q3455323 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



        Quando me proponho a analisar a complexidade da identidade da educação brasileira, desde a sua formação histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização didática e administrativa da escola, acabo percebendo que deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.



        Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas, à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores, às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si, é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e achados!



        Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade, a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e amorosa.



        Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva, as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente transformado.



        Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças, os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo, a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas disposições para a vida ser melhor!


(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”. In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)

Para o autor, a afetividade 
Alternativas
Q3455298 Farmácia
De acordo com o Código de Ética Farmacêutica, é dever do farmacêutico no exercício profissional:
Alternativas
Q3455297 Farmácia
A Política Nacional de Assistência Farmacêutica (PNAF), no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estabelece diretrizes para garantir o acesso e o uso racional de medicamentos. Sobre as normativas que regem a Assistência Farmacêutica no SUS, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3455296 Farmácia
Em um hospital público, dois medicamentos genéricos são utilizados para tratar a mesma condição clínica e demonstraram eficácia e segurança equivalentes em ensaios clínicos comparativos. Em outro cenário, uma nova intervenção farmacológica foi proposta para uma doença crônica, com impacto significativo na qualidade de vida dos pacientes, medida por anos de vida ajustados por qualidade (QALY). Com base nesses contextos, assinale a alternativa que associa corretamente o tipo de análise farmacoeconômica mais apropriada para cada situação descrita:
Alternativas
Q3455295 Farmácia
Durante uma análise retrospectiva realizada em um hospital universitário, a comissão de farmácia e terapêutica identificou um aumento significativo de notificações de eventos adversos associados ao uso de um novo anti-hipertensivo introduzido recentemente no protocolo institucional. A maioria dos relatos descrevia episódios de hipotensão sintomática e tontura nos primeiros dias de tratamento, especialmente em pacientes idosos. Diante disso, foi decidido iniciar um estudo observacional para investigar o padrão de uso do medicamento e os fatores associados à ocorrência desses eventos. Com base no caso descrito, assinale a alternativa que apresenta a estratégia mais adequada para investigar o problema relatado:
Alternativas
Q3455294 Farmácia
Paciente J.S., 70 anos, 68 kg, portador de fibrilação atrial crônica, insuficiência cardíaca (FEVE 35%) e insuficiência renal (ClCr 28 mL/min), em uso de digoxina 0,25 mg/dia (para controle de ritmo); furosemida 40 mg/dia; varfarina 5 mg/dia (INR alvo 2,0–3,0). Na última consulta, queixava-se de náuseas, visão turva e confusão mental. Exames revelaram: Digoxinemia: 3,2 ng/mL (valor terapêutico: 0,5–1,0 ng/mL); Potássio sérico: 2,8 mEq/L (hipocalemia); INR: 4,1. Considerando a farmacocinética da digoxina e sua margem terapêutica estreita, assinale a alternativa correta sobre o manejo deste caso:
Alternativas
Q3455293 Farmácia
Um paciente de 58 anos, com diagnóstico de cirrose hepática (Child-Pugh B), apresenta dor crônica e precisa iniciar terapia analgésica. Considerando a insuficiência hepática, assinale a alternativa mais adequada para o manejo farmacológico: 
Alternativas
Q3455292 Farmácia
No contexto da Farmácia Clínica e da Atenção Farmacêutica, qual das opções abaixo representa uma atividade essencial do farmacêutico clínico no cuidado ao paciente?
Alternativas
Q3455291 Farmácia
Um recém-nascido prematuro (32 semanas) foi admitido na UTI neonatal com quadro de sepse e necessita de antibioticoterapia. Sobre o uso de medicamentos em neonatos, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3455290 Farmácia
Pedro, 68 anos, portador de fibrilação atrial, diabetes tipo 2 e hipertensão, faz uso de Varfarina 5 mg/dia (anticoagulante); Metformina 850 mg 2x/dia (antidiabético); Losartana 50 mg/dia (anti-hipertensivo); Dipirona 1g quando necessário (analgésico). Na última consulta, queixou-se de dores articulares e recebeu prescrição de ibuprofeno 400 mg 8/8h. Após 1 semana, retornou ao hospital com hematomas espontâneos e Razão Normalizada Internacional (INR) elevado (5,2). Considerando os mecanismos de interação farmacodinâmica, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3455289 Farmácia
Paciente Maria, 60 anos, em tratamento para diabetes tipo 2 e hipertensão, utiliza regularmente metformina e losartana. Sobre os mecanismos de ação desses fármacos, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3455288 Farmácia
Paciente João, 45 anos, diagnosticado com hipertensão, recebeu prescrição de losartana 50 mg via oral uma vez ao dia. Sobre a farmacodinâmica e as vias de administração de medicamentos, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3455287 Administração de Recursos Materiais
Um farmacêutico responsável por uma farmácia comunitária precisa otimizar o estoque de medicamentos. Ele analisou os dados dos últimos 3 meses e identificou que o antibiótico Amoxicilina 500mg teve uma demanda média de 120 comprimidos por semana, com tempo de reposição de 10 dias. O estoque atual é de 300 comprimidos, e o farmacêutico deseja manter um estoque de segurança equivalente a 20% da demanda durante o tempo de reposição. Considerando esses dados, assinale a alternativa correta sobre a gestão de estoque e os cálculos envolvidos: 
Alternativas
Q3455286 Farmácia
Com base nos princípios da atenção farmacêutica, farmacotécnica e legislação sanitária aplicável ao exercício profissional do farmacêutico, analise as afirmativas a seguir:

I - É permitido ao farmacêutico, segundo a legislação vigente, modificar a via de administração de um medicamento prescrito, desde que esteja convencido de que essa alteração facilitará a adesão do paciente ao tratamento.
II - Em manipulações magistrais, o farmacêutico deve garantir a rastreabilidade dos insumos utilizados, registrando lote, validade e fornecedor de cada matéria-prima empregada na formulação.
III - A Atenção Farmacêutica visa promover o uso racional de medicamentos e inclui atividades como acompanhamento farmacoterapêutico, orientação ao paciente e detecção de interações medicamentosas.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3455285 Farmácia
Um farmacêutico hospitalar responsável pelo preparo de nutrições parenterais e medicamentos injetáveis estéreis atua em uma unidade de manipulação sob condições assépticas, em ambiente com controle ambiental rigoroso. Durante uma inspeção interna, são identificadas falhas na rotina de preparo e monitoramento ambiental da sala limpa (clean room). Considerando os princípios da farmacotécnica de produtos estéreis, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
6561: E
6562: A
6563: B
6564: C
6565: A
6566: C
6567: D
6568: B
6569: E
6570: D
6571: C
6572: B
6573: A
6574: E
6575: C
6576: C
6577: B
6578: A
6579: C
6580: B