Questões de Concurso Para auxiliar de farmácia

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Q3748307 Matemática
Um marinheiro, compenetrado em um estudo minucioso sobre navios cargueiros, deparou-se com a fascinante constatação de que o peso médio de uma dessas imponentes embarcações é de 550.000 toneladas. Sabendo-se disso, qual seria o valor total, expresso em quilos, do referido navio?
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Q3748305 Matemática
Em um triângulo, tem-se os ângulos α = 52° e β = 33°. Qual a alternativa que corresponde à medida do terceiro ângulo desse triângulo? 
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Q3748304 Matemática

O gráfico a seguir apresenta a quantia em reais gasta por cinco amigos que foram a um restaurante.


Imagem associada para resolução da questão


Se a conta fosse dividida igualmente entre eles, quantos reais cada um pagaria? 

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Q3748302 Raciocínio Lógico
Em um time de futebol, o técnico deve escolher 3 jogadores, entre 12 disponíveis, para uma posição específica. Quantas combinações diferentes de 3 jogadores o técnico pode escolher?
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Q3748301 Português
Assinalar a alternativa em que a concordância nominal está INCORRETA.
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Q3748300 Português
Em relação ao emprego de crase, assinalar a alternativa INCORRETA.
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Q3748299 Português
Considerando as regras de acentuação, analisar os itens.
I. Armazéns | pó | bônus. II. Ímã | jibóia |herói. III. Faísca | caráter | frequência.
Está CORRETO o que se afirma: 
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Q3748298 Português
Considerando as palavras fornecidas abaixo e a sua classificação quanto ao número de sílabas, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Monossílaba. (2) Dissílaba. (3) Trissílaba. (4) Polissílaba.

( ) Matemática. ( ) Mel. ( ) Voo. ( ) Pormenor. 
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Q3748297 Português
Considerando as letras que completam as lacunas das palavras abaixo, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) sc (2) c (3) ss (4) ç
( ) Na__er. ( ) Pre__ão. ( ) A__idente. ( ) Na__ão.
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Q3748296 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta o mesmo tipo de complemento verbal que o da oração “O horário garante um bom início de semana” (2º parágrafo). 
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Q3748295 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
As palavras sublinhadas no 1º parágrafo do texto (“social”, “um”, “que”, “simples” e “reúne”) são classificadas, respectivamente, em:
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Q3748294 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
Considerar o excerto abaixo, retirado do 4º parágrafo do texto.
O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro.
Assinalar a alternativa que poderia substituir “portanto” sem causar prejuízo de sentido no trecho.
Alternativas
Q3748293 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
No 3º parágrafo do texto, a autora menciona que "a tendência viajou na velocidade do som”. Isso indica que a tendência...
Alternativas
Q3748292 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
Considerando as informações apresentadas no texto, assinalar a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3668691 Farmácia
A farmacotécnica é a parte da farmácia que cuida da preparação dos medicamentos. Sobre os tipos de fórmulas e medicamentos, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3668690 Farmácia
No Brasil, os medicamentos genéricos e similares são opções aos de marca e ajudam a garantir o acesso aos tratamentos. Sobre esses medicamentos, marque a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q3668689 Farmácia
Os sistemas usados para distribuir e entregar os medicamentos ajudam a evitar erros e a garantir o uso correto. Sobre esses sistemas, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3668688 Farmácia
Os medicamentos podem ter diferentes formas, como comprimidos, injeções ou pomadas, para facilitar o uso e garantir o efeito correto. Sobre essas formas de medicamentos, marque a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q3668687 Farmácia
Para garantir que os medicamentos continuem seguros e eficazes até o uso pelo paciente, é importante seguir boas práticas de armazenamento. Marque a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q3668676 História e Geografia de Estados e Municípios
A respeito da fundação histórica do município de Luciara, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Respostas
881: C
882: B
883: A
884: B
885: C
886: A
887: A
888: B
889: A
890: C
891: B
892: D
893: A
894: C
895: B
896: C
897: A
898: C
899: D
900: A