Questões de Concurso
Para procurador
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I. Aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado, de acordo com solução técnica exigida pelo órgão público competente, na forma da lei.
II. As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas fisicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados.
III. A Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais.
IV. São indisponíveis as terras devolutas ou arrecadadas pelos Estados, por ações discriminatórias, necessárias à proteção dos ecossistemas naturais.
Diante das assertivas apresentadas, assinale a alternativa correta:
I. No mandado de segurança contra a nomeação de magistrado da competência do Presidente da República, este é considerado autoridade coatora, ainda que o fundamento da impetração seja nulidade ocorrida em fase anterior do procedimento.
II. No mandado de segurança impetrado pelo Ministério Público contra decisão proferida em processo penal, é facultativa a citação do réu como litisconsorte passivo.
III. O mandado de segurança não substitui a ação popular.
IV. O mandado de segurança não é substitutivo de ação de cobrança.
V. Concessão de mandado de segurança não produz efeitos patrimoniais em relação a período pretérito, os quais devem ser reclamados administrativamente ou pela via judicial própria.
Diante das assertivas apresentadas, assinale a alternativa correta:
Assinale a alternativa que corresponde ao percentual máximo que poderá ser vinculado a esse fundo:
Nos termos do artigo 29-A da Constituição Federal, o total da despesa do Poder Legislativo Municipal, incluídos os subsídios dos Vereadores e os demais gastos com pessoal inativo e pensionistas, não poderá ultrapassar determinado percentual do somatório da receita tributária e das transferências previstas no § 5° do art. 153 е nos arts. 158 e 159 da Constituição Federal, efetivamente realizado no exercício anterior.
Está CORRETO o percentual de:
I. É ilegítima a equiparação de juízes dos Tribunais de Contas, em direitos e garantias, aos membros do Poder Judiciário.
II. Ao Tribunal de Contas, no exercício de suas atribuições, não compete apreciar a constitucionalidade das leis e dos atos do Poder Público.
III. No Tribunal de Contas estadual composto por nove conselheiros, cinco devem ser escolhidos pela Assembleia Legislativa e quatro pelo Chefe do Poder Executivo estadual, cabendo a este indicar um dentre auditores e outro dentre membros do Ministério Público, e dois à sua livre escolha.
IV. Gratificação devida a servidores do sistema fazendário não se estende aos servidores dos Tribunais de Contas.
Diante das assertivas apresentadas, assinale a alternativa correta:
"Apurado, com impressionante agilidade e precisão, naquela tarde do último mês do ano, o resultado da consulta à população local, verificou-se que a esmagadora e ampla maioria da comunidade daquele distante distrito manifestou-se pela efusiva e indubitável rejeição da alteração realizada na Lei de Responsabilidade Fiscal."
Considerando que o trecho acima se encontre em parte de um documento oficial, é correto afirmar que ele:

BROWNE, Dik. Hagar o horrível. Disponível em
<https://www.instagram.com/p/DZc1CjXFo5J/?img_ind
ex=5>.
Nas expressões "meio cheio" e "meio vazio", empregadas na tirinha acima, a palavra "meio" é de natureza:
"É impossível imaginar o espanhol sem Cervantes, o inglês sem Shakespeare, e o português sem Clarice." (Benjamin Moser)
O período acima é constituído por:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim
Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.
Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.
A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.
Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.
Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.
Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)
Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.
As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.
As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)
AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à
humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível
em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim
Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.
Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.
A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.
Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.
Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.
Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)
Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.
As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.
As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)
AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à
humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível
em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.
"A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia"
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de tornar algo:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim
Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.
Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.
A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.
Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.
Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.
Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)
Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.
As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.
As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)
AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à
humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível
em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.
(__)O Prefeito e o Vice-Prefeito podem ausentar-se do Município por qualquer período sem necessidade de licença da Câmara Municipal, desde que a ausência seja motivada por interesse pessoal e dure menos de 30 dias.
(__)O Prefeito e o Vice-Prefeito não poderão ausentar-se do Município ou afastar-se do cargo sem licença da Câmara Municipal, sob pena de perda do cargo, salvo por período não superior a 15 dias, tendo o Prefeito licenciado por motivo de doença ou missão de representação direito ao subsídio e à verba de representação.
(__)Em caso de licença quando a serviço ou em missão de representação do Município, o Prefeito fica dispensado de apresentar relatório circunstanciado à Câmara Municipal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo: