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Q3882939 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
Qual alternativa sintetiza a principal exigência do texto para a formação continuada do educador contemporâneo? 
Alternativas
Q3882938 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
O segundo parágrafo estabelece que a Ética do Cuidado se afasta da "neutralidade técnica". Qual o significado dessa afirmação no contexto da formação docente? 
Alternativas
Q3882937 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
A competência socioemocional do professor manifesta-se em diversas práticas pedagógicas. Qual das ações a seguir é apresentada no texto como uma manifestação direta dessa competência? 
Alternativas
Q3882936 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
O autor argumenta que a efetivação da Ética do Cuidado está intrinsecamente ligada a uma condição específica no ambiente escolar. Qual é essa condição, cuja ausência é citada como um "obstáculo silencioso" à proposta humanizada? 
Alternativas
Q3882935 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
O texto estabelece uma distinção crucial sobre a Ética do Cuidado. Nesse sentido, a prática do cuidado na pedagogia, conforme o autor, é corretamente definida como:
Alternativas
Q3882934 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
De acordo com o primeiro parágrafo, a inclusão das competências socioemocionais no currículo representa, fundamentalmente: 
Alternativas
Q3877899 Pedagogia
Correia e Borges (2025) defendem o conceito de alfabetização corporal para sistematizar as aulas de Educação Física Escolar. Para os autores, a alfabetização corporal, como perspectiva de ensino, tem como objetivo ampliar a capacidade de leitura de mundo para a construção coletiva de corpos conscientes, proporcionando vivências e experiências que contribuirão com o processo educativo de conscientização.

A partir dessa explicação, é correto afirmar que o intelectual da educação que inspira o conceito de alfabetização corporal é
Alternativas
Q3877898 Educação Física
Gomes, Tavares e Silva (2021) produziram suas reflexões em um momento de reorganização do evento presencial intitulado “Encontro Esportivo”, que precisou ser realizado no formato on-line por conta da pandemia de COVID-19. O evento tem por objetivo fomentar as práticas do esporte e do lazer com fins educativos, possibilitando a convivência e o respeito às diferenças culturais, sociais e regionais.

Nesse cenário, é correto afirmar que os(as) docentes da área de Educação Física do IFMG compreendem os encontros esportivos como uma forma de
Alternativas
Q3877897 Pedagogia
Nogueira (2021) constrói, em sua tese de doutorado, princípios epistemológicos, políticos e pedagógicos de uma Educação Física libertadora. Levando em consideração as características da pesquisa participante utilizada pela autora, é correto afirmar que esses princípios foram 


Alternativas
Q3877896 Educação Física
Muitas são as formas de compreender e sistematizar as aulas de Educação Física Escolar em uma perspectiva crítica. Rocha, Coelho e Araújo (2021) apontam que a tradição do pensamento crítico demarca um campo teórico que valoriza e estimula a pluralidade de modelos críticos em seu interior. 

Todavia, na perspectiva dos autores, é correto afirmar que o compromisso político-social de um tipo específico de formação que une docentes que pensam a Educação Física crítica é uma formação
Alternativas
Q3877895 Pedagogia
Bagnara e Boscatto (2022) defendem que a Educação Física no Ensino Médio integrado poderia se constituir como um campo de conhecimento acerca da cultura corporal de movimento que qualifica experiências de mundo corporais, estéticas, éticas, políticas e epistemológicas, levando em consideração, entre outros aspectos, o tempo livre das pessoas. Sendo assim, esses autores compreendem que existem alguns aspectos que precisam ser apontados como base para se pensar as premissas do componente curricular nesse contexto educativo.

A sequência que indica corretamente os aspectos apontados por esses autores para o Ensino Médio integrado é:
Alternativas
Q3877894 Pedagogia
Kawashima, Godoi e Martins (2021) apresentam práticas pedagógicas de professores(as) de Educação Física de Institutos Federais espalhados pelas cinco regiões do Brasil. Ao analisar o pensamento desses autores, é correto constatar que as aulas do componente curricular na Educação Profissional de nível médio possuem como função social formar cidadãos

Ao analisar o pensamento desses autores, é correto constatar que as aulas do componente curricular na Educação Profissional de nível médio possuem como função social formar cidadãos
Alternativas
Q3877893 Pedagogia
É correto afirmar que ao pensar na Educação Física como um componente curricular alocado na área de Códigos, Linguagens e suas Tecnologias no cotidiano escolar, Portela e Alviano Júnior (2023) destacam que
Alternativas
Q3877892 Pedagogia
Fonseca e Brito (2022) defendem que o(a) docente de Educação Física Escolar que atua a partir da perspectiva inclusiva no cotidiano escolar deve
Alternativas
Q3877891 Pedagogia
Fonseca (2024) defende uma perspectiva de inclusão para a Educação Física Escolar em um sentido amplo, dialético, processual e infindável. Isso significa sistematizar as propostas formativas mais inclusivas, que vão de encontro às marcas excludentes que ainda reverberam na atualidade, e a organização de experiências pedagógicas mais democráticas. 

Levando em consideração essa base teórica, é correto afirmar que os projetos de ensino, pesquisa e extensão realizados por docentes de Educação Física nos Institutos Federais devem
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Q3877890 Educação Física
No Ensino Médio Integrado, a Educação Física deve tematizar criticamente os saberes e objetos de conhecimento, indo além da mera forma e conteúdo, para favorecer a formação de corpos conscientes. Correia, Oliveira e Borges (2025), inspirados em Freire (1996), defendem que o corpo consciente se constrói nas interações com os objetos, com os outros e com o mundo, reconhecendo-se como sujeito histórico capaz de ler, interpretar e transformar a realidade. Assim, formar corpos conscientes implica promover a consciência de si, do outro e do mundo, em uma perspectiva dialógica, crítica e emancipadora.

Considerando essa concepção, a sequência correta dos objetos de conhecimento que podem ser contextualizados para pronunciarmos a leitura de mundo por meio da Educação Física, favorecendo a formação de corpos conscientes, está indicada em:
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Q3877889 Educação Física
A intervenção pedagógica da Educação Física escolar foi historicamente constituída por múltiplas influências e diálogos interdisciplinares, o que ainda gera, entre alguns docentes, estranhamentos quanto à sua inserção na área de Linguagens e suas Tecnologias. No contexto dos Institutos Federais, essa inserção pode fortalecer uma formação omnilateral, voltada ao desenvolvimento integral dos estudantes. Contudo, Beltrão, Taffarel e Teixeira (2020) afirmam que a Base Nacional Comum Curricular não potencializa a Educação Física nessa área. Em seu estudo, os autores analisaram as sete competências de Linguagens, classificando-as em: não se refere, refere-se genericamente e refere-se diretamente à Educação Física.

Diante disso, segundo Beltrão, Taffarel e Teixeira (2020), quantas competências foram classificadas como: não se refere, refere-se genericamente e referese diretamente à Educação Física, respectivamente?
Alternativas
Q3877888 Pedagogia
A adesão dos Institutos Federais à Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio tornou-se alvo de intenso debate, sobretudo diante do amplo conjunto de pesquisas, eventos científicos e publicações que, até 2025, já demonstram os limites desse documento para a etapa final da Educação Básica. Estudos indicam que a implementação da BNCC ocorreu paralelamente ao chamado Novo Ensino Médio, contribuindo para o enfraquecimento curricular e para a subordinação da escola às demandas do sistema econômico. A análise crítica do currículo federal evidencia que suas diretrizes tendem a reduzir a formação estudantil à lógica da produtividade, da flexibilização e da adaptação às exigências do mercado.

Com base na interpretação apresentada por Neira (2024), qual sentido é atribuído às competências e habilidades da Educação Física no Ensino Médio?
Alternativas
Q3877887 Pedagogia
Nos últimos vinte e cinco anos, a Educação Física escolar no Ensino Médio passou por importantes transformações no Brasil, marcadas por redução de carga horária, questionamentos sobre sua legitimidade e desinvestimento docente. Nesse contexto, Neira (2024) analisa as repercussões dos principais documentos nacionais para o Ensino Médio, especialmente no processo de reorganização dos Institutos Federais e da implantação dos cursos técnicos integrados. A partir de um referencial cultural, o autor apresenta conclusões sobre os Parâmetros Curriculares Nacionais, as Orientações Curriculares e a Base Nacional Comum Curricular para o Ensino Médio.

Com base nas conclusões feitas por esse autor, a sequência que apresenta, correta e respectivamente o pensamento a respeito dos Parâmetros Curriculares, das Orientações Curriculares e da Base Nacional Comum Curricular está indicada em: 
Alternativas
Q3877886 Educação Física
Um dos aspectos mais discutidos pela Educação Física escolar no Ensino Médio é a necessidade de diversificação de saberes, evitando a repetição de conteúdos já vivenciados no Ensino Fundamental. Assim, alguns conhecimentos não são explicitamente afirmados pelos documentos curriculares nacionais mais recentes como conteúdos típicos da área, como saúde, corpo e lazer. No caso do lazer, destacam-se duas concepções: uma funcionalista e outra crítica. Considerando a realidade do Ensino Médio Integrado, compreende-se que a perspectiva funcionalista não dá conta dos anseios de uma educação transformadora e voltada à formação omnilateral.  

Nesse sentido, Almeida (2021) indica que os limites dessa visão conferem ao lazer o sentido de ser compreendido como
Alternativas
Respostas
1961: B
1962: B
1963: B
1964: B
1965: A
1966: C
1967: E
1968: B
1969: D
1970: C
1971: A
1972: B
1973: A
1974: D
1975: C
1976: C
1977: B
1978: A
1979: E
1980: D