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Com o objetivo de valorizar e preservar um relevante aspecto da cultura estanciana, o Memorial da Cultura de Estância tem uma exposição permanente acerca
Estância é um dos 75 municípios do estado de Sergipe, na região Nordeste do país. O município possui 69.184 habitantes, 85,02% localizados em área urbana e 14,98% em área rural. Em 2019, o salário médio mensal era de 2.2 salários mínimos. A proporção de pessoas que possuem emprego e renda em relação à população total era de 15.3%.
Internet: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/se/estancia/panorama (com adaptações).
A respeito da temática do texto e seus aspectos econômicos, marque a opção correta.

Mapa com destaque para o município de Estância/SE. Internet: (com adaptações).
O município de Estância está localizado na região sudeste do Estado de Sergipe, limitando-se a sul com os municípios de Santa Luzia do Itanhy e Indiaroba, a sudoeste com Arauá, a oeste com Salgado, e a norte-nordeste com Itaporanga D’Ajuda. A área municipal abrange 649,6km².
Internet:http://www.cprm.gov.br/
De acordo com as informações do texto, o município marcado com um X, que faz limite com o município de Estância/SE, é o município de

Ranking dos seis maiores municípios quanto ao pessoal ocupado assalariado do Estado de Sergipe. Internet: (com adaptações).
Estância é o sexto município do Estado de Sergipe em pessoas ocupadas assalariadas. Uma colocação de destaque que demonstra a contribuição de diversos setores econômicos de Sergipe, uma vez que o estado possui 75 municípios.
Diante das informações, a mais importante atividade para a economia do município de Estância é a
= 10 cm é a
hipotenusa, e
= 5√3 cm é um dos catetos, a medida do cateto
e do ângulo
são A seguir, são apresentadas informações a respeito dos funcionários contratados no ano de 2021 por uma empresa de terraplanagem.
- Nenhum dos que operam motoniveladoras sabe operar compactadores.
- 14 sabem operar motoniveladoras.
- 7 sabem operar compactadores.
- 15 sabem operar caminhões caçamba.
- 6 sabem operar motoniveladoras e caminhões caçamba.
- 5 sabem operar compactadores e caminhões caçamba.
Com base nessas informações, conclui-se que a quantidade de funcionários contratados por essa empresa em 2021 foi igual a
Os pacientes Antônio, Mário e Helena foram atendidos em um consultório odontológico em 15/10/2021. Para dar continuação ao tratamento, eles foram orientados a regressar ao consultório, periodicamente, de acordo com a seguinte escala:
- Antônio deve regressar uma vez a cada 8 meses;
- Mário deve regressar uma vez a cada 12 meses;
- Helena deve regressar uma vez a cada 16 meses.
De acordo com a escala sugerida, assinale a opção que contenha o mês em que os três pacientes retornarão juntos ao consultório odontológico.
Texto CG4A2-I
Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.
Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.
No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!
Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).
Texto CG4A2-I
Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.
Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.
No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!
Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).