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Q2230174 Português
Menino de Lapedo: o esqueleto que reforça teoria de que neandertais e humanos cruzaram

No Lagar Velho, no vale do Lapedo, a cerca de 150 km de Lisboa, foi descoberto em 1998 o esqueleto conhecido como menino de Lapedo. Com cerca de 4 anos, foi enterrado nesse local em Portugal há cerca de 29 mil anos. Algo diferente em seu corpo chamou a atenção dos arqueólogos que começaram a escavar o local. “Havia algo estranho na anatomia da criança. Quando encontramos a mandíbula, sabíamos que seria um humano moderno, mas quando expusemos o esqueleto completo (...) vimos que tinha as proporções corporais de um Neandertal”, explicou à BBC João Zilhão, arqueólogo e líder da equipe que trabalhou na descoberta. “A única coisa que poderia explicar essa combinação de características é que a criança era, de fato, evidência de que os neandertais e os humanos modernos se cruzaram.”

Esqueleto quase intacto

A comunidade à qual o menino pertencia era de caçadores-coletores e de natureza nômade. Conforme explicou à BBC Reel a arqueóloga Ana Cristina Araújo, quando o menino morreu, o grupo cavou um buraco no chão, queimou um galho de pinheiro e depositou seu corpo envolto em uma mortalha tingida de ocre sobre as cinzas. “Não sabemos (com certeza) se era menino ou menina, mas há indícios de que era menino.” Sobre a causa da morte, a arqueóloga diz que não há pistas que apontem para uma doença ou queda. Portanto, é possível imaginar uma diversidade de cenários. “O menino pode ter comido um cogumelo venenoso ou pode ter se afogado.” Seu corpo permaneceu enterrado por milênios até que, em 1998, foi descoberto por acaso e estava com o esqueleto quase intacto quando os donos do terreno começaram a escavar para construir uma série de estruturas em terraços. Depois de transferido para o Museu Nacional de Lisboa, começaram a estudá-lo detalhadamente. “Os ossos das pernas eram mais curtos do que o normal para uma criança da idade dele. Como as pernas poderiam parecer de um neandertal? Alguns dentes também pareciam de um neandertal, enquanto outros pareciam de um humano moderno. Como explicar isso?”, questionou Zilhão. Os pesquisadores lidaram com duas hipóteses. Uma delas era que a criança era o resultado de um cruzamento entre um neandertal e um humano moderno. Zilhão, porém, não se convenceu disso. Se esse foi um evento único, raro e esporádico, a possibilidade de encontrá-lo 30 mil anos depois era quase impossível. A segunda hipótese sugeria que os neandertais e os sapiens mantinham relações sexuais regulares entre si. “Sabíamos que na Península Ibérica o momento do contato (entre os dois) foi (...) há cerca de 37 mil anos. Se o esqueleto pertencesse a essa época, a primeira teoria poderia funcionar. Mas se o menino era de um período muito mais tardio, as implicações tinham que ser que estávamos olhando para um processo em nível populacional, não um encontro casual entre dois indivíduos”, diz Zilhão. A datação por radiocarbono resolveu a questão: a criança de Lapedo tinha 29 mil anos. “Se tantos milênios após o tempo de contato, as pessoas que vivem nesta parte do mundo ainda apresentam evidências anatômicas dessa população ancestral de neandertais, deve ser porque o cruzamento não aconteceu apenas uma vez, foi a norma”, apontou o arqueólogo. A força das evidências encontradas pela equipe em Portugal fez com que outros especialistas tivessem que considerar seriamente essa hipótese. Graças a essa descoberta, houve uma mudança em nossa compreensão dos neandertais como espécie. A pesquisa dá a entender que os neandertais não são uma espécie diferente. “Nós superinterpretamos pequenas diferenças no esqueleto facial ou na robustez do esqueleto”, diz Zilhão. Outras descobertas de fósseis feitas posteriormente com características semelhantes às do menino de Lapedo deram mais peso à teoria do cruzamento, que mais tarde foi reforçada quando os pesquisadores sequenciaram todo o genoma neandertal. É assim que sabemos que é possível que europeus e asiáticos tenham até 4% de DNA neandertal. “Isso não quer dizer que em cada um de nós 2% ou 4% seja (neandertal). Na verdade, se você juntar todas as partes do genoma neandertal que ainda persistem, isso é quase 50% ou 70% do que era especificamente neandertal. Portanto, o genoma neandertal persistiu quase em  sua totalidade”, explica o pesquisador. Esse conhecimento “enriquece a nossa compreensão da evolução humana”, diz Zilhão, em vez de “pensar que apenas descendemos de uma população muito pequena que viveu em algum lugar da África há 250 mil anos e que todo o resto das pessoas que viveram nessa época simplesmente desapareceram.” 


BBC News
Considere o excerto “Depois de transferido para o Museu Nacional de Lisboa, começaram a estudá-lo detalhadamente.” O elemento “-lo”, em “estudá-lo”, se refere: 
Alternativas
Q2230173 Português
Menino de Lapedo: o esqueleto que reforça teoria de que neandertais e humanos cruzaram

No Lagar Velho, no vale do Lapedo, a cerca de 150 km de Lisboa, foi descoberto em 1998 o esqueleto conhecido como menino de Lapedo. Com cerca de 4 anos, foi enterrado nesse local em Portugal há cerca de 29 mil anos. Algo diferente em seu corpo chamou a atenção dos arqueólogos que começaram a escavar o local. “Havia algo estranho na anatomia da criança. Quando encontramos a mandíbula, sabíamos que seria um humano moderno, mas quando expusemos o esqueleto completo (...) vimos que tinha as proporções corporais de um Neandertal”, explicou à BBC João Zilhão, arqueólogo e líder da equipe que trabalhou na descoberta. “A única coisa que poderia explicar essa combinação de características é que a criança era, de fato, evidência de que os neandertais e os humanos modernos se cruzaram.”

Esqueleto quase intacto

A comunidade à qual o menino pertencia era de caçadores-coletores e de natureza nômade. Conforme explicou à BBC Reel a arqueóloga Ana Cristina Araújo, quando o menino morreu, o grupo cavou um buraco no chão, queimou um galho de pinheiro e depositou seu corpo envolto em uma mortalha tingida de ocre sobre as cinzas. “Não sabemos (com certeza) se era menino ou menina, mas há indícios de que era menino.” Sobre a causa da morte, a arqueóloga diz que não há pistas que apontem para uma doença ou queda. Portanto, é possível imaginar uma diversidade de cenários. “O menino pode ter comido um cogumelo venenoso ou pode ter se afogado.” Seu corpo permaneceu enterrado por milênios até que, em 1998, foi descoberto por acaso e estava com o esqueleto quase intacto quando os donos do terreno começaram a escavar para construir uma série de estruturas em terraços. Depois de transferido para o Museu Nacional de Lisboa, começaram a estudá-lo detalhadamente. “Os ossos das pernas eram mais curtos do que o normal para uma criança da idade dele. Como as pernas poderiam parecer de um neandertal? Alguns dentes também pareciam de um neandertal, enquanto outros pareciam de um humano moderno. Como explicar isso?”, questionou Zilhão. Os pesquisadores lidaram com duas hipóteses. Uma delas era que a criança era o resultado de um cruzamento entre um neandertal e um humano moderno. Zilhão, porém, não se convenceu disso. Se esse foi um evento único, raro e esporádico, a possibilidade de encontrá-lo 30 mil anos depois era quase impossível. A segunda hipótese sugeria que os neandertais e os sapiens mantinham relações sexuais regulares entre si. “Sabíamos que na Península Ibérica o momento do contato (entre os dois) foi (...) há cerca de 37 mil anos. Se o esqueleto pertencesse a essa época, a primeira teoria poderia funcionar. Mas se o menino era de um período muito mais tardio, as implicações tinham que ser que estávamos olhando para um processo em nível populacional, não um encontro casual entre dois indivíduos”, diz Zilhão. A datação por radiocarbono resolveu a questão: a criança de Lapedo tinha 29 mil anos. “Se tantos milênios após o tempo de contato, as pessoas que vivem nesta parte do mundo ainda apresentam evidências anatômicas dessa população ancestral de neandertais, deve ser porque o cruzamento não aconteceu apenas uma vez, foi a norma”, apontou o arqueólogo. A força das evidências encontradas pela equipe em Portugal fez com que outros especialistas tivessem que considerar seriamente essa hipótese. Graças a essa descoberta, houve uma mudança em nossa compreensão dos neandertais como espécie. A pesquisa dá a entender que os neandertais não são uma espécie diferente. “Nós superinterpretamos pequenas diferenças no esqueleto facial ou na robustez do esqueleto”, diz Zilhão. Outras descobertas de fósseis feitas posteriormente com características semelhantes às do menino de Lapedo deram mais peso à teoria do cruzamento, que mais tarde foi reforçada quando os pesquisadores sequenciaram todo o genoma neandertal. É assim que sabemos que é possível que europeus e asiáticos tenham até 4% de DNA neandertal. “Isso não quer dizer que em cada um de nós 2% ou 4% seja (neandertal). Na verdade, se você juntar todas as partes do genoma neandertal que ainda persistem, isso é quase 50% ou 70% do que era especificamente neandertal. Portanto, o genoma neandertal persistiu quase em  sua totalidade”, explica o pesquisador. Esse conhecimento “enriquece a nossa compreensão da evolução humana”, diz Zilhão, em vez de “pensar que apenas descendemos de uma população muito pequena que viveu em algum lugar da África há 250 mil anos e que todo o resto das pessoas que viveram nessa época simplesmente desapareceram.” 


BBC News
Considere o excerto “quando o menino morreu, o grupo cavou um buraco no chão, queimou um galho de pinheiro e depositou seu corpo envolto em uma mortalha tingida de ocre sobre as cinzas.” Nesse contexto, a palavra ‘mortalha’ pode ser entendida como um(a): 
Alternativas
Q2230172 Português
Menino de Lapedo: o esqueleto que reforça teoria de que neandertais e humanos cruzaram

No Lagar Velho, no vale do Lapedo, a cerca de 150 km de Lisboa, foi descoberto em 1998 o esqueleto conhecido como menino de Lapedo. Com cerca de 4 anos, foi enterrado nesse local em Portugal há cerca de 29 mil anos. Algo diferente em seu corpo chamou a atenção dos arqueólogos que começaram a escavar o local. “Havia algo estranho na anatomia da criança. Quando encontramos a mandíbula, sabíamos que seria um humano moderno, mas quando expusemos o esqueleto completo (...) vimos que tinha as proporções corporais de um Neandertal”, explicou à BBC João Zilhão, arqueólogo e líder da equipe que trabalhou na descoberta. “A única coisa que poderia explicar essa combinação de características é que a criança era, de fato, evidência de que os neandertais e os humanos modernos se cruzaram.”

Esqueleto quase intacto

A comunidade à qual o menino pertencia era de caçadores-coletores e de natureza nômade. Conforme explicou à BBC Reel a arqueóloga Ana Cristina Araújo, quando o menino morreu, o grupo cavou um buraco no chão, queimou um galho de pinheiro e depositou seu corpo envolto em uma mortalha tingida de ocre sobre as cinzas. “Não sabemos (com certeza) se era menino ou menina, mas há indícios de que era menino.” Sobre a causa da morte, a arqueóloga diz que não há pistas que apontem para uma doença ou queda. Portanto, é possível imaginar uma diversidade de cenários. “O menino pode ter comido um cogumelo venenoso ou pode ter se afogado.” Seu corpo permaneceu enterrado por milênios até que, em 1998, foi descoberto por acaso e estava com o esqueleto quase intacto quando os donos do terreno começaram a escavar para construir uma série de estruturas em terraços. Depois de transferido para o Museu Nacional de Lisboa, começaram a estudá-lo detalhadamente. “Os ossos das pernas eram mais curtos do que o normal para uma criança da idade dele. Como as pernas poderiam parecer de um neandertal? Alguns dentes também pareciam de um neandertal, enquanto outros pareciam de um humano moderno. Como explicar isso?”, questionou Zilhão. Os pesquisadores lidaram com duas hipóteses. Uma delas era que a criança era o resultado de um cruzamento entre um neandertal e um humano moderno. Zilhão, porém, não se convenceu disso. Se esse foi um evento único, raro e esporádico, a possibilidade de encontrá-lo 30 mil anos depois era quase impossível. A segunda hipótese sugeria que os neandertais e os sapiens mantinham relações sexuais regulares entre si. “Sabíamos que na Península Ibérica o momento do contato (entre os dois) foi (...) há cerca de 37 mil anos. Se o esqueleto pertencesse a essa época, a primeira teoria poderia funcionar. Mas se o menino era de um período muito mais tardio, as implicações tinham que ser que estávamos olhando para um processo em nível populacional, não um encontro casual entre dois indivíduos”, diz Zilhão. A datação por radiocarbono resolveu a questão: a criança de Lapedo tinha 29 mil anos. “Se tantos milênios após o tempo de contato, as pessoas que vivem nesta parte do mundo ainda apresentam evidências anatômicas dessa população ancestral de neandertais, deve ser porque o cruzamento não aconteceu apenas uma vez, foi a norma”, apontou o arqueólogo. A força das evidências encontradas pela equipe em Portugal fez com que outros especialistas tivessem que considerar seriamente essa hipótese. Graças a essa descoberta, houve uma mudança em nossa compreensão dos neandertais como espécie. A pesquisa dá a entender que os neandertais não são uma espécie diferente. “Nós superinterpretamos pequenas diferenças no esqueleto facial ou na robustez do esqueleto”, diz Zilhão. Outras descobertas de fósseis feitas posteriormente com características semelhantes às do menino de Lapedo deram mais peso à teoria do cruzamento, que mais tarde foi reforçada quando os pesquisadores sequenciaram todo o genoma neandertal. É assim que sabemos que é possível que europeus e asiáticos tenham até 4% de DNA neandertal. “Isso não quer dizer que em cada um de nós 2% ou 4% seja (neandertal). Na verdade, se você juntar todas as partes do genoma neandertal que ainda persistem, isso é quase 50% ou 70% do que era especificamente neandertal. Portanto, o genoma neandertal persistiu quase em  sua totalidade”, explica o pesquisador. Esse conhecimento “enriquece a nossa compreensão da evolução humana”, diz Zilhão, em vez de “pensar que apenas descendemos de uma população muito pequena que viveu em algum lugar da África há 250 mil anos e que todo o resto das pessoas que viveram nessa época simplesmente desapareceram.” 


BBC News
Os textos jornalísticos apresentam como característica central: 
Alternativas
Q4303218 Inglês
Read the following sentences and match each one to the correct option:
I. Jane would have been a great architect if she had gone to the university. II. If you wake up late, you will miss the bus to school. III. I would go to medical school If I wasn’t afraid of blood. IV. If we let an ice cube under the sun it melts.
( ) Zero conditional ( ) First conditional ( ) Second conditional ( ) Third conditional
Alternativas
Q4303217 Inglês
Read the following sentences and match each one to the correct option:
I. If I fall asleep, I will miss my favorite show. II. If water reaches a temperature of 212℉, it boils. III. If humans could fly, they would crash into each other in midair. IV. If the company mailed the check on time, he should get it on Monda.
( ) Zero conditional ( ) First conditional ( ) Second conditional ( ) Third conditional 
Alternativas
Q4303216 Inglês
Read the sentences and choose the option that is NOT grammatically correct:
Alternativas
Q4303215 Inglês
Read the sentences and choose the option that is NOT grammatically correct: 
Alternativas
Q4303214 Inglês
Read the following sentences and match each one to the correct option:
I. Arthur has asked me to help him at the store. II. I was planning to get married in the autumn. III. On May 4th I arrived at a little town called Bistritz. IV. She had just left the room when the police arrived..
( ) Past Simple ( ) Past Continuous ( ) Past Perfect ( ) Present Perfect
Alternativas
Q4303213 Pedagogia
Read the following descriptions and match each one to the correct option:
I. In this approach, all teaching happens in the target language, forcing the learner to think and speak in that language. The learner does not use their native language in the classroom at all! II. This approach involves studying one subject (for example, biology, science or history) and learning a language, such as English, at the same time — effectively integrating the two subjects. III. In this approach, teaching is solely on the completion of a detailed task which interests and engages the learners. Learners use the language skills that they already have to complete the task and work through three distinct phases – a pre-task, the task itself and post-task. IV. This approach aims to put students in a variety of real-life situations, so that they can learn how to use their language skills to communicate in the real world.
( ) COMMUNICATIVE LANGUAGE TEACHING (CLT) ( ) TASK-BASED LANGUAGE TEACHING (TBLT) ( ) CONTENT AND LANGUAGE INTEGRATED LEARNING (CLIL) ( ) THE DIRECT METHOD
Alternativas
Q4303212 Inglês
Read the following sentences and match each one to the correct option:
I. I had read at least 50 books by the end of the semester. II. Jhon was looking for his wallet everywhere this morning. III. I have worked in this area for about 7 years now. IV. Last night she called me like a thousand times, that’s crazy.
( ) Past Simple ( ) Past Continuous ( ) Past Perfect ( ) Present Perfect
Alternativas
Q4303211 Inglês

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TEXT


Homework: one word that makes the heart of many a parent sink and is guaranteed, at any given time, to be causing rows in homes around the world. The homework debate has raged for decades. How much homework should kids get? How involved should parents be? And does it really matter if it doesn't get done? Recent years have seen a swell of support for ditching homework altogether; more than one teacher has gone semi-viral for sharing a nohomework policy that prioritizes family time, outdoor play, and early bedtimes. And some schools have adopted no-homework programs, encouraging students to enjoy their evening free time and in some cases lengthening the school day to provide more classroom instruction.

Unbeknownst to many, there is an unofficial homework standard, the "10-minute rule" that was first proposed by Duke University psychology professor Harris Cooper and is supported by the National PTA and the National Education Association. It's simple: a daily maximum of 10 minutes of homework per grade level. (First graders do 10 minutes of homework each night; second graders do 20 minutes; third graders do 30 minutes, and so on.)

Cooper is responsible for the most comprehensive research on homework to date. His 2006 meta-analysis, published in the Review of Educational Research, found evidence that students who did homework performed better in school. However, the correlation was stronger for students in seventh through 12th grade. In earlier grades, the relationship between homework and performance was weak. But Cooper's analysis shows correlation, not causation. It begs the question: Does homework lead to achievement, or do high achievers simply do more homework? Undoubtedly, some kids are less likely to kick up a stink about doing homework than others. Others actually want to do homework. The point being, they're all different. 

According to the text, what does the expression “kick up a stink” mean?
Alternativas
Q4303210 Inglês

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TEXT


Homework: one word that makes the heart of many a parent sink and is guaranteed, at any given time, to be causing rows in homes around the world. The homework debate has raged for decades. How much homework should kids get? How involved should parents be? And does it really matter if it doesn't get done? Recent years have seen a swell of support for ditching homework altogether; more than one teacher has gone semi-viral for sharing a nohomework policy that prioritizes family time, outdoor play, and early bedtimes. And some schools have adopted no-homework programs, encouraging students to enjoy their evening free time and in some cases lengthening the school day to provide more classroom instruction.

Unbeknownst to many, there is an unofficial homework standard, the "10-minute rule" that was first proposed by Duke University psychology professor Harris Cooper and is supported by the National PTA and the National Education Association. It's simple: a daily maximum of 10 minutes of homework per grade level. (First graders do 10 minutes of homework each night; second graders do 20 minutes; third graders do 30 minutes, and so on.)

Cooper is responsible for the most comprehensive research on homework to date. His 2006 meta-analysis, published in the Review of Educational Research, found evidence that students who did homework performed better in school. However, the correlation was stronger for students in seventh through 12th grade. In earlier grades, the relationship between homework and performance was weak. But Cooper's analysis shows correlation, not causation. It begs the question: Does homework lead to achievement, or do high achievers simply do more homework? Undoubtedly, some kids are less likely to kick up a stink about doing homework than others. Others actually want to do homework. The point being, they're all different. 

What does “undoubtedly” mean?
Alternativas
Q4303209 Inglês

Use the following text to answer questions


TEXT


Homework: one word that makes the heart of many a parent sink and is guaranteed, at any given time, to be causing rows in homes around the world. The homework debate has raged for decades. How much homework should kids get? How involved should parents be? And does it really matter if it doesn't get done? Recent years have seen a swell of support for ditching homework altogether; more than one teacher has gone semi-viral for sharing a nohomework policy that prioritizes family time, outdoor play, and early bedtimes. And some schools have adopted no-homework programs, encouraging students to enjoy their evening free time and in some cases lengthening the school day to provide more classroom instruction.

Unbeknownst to many, there is an unofficial homework standard, the "10-minute rule" that was first proposed by Duke University psychology professor Harris Cooper and is supported by the National PTA and the National Education Association. It's simple: a daily maximum of 10 minutes of homework per grade level. (First graders do 10 minutes of homework each night; second graders do 20 minutes; third graders do 30 minutes, and so on.)

Cooper is responsible for the most comprehensive research on homework to date. His 2006 meta-analysis, published in the Review of Educational Research, found evidence that students who did homework performed better in school. However, the correlation was stronger for students in seventh through 12th grade. In earlier grades, the relationship between homework and performance was weak. But Cooper's analysis shows correlation, not causation. It begs the question: Does homework lead to achievement, or do high achievers simply do more homework? Undoubtedly, some kids are less likely to kick up a stink about doing homework than others. Others actually want to do homework. The point being, they're all different. 

What does “unbeknownst” mean? 
Alternativas
Q4303208 Inglês

Use the following text to answer questions


TEXT


Homework: one word that makes the heart of many a parent sink and is guaranteed, at any given time, to be causing rows in homes around the world. The homework debate has raged for decades. How much homework should kids get? How involved should parents be? And does it really matter if it doesn't get done? Recent years have seen a swell of support for ditching homework altogether; more than one teacher has gone semi-viral for sharing a nohomework policy that prioritizes family time, outdoor play, and early bedtimes. And some schools have adopted no-homework programs, encouraging students to enjoy their evening free time and in some cases lengthening the school day to provide more classroom instruction.

Unbeknownst to many, there is an unofficial homework standard, the "10-minute rule" that was first proposed by Duke University psychology professor Harris Cooper and is supported by the National PTA and the National Education Association. It's simple: a daily maximum of 10 minutes of homework per grade level. (First graders do 10 minutes of homework each night; second graders do 20 minutes; third graders do 30 minutes, and so on.)

Cooper is responsible for the most comprehensive research on homework to date. His 2006 meta-analysis, published in the Review of Educational Research, found evidence that students who did homework performed better in school. However, the correlation was stronger for students in seventh through 12th grade. In earlier grades, the relationship between homework and performance was weak. But Cooper's analysis shows correlation, not causation. It begs the question: Does homework lead to achievement, or do high achievers simply do more homework? Undoubtedly, some kids are less likely to kick up a stink about doing homework than others. Others actually want to do homework. The point being, they're all different. 

According to the text, what does “ditching” mean?
Alternativas
Q4303207 Inglês

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TEXT


Homework: one word that makes the heart of many a parent sink and is guaranteed, at any given time, to be causing rows in homes around the world. The homework debate has raged for decades. How much homework should kids get? How involved should parents be? And does it really matter if it doesn't get done? Recent years have seen a swell of support for ditching homework altogether; more than one teacher has gone semi-viral for sharing a nohomework policy that prioritizes family time, outdoor play, and early bedtimes. And some schools have adopted no-homework programs, encouraging students to enjoy their evening free time and in some cases lengthening the school day to provide more classroom instruction.

Unbeknownst to many, there is an unofficial homework standard, the "10-minute rule" that was first proposed by Duke University psychology professor Harris Cooper and is supported by the National PTA and the National Education Association. It's simple: a daily maximum of 10 minutes of homework per grade level. (First graders do 10 minutes of homework each night; second graders do 20 minutes; third graders do 30 minutes, and so on.)

Cooper is responsible for the most comprehensive research on homework to date. His 2006 meta-analysis, published in the Review of Educational Research, found evidence that students who did homework performed better in school. However, the correlation was stronger for students in seventh through 12th grade. In earlier grades, the relationship between homework and performance was weak. But Cooper's analysis shows correlation, not causation. It begs the question: Does homework lead to achievement, or do high achievers simply do more homework? Undoubtedly, some kids are less likely to kick up a stink about doing homework than others. Others actually want to do homework. The point being, they're all different. 

According to Cooper's research, evidence suggests that: 
Alternativas
Q4303206 Inglês

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Homework: one word that makes the heart of many a parent sink and is guaranteed, at any given time, to be causing rows in homes around the world. The homework debate has raged for decades. How much homework should kids get? How involved should parents be? And does it really matter if it doesn't get done? Recent years have seen a swell of support for ditching homework altogether; more than one teacher has gone semi-viral for sharing a nohomework policy that prioritizes family time, outdoor play, and early bedtimes. And some schools have adopted no-homework programs, encouraging students to enjoy their evening free time and in some cases lengthening the school day to provide more classroom instruction.

Unbeknownst to many, there is an unofficial homework standard, the "10-minute rule" that was first proposed by Duke University psychology professor Harris Cooper and is supported by the National PTA and the National Education Association. It's simple: a daily maximum of 10 minutes of homework per grade level. (First graders do 10 minutes of homework each night; second graders do 20 minutes; third graders do 30 minutes, and so on.)

Cooper is responsible for the most comprehensive research on homework to date. His 2006 meta-analysis, published in the Review of Educational Research, found evidence that students who did homework performed better in school. However, the correlation was stronger for students in seventh through 12th grade. In earlier grades, the relationship between homework and performance was weak. But Cooper's analysis shows correlation, not causation. It begs the question: Does homework lead to achievement, or do high achievers simply do more homework? Undoubtedly, some kids are less likely to kick up a stink about doing homework than others. Others actually want to do homework. The point being, they're all different. 

What does the “no-homework policy” prioritize?
Alternativas
Q4303205 Inglês

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TEXT


Homework: one word that makes the heart of many a parent sink and is guaranteed, at any given time, to be causing rows in homes around the world. The homework debate has raged for decades. How much homework should kids get? How involved should parents be? And does it really matter if it doesn't get done? Recent years have seen a swell of support for ditching homework altogether; more than one teacher has gone semi-viral for sharing a nohomework policy that prioritizes family time, outdoor play, and early bedtimes. And some schools have adopted no-homework programs, encouraging students to enjoy their evening free time and in some cases lengthening the school day to provide more classroom instruction.

Unbeknownst to many, there is an unofficial homework standard, the "10-minute rule" that was first proposed by Duke University psychology professor Harris Cooper and is supported by the National PTA and the National Education Association. It's simple: a daily maximum of 10 minutes of homework per grade level. (First graders do 10 minutes of homework each night; second graders do 20 minutes; third graders do 30 minutes, and so on.)

Cooper is responsible for the most comprehensive research on homework to date. His 2006 meta-analysis, published in the Review of Educational Research, found evidence that students who did homework performed better in school. However, the correlation was stronger for students in seventh through 12th grade. In earlier grades, the relationship between homework and performance was weak. But Cooper's analysis shows correlation, not causation. It begs the question: Does homework lead to achievement, or do high achievers simply do more homework? Undoubtedly, some kids are less likely to kick up a stink about doing homework than others. Others actually want to do homework. The point being, they're all different. 

Based on the text, why schools have adopted a "no-homework" policy?
Alternativas
Q4303204 Inglês

Use the following text to answer questions


TEXT


Homework: one word that makes the heart of many a parent sink and is guaranteed, at any given time, to be causing rows in homes around the world. The homework debate has raged for decades. How much homework should kids get? How involved should parents be? And does it really matter if it doesn't get done? Recent years have seen a swell of support for ditching homework altogether; more than one teacher has gone semi-viral for sharing a nohomework policy that prioritizes family time, outdoor play, and early bedtimes. And some schools have adopted no-homework programs, encouraging students to enjoy their evening free time and in some cases lengthening the school day to provide more classroom instruction.

Unbeknownst to many, there is an unofficial homework standard, the "10-minute rule" that was first proposed by Duke University psychology professor Harris Cooper and is supported by the National PTA and the National Education Association. It's simple: a daily maximum of 10 minutes of homework per grade level. (First graders do 10 minutes of homework each night; second graders do 20 minutes; third graders do 30 minutes, and so on.)

Cooper is responsible for the most comprehensive research on homework to date. His 2006 meta-analysis, published in the Review of Educational Research, found evidence that students who did homework performed better in school. However, the correlation was stronger for students in seventh through 12th grade. In earlier grades, the relationship between homework and performance was weak. But Cooper's analysis shows correlation, not causation. It begs the question: Does homework lead to achievement, or do high achievers simply do more homework? Undoubtedly, some kids are less likely to kick up a stink about doing homework than others. Others actually want to do homework. The point being, they're all different. 

According to the unofficial homework standard, how many minutes of homework should third graders do per day? 
Alternativas
Q4303118 Pedagogia
De acordo com o documento Critérios para um atendimento em creches que respeite os direitos fundamentais das crianças, elaborado pelo Ministério da Educação (2009), assinale apenas a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q4303117 Pedagogia
O Decreto 3956 de 08 de outubro de 2001 promulgou a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência. Nesse contexto, para alcançar os objetivos desta Convenção, os Estados Partes comprometem-se a:
I – Cooperar entre si a fim de contribuir para a prevenção e eliminação da discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência. II – Colaborar de forma efetiva no seguinte: pesquisa científica e tecnológica relacionada com a prevenção das deficiências, o tratamento, a reabilitação e a integração na sociedade de pessoas portadoras de deficiência III- Desenvolvimento de meios e recursos destinados a minorar ou promover a vida independente, a autossuficiência e a integração total, em condições de igualdade, à sociedade das pessoas portadoras de deficiência. 
Alternativas
Respostas
481: B
482: B
483: A
484: A
485: D
486: E
487: A
488: E
489: D
490: C
491: A
492: E
493: A
494: D
495: A
496: C
497: B
498: B
499: B
500: D