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Q3831742 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia que agora estão sendo observados nas crianças


A professora de pré-escola Rebekah Underwood percebe diferenças claras na turma de 2025 em comparação às crianças que ensinava antes da pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos demonstram maior cautela física, com dificuldades para pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento chama a atenção por contrastar com gerações anteriores e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.

Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois bilhões de crianças e jovens. O confinamento prolongado, o ensino remoto e a substituição da convivência presencial por interações mediadas por telas romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato presencial com colegas.

Pesquisadores observam que essas interrupções deixaram marcas no comportamento, na saúde mental, nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas, atividades práticas, como aulas de música, precisaram ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente, devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.

Estudos recentes indicam que bebês que passaram os primeiros meses de vida durante os confinamentos apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em habilidades cognitivas mais complexas. A redução das interações sociais e da diversidade de estímulos em espaços públicos é apontada como fator relevante, já que os primeiros anos são decisivos para o desenvolvimento da comunicação e das funções executivas.

Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois bilhões de estudantes tenham sido prejudicados. Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas entre alunos de famílias de baixa renda e grupos marginalizados. Essas defasagens mostraram-se persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se recuperam de forma desigual, ampliando disparidades educacionais e gerando impactos econômicos de longo prazo.

Além da educação, pesquisas identificaram aumento da obesidade infantil e maior incidência de ansiedade, depressão e problemas comportamentais. Por outro lado, alguns estudos registram melhora na maturidade emocional, possivelmente relacionada à exposição precoce a adversidades e a temas complexos durante a pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do amadurecimento psicológico.

Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre políticas públicas, famílias e escolas, as consequências negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda assim, Underwood observa sinais de avanço em sua turma mais recente: as crianças demonstram maior disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras com mais confiança e participam melhor das aulas de música, embora o desenvolvimento socioemocional continue a exigir acompanhamento atento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de aprendizagem, sobretudo em matemática, mais "intensas" entre alunos de famílias de baixa renda e grupos marginalizados.

De acordo com a sintaxe de concordância nominal, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3831741 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia que agora estão sendo observados nas crianças


A professora de pré-escola Rebekah Underwood percebe diferenças claras na turma de 2025 em comparação às crianças que ensinava antes da pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos demonstram maior cautela física, com dificuldades para pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento chama a atenção por contrastar com gerações anteriores e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.

Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois bilhões de crianças e jovens. O confinamento prolongado, o ensino remoto e a substituição da convivência presencial por interações mediadas por telas romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato presencial com colegas.

Pesquisadores observam que essas interrupções deixaram marcas no comportamento, na saúde mental, nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas, atividades práticas, como aulas de música, precisaram ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente, devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.

Estudos recentes indicam que bebês que passaram os primeiros meses de vida durante os confinamentos apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em habilidades cognitivas mais complexas. A redução das interações sociais e da diversidade de estímulos em espaços públicos é apontada como fator relevante, já que os primeiros anos são decisivos para o desenvolvimento da comunicação e das funções executivas.

Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois bilhões de estudantes tenham sido prejudicados. Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas entre alunos de famílias de baixa renda e grupos marginalizados. Essas defasagens mostraram-se persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se recuperam de forma desigual, ampliando disparidades educacionais e gerando impactos econômicos de longo prazo.

Além da educação, pesquisas identificaram aumento da obesidade infantil e maior incidência de ansiedade, depressão e problemas comportamentais. Por outro lado, alguns estudos registram melhora na maturidade emocional, possivelmente relacionada à exposição precoce a adversidades e a temas complexos durante a pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do amadurecimento psicológico.

Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre políticas públicas, famílias e escolas, as consequências negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda assim, Underwood observa sinais de avanço em sua turma mais recente: as crianças demonstram maior disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras com mais confiança e participam melhor das aulas de música, embora o desenvolvimento socioemocional continue a exigir acompanhamento atento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
Na área educacional, estima-se "que cerca de quase dois bilhões de estudantes tenham sido prejudicados".

De acordo com a sintaxe do período composto por subordinação, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3831740 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia que agora estão sendo observados nas crianças


A professora de pré-escola Rebekah Underwood percebe diferenças claras na turma de 2025 em comparação às crianças que ensinava antes da pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos demonstram maior cautela física, com dificuldades para pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento chama a atenção por contrastar com gerações anteriores e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.

Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois bilhões de crianças e jovens. O confinamento prolongado, o ensino remoto e a substituição da convivência presencial por interações mediadas por telas romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato presencial com colegas.

Pesquisadores observam que essas interrupções deixaram marcas no comportamento, na saúde mental, nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas, atividades práticas, como aulas de música, precisaram ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente, devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.

Estudos recentes indicam que bebês que passaram os primeiros meses de vida durante os confinamentos apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em habilidades cognitivas mais complexas. A redução das interações sociais e da diversidade de estímulos em espaços públicos é apontada como fator relevante, já que os primeiros anos são decisivos para o desenvolvimento da comunicação e das funções executivas.

Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois bilhões de estudantes tenham sido prejudicados. Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas entre alunos de famílias de baixa renda e grupos marginalizados. Essas defasagens mostraram-se persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se recuperam de forma desigual, ampliando disparidades educacionais e gerando impactos econômicos de longo prazo.

Além da educação, pesquisas identificaram aumento da obesidade infantil e maior incidência de ansiedade, depressão e problemas comportamentais. Por outro lado, alguns estudos registram melhora na maturidade emocional, possivelmente relacionada à exposição precoce a adversidades e a temas complexos durante a pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do amadurecimento psicológico.

Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre políticas públicas, famílias e escolas, as consequências negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda assim, Underwood observa sinais de avanço em sua turma mais recente: as crianças demonstram maior disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras com mais confiança e participam melhor das aulas de música, embora o desenvolvimento socioemocional continue a exigir acompanhamento atento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
A leitura envolve mais do que reconhecer palavras e estruturas linguísticas, pois exige do leitor a ativação de conhecimentos prévios, a formulação de inferências e a adoção de estratégias de monitoramento da compreensão. Nesse processo, o leitor constrói sentidos a partir da interação com o texto, considerando o gênero, o contexto de circulação e os objetivos comunicativos, o que torna a leitura uma prática social situada, crítica e reflexiva, fundamental para a participação plena em diferentes esferas da vida social (ROJO, 2021).

De acordo com o TEXTO-BASE, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3831739 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia que agora estão sendo observados nas crianças


A professora de pré-escola Rebekah Underwood percebe diferenças claras na turma de 2025 em comparação às crianças que ensinava antes da pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos demonstram maior cautela física, com dificuldades para pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento chama a atenção por contrastar com gerações anteriores e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.

Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois bilhões de crianças e jovens. O confinamento prolongado, o ensino remoto e a substituição da convivência presencial por interações mediadas por telas romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato presencial com colegas.

Pesquisadores observam que essas interrupções deixaram marcas no comportamento, na saúde mental, nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas, atividades práticas, como aulas de música, precisaram ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente, devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.

Estudos recentes indicam que bebês que passaram os primeiros meses de vida durante os confinamentos apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em habilidades cognitivas mais complexas. A redução das interações sociais e da diversidade de estímulos em espaços públicos é apontada como fator relevante, já que os primeiros anos são decisivos para o desenvolvimento da comunicação e das funções executivas.

Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois bilhões de estudantes tenham sido prejudicados. Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas entre alunos de famílias de baixa renda e grupos marginalizados. Essas defasagens mostraram-se persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se recuperam de forma desigual, ampliando disparidades educacionais e gerando impactos econômicos de longo prazo.

Além da educação, pesquisas identificaram aumento da obesidade infantil e maior incidência de ansiedade, depressão e problemas comportamentais. Por outro lado, alguns estudos registram melhora na maturidade emocional, possivelmente relacionada à exposição precoce a adversidades e a temas complexos durante a pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do amadurecimento psicológico.

Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre políticas públicas, famílias e escolas, as consequências negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda assim, Underwood observa sinais de avanço em sua turma mais recente: as crianças demonstram maior disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras com mais confiança e participam melhor das aulas de música, embora o desenvolvimento socioemocional continue a exigir acompanhamento atento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
Os níveis de linguagem correspondem às diferentes formas de uso da língua, ajustadas às condições de comunicação, ao interlocutor, à intenção discursiva e ao contexto sociocultural. Estudos contemporâneos destacam que a competência linguística envolve a capacidade de transitar entre registros distintos, reconhecendo que nenhuma variedade é intrinsecamente superior a outra, mas adequada ou inadequada conforme a situação de uso (BAGNO, 2017).

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3831738 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia que agora estão sendo observados nas crianças


A professora de pré-escola Rebekah Underwood percebe diferenças claras na turma de 2025 em comparação às crianças que ensinava antes da pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos demonstram maior cautela física, com dificuldades para pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento chama a atenção por contrastar com gerações anteriores e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.

Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois bilhões de crianças e jovens. O confinamento prolongado, o ensino remoto e a substituição da convivência presencial por interações mediadas por telas romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato presencial com colegas.

Pesquisadores observam que essas interrupções deixaram marcas no comportamento, na saúde mental, nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas, atividades práticas, como aulas de música, precisaram ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente, devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.

Estudos recentes indicam que bebês que passaram os primeiros meses de vida durante os confinamentos apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em habilidades cognitivas mais complexas. A redução das interações sociais e da diversidade de estímulos em espaços públicos é apontada como fator relevante, já que os primeiros anos são decisivos para o desenvolvimento da comunicação e das funções executivas.

Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois bilhões de estudantes tenham sido prejudicados. Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas entre alunos de famílias de baixa renda e grupos marginalizados. Essas defasagens mostraram-se persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se recuperam de forma desigual, ampliando disparidades educacionais e gerando impactos econômicos de longo prazo.

Além da educação, pesquisas identificaram aumento da obesidade infantil e maior incidência de ansiedade, depressão e problemas comportamentais. Por outro lado, alguns estudos registram melhora na maturidade emocional, possivelmente relacionada à exposição precoce a adversidades e a temas complexos durante a pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do amadurecimento psicológico.

Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre políticas públicas, famílias e escolas, as consequências negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda assim, Underwood observa sinais de avanço em sua turma mais recente: as crianças demonstram maior disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras com mais confiança e participam melhor das aulas de música, embora o desenvolvimento socioemocional continue a exigir acompanhamento atento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
A linguagem pode assumir diferentes funções conforme a intenção comunicativa predominante em um texto, variando de acordo com o foco na informação, no emissor, no receptor ou no próprio código utilizado.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3831737 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os preocupantes efeitos de longo prazo da pandemia que agora estão sendo observados nas crianças


A professora de pré-escola Rebekah Underwood percebe diferenças claras na turma de 2025 em comparação às crianças que ensinava antes da pandemia de covid-19. Alunos de cinco e seis anos demonstram maior cautela física, com dificuldades para pular, dar cambalhotas ou escalar. Esse comportamento chama a atenção por contrastar com gerações anteriores e levanta a hipótese de que a restrição à exploração ao ar livre, vivida quando eram bebês, tenha influenciado seu desenvolvimento motor e a confiança corporal.

Em março de 2020, o fechamento das escolas em todo o mundo alterou profundamente a rotina de mais de dois bilhões de crianças e jovens. O confinamento prolongado, o ensino remoto e a substituição da convivência presencial por interações mediadas por telas romperam o ritmo cotidiano da infância. Experiências importantes — esportes, brincadeiras coletivas e eventos escolares — foram interrompidas, e muitos alunos passaram meses ou até mais de um ano sem contato presencial com colegas.

Pesquisadores observam que essas interrupções deixaram marcas no comportamento, na saúde mental, nas habilidades sociais e na aprendizagem. Crianças pequenas passaram a apresentar maior sensibilidade a estímulos sonoros e visuais, além de dificuldades em ambientes barulhentos e caóticos. Em algumas escolas, atividades práticas, como aulas de música, precisaram ser suspensas e depois reintroduzidas gradualmente, devido à sobrecarga sensorial vivida pelos alunos.

Estudos recentes indicam que bebês que passaram os primeiros meses de vida durante os confinamentos apresentam vocabulário mais restrito e dificuldades em habilidades cognitivas mais complexas. A redução das interações sociais e da diversidade de estímulos em espaços públicos é apontada como fator relevante, já que os primeiros anos são decisivos para o desenvolvimento da comunicação e das funções executivas.

Na área educacional, estima-se que cerca de quase dois bilhões de estudantes tenham sido prejudicados. Relatórios internacionais apontam perdas expressivas de aprendizagem, sobretudo em matemática, mais intensas entre alunos de famílias de baixa renda e grupos marginalizados. Essas defasagens mostraram-se persistentes mesmo após a reabertura das escolas e se recuperam de forma desigual, ampliando disparidades educacionais e gerando impactos econômicos de longo prazo.

Além da educação, pesquisas identificaram aumento da obesidade infantil e maior incidência de ansiedade, depressão e problemas comportamentais. Por outro lado, alguns estudos registram melhora na maturidade emocional, possivelmente relacionada à exposição precoce a adversidades e a temas complexos durante a pandemia, o que pode ter acelerado certos aspectos do amadurecimento psicológico.

Especialistas alertam que, sem ações coordenadas entre políticas públicas, famílias e escolas, as consequências negativas se prolongarão ao longo dos anos. Ainda assim, Underwood observa sinais de avanço em sua turma mais recente: as crianças demonstram maior disposição para atividades físicas, retomam brincadeiras com mais confiança e participam melhor das aulas de música, embora o desenvolvimento socioemocional continue a exigir acompanhamento atento.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e4xxd02xlo.adaptado.
Crianças pequenas "passaram" a apresentar maior sensibilidade a estímulos sonoros e visuais.

De acordo com a morfologia verbal, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3831733 Ética na Administração Pública
A ética no serviço público pressupõe que o servidor público civil, conforme Decreto Federal 1.171/1994, anexo, capítulo I, das regras deontológicas, inciso V, compreenda o seu trabalho como uma atividade voltada à coletividade, uma vez que ele integra a sociedade e exerce suas funções em órgãos públicos. Nesse contexto, o êxito de sua atuação pode ser considerado seu maior patrimônio. Dessa forma, assinale a alternativa CORRETA sobre como o trabalho do servidor público deve ser compreendido.
Alternativas
Q3831732 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal n° 8.069/1990) conforme capítulo IV, Art. 53, sem considerar jurisprudência, doutrina ou outras fontes, estabelece que a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. Dessa forma, assinale a alternativa CORRETA sobre os pais ou responsáveis terem o direito de:
Alternativas
Q3831561 Educação Física
Na análise cinética do movimento angular, a distribuição da massa em relação ao eixo de rotação é fundamental. Assinale a alternativa correta que define o "Momento de Inércia" e sua aplicação prática no controle da velocidade angular.
Alternativas
Q3831560 Psicologia
 A teoria do "Flow" (Fluxo), desenvolvida por Mihaly Csikszentmihalyi, é fundamental para compreender a motivação intrínseca em atividades físicas e esportivas de lazer. Analise as afirmativas a seguir sobre as condições necessárias para atingir o estado de Flow:

I. O estado de Flow ocorre quando há um equilíbrio perfeito entre o desafio apresentado pela atividade e o nível de habilidade do praticante; se o desafio for muito alto para a habilidade, gera-se ansiedade, se for muito baixo, gera-se tédio.
II. Para atingir o Flow, é necessário que a atividade tenha metas claras e feedback imediato, permitindo que o indivíduo saiba a cada momento se sua ação está sendo eficaz, gerando uma fusão entre ação e consciência.
III. O estado de Flow caracteriza-se por uma autoconsciência exacerbada, onde o praticante fica excessivamente preocupado com o julgamento alheio e com a possibilidade de falha durante a execução do movimento.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3831559 Educação Física
O Princípio da Reversibilidade (ou Destreinamento) dita que as adaptações fisiológicas são perdidas quando o estímulo cessa. Assinale a alternativa correta sobre a cinética de perda do VO2máx comparada à perda de força muscular em atletas bem treinados. 
Alternativas
Q3831558 Educação Física
 A regulação da glicólise é crucial para o fornecimento de energia durante exercícios de alta intensidade. A enzima Fosfofructoquinase-1 (PFK-1) atua como o principal ponto de controle alostérico desta via. Assinale a alternativa correta sobre os moduladores que inibem a atividade da PFK-1 durante o exercício. 
Alternativas
Q3831557 Educação Física

 A prescrição de exercícios para gestantes exige cuidados com a hemodinâmica materno-fetal. Analise as afirmativas a seguir sobre a Síndrome da Hipotensão Supina:

I. A Síndrome da Hipotensão Supina ocorre quando a gestante (principalmente após o 1º trimestre) deita-se em decúbito dorsal, e o útero gravídico comprime a veia cava inferior, reduzindo o retorno venoso e o débito cardíaco.
II. Para evitar essa síndrome durante os exercícios de solo, recomenda-se evitar a posição supina prolongada ou utilizar uma elevação lateral do quadril (decúbito lateral esquerdo) para descomprimir a veia cava.
III. A hipotensão supina é benéfica para o feto, pois a redução do fluxo sanguíneo materno diminui a pressão na placenta, evitando o risco de hemorragia intracraniana fetal durante o exercício.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3831556 Educação Física
A teoria do controle motor proposta por Nikolai Bernstein revolucionou a compreensão sobre como o sistema nervoso central gerencia movimentos complexos. Bernstein identificou um problema fundamental relacionado à quantidade excessiva de variáveis independentes que o sistema motor deve controlar para executar uma ação coordenada. Assinale a alternativa correta que define este problema central e a solução proposta pelo autor através das sinergias musculares.
Alternativas
Q3831555 Educação Física
O TGfU prioriza a compreensão tática e a tomada de decisão por meio de jogos modificados, permitindo que o aluno entenda a lógica do jogo antes do refinamento dos gestos técnicos.
Alternativas
Q3831554 Educação Física
O ciclo da marcha humana é dividido em fases de apoio e balanço. Assinale a alternativa correta que descreve o evento biomecânico crítico que ocorre na subfase de "Resposta à Carga" (Loading Response).
Alternativas
Q3831553 Educação Física
O tecido muscular esquelético atua como um órgão endócrino, liberando miocinas com efeitos sistêmicos. Assinale a alternativa correta sobre o papel anti-inflamatório da Interleucina-6 (IL-6) liberada durante o exercício agudo, diferenciando-a da IL-6 da inflamação crônica. 
Alternativas
Q3831552 Educação Física
A Teoria dos Sistemas Dinâmicos aplicada ao desenvolvimento motor sugere que novos padrões de movimento emergem da auto-organização de subsistemas, sem uma instrução prévia rígida do sistema nervoso central. Sobre os conceitos de "estado atrator" e "transição de fase" nesta abordagem, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) Os estados atratores são padrões de comportamento preferidos e estáveis que o sistema tende a adotar, apresentando alta estabilidade e eficiência energética, exigindo uma perturbação significativa para que ocorra uma mudança para um novo padrão.
(__) A transição de fase ocorre de forma linear e previsível, onde o comportamento motor muda gradualmente na mesma proporção que a variável de controle (ex: velocidade) é alterada, sem apresentar instabilidade ou flutuações.
(__) A instabilidade ou flutuação crítica no desempenho motor é um sinal necessário de que o sistema está pronto para abandonar um padrão antigo e reorganizar-se em um novo padrão de movimento mais complexo.
(__) A Teoria dos Sistemas Dinâmicos defende que o desenvolvimento motor é determinado exclusivamente pela maturação biológica do sistema nervoso central, sendo o ambiente um fator irrelevante para a emergência de novas habilidades.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3831551 Educação Física
A Periodização em Blocos, proposta por autores como Verkhoshansky e Issurin, difere dos modelos tradicionais ao focar em cargas concentradas. Analise as afirmativas a seguir sobre o "Efeito Residual" no treinamento em blocos: 

 I. O Efeito Residual refere-se à retenção das adaptações de uma capacidade motora (ex: força máxima) após a cessação do seu treinamento específico, permitindo que o atleta treine outra capacidade (ex: potência) enquanto mantém a anterior.
II. O modelo de blocos baseia-se na premissa de que o efeito residual da resistência aeróbia é muito curto (apenas 2 dias), exigindo que ela seja treinada diariamente em volumes máximos junto com a força para não ser perdida.
III. A sequenciação correta dos blocos depende do conhecimento da duração dos efeitos residuais; por exemplo, a força máxima possui um residual mais longo que a resistência de velocidade, devendo precedê-la no ciclo.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3831550 Educação Física
A oxidação de ácidos graxos de cadeia longa (Beta-oxidação) ocorre na matriz mitocondrial, mas requer um sistema de transporte específico para atravessar a membrana mitocondrial interna. Assinale a alternativa correta sobre a enzima reguladora responsável por esse transporte e seu principal inibidor metabólico.
Alternativas
Respostas
81: C
82: D
83: A
84: A
85: D
86: A
87: C
88: B
89: D
90: A
91: C
92: A
93: C
94: A
95: B
96: B
97: B
98: A
99: C
100: A