Questões de Concurso Para prefeitura de rosário da limeira - mg

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Q4068737 Português
Recuperação da educação brasileira, possíveis caminhos

Durante o último ano tenho conversado com formuladores de políticas, diretores escolares, professores e estudantes sobre as suas experiências durante a pandemia de Covid-19. Do Chile à Coreia do Sul, surgem questões comuns: são muitas as situações de aceleração da digitalização; por outro lado, as perdas de aprendizagem e as desigualdades aumentaram. 

O Brasil não é exceção, mas existem particularidades que merecem atenção. Nas últimas décadas, a educação tem sido parte vital do progresso do País. Porém mesmo antes da pandemia o crescimento econômico e o progresso social tinham estagnado, até mesmo retrocedido. A pandemia levou a mais de um ano de fechamento de escolas. Está diminuindo a capacidade das famílias, especialmente as mais desfavorecidas, de apoiar a educação dos seus filhos, e desafiando a capacidade do governo de financiar a educação. O risco não é apenas o fim do progresso, mas também de conquistas feitas serem perdidas.

Este é um momento crítico para a educação no Brasil. É um momento que exige que os brasileiros olhem para o futuro, para a educação e o futuro que desejam para suas crianças; para dentro, aprendendo com experiências passadas e presentes e, para fora, procurando inspiração de pares internacionais.

Olhar para o futuro requer uma visão estratégica de longo prazo para o Brasil. Significa enfrentar os desafios profundamente enraizados da qualidade e equidade. No Pisa 2018, metade dos brasileiros de 15 anos não atingiram a proficiência básica em leitura. As desvantagens socioeconômicas e o status da escola ainda têm impacto maior no sucesso escolar dos estudantes do que na maioria dos países da OCDE.

Olhar para dentro também oferece caminhos para o futuro. A aprovação do novo Fundeb é uma vitória para o Brasil e prova de compromisso contínuo com a educação e a equidade. No entanto, as escolas desfavorecidas ou rurais ainda são mais propensas a enfrentar a escassez de recursos do que outras no Brasil mesmo e do que seus pares da OCDE.

Melhorar a distribuição de recursos para chegar aos que mais necessitam e onde os maiores ganhos podem ser obtidos exigirá que os Estados e municípios repensem os seus mecanismos de alocação. O Ceará fornece um exemplo poderoso, alinhando indicadores de desempenho e transferências intergovernamentais com medidas para elevar a alfabetização. O sistema descentralizado brasileiro oferece tais oportunidades de inovação local; é importante identificar boas práticas, replicando-as em todo o sistema.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é crucial na promoção da equidade e qualidade, definindo as competências que todos os estudantes devem adquirir. O fechamento de escolas complicou sua implantação, mas a Covid-19 é também uma oportunidade para reacender o ímpeto da reforma: a BNCC será fundamental para a recuperação da aprendizagem. Da mesma forma, o novo ensino médio, prometendo maior flexibilidade curricular e relevância no mercado de trabalho, poderá reengajar os alunos após meses fora da escola. Mas para que essas oportunidades sejam concretizadas será necessária uma liderança eficaz, forte cooperação e monitoramento constante.

Olhar para fora pode servir de inspiração. Sistemas escolares bem-sucedidos mostram que a qualidade deles depende da qualidade de seus professores. O Brasil tem trabalho a fazer nessa área, selecionando e formando cuidadosamente os docentes e estruturando sua remuneração e sua trajetória profissional para refletir os padrões profissionais esperados. As novas Diretrizes Nacionais para a Formação de Professores são um passo positivo, mas esforços complementares ainda serão necessários.

Durante a última década, muitos países da OCDE deram prioridade à educação da primeira infância, vista como uma forma de igualar as condições de educação e da vida. No Brasil, apesar da elevada participação entre as crianças mais velhas, em 2018 apenas cerca de dois terços das crianças de 3 anos estavam matriculadas nesse nível, com uma lacuna preocupante entre os mais ricos e os mais pobres. A qualidade também precisa de atenção: o impacto da participação nesse nível nos futuros resultados de aprendizagem não é tão positivo no Brasil como é na média da OCDE.

Há muito a fazer. Três novos relatórios da OCDE – Educação no Brasil: uma Perspectiva Internacional; Education Policy Outlook: Brasil, com foco em políticas nacionais e subnacionais; e Education Policy Outlook: Brasil, com foco em políticas internacionais –, publicados com apoio do Todos Pela Educação e do Itaú Social, podem oferecer perspectivas para apoiar o Brasil nesse esforço.

Em 2021, a resposta e a recuperação da covid-19 continuarão a dominar a agenda. Mas para que a educação possa apoiar o desenvolvimento do País o progresso alcançado não só tem de ser sustentado, como também acelerado. O Brasil precisa equilibrar o urgente e o importante, considerando prioridades imediatas e reformas estruturais como parte de uma estratégia de recuperação coerente.

(SCHLEICHER, Andreas. Recuperação da educação brasileira: possíveis caminhos. O Estado de S. Paulo, São Paulo, ano 142, n. 46642, 30 jun. 2021. Espaço Aberto, p. A2.) 
Andreas Schleicher, diretor de educação e competências e assessor de políticas educacionais da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), afirma que, de modo geral, o impacto da pandemia de Covid-19 na educação foi:
Alternativas
Q4068736 Português
Recuperação da educação brasileira, possíveis caminhos

Durante o último ano tenho conversado com formuladores de políticas, diretores escolares, professores e estudantes sobre as suas experiências durante a pandemia de Covid-19. Do Chile à Coreia do Sul, surgem questões comuns: são muitas as situações de aceleração da digitalização; por outro lado, as perdas de aprendizagem e as desigualdades aumentaram. 

O Brasil não é exceção, mas existem particularidades que merecem atenção. Nas últimas décadas, a educação tem sido parte vital do progresso do País. Porém mesmo antes da pandemia o crescimento econômico e o progresso social tinham estagnado, até mesmo retrocedido. A pandemia levou a mais de um ano de fechamento de escolas. Está diminuindo a capacidade das famílias, especialmente as mais desfavorecidas, de apoiar a educação dos seus filhos, e desafiando a capacidade do governo de financiar a educação. O risco não é apenas o fim do progresso, mas também de conquistas feitas serem perdidas.

Este é um momento crítico para a educação no Brasil. É um momento que exige que os brasileiros olhem para o futuro, para a educação e o futuro que desejam para suas crianças; para dentro, aprendendo com experiências passadas e presentes e, para fora, procurando inspiração de pares internacionais.

Olhar para o futuro requer uma visão estratégica de longo prazo para o Brasil. Significa enfrentar os desafios profundamente enraizados da qualidade e equidade. No Pisa 2018, metade dos brasileiros de 15 anos não atingiram a proficiência básica em leitura. As desvantagens socioeconômicas e o status da escola ainda têm impacto maior no sucesso escolar dos estudantes do que na maioria dos países da OCDE.

Olhar para dentro também oferece caminhos para o futuro. A aprovação do novo Fundeb é uma vitória para o Brasil e prova de compromisso contínuo com a educação e a equidade. No entanto, as escolas desfavorecidas ou rurais ainda são mais propensas a enfrentar a escassez de recursos do que outras no Brasil mesmo e do que seus pares da OCDE.

Melhorar a distribuição de recursos para chegar aos que mais necessitam e onde os maiores ganhos podem ser obtidos exigirá que os Estados e municípios repensem os seus mecanismos de alocação. O Ceará fornece um exemplo poderoso, alinhando indicadores de desempenho e transferências intergovernamentais com medidas para elevar a alfabetização. O sistema descentralizado brasileiro oferece tais oportunidades de inovação local; é importante identificar boas práticas, replicando-as em todo o sistema.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é crucial na promoção da equidade e qualidade, definindo as competências que todos os estudantes devem adquirir. O fechamento de escolas complicou sua implantação, mas a Covid-19 é também uma oportunidade para reacender o ímpeto da reforma: a BNCC será fundamental para a recuperação da aprendizagem. Da mesma forma, o novo ensino médio, prometendo maior flexibilidade curricular e relevância no mercado de trabalho, poderá reengajar os alunos após meses fora da escola. Mas para que essas oportunidades sejam concretizadas será necessária uma liderança eficaz, forte cooperação e monitoramento constante.

Olhar para fora pode servir de inspiração. Sistemas escolares bem-sucedidos mostram que a qualidade deles depende da qualidade de seus professores. O Brasil tem trabalho a fazer nessa área, selecionando e formando cuidadosamente os docentes e estruturando sua remuneração e sua trajetória profissional para refletir os padrões profissionais esperados. As novas Diretrizes Nacionais para a Formação de Professores são um passo positivo, mas esforços complementares ainda serão necessários.

Durante a última década, muitos países da OCDE deram prioridade à educação da primeira infância, vista como uma forma de igualar as condições de educação e da vida. No Brasil, apesar da elevada participação entre as crianças mais velhas, em 2018 apenas cerca de dois terços das crianças de 3 anos estavam matriculadas nesse nível, com uma lacuna preocupante entre os mais ricos e os mais pobres. A qualidade também precisa de atenção: o impacto da participação nesse nível nos futuros resultados de aprendizagem não é tão positivo no Brasil como é na média da OCDE.

Há muito a fazer. Três novos relatórios da OCDE – Educação no Brasil: uma Perspectiva Internacional; Education Policy Outlook: Brasil, com foco em políticas nacionais e subnacionais; e Education Policy Outlook: Brasil, com foco em políticas internacionais –, publicados com apoio do Todos Pela Educação e do Itaú Social, podem oferecer perspectivas para apoiar o Brasil nesse esforço.

Em 2021, a resposta e a recuperação da covid-19 continuarão a dominar a agenda. Mas para que a educação possa apoiar o desenvolvimento do País o progresso alcançado não só tem de ser sustentado, como também acelerado. O Brasil precisa equilibrar o urgente e o importante, considerando prioridades imediatas e reformas estruturais como parte de uma estratégia de recuperação coerente.

(SCHLEICHER, Andreas. Recuperação da educação brasileira: possíveis caminhos. O Estado de S. Paulo, São Paulo, ano 142, n. 46642, 30 jun. 2021. Espaço Aberto, p. A2.) 
A análise da construção composicional, do conteúdo temático e do estilo de linguagem desse texto permite identificá-lo como: 
Alternativas
Q4068735 Português
Recuperação da educação brasileira, possíveis caminhos

Durante o último ano tenho conversado com formuladores de políticas, diretores escolares, professores e estudantes sobre as suas experiências durante a pandemia de Covid-19. Do Chile à Coreia do Sul, surgem questões comuns: são muitas as situações de aceleração da digitalização; por outro lado, as perdas de aprendizagem e as desigualdades aumentaram. 

O Brasil não é exceção, mas existem particularidades que merecem atenção. Nas últimas décadas, a educação tem sido parte vital do progresso do País. Porém mesmo antes da pandemia o crescimento econômico e o progresso social tinham estagnado, até mesmo retrocedido. A pandemia levou a mais de um ano de fechamento de escolas. Está diminuindo a capacidade das famílias, especialmente as mais desfavorecidas, de apoiar a educação dos seus filhos, e desafiando a capacidade do governo de financiar a educação. O risco não é apenas o fim do progresso, mas também de conquistas feitas serem perdidas.

Este é um momento crítico para a educação no Brasil. É um momento que exige que os brasileiros olhem para o futuro, para a educação e o futuro que desejam para suas crianças; para dentro, aprendendo com experiências passadas e presentes e, para fora, procurando inspiração de pares internacionais.

Olhar para o futuro requer uma visão estratégica de longo prazo para o Brasil. Significa enfrentar os desafios profundamente enraizados da qualidade e equidade. No Pisa 2018, metade dos brasileiros de 15 anos não atingiram a proficiência básica em leitura. As desvantagens socioeconômicas e o status da escola ainda têm impacto maior no sucesso escolar dos estudantes do que na maioria dos países da OCDE.

Olhar para dentro também oferece caminhos para o futuro. A aprovação do novo Fundeb é uma vitória para o Brasil e prova de compromisso contínuo com a educação e a equidade. No entanto, as escolas desfavorecidas ou rurais ainda são mais propensas a enfrentar a escassez de recursos do que outras no Brasil mesmo e do que seus pares da OCDE.

Melhorar a distribuição de recursos para chegar aos que mais necessitam e onde os maiores ganhos podem ser obtidos exigirá que os Estados e municípios repensem os seus mecanismos de alocação. O Ceará fornece um exemplo poderoso, alinhando indicadores de desempenho e transferências intergovernamentais com medidas para elevar a alfabetização. O sistema descentralizado brasileiro oferece tais oportunidades de inovação local; é importante identificar boas práticas, replicando-as em todo o sistema.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é crucial na promoção da equidade e qualidade, definindo as competências que todos os estudantes devem adquirir. O fechamento de escolas complicou sua implantação, mas a Covid-19 é também uma oportunidade para reacender o ímpeto da reforma: a BNCC será fundamental para a recuperação da aprendizagem. Da mesma forma, o novo ensino médio, prometendo maior flexibilidade curricular e relevância no mercado de trabalho, poderá reengajar os alunos após meses fora da escola. Mas para que essas oportunidades sejam concretizadas será necessária uma liderança eficaz, forte cooperação e monitoramento constante.

Olhar para fora pode servir de inspiração. Sistemas escolares bem-sucedidos mostram que a qualidade deles depende da qualidade de seus professores. O Brasil tem trabalho a fazer nessa área, selecionando e formando cuidadosamente os docentes e estruturando sua remuneração e sua trajetória profissional para refletir os padrões profissionais esperados. As novas Diretrizes Nacionais para a Formação de Professores são um passo positivo, mas esforços complementares ainda serão necessários.

Durante a última década, muitos países da OCDE deram prioridade à educação da primeira infância, vista como uma forma de igualar as condições de educação e da vida. No Brasil, apesar da elevada participação entre as crianças mais velhas, em 2018 apenas cerca de dois terços das crianças de 3 anos estavam matriculadas nesse nível, com uma lacuna preocupante entre os mais ricos e os mais pobres. A qualidade também precisa de atenção: o impacto da participação nesse nível nos futuros resultados de aprendizagem não é tão positivo no Brasil como é na média da OCDE.

Há muito a fazer. Três novos relatórios da OCDE – Educação no Brasil: uma Perspectiva Internacional; Education Policy Outlook: Brasil, com foco em políticas nacionais e subnacionais; e Education Policy Outlook: Brasil, com foco em políticas internacionais –, publicados com apoio do Todos Pela Educação e do Itaú Social, podem oferecer perspectivas para apoiar o Brasil nesse esforço.

Em 2021, a resposta e a recuperação da covid-19 continuarão a dominar a agenda. Mas para que a educação possa apoiar o desenvolvimento do País o progresso alcançado não só tem de ser sustentado, como também acelerado. O Brasil precisa equilibrar o urgente e o importante, considerando prioridades imediatas e reformas estruturais como parte de uma estratégia de recuperação coerente.

(SCHLEICHER, Andreas. Recuperação da educação brasileira: possíveis caminhos. O Estado de S. Paulo, São Paulo, ano 142, n. 46642, 30 jun. 2021. Espaço Aberto, p. A2.) 
Considere as afirmações a seguir sobre os três primeiros parágrafos do texto.
I. O primeiro parágrafo corresponde à contextualização ampla da temática principal; por isso, deve ser compreendido como o contexto geral no qual o tema está inserido.
II. O segundo parágrafo também contextualiza a temática principal; porém, traz informações mais direcionadas, logo, deve ser compreendido como o contexto específico do tema.
III. O terceiro parágrafo sintetiza o contexto geral e o contexto específico nos quais a temática principal está circunscrita; assim, deve ser compreendido como recurso coesivo responsável pela continuidade do texto.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4068734 Medicina
O caso hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.

“Paciente, 33 anos, sexo masculino, enfermeiro, relata acidente em mão esquerda, com material perfurocortante utilizado em paciente sabidamente HIV positivo. Em situações como essa, a profilaxia pós-exposição (PEP) deve ser iniciada o mais precocemente possível.”
Considerando as recomendações do Ministério da Saúde, assinale o esquema antirretroviral preferencial para a PEP.
Alternativas
Q4068733 Medicina
O caso hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.

“Paciente, 33 anos, sexo masculino, enfermeiro, relata acidente em mão esquerda, com material perfurocortante utilizado em paciente sabidamente HIV positivo. Em situações como essa, a profilaxia pós-exposição (PEP) deve ser iniciada o mais precocemente possível.”
Assinale, a seguir, o prazo limite para o início da PEP.
Alternativas
Q4068732 Medicina
O tratamento da asma tem como principal objetivo manter o controle da doença e prevenir exacerbações futuras. De acordo com as recomendações para o manejo da asma da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (2020), assinale o tratamento farmacológico preferencial para o controle da asma na etapa I, em pacientes maiores de 12 anos. 
Alternativas
Q4068731 Medicina
A fibrilação atrial é a principal causa de embolia de origem cardíaca. O escore CHA2DS2-VASc é utilizado para avaliar risco para fenômenos tromboembólicos em pacientes portadores de fibrilação atrial. Dessa forma, este escore auxilia na indicação do uso de anticoagulação e antiagregação nestes pacientes. São considerados critérios avaliados neste escore, EXCETO: 
Alternativas
Q4068730 Medicina
Paciente, 49 anos, tabagista, hipertenso, evoluiu com intolerância ao uso de rifampicina no início de seu tratamento para tuberculose pulmonar. Considerando as recomendações das III Diretrizes para Tuberculose da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, assinale o esquema terapêutico de escolha nestas situações.
Alternativas
Q4068729 Medicina
A colonização da gestante pelo estreptococo do grupo B é associada a maior risco de complicações maternas e neonatais. A complicação de maior relevância clínica, por sua gravidade, é a sepse neonatal precoce, principalmente em fetos prematuros. Dentre as complicações maternas, as mais frequentes são: bacteriúria assintomática, infecção urinária e pielonefrite. O diagnóstico da bacteriúria assintomática é feito por meio de cultura de urina coletada sob técnica asséptica. “Considerando as orientações da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, uma amostra coletada do jato médio da micção é considerada positiva para bacteriúria assintomática quando crescem, pelo menos, ___________ de unidades formadoras de colônias/ml.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q4068728 Medicina
Paciente, sexo masculino, branco, 60 anos, é portador de hipertensão arterial sistêmica resistente (HAR). Ele já adotou as modificações do estilo de vida recomendadas, além de fazer uso correto de losartana, anlodipina e hidroclorotiazida. Foram descartadas causas secundárias de hipertensão arterial. Optou-se pelo acréscimo de mais uma medicação. Considerando as recomendações das Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (2020), assinale a medicação de escolha a ser acrescentada como 4º fármaco neste paciente.
Alternativas
Q4068727 Medicina
Um dos principais objetivos do tratamento do paciente com hipertensão arterial sistêmica é o controle pressórico, alcançando a meta de pressão arterial previamente estabelecida. Tal meta deve ser definida individualmente, sempre considerando a presença de doença cardiovascular ou de seus fatores de risco. De acordo com as recomendações das Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (2020), a meta pressórica, em geral, para pacientes portadores de hipertensão arterial sistêmica e Diabetes mellitus, é: 
Alternativas
Q4068726 Medicina

O trecho a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


“O rastreamento do Diabetes mellitus tipo 2 consiste em um conjunto de procedimentos, cujo objetivo é o diagnóstico precoce desta doença.”

Considerando as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2019-2020), são considerados de critérios diagnósticos para Diabetes mellitus, EXCETO: 
Alternativas
Q4068725 Medicina

O trecho a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


“O rastreamento do Diabetes mellitus tipo 2 consiste em um conjunto de procedimentos, cujo objetivo é o diagnóstico precoce desta doença.”

Considerando as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2019-2020), na população geral, assintomática, sem comorbidades e com história familiar negativa, o rastreio do Diabetes mellitus tipo 2 deverá se iniciar aos:
Alternativas
Q4068724 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
O Sistema Único de Saúde (SUS) assegura atenção integral à saúde do idoso. Sobre o direito à saúde do idoso, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4068723 Saúde Pública
A Política Nacional de Humanização (PNH), política pública no SUS, está direcionada para o desenvolvimento de dispositivos que favoreçam ações de humanização no âmbito da atenção e da gestão da saúde no país. Sobre essa política, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q4068722 Direito Sanitário
A partir do disposto na legislação pertinente, assinale a afirmativa correta sobre a gestão financeira do Sistema Único de Saúde (SUS).
Alternativas
Q4068721 Direito Sanitário
Considerando o Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4068720 Direito Sanitário
Considerando a Direção, a Organização e a Gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4068719 Medicina
O diagnóstico da febre reumática é clínico, não existindo sinal patognomônico ou exame específico. Considerando os critérios de Jones modificados para o diagnóstico desta doença, é considerado como critério menor:
Alternativas
Q4068718 Medicina
Exames complementares e de imagem desempenham papel relevante na avaliação de pacientes com suspeita de Insuficiência cardíaca (IC). De acordo com a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Respostas
201: D
202: C
203: B
204: D
205: D
206: C
207: D
208: C
209: C
210: D
211: B
212: A
213: C
214: D
215: C
216: B
217: A
218: C
219: A
220: C