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Q3922276 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado se refere ao agente, o ser que pratica a ação expressa pelo verbo.
Alternativas
Q3922275 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada, de natureza pronominal, substitui algo apresentado posteriormente.
Alternativas
Q3922274 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “onda” está sendo empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3922273 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
A visão sobre história repassada pelo texto “A velocidade da história” é a de que essa área do conhecimento humano:
Alternativas
Q3922272 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
“Era (...) tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo”.

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3922271 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
De acordo com o texto “A velocidade da história”, a ideia de construir um mapa que “correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada” era:
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Q3917859 Pedagogia
Luckesi (2010) critica a cultura do exame historicamente consolidada nas escolas brasileiras, na qual a avaliação serve predominantemente para aprovar ou reprovar, gerando ansiedade, medo e exclusão, em vez de subsidiar decisões pedagógicas orientadas para a aprendizagem de todos. Ao utilizar os resultados de prova do 5º ano não para lançar notas, mas para identificar quais conteúdos precisavam ser retrabalhados com toda a turma, a professora subvertia a lógica excludente do exame. Segundo Luckesi, a função da avaliação que orienta essa prática é a função:
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Q3917858 Pedagogia
Libâneo (2017) sustenta que a escola eficaz articula intencionalmente dimensões pedagógica, administrativa e comunitária mediante gestão democrática que envolve todos os sujeitos nos processos decisórios, garantindo unidade entre objetivos educacionais e práticas cotidianas. Ao convocar professores, funcionários, pais e alunos para elaborar coletivamente o projeto político-pedagógico da escola, o diretor exercia função gestora específica. Essa modalidade de gestão escolar que distribui poder decisório e responsabilidades entre todos os segmentos da comunidade escolar denomina-se gestão:
Alternativas
Q3917857 Pedagogia
Lerner (2002) defende que o desafio da escola é fazer da leitura e da escrita práticas sociais reais dentro do espaço escolar, preservando sua natureza comunicativa e funcional sem reduzi-las a objetos de ensino mecânico e descontextualizado. Ao propor que alunos do 2º ano produzissem cartas reais destinadas a estudantes de outra escola, com envio e recebimento efetivo de respostas, a professora inseria as crianças em prática letrada autêntica. Essa concepção de ensino de língua que organiza o trabalho pedagógico em torno de práticas sociais reais de uso da escrita fundamenta-se na perspectiva de:
Alternativas
Q3917856 Pedagogia
Lemov (2011) sistematizou técnicas de ensino observadas em professores de alto desempenho, identificando que a qualidade das perguntas formuladas pelo docente constitui fator decisivo para o engajamento cognitivo dos estudantes. Ao reformular questões superficiais em perguntas que exigiam justificativa, comparação e análise dos alunos do 4º ano durante correção coletiva de atividade, a professora aplicava técnica que eleva o nível de exigência cognitiva sem excluir estudantes do processo. Essa técnica de Lemov que reformula respostas corretas mas rasas exigindo maior elaboração denomina-se:
Alternativas
Q3917855 Pedagogia
Kamii (1998) demonstra que a construção do número pela criança não resulta de transmissão verbal ou treino mecânico, mas de abstração reflexionante que emerge da coordenação mental de relações entre objetos estabelecidas pela própria criança. Ao propor que alunos do 1º ano jogassem boliche registrando pontos e comparando resultados em duplas, sem ensino direto de algoritmos, a professora favorecia a reinvenção do sistema numérico. Segundo Kamii, o princípio de aprendizagem matemática que fundamenta essa prática é a:
Alternativas
Q3917854 Pedagogia
Ferreiro (2003) revolucionou a alfabetização ao demonstrar que as crianças possuem hipóteses sobre o sistema de escrita muito antes de dominarem as convenções ortográficas. A autora descreve os diferentes níveis de evolução da escrita, nos quais a criança tenta coordenar a quantidade e a qualidade das letras com a sonoridade das palavras. O nível em que o aluno começa a estabelecer a correspondência entre cada letra (ou sinal gráfico) e uma sílaba da palavra falada é o:
Alternativas
Q3917853 Pedagogia
Cortella (2015) discute a ética como uma prática que envolve a capacidade de decidir, escolher e agir visando o bem comum dentro da convivência social. O autor defende que a educação deve fomentar a "audácia", entendida como o esforço para transformar a realidade e não apenas aceitá-la. A conduta ética do educador, que se manifesta na recusa à indiferença e no compromisso com a formação integral do aluno, é denominada:
Alternativas
Q3917852 Pedagogia
Carvalho (2004) propõe uma reflexão sobre a educação inclusiva, argumentando que incluir não significa apenas garantir a matrícula de alunos com deficiência no ensino regular, mas promover uma mudança sistêmica na cultura escolar. Para a autora, a escola deve ser capaz de remover barreiras e oferecer apoios que garantam a participação de todos, respeitando as singularidades. O conceito que define a oferta de recursos e estratégias diferenciadas para que cada aluno alcance seu máximo potencial é a: 
Alternativas
Q3917851 Pedagogia
Bossa (2009) analisa as dificuldades de aprendizagem sob uma ótica multicausal, diferenciando o que são problemas de escolarização de transtornos específicos que exigem diagnóstico clínico. A autora enfatiza que a escola deve estar atenta aos sinais que indicam obstáculos no desenvolvimento cognitivo ou emocional, promovendo uma abordagem que integre os aspectos psicopedagógicos. O transtorno de aprendizagem que se caracteriza especificamente por dificuldades acentuadas no reconhecimento de palavras, na decodificação e na soletração é a:
Alternativas
Q3917850 Pedagogia
Azenha (2000), ao traçar o percurso do construtivismo de Piaget a Emilia Ferreiro, destaca que a criança não é um receptor passivo de informações, mas um sujeito que constrói ativamente suas estruturas cognitivas por meio da interação com o objeto de conhecimento. No campo da escrita, essa perspectiva desloca o foco do ensino baseado na repetição e na memorização para a compreensão dos processos de pensamento do aluno. A base epistemológica que sustenta essa visão, defendendo que o conhecimento resulta de uma construção contínua, é o:
Alternativas
Q3917062 Pedagogia
Goldschmied e Jackson (2006) propõem que bebês de 6 a 12 meses, período em que a criança explora ativamente o mundo pelos sentidos e pela ação motora oral e manual, beneficiam-se de atividade específica que disponibiliza cesta com objetos de materiais naturais variados (madeira, metal, couro, tecido, borracha) para exploração livre e autônoma sem intervenção diretiva do adulto. Essa proposta de atividade para bebês, que estimula os sentidos, a atenção concentrada e a iniciativa exploratória na ausência de brinquedos industrializados, é denominada cesta do:
Alternativas
Q3917061 Pedagogia
Gil e Almeida (2001) destacam que a brincadeira na creche não é atividade espontânea desprovida de intencionalidade pedagógica, mas contexto privilegiado de aprendizagem que demanda mediação qualificada do professor para ampliar repertório, linguagem e interações das crianças pequenas. Ao introduzir-se na brincadeira de faz de conta de crianças de 3 anos assumindo personagem que enriquecia o enredo sem dirigir nem interromper a narrativa infantil, a professora exercia papel mediador específico. Essa forma de participação docente intencional no jogo simbólico infantil sem assumir controle da brincadeira denomina-se: 
Alternativas
Q3917060 Pedagogia
Cavicchia (2017) argumenta que o cotidiano da creche organizado pedagogicamente constitui experiência educativa intencionalmente planejada, na qual rotinas, espaços, materiais e interações compõem projeto pedagógico coerente que respeita o desenvolvimento integral da criança pequena. Ao estruturar os momentos de chegada, alimentação, sono, higiene e brincadeira com sequência previsível e estável, a professora favorecia nas crianças de 1 ano a construção de referências temporais e a segurança afetiva necessária ao desenvolvimento. Esse conjunto organizado e intencional de atividades cotidianas que estrutura o tempo pedagógico na creche denomina-se:
Alternativas
Q3917059 Pedagogia
Abramowicz e Wajskop (1995) defendem que as atividades na creche devem superar a lógica assistencialista e custodial, integrando cuidado e educação mediante propostas intencionais que respeitem a singularidade e a capacidade expressiva das crianças de zero a seis anos. Ao planejar atividade de modelagem com argila para crianças de 2 anos sem modelo a copiar ou resultado esperado, a professora priorizou a exploração sensorial livre e a expressão criativa autônoma. Essa concepção de atividade que valoriza o processo expressivo em detrimento do produto final fundamenta-se na perspectiva de:
Alternativas
Respostas
461: C
462: E
463: D
464: C
465: B
466: A
467: B
468: B
469: A
470: A
471: D
472: A
473: C
474: A
475: C
476: D
477: D
478: C
479: C
480: D