Gil e Almeida (2001) destacam que a brincadeira na creche n...

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Q3917061 Pedagogia
Gil e Almeida (2001) destacam que a brincadeira na creche não é atividade espontânea desprovida de intencionalidade pedagógica, mas contexto privilegiado de aprendizagem que demanda mediação qualificada do professor para ampliar repertório, linguagem e interações das crianças pequenas. Ao introduzir-se na brincadeira de faz de conta de crianças de 3 anos assumindo personagem que enriquecia o enredo sem dirigir nem interromper a narrativa infantil, a professora exercia papel mediador específico. Essa forma de participação docente intencional no jogo simbólico infantil sem assumir controle da brincadeira denomina-se: 
Alternativas

Gabarito comentado

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Gabarito: C

Fundamento decisivo: O ponto decisivo é a participação intencional da professora no faz de conta, sem dirigir nem interromper a brincadeira, o que caracteriza mediação e não controle.

Tema central: Mediação docente no brincar
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque a situação não envolve direção nem controle da brincadeira. O enunciado afirma expressamente que a professora enriquecia o enredo sem dirigir nem interromper a narrativa infantil, o que é incompatível com direção autoritária do jogo.
B
Errada
Está errada porque o que se descreve é intervenção no jogo simbólico para ampliar enredo, linguagem e interações, e não um procedimento formal de avaliação. A intencionalidade pedagógica mencionada no enunciado não se confunde com avaliação diagnóstica formal.
C
Certa
A alternativa C é a correta porque corresponde ao papel docente descrito: a professora participa da brincadeira de faz de conta, intervém com intencionalidade pedagógica e amplia repertório, linguagem e interações, mas sem assumir o comando da ação das crianças. O enunciado indica inserção no jogo simbólico com mediação qualificada e ausência de direção da brincadeira, o que coincide com a ideia de mediação lúdica participante.
D
Errada
Está errada porque a professora não ficou apenas observando externamente. Ao introduzir-se na brincadeira e assumir personagem, ela atua de modo participante, o que exclui observação passiva não participante.
Pegadinha da questão
A confusão real era achar que, se a professora não controla a brincadeira, então ela está só observando; o enunciado mostra o contrário: há intervenção pedagógica intencional sem direção autoritária.
Dica para questões semelhantes
  • Se o professor entra no faz de conta e assume papel dentro da brincadeira, não se trata de observação passiva.
  • Se a intervenção enriquece interações e linguagem sem comandar a ação infantil, o critério é mediação, não direção.
  • Intencionalidade pedagógica na brincadeira não equivale, por si só, a avaliação formal.

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