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Q3453921 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
É dever de todos zelar pela dignidade da pessoa idosa, colocando-a a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor. De acordo com o artigo 10 (§ 2º ), do Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003), a inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, de valores, ideias e crenças, dos espaços e dos objetos pessoais, consiste no direito
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Q3453920 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
As medidas específicas de proteção à criança e ao adolescente são aplicáveis sempre que os direitos reconhecidos no ECA forem ameaçados ou violados por ação ou omissão da sociedade ou do Estado, por falta, omissão ou abuso dos pais ou responsáveis ou em razão de sua conduta. Entre as medidas que podem ser aplicadas pelo Conselho Tutelar está a prevista no artigo 101 (VII) do ECA, que é
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Q3453919 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O ECA dá especial destaque ao uso do castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante como formas de correção, disciplina ou educação da criança e do adolescente, estabelecendo medidas e sanções a quem praticá-los e formas de prevenir sua ocorrência. De acordo com o artigo 70-A (III) do ECA, é dever dos entes governamentais desenvolver ações para capacitação dos profissionais para o enfrentamento de todas as formas de violência contra a criança e o adolescente, para sua identificação e
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Q3453918 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A falta ou a carência de recursos materiais não constitui motivo suficiente para o afastamento da criança e do adolescente do convívio familiar. Nesse sentido, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) determina em seu artigo 23 (§ 1o ), que não existindo outro motivo que por si só autorize a decretação da medida, a criança ou o adolescente será mantido em sua família de origem, a qual deverá obrigatoriamente ser incluída em serviços e programas oficiais de
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Q3453917 Serviço Social
São princípios organizativos do Sistema Único de Assistência Social (SUAS): a universalidade, a gratuidade, a integralidade da proteção social, a intersetorialidade. Além disso,o respeito às diversidades regionais, culturais, socioeconômicas, políticas e territoriais, priorizando aqueles que estiverem em situação de vulnerabilidade e risco pessoal e social é outro princípio do SUAS, denominado: 
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Q3453916 Serviço Social
Ao ser afastada do convívio familiar e chegar no Serviço de Acolhimento, a criança pode não compreender o motivo do afastamento e encará-lo como uma espécie de punição. Para garantir especial atenção ao momento inicial de acolhida, é importante que o Serviço disponha de uma equipe técnica capaz de compreender as manifestações de insegurança ou agressividade da criança/adolescente, para a realização de uma acolhida respeitosa e
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Q3453915 Serviço Social
A Assistência Social tem entre seus Serviços de Acolhimento Institucional aquele voltado para indivíduos cujos vínculos familiares estejam rompidos ou fragilizados, que não dispõem de condições de autossustentabilidade, de retaguarda familiar temporária ou permanente ou que estejam em processo de desligamento de instituições de longa permanência. É a denominada Residência Inclusiva, serviço destinado a
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Q3453914 Serviço Social
Há na sociedade uma tendência a pensar que o funcionamento da cidadania depende do governo. Existe também a crença de que o comportamento ético depende do procedimento pessoal. No entanto, a efetivação da cidadania e a consciência coletiva são indicadores do desenvolvimento moral e ético de uma sociedade. A síntese entre ética e cidadania é possível na medida em que a responsabilidade individual ultrapassa os interesses particulares. A ética, construída coletivamente, tem como objetivo o bem comum, na qual prevalece a ética 
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Q3453913 Serviço Social
A mediação de conflitos é um processo em que uma pessoa, denominada mediador, auxilia os envolvidos na busca pela resolução de um problema, conduzindo para um acordo aceito pelas partes, as quais se comprometem com a manutenção do que foi estabelecido. Esse processo exige um mediador coerente e organizado, que saiba conduzir suas etapas. Outras características são necessárias ao mediador: olhar e escuta diferenciadas, postura ética, garantia de sigilo e
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Q3453912 Direito Sanitário
A legislação social no Brasil referente à criança, ao adolescente, à pessoa idosa e à pessoa com deficiência, aborda, com rigor, a suspeita ou confirmação de violência contra esses segmentos. Em se tratando da pessoa com deficiência, é obrigação legal dos serviços de saúde públicos e privados comunicar esses casos à autoridade policial, ao Ministério Público e aos Conselhos de Direitos, por meio de
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Q3453911 Serviço Social
Dentre as situações de risco vividas por crianças e adolescentes que merecem atenção e intervenção da sociedade e do Estado, destaca-se o abandono. Deixar a criança à própria sorte produz intensas marcas naquelas que vivenciam o abandono. Estudos realizados sobre os motivos e consequências do abandono revelam processos afetivos complexos, que envolvem condutas familiares e institucionais. Ambos os aspectos, motivos e consequências, classificam o abandono como uma situação de alta vulnerabilidade
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Q3453910 Serviço Social
O abandono é a omissão pela qual se deixou de prover as necessidades e os cuidados básicos para o desenvolvimento físico, emocional e social da pessoa atendida/vítima. Falta de cuidados necessários com a saúde e higiene; ausência de proteção contra os impactos do meio ambiente; ausência de estímulo e de condições para a frequência à escola, são algumas evidências de abandono de crianças, adolescentes e idosos. Considerada como um tipo de violência, o abandono é uma forma extrema de
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Q3453909 Serviço Social
Entende-se por ciclo de vida as diferentes etapas do desenvolvimento humano, desde a infância até a terceira idade, ou do desenvolvimento familiar, como a união/ separação dos parceiros, nascimento dos filhos, morte e outros eventos. No que se refere à proteção social ao ciclo de vida, a Assistência Social deve identificar as vulnerabilidades e riscos específicos em cada faixa etária e em cada etapa da trajetória familiar, garantindo às famílias serviços que assegurem 
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Q3453833 Raciocínio Lógico
Caio está analisando o mapa de uma cidade, em particular a rua R1 em relação à rua R2 , ambas retas. Essas ruas são representadas na figura a seguir.
Imagem associada para resolução da questão
Caio não pôde medir diretamente os ângulos envolvidos, mas percebeu que o ângulo BÂC está para o ângulo BÂD assim como 2 está para 7. Com base nisso, Caio concluiu, corretamente, que o ângulo BÂD mede 
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Q3453832 Matemática
Um terreno destinado ao cultivo de herbáceas tem a forma de um retângulo. A medida do seu comprimento é igual a 2,5 vezes a medida de sua largura, e sua área é de 810 m2. Assim, o perímetro desse terreno mede
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Q3453830 Matemática
No último dia de 2024, a soma das populações de duas espécies, A e B, em uma reserva ecológica, era igual a 373 indivíduos. Depois de algum tempo, a população da espécie A havia perdido 25 indivíduos, mas, em contrapartida, a população da espécie B havia aumentado em 25%, e, assim, a soma das populações das espécies A e B passou a ser igual a 410 indivíduos. No último dia de 2024, a diferença entre as populações das espécies B e A era igual a
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Q3453823 Português
A norma-padrão de regência verbal e nominal está respeitada em: 
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Q3453822 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

        No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

        Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

        Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

        Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

        Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada pode ser substituída pela que está entre colchetes, preservando-se a norma-padrão de colocação pronominal. 
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Q3453821 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

        No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

        Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

        Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

        Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

        Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
Considere os trechos:
•  Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei. (1º parágrafo)
•  Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. (4º parágrafo)

No contexto em que foram empregadas, as palavras destacadas estabelecem, respectivamente, relações de sentido de:
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Q3453820 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

        No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

        Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

        Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

        Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

        Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
No trecho “Tudo deve estar mudado” (5º parágrafo), considerando o que se afirma nesse parágrafo, a expressão destacada indica
Alternativas
Respostas
141: A
142: B
143: E
144: C
145: A
146: C
147: D
148: A
149: B
150: A
151: E
152: C
153: B
154: E
155: C
156: B
157: D
158: B
159: A
160: D