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Por que caem tantas árvores em São Paulo?
Moradores da cidade de São Paulo enfrentam transtornos com o grande número de quedas de árvore após a forte chuva da segunda-feira (16). A tempestade com rajadas de vento de mais de 50 km/h deixou uma pessoa morta e pelo menos oito feridas. O Corpo de Bombeiros registrou a queda de ao menos 177 árvores durante a tarde.
Mas por que tantas quedas? Especialistas consultados pelo UOL apontam os motivos que provocam tamanha destruição.
A combinação de chuva e vento fortes tem um potencial arrasador. "Ventos acima de 60 km por hora podem derrubar árvores boas e ruins", afirma o agrônomo Demóstenes Ferreira da Silva Filho, professor do Departamento de Ciências Florestais da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - Universidade de São Paulo).
RAMALHOSO, Wellington. Disponível em: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/05/17/por-que-tantasarvores-caem-em-sao-paulo.htm. Acesso em 17/02/2022.
A reportagem é um gênero textual jornalístico de caráter informativo.
Dada essa característica, assinale a opção em que se revela a função da linguagem predominante no trecho de reportagem em análise nesta questão.
Leia o trecho:
Em uma proposta pedagógica, o professor orienta os alunos a produzirem vídeos curtos utilizando dispositivos móveis, explorando elementos como enquadramento, iluminação e narrativa visual. Posteriormente, as produções são analisadas coletivamente, considerando tanto aspectos técnicos quanto expressivos e comunicativos.
Com base na BNCC, é correto afirmar que essa prática:
Leia a situação:
Após assistir a uma apresentação teatral, os estudantes participam de um debate orientado pelo professor, no qual analisam aspectos como encenação, uso do espaço cênico, figurino e construção das personagens, além de discutirem as possíveis interpretações da obra. Nesse contexto, a prática docente evidencia:
A BNCC destaca a importância da valorização da diversidade cultural e das diferentes matrizes estéticas na formação dos estudantes.
Leia o texto:
Em uma aula de Artes Visuais, o professor apresenta produções de artistas indígenas contemporâneos, promovendo discussões sobre identidade, território e pertencimento. Os alunos, posteriormente, produzem trabalhos inspirados nesses referenciais, sendo orientados a respeitar os contextos culturais das obras estudadas e a evitar apropriações indevidas.
A prática descrita está em consonância com a BNCC por:
Leia o trecho:
Em uma sequência didática de dança, o professor propõe atividades em que os estudantes exploram movimentos corporais livres, criando coreografias a partir de emoções e situações do cotidiano. Durante o processo, não há imposição de padrões técnicos rígidos; ao contrário, o professor valoriza as diferentes formas de expressão e incentiva a reflexão coletiva sobre as produções.
À luz das orientações da BNCC, essa prática pedagógica revela uma concepção de ensino de Arte que:
Leia o texto:
Em uma escola de Ensino Fundamental, o professor de Arte organiza um projeto interdisciplinar no qual os estudantes investigam manifestações musicais de diferentes regiões brasileiras. Durante o processo, os alunos analisam letras de músicas, experimentam produzir sons com instrumentos alternativos e refletem sobre os contextos históricos e sociais das produções estudadas. Ao final, apresentam composições próprias inspiradas nas referências pesquisadas.
Considerando as competências específicas de Arte na BNCC, assinale a alternativa que melhor interpreta a prática descrita:
Considerando esse princípio, assinale a alternativa que apresenta uma prática pedagógica adequada:
A Lei nº 9.394/1996 estabelece incumbências específicas para os estabelecimentos de ensino no âmbito dos sistemas educacionais.
Considerando o disposto no art. 12 da LDB, assinale a alternativa correta.
Leia o texto para responder à questão proposta
Os estudantes contemporâneos e os desafios à efetivação das aprendizagens na Educação Básica
A compreensão acerca de quem são os estudantes da contemporaneidade Educação constitui Básica na elemento fundamental para a reconfiguração das práticas pedagógicas. Inseridos em uma sociedade marcada pela intensificação dos fluxos informacionais, pela centralidade das tecnologias digitais e pela pluralidade de experiências socioculturais, os estudantes de hoje apresentam formas específicas de interação com o conhecimento, que desafiam modelos tradicionais de ensino ainda centrados na transmissão unidirecional de conteúdos.
Nesse contexto, evidencia-se que tais sujeitos não apenas acessam informações de maneira mais dinâmica e descentralizada, mas também constroem expectativas distintas em relação ao processo educativo. Esperam, em geral, práticas pedagógicas mais interativas, contextualizadas e significativas, que dialoguem com suas vivências e promovam sua participação ativa na construção do conhecimento. Tal cenário exige o reconhecimento do estudante como protagonista do processo de aprendizagem, e não mais como mero receptor de conteúdos previamente organizados.
Ademais, as necessidades educacionais desses estudantes são atravessadas por múltiplas dimensões, que incluem aspectos cognitivos, emocionais e sociais. A heterogeneidade das salas de aula, marcada por diferentes ritmos, interesses, repertórios culturais e condições de aprendizagem, impõe ao trabalho docente o desafio de desenvolver estratégias que considerem a diversidade como elemento constitutivo do processo educativo. Nesse sentido, a adoção de práticas inclusivas e diferenciadas torna-se imprescindível para garantir a equidade no acesso às aprendizagens.
No que se refere às estratégias pedagógicas, destaca-se a importância de metodologias que favoreçam o engajamento e a autonomia dos estudantes, tais como o trabalho com projetos, a resolução de problemas, o uso crítico das tecnologias digitais e a promoção de atividades colaborativas. Tais abordagens, ao deslocarem o foco da simples memorização para a construção ativa do conhecimento, contribuem para o desenvolvimento de competências essenciais, como o pensamento crítico, a criatividade e a capacidade de argumentação.
Entretanto, a efetivação dessas práticas demanda não apenas a revisão de concepções pedagógicas, mas também a reorganização das condições de trabalho docente. O planejamento intencional, a formação continuada e o apoio institucional configuram-se como elementos indispensáveis para que o professor possa atuar de forma reflexiva e responsiva às demandas contemporâneas. Sem tais condições, corre-se o risco de que propostas inovadoras sejam incorporadas de maneira superficial, sem impacto significativo nas aprendizagens.
Dessa forma, compreender os estudantes de hoje implica reconhecer suas especificidades, suas expectativas e seus modos de aprender, ao mesmo tempo em que se problematizam os limites das práticas pedagógicas construção tradicionais. A de uma educação que efetivamente significativas promova depende, aprendizagens portanto, da articulação entre o reconhecimento da diversidade discente e o desenvolvimento de estratégias docentes que sejam, ao mesmo tempo, intencionais, inclusivas e contextualizadas.
Leia o texto para responder à questão proposta
Os estudantes contemporâneos e os desafios à efetivação das aprendizagens na Educação Básica
A compreensão acerca de quem são os estudantes da contemporaneidade Educação constitui Básica na elemento fundamental para a reconfiguração das práticas pedagógicas. Inseridos em uma sociedade marcada pela intensificação dos fluxos informacionais, pela centralidade das tecnologias digitais e pela pluralidade de experiências socioculturais, os estudantes de hoje apresentam formas específicas de interação com o conhecimento, que desafiam modelos tradicionais de ensino ainda centrados na transmissão unidirecional de conteúdos.
Nesse contexto, evidencia-se que tais sujeitos não apenas acessam informações de maneira mais dinâmica e descentralizada, mas também constroem expectativas distintas em relação ao processo educativo. Esperam, em geral, práticas pedagógicas mais interativas, contextualizadas e significativas, que dialoguem com suas vivências e promovam sua participação ativa na construção do conhecimento. Tal cenário exige o reconhecimento do estudante como protagonista do processo de aprendizagem, e não mais como mero receptor de conteúdos previamente organizados.
Ademais, as necessidades educacionais desses estudantes são atravessadas por múltiplas dimensões, que incluem aspectos cognitivos, emocionais e sociais. A heterogeneidade das salas de aula, marcada por diferentes ritmos, interesses, repertórios culturais e condições de aprendizagem, impõe ao trabalho docente o desafio de desenvolver estratégias que considerem a diversidade como elemento constitutivo do processo educativo. Nesse sentido, a adoção de práticas inclusivas e diferenciadas torna-se imprescindível para garantir a equidade no acesso às aprendizagens.
No que se refere às estratégias pedagógicas, destaca-se a importância de metodologias que favoreçam o engajamento e a autonomia dos estudantes, tais como o trabalho com projetos, a resolução de problemas, o uso crítico das tecnologias digitais e a promoção de atividades colaborativas. Tais abordagens, ao deslocarem o foco da simples memorização para a construção ativa do conhecimento, contribuem para o desenvolvimento de competências essenciais, como o pensamento crítico, a criatividade e a capacidade de argumentação.
Entretanto, a efetivação dessas práticas demanda não apenas a revisão de concepções pedagógicas, mas também a reorganização das condições de trabalho docente. O planejamento intencional, a formação continuada e o apoio institucional configuram-se como elementos indispensáveis para que o professor possa atuar de forma reflexiva e responsiva às demandas contemporâneas. Sem tais condições, corre-se o risco de que propostas inovadoras sejam incorporadas de maneira superficial, sem impacto significativo nas aprendizagens.
Dessa forma, compreender os estudantes de hoje implica reconhecer suas especificidades, suas expectativas e seus modos de aprender, ao mesmo tempo em que se problematizam os limites das práticas pedagógicas construção tradicionais. A de uma educação que efetivamente significativas promova depende, aprendizagens portanto, da articulação entre o reconhecimento da diversidade discente e o desenvolvimento de estratégias docentes que sejam, ao mesmo tempo, intencionais, inclusivas e contextualizadas.
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Os estudantes contemporâneos e os desafios à efetivação das aprendizagens na Educação Básica
A compreensão acerca de quem são os estudantes da contemporaneidade Educação constitui Básica na elemento fundamental para a reconfiguração das práticas pedagógicas. Inseridos em uma sociedade marcada pela intensificação dos fluxos informacionais, pela centralidade das tecnologias digitais e pela pluralidade de experiências socioculturais, os estudantes de hoje apresentam formas específicas de interação com o conhecimento, que desafiam modelos tradicionais de ensino ainda centrados na transmissão unidirecional de conteúdos.
Nesse contexto, evidencia-se que tais sujeitos não apenas acessam informações de maneira mais dinâmica e descentralizada, mas também constroem expectativas distintas em relação ao processo educativo. Esperam, em geral, práticas pedagógicas mais interativas, contextualizadas e significativas, que dialoguem com suas vivências e promovam sua participação ativa na construção do conhecimento. Tal cenário exige o reconhecimento do estudante como protagonista do processo de aprendizagem, e não mais como mero receptor de conteúdos previamente organizados.
Ademais, as necessidades educacionais desses estudantes são atravessadas por múltiplas dimensões, que incluem aspectos cognitivos, emocionais e sociais. A heterogeneidade das salas de aula, marcada por diferentes ritmos, interesses, repertórios culturais e condições de aprendizagem, impõe ao trabalho docente o desafio de desenvolver estratégias que considerem a diversidade como elemento constitutivo do processo educativo. Nesse sentido, a adoção de práticas inclusivas e diferenciadas torna-se imprescindível para garantir a equidade no acesso às aprendizagens.
No que se refere às estratégias pedagógicas, destaca-se a importância de metodologias que favoreçam o engajamento e a autonomia dos estudantes, tais como o trabalho com projetos, a resolução de problemas, o uso crítico das tecnologias digitais e a promoção de atividades colaborativas. Tais abordagens, ao deslocarem o foco da simples memorização para a construção ativa do conhecimento, contribuem para o desenvolvimento de competências essenciais, como o pensamento crítico, a criatividade e a capacidade de argumentação.
Entretanto, a efetivação dessas práticas demanda não apenas a revisão de concepções pedagógicas, mas também a reorganização das condições de trabalho docente. O planejamento intencional, a formação continuada e o apoio institucional configuram-se como elementos indispensáveis para que o professor possa atuar de forma reflexiva e responsiva às demandas contemporâneas. Sem tais condições, corre-se o risco de que propostas inovadoras sejam incorporadas de maneira superficial, sem impacto significativo nas aprendizagens.
Dessa forma, compreender os estudantes de hoje implica reconhecer suas especificidades, suas expectativas e seus modos de aprender, ao mesmo tempo em que se problematizam os limites das práticas pedagógicas construção tradicionais. A de uma educação que efetivamente significativas promova depende, aprendizagens portanto, da articulação entre o reconhecimento da diversidade discente e o desenvolvimento de estratégias docentes que sejam, ao mesmo tempo, intencionais, inclusivas e contextualizadas.