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A andragogia defende que sejam aplicados princípios metodológicos especiais na educação de alunos adultos, por considerar que uma metodologia apropriada pode compensar a deficiência das pessoas que não aprenderam na idade certa.
O elogio do professor ao comportamento do aluno, quando este manifesta interesse pelo estudo, é um exemplo da aplicação de contingência positiva para favorecer a aprendizagem.
A teoria da aprendizagem por imitação, desenvolvida por Albert Bandura, organiza-se em quatro eixos ou processos, em que um deles é o processo de retenção, o qual é marcado pelo envolvimento das capacidades verbal e visual.
As avaliações somativas devem ser programadas para acontecer ao longo do processo de ensino, o que garante o acompanhamento da aprendizagem.
A meritocracia é um dos avanços da prática avaliativa contemporânea, pois garante a equidade no processo avaliativo.
É correto afirmar que a avaliação diagnóstica é a responsável pela identificação de fragilidades e competências na aprendizagem.
As avaliações de planejamento são desenvolvidas nos momentos em que o professor tem oportunidade de refletir sobre o conteúdo já apreendido pelos alunos.
No processo educativo não se deve focar apenas nos resultados finais, mas, também, deve-se considerar os erros que ocorrem durante o processo de aprendizagem como importantes para a construção do conhecimento.
O conceito de liberdade, como um dos eixos norteadores do projeto político-pedagógico, está associado à ideia de autonomia para pensar, propor e agir, a qual segue uma intencionalidade decidida coletivamente.
No projeto político-pedagógico, apresentam-se ações intencionais claras e propõem-se metas, elaboradas pela comunidade escolar, voltadas para benefício da coletividade.
O professor deve, antes de qualquer planejamento, identificar com clareza os seus objetivos instrucionais ou educacionais, caso contrário a ação docente poderá não ter sentido.
O projeto político-pedagógico — escrito e assinado por todos os atores do cenário educacional que participaram de sua construção — só receberá novas inserções em caso de mudança na gestão, a fim de que seja garantida sua coerência.
O projeto político-pedagógico organiza o trabalho a ser desenvolvido pela escola no que diz respeito às ações coletivas, contudo a sala de aula é território do professor, que determina, de forma autônoma, como o seu trabalho será executado.
O plano de desenvolvimento do servidor pode abranger treinamentos estruturados (cursos, ciclos de palestras, seminários), visitas técnicas a organizações nacionais ou internacionais, estágios, grupos de trabalho, e etapas de autoaprendizado e de coach.
O desenvolvimento de competências profissionais ou humanas é um processo de aprendizagem que visa preencher as lacunas existentes entre o que é exigido pelo órgão público e o que é apresentado pelos servidores no que tange aos conhecimentos, às habilidades e às atitudes.
A formação e a capacitação fundamentadas em competências constituem um processo de ensino e aprendizagem que facilita a mobilização de conhecimentos e a geração de habilidades, sendo esses conhecimentos e essas habilidades aplicados em situações reais de trabalho.
Entre os principais aspectos a serem contemplados pela política de gestão de pessoas incluem-se a estruturação da avaliação do desempenho para que esta permita não só a vinculação à progressão do funcionário, mas também a identificação das necessidades de capacitação, bem como o estabelecimento de estratégias de realocação e redistribuição dos funcionários de acordo com os perfis e quantitativos necessários à organização.
A gestão estratégica é um tipo de gestão voltada para os objetivos e as metas da organização em longo prazo.
Os principais mecanismos e instrumentos da gestão estratégica de pessoas são os seguintes: planejamento de gastos com serviços; gestão de competências básicas; capacitação continuada de pessoal terceirizado; e avaliação de desempenho após estágio probatório.
O plano de desenvolvimento de competências visa ampliar a capacidade individual para assumir atribuições e responsabilidades em níveis decrescentes de complexidade; apontar todas as deficiências individuais para o desenvolvimento profissional; estruturar um plano de capacitação voltado à redução de competências; e estimular o aprendizado mecânico do autodesenvolvimento.