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Q3877493 Português
Ninguém sabe crasear, mas ler todo mundo lê

Otto Lara Resende

    Depois que a redação voltou ao vestibular, o que mais se ouve nesta época do ano é uma jeremiada sobre o desprezo a que está hoje relegado o livro. Ninguém sabe escrever porque ninguém lê.
    Escrever é uma técnica e, como tal, pode ser ensinada e, claro, pode ser aprendida por quem quiser. Também é uma arte, mas isto é outra história. Há vários métodos de ensinar a técnica de escrever. O mais comum, ou o mais aceito, é o que elimina qualquer noção de gramática. Não há razão para impor regra, nem lei. Tudo se pode ignorar. Ninguém precisa saber análise léxica ou sintática.
    Como os mestres que sustentam este ponto de vista sustentam também que pouquíssimo ou quase nada se lê, sobretudo nas novas gerações, presumo que a técnica de escrever seja ensinada por um processo mediúnico. Com a moda universal do esoterismo, quem sabe já se chegou ao aprendizado da leitura sem livro. Ou sem texto de qualquer espécie.
    No Brasil, como sabemos há séculos, nossos compatriotas analfabetos se contam por milhões. Até porque é muito difícil diagnosticar com precisão o grau de analfabetismo de um cidadão. Há titulares de diplomas e canudos que não vão muito longe em matéria de alfabeto. Um simples ditado, daqueles que há anos se davam na escola primária, pode derrubar milhares de bacharéis de grau superior. Isto para não falar da crase.
    A crase é hoje um obstáculo tão difícil, ou mais, do que o “cujo”. Há 30 anos ou mais, o Ferreira Gullar formulou as novas tábuas da lei nessa matéria. O primeiro mandamento trazia o princípio da libertação. A crase não foi feita para humilhar ninguém. Era um tempo em que a crase ainda humilhava. Hoje chegamos a um tal nível de saúde mental que ninguém se abala com a crase.
    Mas afinal de contas, eu ia falar da leitura. E do livro, cujo dia passou quase despercebido. Pois há um Dia do Livro. Mera coincidência, é o dia de São Judas Tadeu, o santo dos impossíveis e dos desesperados. São Judas Tadeu, de quem sou devoto, atraiu à sua igreja milhares de fiéis no Rio e pelo Brasil afora. 
    Podia ser também o patrono do livro, já que o livro, pelo que ouço, só existe e resiste por força de um milagre. Cheguei até aqui e não disse o que queria. Digo agora assim de estalo o que é a minha tese. Seguinte: nada neste mundo é mais promovido do que o livro. Dessacralizado pela sociedade de consumo, o livro não perdeu status. Continua a seu modo sagrado. Quem ousaria, por exemplo, declarar de público que não lê? Conheço dois casos. O Graciliano, que nos últimos anos de sua vida não lia nada. É o que ele dizia. E o garoto que outro dia disse na televisão que detesta ler. Cara de pau? Não. Um bravo!


Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6549/ninguemsabe-crasear-mas-ler-todo-mundo-le Acesso em: 24 nov. 2025. Adaptado.
Leia o fragmento.

“Escrever é uma técnica e, como tal, pode ser ensinada e, claro, pode ser aprendida por quem quiser. Também é uma arte, mas isto é outra história. Há vários métodos de ensinar a técnica de escrever.”
Tendo por base a afirmação de Otto Lara Resende, bem como o Eixo da Produção de Textos da BNCC, é correto afirmar que as práticas a seguir estão relacionadas à interação e à autoria (individual ou coletiva) do texto escrito, oral e multissemiótico, com diferentes finalidades e projetos enunciativos, EXCETO:
Alternativas
Q3877492 Português
Ninguém sabe crasear, mas ler todo mundo lê

Otto Lara Resende

    Depois que a redação voltou ao vestibular, o que mais se ouve nesta época do ano é uma jeremiada sobre o desprezo a que está hoje relegado o livro. Ninguém sabe escrever porque ninguém lê.
    Escrever é uma técnica e, como tal, pode ser ensinada e, claro, pode ser aprendida por quem quiser. Também é uma arte, mas isto é outra história. Há vários métodos de ensinar a técnica de escrever. O mais comum, ou o mais aceito, é o que elimina qualquer noção de gramática. Não há razão para impor regra, nem lei. Tudo se pode ignorar. Ninguém precisa saber análise léxica ou sintática.
    Como os mestres que sustentam este ponto de vista sustentam também que pouquíssimo ou quase nada se lê, sobretudo nas novas gerações, presumo que a técnica de escrever seja ensinada por um processo mediúnico. Com a moda universal do esoterismo, quem sabe já se chegou ao aprendizado da leitura sem livro. Ou sem texto de qualquer espécie.
    No Brasil, como sabemos há séculos, nossos compatriotas analfabetos se contam por milhões. Até porque é muito difícil diagnosticar com precisão o grau de analfabetismo de um cidadão. Há titulares de diplomas e canudos que não vão muito longe em matéria de alfabeto. Um simples ditado, daqueles que há anos se davam na escola primária, pode derrubar milhares de bacharéis de grau superior. Isto para não falar da crase.
    A crase é hoje um obstáculo tão difícil, ou mais, do que o “cujo”. Há 30 anos ou mais, o Ferreira Gullar formulou as novas tábuas da lei nessa matéria. O primeiro mandamento trazia o princípio da libertação. A crase não foi feita para humilhar ninguém. Era um tempo em que a crase ainda humilhava. Hoje chegamos a um tal nível de saúde mental que ninguém se abala com a crase.
    Mas afinal de contas, eu ia falar da leitura. E do livro, cujo dia passou quase despercebido. Pois há um Dia do Livro. Mera coincidência, é o dia de São Judas Tadeu, o santo dos impossíveis e dos desesperados. São Judas Tadeu, de quem sou devoto, atraiu à sua igreja milhares de fiéis no Rio e pelo Brasil afora. 
    Podia ser também o patrono do livro, já que o livro, pelo que ouço, só existe e resiste por força de um milagre. Cheguei até aqui e não disse o que queria. Digo agora assim de estalo o que é a minha tese. Seguinte: nada neste mundo é mais promovido do que o livro. Dessacralizado pela sociedade de consumo, o livro não perdeu status. Continua a seu modo sagrado. Quem ousaria, por exemplo, declarar de público que não lê? Conheço dois casos. O Graciliano, que nos últimos anos de sua vida não lia nada. É o que ele dizia. E o garoto que outro dia disse na televisão que detesta ler. Cara de pau? Não. Um bravo!


Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6549/ninguemsabe-crasear-mas-ler-todo-mundo-le Acesso em: 24 nov. 2025. Adaptado.
Leia os textos.
Texto I
“Não há razão para impor regra, nem lei. Tudo se pode ignorar. Ninguém precisa saber análise léxica ou sintática.”
Texto II
“Quando era professora de Língua Portuguesa, ainda no Ensino Fundamental e Médio, sempre havia, em sala de aula, momentos inevitáveis nos quais era preciso 'ensinar análise sintática'. Aos poucos, comecei a questionar a própria utilidade de um ensino mecânico e repetitivo, pautado por uma nomenclatura complicada e por uma sequência exaustiva de exercícios e mais exercícios em forma de orações 'com termos grifados'. Sem que nenhum aluno me questionasse, passei a me perguntar o porquê de tudo aquilo.” (SAUTCHUK, 2010, p. XV)

Com base na leitura dos textos I e II, infere-se que ambos criticam o ensino de regras gramaticais, assim, sob o aspecto morfossintático, é correto afirmar que(,)
Alternativas
Q3877491 Literatura
Ninguém sabe crasear, mas ler todo mundo lê

Otto Lara Resende

    Depois que a redação voltou ao vestibular, o que mais se ouve nesta época do ano é uma jeremiada sobre o desprezo a que está hoje relegado o livro. Ninguém sabe escrever porque ninguém lê.
    Escrever é uma técnica e, como tal, pode ser ensinada e, claro, pode ser aprendida por quem quiser. Também é uma arte, mas isto é outra história. Há vários métodos de ensinar a técnica de escrever. O mais comum, ou o mais aceito, é o que elimina qualquer noção de gramática. Não há razão para impor regra, nem lei. Tudo se pode ignorar. Ninguém precisa saber análise léxica ou sintática.
    Como os mestres que sustentam este ponto de vista sustentam também que pouquíssimo ou quase nada se lê, sobretudo nas novas gerações, presumo que a técnica de escrever seja ensinada por um processo mediúnico. Com a moda universal do esoterismo, quem sabe já se chegou ao aprendizado da leitura sem livro. Ou sem texto de qualquer espécie.
    No Brasil, como sabemos há séculos, nossos compatriotas analfabetos se contam por milhões. Até porque é muito difícil diagnosticar com precisão o grau de analfabetismo de um cidadão. Há titulares de diplomas e canudos que não vão muito longe em matéria de alfabeto. Um simples ditado, daqueles que há anos se davam na escola primária, pode derrubar milhares de bacharéis de grau superior. Isto para não falar da crase.
    A crase é hoje um obstáculo tão difícil, ou mais, do que o “cujo”. Há 30 anos ou mais, o Ferreira Gullar formulou as novas tábuas da lei nessa matéria. O primeiro mandamento trazia o princípio da libertação. A crase não foi feita para humilhar ninguém. Era um tempo em que a crase ainda humilhava. Hoje chegamos a um tal nível de saúde mental que ninguém se abala com a crase.
    Mas afinal de contas, eu ia falar da leitura. E do livro, cujo dia passou quase despercebido. Pois há um Dia do Livro. Mera coincidência, é o dia de São Judas Tadeu, o santo dos impossíveis e dos desesperados. São Judas Tadeu, de quem sou devoto, atraiu à sua igreja milhares de fiéis no Rio e pelo Brasil afora. 
    Podia ser também o patrono do livro, já que o livro, pelo que ouço, só existe e resiste por força de um milagre. Cheguei até aqui e não disse o que queria. Digo agora assim de estalo o que é a minha tese. Seguinte: nada neste mundo é mais promovido do que o livro. Dessacralizado pela sociedade de consumo, o livro não perdeu status. Continua a seu modo sagrado. Quem ousaria, por exemplo, declarar de público que não lê? Conheço dois casos. O Graciliano, que nos últimos anos de sua vida não lia nada. É o que ele dizia. E o garoto que outro dia disse na televisão que detesta ler. Cara de pau? Não. Um bravo!


Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6549/ninguemsabe-crasear-mas-ler-todo-mundo-le Acesso em: 24 nov. 2025. Adaptado.
O texto de Otto Lara Resende é uma crônica. No componente Língua Portuguesa da BNCC, prevê-se a ampliação do “contato dos estudantes com gêneros textuais relacionados a vários campos de atuação e a várias disciplinas, partindo-se de práticas de linguagem já vivenciadas pelos jovens para a ampliação dessas práticas, em direção a novas experiências.” (BRASIL, 2018, p. 136)

Dentre as classificações previstas na BNCC, é correto afirmar que a crônica de Lara Resende é
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Q3877490 Português
Ninguém sabe crasear, mas ler todo mundo lê

Otto Lara Resende

    Depois que a redação voltou ao vestibular, o que mais se ouve nesta época do ano é uma jeremiada sobre o desprezo a que está hoje relegado o livro. Ninguém sabe escrever porque ninguém lê.
    Escrever é uma técnica e, como tal, pode ser ensinada e, claro, pode ser aprendida por quem quiser. Também é uma arte, mas isto é outra história. Há vários métodos de ensinar a técnica de escrever. O mais comum, ou o mais aceito, é o que elimina qualquer noção de gramática. Não há razão para impor regra, nem lei. Tudo se pode ignorar. Ninguém precisa saber análise léxica ou sintática.
    Como os mestres que sustentam este ponto de vista sustentam também que pouquíssimo ou quase nada se lê, sobretudo nas novas gerações, presumo que a técnica de escrever seja ensinada por um processo mediúnico. Com a moda universal do esoterismo, quem sabe já se chegou ao aprendizado da leitura sem livro. Ou sem texto de qualquer espécie.
    No Brasil, como sabemos há séculos, nossos compatriotas analfabetos se contam por milhões. Até porque é muito difícil diagnosticar com precisão o grau de analfabetismo de um cidadão. Há titulares de diplomas e canudos que não vão muito longe em matéria de alfabeto. Um simples ditado, daqueles que há anos se davam na escola primária, pode derrubar milhares de bacharéis de grau superior. Isto para não falar da crase.
    A crase é hoje um obstáculo tão difícil, ou mais, do que o “cujo”. Há 30 anos ou mais, o Ferreira Gullar formulou as novas tábuas da lei nessa matéria. O primeiro mandamento trazia o princípio da libertação. A crase não foi feita para humilhar ninguém. Era um tempo em que a crase ainda humilhava. Hoje chegamos a um tal nível de saúde mental que ninguém se abala com a crase.
    Mas afinal de contas, eu ia falar da leitura. E do livro, cujo dia passou quase despercebido. Pois há um Dia do Livro. Mera coincidência, é o dia de São Judas Tadeu, o santo dos impossíveis e dos desesperados. São Judas Tadeu, de quem sou devoto, atraiu à sua igreja milhares de fiéis no Rio e pelo Brasil afora. 
    Podia ser também o patrono do livro, já que o livro, pelo que ouço, só existe e resiste por força de um milagre. Cheguei até aqui e não disse o que queria. Digo agora assim de estalo o que é a minha tese. Seguinte: nada neste mundo é mais promovido do que o livro. Dessacralizado pela sociedade de consumo, o livro não perdeu status. Continua a seu modo sagrado. Quem ousaria, por exemplo, declarar de público que não lê? Conheço dois casos. O Graciliano, que nos últimos anos de sua vida não lia nada. É o que ele dizia. E o garoto que outro dia disse na televisão que detesta ler. Cara de pau? Não. Um bravo!


Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6549/ninguemsabe-crasear-mas-ler-todo-mundo-le Acesso em: 24 nov. 2025. Adaptado.
Considerando o texto de Otto Lara Resende e, também, o Eixo Leitura do componente Língua Portuguesa da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), é correto inferir que a leitura
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Q3877319 Artes Visuais
Em sua análise sobre a atualidade da arte, Anne Cauquelin (2005) aborda a Land Art como um movimento que desloca a prática artística para espaços não institucionais, alterando a relação entre a obra e o meio ambiente.

Sobre a conexão entre essas intervenções na paisagem, a escolha de materiais e o contexto socioambiental discutido pela autora, é correto afirmar que
Alternativas
Q3877318 Artes Visuais
Em seu estudo sobre a arte afro-brasileira, Roberto Conduru (2007) analisa como o campo artístico brasileiro lidou com a produção de matriz africana, desde a sua marginalização em instituições não artísticas até o seu reconhecimento contemporâneo.

Sobre os conceitos de convenção, identidade e o processo de musealização desses artefatos, é correto afirmar que
Alternativas
Q3877317 Pedagogia
De acordo com Ferraz e Fusari (2009), o ensino de arte no Brasil passou por transformações significativas, acompanhando o contexto sociopolítico e as diferentes concepções de educação e cultura.

Numere as tendências pedagógicas e os marcos históricos a seguir para que reflitam a ordem cronológica correta de sua predominância ou surgimento no cenário educacional brasileiro, do período mais antigo para o mais recente.

( ) Tendência Contemporânea: marcada pela abordagem triangular (fazer, ler, contextualizar) e pela busca de uma educação estética crítica e multicultural.
( ) Tendência Tecnicista: caracterizada pela implantação da "Educação Artística" como atividade e pela polivalência do professor.
( ) Tendência Tradicional Acadêmica: influenciada pela Missão Artística Francesa, com foco na imitação de modelos e no domínio técnico do desenho.
( ) Tendência Escolanovista: baseada no movimento da livre expressão e no desenvolvimento psicológico e criativo do aluno.

A sequência correta para essa numeração é:
Alternativas
Q3877316 Educação Artística
Complete as lacunas do texto a seguir sobre a tradução como operação criativa entre as artes, conforme a teoria de Julio Plaza (2003).

Para o autor, a tradução intersemiótica, que se pretende uma "transcriação de formas", não deve ser um simples decalque, mas sim um processo de _________ a forma original para gerar um aumento da _________. Esse trânsito entre diversas manifestações de arte é tecnicamente viabilizado pelas qualidades _________ dos signos de lei (legisignos), que permitem que a estrutura icônica penetre em diferentes meios e suportes.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
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Q3877315 Artes Visuais
Na obra Universos da Arte, Fayga Ostrower (1984) analisa como o estilo artístico transcende uma mera escolha estética pessoal, sendo, ao contrário, a materialização de uma forma específica de o ser humano se posicionar no mundo ao longo das diversas épocas. Cada época histórica molda o espaço e a forma conforme uma "cosmovisão" particular.

Ordene as descrições a seguir de modo que reflitam a sucessão cronológica das visões de mundo e seus respectivos estilos, do período mais antigo para o mais recente, conforme a análise histórica e estilística da autora.

( ) A expressão artística procura transmitir seu significado por meio do dinamismo, do conflito e do contraste dramático entre luz e sombra, evidenciando as tensões de um mundo em crescimento.
( ) O espaço da pintura é estruturado de maneira racional e matemática através da perspectiva, evidenciando a visão antropocêntrica e a aspiração por uma objetividade científica.
( ) A imagem exerce uma função predominantemente simbólica e transcendental, na qual a representação do espaço é bidimensional e o sentido é determinado por uma ordem teocêntrica.
( ) Verifica-se a desarticulação da forma representativa convencional e a valorização da subjetividade, do inconsciente e da fragmentação, em reação à complexidade do mundo atual.

A sequência correta para essa ordenação é:
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Q3877314 Artes Visuais
Considere a trajetória das vanguardas europeias no início do século XX e os marcos de ruptura estética descritos por Nikos Stangos em Conceitos da Arte Moderna.

Numere a sequência cronológica de surgimento ou consolidação dos movimentos artísticos a seguir, do mais antigo para o mais recente, tomando como base a publicação de seus manifestos inaugurais ou a execução de obras consideradas marcos fundamentais pelo autor.

( ) Cubismo.
( ) Dadá.
( ) Fauvismo.
( ) Futurismo.
( ) Surrealismo.

A sequência correta dessa numeração é:
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Q3877313 Educação Artística
Na perspectiva pedagógica de Schafer (1991), é correto afirmar que, ao trazer o “compositor” para a sala de aula, a formação musical se fortalece quando o estudante é colocado em situação de
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Q3877312 Educação Artística
Numere a sequência das propostas pedagógicas no ensino de música no Brasil, levando-se em consideração a cronologia de suas aplicações, da primeira até a ultima.

PROPOSTAS PEDAGÓGICAS

( ) Percepção musical e escuta crítica (Esther Scliar).
( ) Ensino racionalizado da música (Antônio de Sá Pereira).
( ) Integração corpo-mente e democratização do ritmo (Lucas Ciavatta).
( ) Canto coral e musicalização no contexto nordestino (Gazzi Galvão de Sá).
( ) Canto orfeônico como formação cívica e nacionalista (Heitor Villa-Lobos).
( ) Rítmica brasileira como base para consciência musical (José Eduardo Gramani).
( ) Iniciação musical como experiência estética e sensível (Liddy Chiaffarelli Mignone).
( ) Educação musical crítica, improvisacional e préfigurativa (Hans-Joachim Koellreutter).

A sequência correta dessa numeração é:
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Q3877311 Artes Visuais
Avalie o que se afirma sobre territorialidade e patrimônio cultural na arte indígena no Brasil, considerando circulação de objetos, musealização e deslocamento de contextos.

I- Quando objetos e artefatos entram no circuito comercial interétnico, podem se tornar emblemas de identidade étnica, peças de museus ou “obras de arte”, mudando significativamente seu contexto de uso e circulação.
II- Em muitos povos indígenas, máscaras e adornos usados em rituais são preservados como “acervo” permanente para contemplação, pois a conservação material é um valor central do fazer artístico.
III- No debate sobre “arte indígena”, a questão tende a ser relacional e político-prática na relação ente nós e os outros, e a afirmação identitária passa pela visibilização de cultura, autenticidade e vitalidade; nesse cenário, há tensão curatorial entre expor como “arte” ou contextualizar como objeto etnográfico.
IV- Em exposições e performances, produções indígenas frequentemente aparecem deslocadas de seus contextos originais e recortadas por critérios não indígenas; por isso, recomenda-se contextualizar a produção antes de qualquer aproximação.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q3877310 Artes Visuais
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre cosmologias, grafismos, técnicas, materiais e processos criativos na arte indígena no Brasil, articuladas por Lagrou (2009).

( ) Em contextos kayapó-xikrin e kaxinawa, a pintura corporal pode atuar como “segunda pele”, aparecendo no cotidiano e em festas; em certos rituais, manchas de urucum podem ser aplicadas sobre desenhos feitos com jenipapo, com função de mascarar e transformar.
( ) No quadro conceitual kaxinawa, distinguem-se grafismo (kene), figura (dami) e imagem/espírito (yuxin), e tais categorias podem se transformar umas nas outras, destacando a transformabilidade na cosmologia ameríndia.
( ) A pintura kadiwéu, conforme discutida no texto , segue a lógica da cosmética ocidental, por buscar realçar olhos e boca e suavizar traços naturais do rosto.
( ) O texto associa expressões estéticas elaboradas, em muitos grupos indígenas, à decoração corporal (pintura, arte plumária, colares etc.) e indica que certos objetos rituais podem perder sentido/“vida” após o uso.
( ) No exemplo sobre as mulheres kayapó-xikrin, a “mão palheta” é descrita como tingida de urucum, destacado como matéria-prima comum na pintura corporal ameríndia.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
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Q3877309 Educação Artística
De acordo com a concepção apresentada no texto sobre produções indígenas da Amazônia e sua relação com patrimônio cultural, especialmente o imaterial, ligado à memória, saberes e modos de fazer, é correto afirmar que, para os Kaxinawá, a arte, de maneira análoga à memória e ao conhecimento, é
Alternativas
Q3877308 Educação Artística
O conceito de “Arte Afro-Brasileira” é problematizado por Roberto Conduru (2007), investigando a afrodescendência no Brasil, a arte produzida por esta parcela da população nacional, avaliando suas qualidades estéticas próprias, seu papel ritual e tradicional, bem como a relação com a arte produzida aos moldes dos cânones da arte européia dos colonizadores.

Considerando-se o enunciado, associe corretamente a palavra, no contexto em que foi empregada no texto de Conduru, ao seu respectivo significado.

PALAVRAS
1. Identidade
2. Sincretismo
3. Materialidade ritual
4. Memória e resistência
5. Modernidade e tradição

SIGNIFICADOS
( ) A arte afro-brasileira se constitui histórica e socialmente
( ) A arte opera como espaço de reatualização da memória africana ( ) Artistas contemporâneos dialogam com o circuito artístico sem abandonar a tradição.
( ) A produção de objetos é guiada por saberes tradicionais, com forte valor simbólico, estético e litúrgico.
( ) associação entre orixás e santos católicos resultam do contato das religiões diaspóricas com o catolicismo vigente

A sequência correta para essa associação é:
Alternativas
Q3877307 Artes Plásticas
Complete as lacunas do texto sobre a distinção feita por Rosalind Krauss (1998) entre a escultura moderna em relação à escultura tradicional.

A escultura moderna se distingue da escultura tradicional feita até o século XIX, já que a primeira se apoia no cruzamento indissociável de _________ e ________, da percepção da obra como resultado de ________, ao longo do tempo _________.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
Alternativas
Q3877306 Educação Artística
Na perspectiva da educação artística contemporânea, o professor deixa de ser um mero instrutor de técnicas para atuar como mediador.

A esse respeito, preencha corretamente as lacunas da frase.

Segundo Iavelberg (2003), essa mediação exige que o docente estabeleça conexões entre a _____________________ do estudante e a _____________________ das manifestações artísticas, proporcionando uma _____________________ que integre o saber sensível ao saber intelectual.

A sequência que preenche corretamente as lacunas da frase é:
Alternativas
Q3877305 Pedagogia
Preencha corretamente as lacunas do texto.

Com base na perspectiva histórica e pedagógica apresentada por Fonterrada (2008) sobre os métodos ativos de educação musical, entendese que esses métodos surgiram como uma reação ao ensino tradicional. Nessa nova abordagem, o processo de aprendizagem deve priorizar a _____________________ em oposição ao início do ensino pela _____________________ de conceitos teóricos abstratos. O objetivo central é que a música seja integrada ao movimento e à escuta sensível para o desenvolvimento de _____________________ expressivas e humanas do estudante.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
Alternativas
Q3877304 Educação Artística
No contexto das tendências pedagógicas atuais e da organização do ensino de arte por meio de projetos de trabalho, a prática docente deve superar a mera transmissão de conteúdos técnicos para promover o desenvolvimento de multiletramentos.

Sob essa perspectiva, é correto afirmar que as práticas interdisciplinares no cotidiano escolar permitem que o estudante integre o fazer artístico, a apreciação estética e a contextualização histórica, resultando na construção de
Alternativas
Respostas
721: D
722: E
723: B
724: D
725: D
726: E
727: A
728: E
729: B
730: A
731: A
732: E
733: E
734: D
735: A
736: A
737: C
738: E
739: E
740: D