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Na afasaia de _________ o local da lesão é no giro temporal , área temporo parieto occipital. As manifestações clinicas se dão por Logorreico, comprometimento da compreensão, presença de parafasias fonêmicas, neologismos, repetição prejudicada, alterações de leitura e escrita proporcional à fala.
I. A partir da identificação da posição das sílabas na palavra e seu som, a criança pode ser conduzida às atividades que envolvam as rimas. Neste momento, o aprendiz perceberá que algumas palavras compartilham o mesmo som final e depois de algum tempo além de identificar e associar rimas, será capaz de produzi-las.
II. Quando a consciência silábica está devidamente estruturada e fixada para o aprendiz, as atividades envolvendo fonemas podem ser inseridas. Iniciando pelas consoantes, os fonemas iniciais das palavras devem ser primeiramente identificados conduzindo a criança para uma análise mais apurada dos elementos que compõe a sílaba. Depois que as consoantes iniciais foram trabalhadas, podem ser trabalhadas atividades de identificação do som dessas com as vogais em diferentes posições das palavras.
III. Quando o aprendizado das vogais está devidamente consolidado, as consoantes fricativas podem ser apresentadas e o mesmo padrão de atividade pode ser realizado, começando pela identificação do som, a percepção em diferentes posições da palavra e posteriormente a pronúncia de diferentes palavras que possuam (em qualquer posição) aquele fonema.
I. perda auditiva condutiva: ocorre se o limiar de VO estiver no seu limite de normalidade (até 15 dB) e o limiar de VA abaixo de seu limite de normalidade (20 ou 25 dB), indicativo de que o problema se encontra na orelha média interna.
II. perda auditiva sensorioneural: ocorre se o limiar de VO estiver abaixo do limite considerado normal (15dB), assim como o limiar de VA (20 ou 25 dB), não ocorrendo presença de gap (diferença de limiar aéreoósseo não excede 10dB); sugere um problema de mecanismo sensorial.
III. perda auditiva mista: ocorre se o limiar de VO estiver abaixo do limite normal (15 dB), assim como o limiar de VA (20 ou 25 dB) e há presença significante de gap aéreo ósseo excedendo 10 dB; indica uma alteração no mecanismo condutivo associado a problema no mecanismo sensorial.
EXEMPLOS:
1. ESQUELETO - IQEO; ICQLO; IPEO
2. FANTASMA - FAM
I. Pouco ou nenhum contato ocular.
II. Irritabilidade frequente, brincar de maneira diferente.
III. Movimentos repetitivos e sem intenção social.
IV. Pouca ou nenhuma resposta aos estímulos dos outros à sua volta, problemas na fala com atraso ou regressão.
V. Alteração no exame de PEATE (Potencial Evocado Auditivo de Tronco Cerebral).
I. Amplitude de movimento articular, ativo e passivo, mensurado pela goniometria, sendo que grande parte das doenças genéticas apresenta ocorrência de redução do arco de movimento ou hipermobilidade articular, havendo necessidade de atenção nas duas condições.
II. Comprimento muscular por meio de testes específicos como: Silverskiöld para avaliar iliopsoas, abdutores e adutores de quadril, ângulo poplíteo para isquiotibiais; Ely-Duncan para diferenciar tensão muscular entre gastrocnêmio e sóleo; e, Thomas para o reto femoral.
III. Perimetria do membro, tomando-se um ponto de referência óssea e medindo abaixo dele para conferir a perimetria e eventual assimetria entre os membros, deve-se considerar o mesmo ponto de referência óssea com distância expressa em centímetros para ambos os membros avaliados.
IV. Medida de comprimento de membros inferiores, tradicionalmente medidos da espinha ilíaca anterossuperior (EIAS) até o maléolo lateral (medida aparente), e, nos casos de discrepância congênita, a medida pode ser realizada da espinha ilíaca póstero superior (EIPS) até a base do calcanhar.
V. Força muscular, quando possível de ser aplicada, tendo como referência a graduação do teste muscular manual, com valores para a força muscular entre zero (ausência de contração) e cinco (força normal preservada).