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( ) A prática é condição necessária, embora não suficiente, para que ocorra a aprendizagem.
( ) A percepção é muito importante quando se sabe que ao desenvolver a aprendizagem de uma habilidade motora, deve-se fazer que o aprendiz confie em suas próprias informações sensoriais, que estão ligadas aos receptores visuais, auditivos e proprioceptivos do sistema sensorial.
( ) A prática é o processo que proporciona ao aprendiz a passagem de um estágio para o outro, tendo como consequência a aprendizagem.
( ) Identificar o estágio em que os alunos se encontram, de forma a respeitar suas individualidades e conhecer suas características é o foco para planejar, organizar e realizar as aulas e atividades propostas, de acordo com as facilidades e as dificuldades que se apresentarem.
Antes da década de 1960, estudos sobre o desenvolvimento motor apresentavam uma perspectiva _______ e propunham que o desenvolvimento seria uma função dos processos biológicos ________, relatando assim uma sequência de mudanças que ocorriam durante a infância. Nessa perspectiva, os cientistas observavam o ________ sem considerar as relações entre diferentes fatores (ambiente e tarefas) que o influenciam.
I. participar de atividades corporais, reconhecendo e respeitando algumas de suas características físicas e de desempenho motor, bem como as de seus colegas, sem discriminar por características pessoais, físicas, sexuais ou sociais.
II. adotar atitudes de respeito mútuo, dignidade e solidariedade em situações lúdicas e esportivas, buscando solucionar os conflitos de forma não violenta.
III. conhecer os limites e as possibilidades do próprio corpo de forma a poder controlar algumas de suas atividades corporais com autonomia e a valorizá-las como recurso para manutenção de sua própria saúde.
IV. conhecer, valorizar, apreciar e desfrutar de algumas das diferentes manifestações da cultura corporal, adotando uma postura não preconceituosa ou discriminatória por razões sociais, sexuais ou culturais.
1. Abordagem Sistêmica.
2. Abordagem Crítico Superadora.
3. Abordagem Crítico-Emancipatória.
4. Abordagem Saúde Renovada.
( ) Tem como principal idealizador Elenor Kunz, na qual se entende que a emancipação do ser humano para a prática da educação física é também um conhecimento crítico-teórico, portanto essa visão amplia a prática da atividade física de modo geral.
( ) É uma forma de proporcionar a inclusão e a diversidade de atividades, valorizando assim a Educação Física escolar contribuindo nas vivências esportivas, atividades rítmicas e de expressão.
( ) Tem uma visão de Educação Física como vertente de uma questão política e social, buscando superar as mazelas tecnicistas e alvitrando uma Educação Física que desenvolva a criticidade do aluno, tendo como enfoque metodológico propor um olhar para as práticas constitutivas da Cultura Corporal, como “Práticas Sociais”.
( ) Tem como cunho ideológico a questão da saúde, que enfoca nos assuntos da saúde de modo mais amplo, não só da saúde do indivíduo em fazer exercícios, mas na obtenção gama de conhecimento de prática, entendimento, valorização do exercício para sua saúde reconhecendo isso para a vida social e da comunidade.
I. É o adulto, na figura do professor que, na instituição infantil, ajuda a estruturar o campo das brincadeiras na vida das crianças. Consequentemente é ele que organiza sua base estrutural, por meio da oferta de determinados objetos, fantasias, brinquedos ou jogos, da delimitação e arranjo dos espaços e do tempo para brincar.
II. Por meio das brincadeiras os professores podem observar e constituir uma visão dos processos de desenvolvimento das crianças em conjunto e de cada uma em particular, registrando suas capacidades de uso das linguagens, assim como de suas capacidades sociais e dos recursos afetivos e emocionais que dispõem.
III. Cabe ao professor organizar situações para que as brincadeiras ocorram de maneira diversificada para propiciar às crianças a possibilidade de escolherem os temas, papéis, objetos e companheiros com quem brincar ou os jogos de regras e de construção, e assim elaborarem de forma pessoal e independente suas emoções, sentimentos, conhecimentos e regras sociais.
IV. É preciso que o professor tenha consciência que na brincadeira as crianças recriam e estabilizam aquilo que sabem sobre as mais diversas esferas do conhecimento, em uma atividade espontânea e imaginativa.
V. É preciso que o professor tenha consciência que as crianças não estão brincando livremente, pois há objetivos didáticos em questão.
É uma linguagem infantil que mantém um vínculo essencial com aquilo que é o “não-brincar”. É uma ação que ocorre no plano da imaginação isto implica que aquele que brinca tenha o domínio da linguagem simbólica. Isto quer dizer que é preciso haver consciência da diferença existente entre isso e a realidade imediata que lhe forneceu conteúdo para realizar-se. Nesse sentido, é preciso apropriar-se de elementos da realidade imediata de tal forma a atribuir-lhes novos significados. Essa peculiaridade dessa atividade ocorre por meio da articulação entre a imaginação e a imitação da realidade. É uma imitação transformada, no plano das emoções e das ideias, de uma realidade anteriormente vivenciada.
O enunciado conceitua