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A curva S é um gráfico que, na grande maioria das vezes, tem o formato da letra S e ilustra o resultado acumulado do início ao fim do avanço físico ou do volume financeiro (Figura 1) das atividades de um projeto. É, portanto, uma ferramenta importante para o controle do desempenho de um determinado projeto, pois representa o que foi planejado simultaneamente ao que realmente está sendo executado.
Figura 1 – Curva S de avanço financeiro

Nesse contexto e com base nas seguintes afirmações:
I. Os valores e prazos para a execução das atividades, necessários para o desenho da curva S planejada, provêm do orçamento discriminado e cronograma físico-financeiro do empreendimento, constituindo-se na chamada linha de base do projeto.
II. O montante representado pela letra B, na Figura 1, indica o total das despesas planejadas para o empreendimento.
III. A variação entre as despesas realizadas no momento presente e as despesas planejadas, representada pela letra A, na Figura 1, indicam que, nesse momento, gastou-se mais do que havia sido previsto.
IV. Durante a execução de um empreendimento, é natural que haja variação e oscilações na curva S. que indica a situação real. Entretanto é desejável que os desvios entre as duas curvas sejam pequenos, indicando que o planejamento foi eficiente.
Pode-se assegurar que
O orçamento discriminado é composto por uma série de etapas e sua elaboração segue uma sequência que raramente pode ser alterada. Na listagem abaixo, são apresentadas oito etapas do processo de elaboração do orçamento discriminado, quando a sua realização é feita de forma manual, ou seja, apenas com o apoio de programas como as planilhas eletrônicas.
1 Quantificação dos serviços relacionados na planilha orçamentária.
2 Totalização do custo.
3 Recebimento do conjunto de documentos e informações complementares (projetos, memoriais, condições de execução, prazos, entre outros).
4 Discriminação preliminar dos serviços a executar, segundo uma ordem lógica, relacionando-os na planilha orçamentária.
5 Cálculo e aplicação do BDI, fechamento do orçamento e redação da carta-proposta.
6 Listagem e cotação de materiais, mão de obra e demais insumos do orçamento.
7 Seleção das composições de custos unitários em publicações especializadas ou a seleção das composições cadastradas em um sistema informatizado e cálculo dos custos unitários dos serviços.
8 Análise preliminar dos documentos e busca de esclarecimentos ou detalhes de elementos do projeto sobre os quais há dúvidas.
A sequência CORRETA para a elaboração do orçamento discriminado é composta pelas atividades que seguem a seguinte ordem:
O PERT (Program Evaluation and Review Technique) e o CPM (Critical Path Method) são técnicas que foram desenvolvidas, independentemente e no início da década de 1950, para o planejamento e o controle de projetos. Em virtude das semelhanças entre elas, o termo PERT/CPM passou a ser utilizado, corriqueiramente, nas últimas décadas, para referir-se ao método. Apesar da representação gráfica basear-se em Diagramas de Redes, os símbolos utilizados em cada uma delas têm significados diferentes. Nesse contexto e com base nas seguintes afirmações:
I. O CPM é ideal para planejamento e controle de projetos cujas durações das atividades são eminentemente probabilísticas.
II. O caminho crítico indica a sequência de atividades que não podem sofrer atrasos, ou seja, cuja Folga Total é nula.
III. O PERT/CPM facilita e agiliza as revisões e simulações de cenários para a execução dos projetos, pois podem ser utilizados programas computacionais (tal como o Microsoft Project) para esse fim.
IV. Para o esboço do Diagrama de Redes do PERT/CPM, etapa que a literatura denomina de Planejamento, é necessária a elaboração prévia de uma tabela contendo as Atividades, Durações e Precedências (ordem de realização das atividades e suas relações de precedências).
Pode-se assegurar que
O SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil) é um banco de dados que reúne custos e índices de serviços essenciais para a elaboração de orçamentos de obras de edificações. Conforme o que está estabelecido no Decreto 7.983/2013, a Caixa Econômica Federal e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) compartilham a gestão dos relatórios publicados mensalmente, conhecidos como Tabela SINAPI. Nesse contexto e com base nas seguintes afirmações:
I. Os relatórios de preços de insumos e custos de composições de serviços são disponibilizados por Unidade da Federação, abrangendo os materiais, mão de obra e equipamentos utilizados com maior frequência nas obras que utilizam recursos da União.
II. O IBGE é o responsável pela publicação dos relatórios de preços e custos.
III. Os preços dos insumos consideram custos com os Encargos Sociais Desonerado e Não Desonerado, cujo percentual adotado consta no cabeçalho de cada relatório.
IV. A tabela SINAPI pode ser utilizada na elaboração de orçamentos de obras públicas e/ou privadas, sendo obrigatória para obras e serviços de engenharia contratados com recursos da União.
Pode-se assegurar que
A fase pré-analítica de um exame laboratorial corresponde a todos os eventos que antecedem à sua execução. Ela envolve orientação do paciente, coleta, conservação, transporte e preparo das amostras biológicas. Erros nesta fase podem inviabilizar a exatidão de um resultado.
Sobre a fase pré-analítica assinale a alternativa INCORRETA.