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Q3794948 Português

Leia a letra da música “Sonhos” de Caetano Veloso a seguir para responder à questão.


Sonhos


Caetano Veloso



Tudo era apenas uma brincadeira

E foi crescendo, crescendo, me absorvendo

E de repente eu me vi assim completamente seu

Vi a minha força amarrada no seu passo

Vi que sem você não há caminho, eu não me

acho

Vi um grande amor gritar dentro de mim

Como eu sonhei um dia


Quando o meu mundo era mais mundo

E todo mundo admitia

Uma mudança muito estranha

Mais pureza, mais carinho mais calma, mais

alegria

No meu jeito de me dar


Quando a canção se fez mais clara e mais

sentida

Quando a poesia realmente fez folia em minha

vida

Você veio me falar dessa paixão inesperada

Por outra pessoa


Mas não tem revolta não

Eu só quero que você se encontre

Saudade até que é bom

É melhor que caminhar vazio

A esperança é um dom

Que eu tenho em mim, eu tenho sim


Não tem desespero não

Você me ensinou milhões de coisas

Tenho um sonho em minhas mãos

Amanhã será um novo dia

Certamente eu vou ser mais feliz 

A linguagem vai muito além do que imaginamos, pois apresenta determinadas funções dentro do processo comunicativo, conforme seja o propósito do usuário da língua, que, no caso do texto apresenta, trata-se de um compositor. Considerando isso, compreende-se que o uso da primeira pessoa, voz predominante na letra da música de Caetano Veloso apresentada, é a principal característica da seguinte função da linguagem: 
Alternativas
Q3794947 Português

Leia o texto de Ricardo Ramos a seguir para responder à questão.


Circuito fechado


Ricardo Ramos 



Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo, pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço. Relógio, maço de cigarros, caixa de fósforos, jornal. Mesa, cadeiras, xícara e pires, prato, bule, talheres, guardanapos. Quadros. Pasta, carro. Cigarro, fósforo. Mesa e poltrona, cadeira, cinzeiro, papéis, telefone, agenda, copo com lápis, canetas, blocos de notas, espátula, pastas, caixas de entrada, de saída, vaso com plantas, quadros, papéis, cigarro, fósforo. Bandeja, xícara pequena. Cigarro e fósforo. Papéis, telefone, relatórios, cartas, notas, vales, cheques, memorandos, bilhetes, telefone, papéis. Relógio. Mesa, cavalete, cinzeiros, cadeiras, esboços de anúncios, fotos, cigarro, fósforo, bloco de papel, caneta, projetos de filmes, xícara, cartaz, lápis, cigarro, fósforo, quadro-negro, giz, papel. Mictório, pia. Água. Táxi, mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, garrafa, guardanapo, xícara. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Escova de dentes, pasta, água. Mesa e poltrona, papéis, telefone, revista, copo de papel, cigarro, fósforo, telefone interno, externo, papéis, prova de anúncio, caneta e papel, relógio, papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, telefone, papéis, folheto, xícara, jornal, cigarro, fósforo, papel e caneta. Carro. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Paletó, gravata. Poltrona, copo, revista. Quadros. Mesa, cadeiras, pratos, talheres, copos, guardanapos. Xícaras. Cigarro e fósforo. Poltrona, livro. Cigarro e fósforo. Televisor, poltrona. Cigarro e fósforo. Abotoaduras, camisa, sapatos, meias, calça, cueca, pijama, espuma, água. Chinelos. Coberta, cama, travesseiro.


Fonte: https://revistamacondo.wordpress.com/2012/02/29/conto circuito-fechado-ricardo-ramos/ 

Após leitura do texto “Circuito-fechado” de Ricardo Ramos, analise as afirmativas a seguir.



I. Devido à estrutura fragmentada e à ausência de verbos, o texto exige uma participação ativa do leitor para inferir as ações e construir o sentido completo da narrativa;


II. O texto não possui coesão e, por consequência, nenhuma coerência, uma vez que é impossível compreender a crítica apresentada pelo autor na narrativa;


III. Comparando o título ao texto, percebe-se que o autor cumpre com o que sugere no retrato (título) do seu texto, pois apresenta o cotidiano de uma pessoa (circuito) fechado em si mesmo;


IV. O texto apresenta uma crítica à sociedade moderna ao apresentar uma vida mecânica, em que o ser humano inicia e termina todos os dias da mesma forma.



Após análise, conclui-se que estão corretas as afirmativas:  

Alternativas
Q3794946 Português

Leia o anúncio a seguir para responder à questão.


Na língua, existe o fonema que é o som que ouvimos na fala e a letra que é o símbolo gráfico usado para representar este som na escrita. Sabendo disso, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a quantidade de letras e fonemas da palavra correspondente.  
Alternativas
Q3794945 Português

Leia o anúncio a seguir para responder à questão.


Após leitura do anúncio, analise as afirmativas a seguir, julgando-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).



I. ( ) Os verbos estudar e fazer estão conjugados no modo indicativo.


II. ( ) Na frase “Quem sabe você não tira um zero”, a palavra em destaque trata-se de um numeral cardinal.


III. ( ) O período “Faça sua matrícula no UEC e concorra a um corsa Hatch de Frutosdias” é composto por coordenação assindética.


IV. ( ) Na oração “Concorra a um corsa hatch da frutosdias”, o verbo em destaque é transitivo indireto.



Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:  

Alternativas
Q3794944 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.



Fonte:https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagg ed/p%C3%B4r%20do%20sol 

A crase é a fusão de duas vogais idênticas. A primeira vogal a é uma preposição, a segunda vogal a é um artigo ou um pronome demonstrativo. Ciente disso, ao analisar a frase “não está à venda”, percebe-se que a crase ocorre por causa:
Alternativas
Q3794943 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.



Fonte:https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagg ed/p%C3%B4r%20do%20sol 

Tendo em vista as figuras de linguagem como o espelho da estilística, percebe-se, como elemento indispensável para construção do humor na tirinha do Armandinho apresentada, na frase “Vendo pôr do sol”, a presença: 
Alternativas
Q3794942 Português
No que diz respeito à classificação das palavras quanto à quantidade de sílabas, assinale, a seguir, a alternativa que possui, respectivamente, nesta ordem: uma polissílaba, uma trissílaba, uma dissílaba e uma monossílaba.
Alternativas
Q3794941 Português
A Acentuação Gráfica trata da correta colocação de sinais gráficos nas palavras. Ciente disso, assinale, a seguir, a alternativa que possui um erro de acentuação gráfica.  
Alternativas
Q3794940 Português
As formas onde e aonde podem ser classificadas como advérbio de lugar ou pronome relativo (quando retoma um termo anterior) e, muitas vezes, são utilizadas de modo inadequado pelos usuários da língua. Ciente das regras que regem o uso dessas formas, assinale, a seguir, a alternativa cujo termo em destaque foi usado incorretamente.
Alternativas
Q3794939 Português
Sabendo que o adjunto adnominal é o determinante de um núcleo nominal, assinale, a seguir, a alternativa cujo termo em destaque apresenta função sintática de adjunto adnominal.  
Alternativas
Q3794938 Português

Leia o texto III a seguir e responda à questão.


Texto III


Realização pessoal ou tormento?


Autor anônimo 



A palavra trabalho originou-se do termo latino tripalium (ou trepalium), que nomeava um instrumento utilizado para torturar os escravos, no século VI. Naquela época, o “trabalhador” não era uma vítima, como hoje em dia, em que ele é “escravizado”, mas, sim, um torturador que castigava os prisioneiros. Antes de significar “atividade ou exercício profissional”, trabalho tinha o sentido abstrato de “tormento, agonia, sofrimento”, sentido este que permanece para muitas pessoas atualmente.


        Após ter recebido o novo sentido, o trabalho passou a ser exaltado por comemorações, como no dia 1 de maio, “Dia do trabalho”, ou até por frases como: “O trabalho dignifica o homem”. Mas, será mesmo que o trabalho perdeu a velha “sombra” da aflição? Como será que a sociedade lida com este exercício nos nossos dias? Será que ele é tratado de forma justa?


        Mesmo depois da abolição da escravidão no Brasil, em 1888, cidadãos ainda têm seu trabalho explorado, isto é, algumas pessoas são sujeitadas a certos tipos de empregos por não poderem obter um melhor. Um exemplo clássico são os trabalhadores rurais que, na maioria das vezes, não possuem carteira assinada e que por não terem uma formação escolar ou acadêmica ou por morarem muito longe do centro urbano terminam aceitando ganhar menos de um salário mínimo (direito de todo profissional com a carteira assinada). Assim, podemos ver que em determinados lugares os trabalhadores não são tratados com justiça, pois não recebem o salário adequado ao seu serviço, ou então, em alguns casos, embora os patrões tentem ser mais justos, estes empregados rurais não obtêm uma contribuição digna, pois recebem uma remuneração mais baixa do que o salário determinado pela Lei do TRT (Tribunal Regional do Trabalho). 


        Para alguns cidadãos, o trabalho ainda é um tormento, pois não é fonte de realização, ou seja, estes cidadãos não escolhem a profissão que revela o seu talento, o que termina gerando insatisfações pessoais, dores de cabeça, aborrecimentos, ao contrário de outras pessoas, que se realizam em sua profissão, tornando-a valorizada. A profissão não deve ser escolhida apenas pelo benefício financeiro, mas, sim, pelo benefício espiritual. Se trabalharmos naquilo que gostamos, estaremos sempre realizados, dispostos, sem dores de cabeça, caso contrário, teremos sempre o trabalho como uma “sombra” em nossas vidas, consequência das más escolhas.


        Assim sendo, se quisermos nos realizar tanto profissional como espiritualmente, devemos escolher nosso trabalho, com base no que gostamos de fazer, desconsiderando os preconceitos presentes na sociedade os quais desvalorizam as profissões sem as quais a população não vive como, por exemplo, o trabalho de um professor, de um gari, de um faxineiro, de um cozinheiro, entre outros tão descriminados. Enfim, para acabarmos de vez com o antigo conceito do termo “trabalho”, precisamos, primeiramente, extinguir todos os preconceitos para com o mesmo, pois, desta forma, ninguém terá vergonha de exercer qualquer profissão, seja esta de faxineiro, gari, professor, entre outros, da mesma maneira que nenhum cidadão envergonha-se de ser um médico, advogado ou engenheiro. (Profissões mais valorizadas socialmente)


Fonte: arquivo pessoal do elaborador

As orações em destaque no período “Enfim, para acabarmos de vez com o antigo conceito do termo “trabalho”, precisamos, primeiramente, extinguir todos os preconceitos para com o mesmo, pois, desta forma, ninguém terá vergonha de exercer qualquer profissão [...]” classificam-se, respectivamente, nesta ordem, como:  
Alternativas
Q3794937 Português

Leia o texto III a seguir e responda à questão.


Texto III


Realização pessoal ou tormento?


Autor anônimo 



A palavra trabalho originou-se do termo latino tripalium (ou trepalium), que nomeava um instrumento utilizado para torturar os escravos, no século VI. Naquela época, o “trabalhador” não era uma vítima, como hoje em dia, em que ele é “escravizado”, mas, sim, um torturador que castigava os prisioneiros. Antes de significar “atividade ou exercício profissional”, trabalho tinha o sentido abstrato de “tormento, agonia, sofrimento”, sentido este que permanece para muitas pessoas atualmente.


        Após ter recebido o novo sentido, o trabalho passou a ser exaltado por comemorações, como no dia 1 de maio, “Dia do trabalho”, ou até por frases como: “O trabalho dignifica o homem”. Mas, será mesmo que o trabalho perdeu a velha “sombra” da aflição? Como será que a sociedade lida com este exercício nos nossos dias? Será que ele é tratado de forma justa?


        Mesmo depois da abolição da escravidão no Brasil, em 1888, cidadãos ainda têm seu trabalho explorado, isto é, algumas pessoas são sujeitadas a certos tipos de empregos por não poderem obter um melhor. Um exemplo clássico são os trabalhadores rurais que, na maioria das vezes, não possuem carteira assinada e que por não terem uma formação escolar ou acadêmica ou por morarem muito longe do centro urbano terminam aceitando ganhar menos de um salário mínimo (direito de todo profissional com a carteira assinada). Assim, podemos ver que em determinados lugares os trabalhadores não são tratados com justiça, pois não recebem o salário adequado ao seu serviço, ou então, em alguns casos, embora os patrões tentem ser mais justos, estes empregados rurais não obtêm uma contribuição digna, pois recebem uma remuneração mais baixa do que o salário determinado pela Lei do TRT (Tribunal Regional do Trabalho). 


        Para alguns cidadãos, o trabalho ainda é um tormento, pois não é fonte de realização, ou seja, estes cidadãos não escolhem a profissão que revela o seu talento, o que termina gerando insatisfações pessoais, dores de cabeça, aborrecimentos, ao contrário de outras pessoas, que se realizam em sua profissão, tornando-a valorizada. A profissão não deve ser escolhida apenas pelo benefício financeiro, mas, sim, pelo benefício espiritual. Se trabalharmos naquilo que gostamos, estaremos sempre realizados, dispostos, sem dores de cabeça, caso contrário, teremos sempre o trabalho como uma “sombra” em nossas vidas, consequência das más escolhas.


        Assim sendo, se quisermos nos realizar tanto profissional como espiritualmente, devemos escolher nosso trabalho, com base no que gostamos de fazer, desconsiderando os preconceitos presentes na sociedade os quais desvalorizam as profissões sem as quais a população não vive como, por exemplo, o trabalho de um professor, de um gari, de um faxineiro, de um cozinheiro, entre outros tão descriminados. Enfim, para acabarmos de vez com o antigo conceito do termo “trabalho”, precisamos, primeiramente, extinguir todos os preconceitos para com o mesmo, pois, desta forma, ninguém terá vergonha de exercer qualquer profissão, seja esta de faxineiro, gari, professor, entre outros, da mesma maneira que nenhum cidadão envergonha-se de ser um médico, advogado ou engenheiro. (Profissões mais valorizadas socialmente)


Fonte: arquivo pessoal do elaborador

Após leitura do texto, percebe-se que, ao discutir sobre a temática do trabalho, o autor defende que: 
Alternativas
Q3794936 Português

Leia o texto III a seguir e responda à questão.


Texto III


Realização pessoal ou tormento?


Autor anônimo 



A palavra trabalho originou-se do termo latino tripalium (ou trepalium), que nomeava um instrumento utilizado para torturar os escravos, no século VI. Naquela época, o “trabalhador” não era uma vítima, como hoje em dia, em que ele é “escravizado”, mas, sim, um torturador que castigava os prisioneiros. Antes de significar “atividade ou exercício profissional”, trabalho tinha o sentido abstrato de “tormento, agonia, sofrimento”, sentido este que permanece para muitas pessoas atualmente.


        Após ter recebido o novo sentido, o trabalho passou a ser exaltado por comemorações, como no dia 1 de maio, “Dia do trabalho”, ou até por frases como: “O trabalho dignifica o homem”. Mas, será mesmo que o trabalho perdeu a velha “sombra” da aflição? Como será que a sociedade lida com este exercício nos nossos dias? Será que ele é tratado de forma justa?


        Mesmo depois da abolição da escravidão no Brasil, em 1888, cidadãos ainda têm seu trabalho explorado, isto é, algumas pessoas são sujeitadas a certos tipos de empregos por não poderem obter um melhor. Um exemplo clássico são os trabalhadores rurais que, na maioria das vezes, não possuem carteira assinada e que por não terem uma formação escolar ou acadêmica ou por morarem muito longe do centro urbano terminam aceitando ganhar menos de um salário mínimo (direito de todo profissional com a carteira assinada). Assim, podemos ver que em determinados lugares os trabalhadores não são tratados com justiça, pois não recebem o salário adequado ao seu serviço, ou então, em alguns casos, embora os patrões tentem ser mais justos, estes empregados rurais não obtêm uma contribuição digna, pois recebem uma remuneração mais baixa do que o salário determinado pela Lei do TRT (Tribunal Regional do Trabalho). 


        Para alguns cidadãos, o trabalho ainda é um tormento, pois não é fonte de realização, ou seja, estes cidadãos não escolhem a profissão que revela o seu talento, o que termina gerando insatisfações pessoais, dores de cabeça, aborrecimentos, ao contrário de outras pessoas, que se realizam em sua profissão, tornando-a valorizada. A profissão não deve ser escolhida apenas pelo benefício financeiro, mas, sim, pelo benefício espiritual. Se trabalharmos naquilo que gostamos, estaremos sempre realizados, dispostos, sem dores de cabeça, caso contrário, teremos sempre o trabalho como uma “sombra” em nossas vidas, consequência das más escolhas.


        Assim sendo, se quisermos nos realizar tanto profissional como espiritualmente, devemos escolher nosso trabalho, com base no que gostamos de fazer, desconsiderando os preconceitos presentes na sociedade os quais desvalorizam as profissões sem as quais a população não vive como, por exemplo, o trabalho de um professor, de um gari, de um faxineiro, de um cozinheiro, entre outros tão descriminados. Enfim, para acabarmos de vez com o antigo conceito do termo “trabalho”, precisamos, primeiramente, extinguir todos os preconceitos para com o mesmo, pois, desta forma, ninguém terá vergonha de exercer qualquer profissão, seja esta de faxineiro, gari, professor, entre outros, da mesma maneira que nenhum cidadão envergonha-se de ser um médico, advogado ou engenheiro. (Profissões mais valorizadas socialmente)


Fonte: arquivo pessoal do elaborador

Tipologia textual refere-se à organização discursiva do texto. Sabendo disso, percebe-se que, no texto III, as tipologias predominantes na organização textual são:  
Alternativas
Q3794935 Português

Leia os textos I e II a seguir e responda à questão.


Texto I


A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência 


Antonio Gomes da Rosa

Antonio Fernando Boing

Fátima Büchele

Walter Ferreira de Oliveira

Elza Berger Salema Coelho 



Resumo: Este artigo objetiva investigar as causas da agressão conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor de violência. Para tanto, foi desenvolvida uma pesquisa descritiva exploratória com abordagem qualitativa. Os dados foram coletados por meio da técnica de grupos focais com homens que se envolveram em violência conjugal e participavam voluntariamente do Programa de Atenção à Violência Doméstica e Intrafamiliar de um município de médio porte de Santa Catarina. Na análise das informações, evidenciaram-se três categorias: “Ela”, “Eu” e “Outros”. Nossos resultados apontam comportamentos e atitudes que permitem identificar as causas da agressão contra a companheira evidenciada a partir da interferência de pessoas estranhas à relação conjugal; presença de ações inadequadas da companheira; domínio da mulher sobre o companheiro; resposta à agressão física, verbal ou psicológica da companheira; dependência química e situação financeira. Os resultados mostram também que essas causas se mesclam no dia-a-dia, acumulam-se sob a forma de conflitos e eclodem em atos que configuram a violência conjugal do homem contra a companheira. Os sujeitos da pesquisa não demonstram compreensão ativa de que são agressores, ou seja, reconhecem os atos de violência que relatam, no entanto, não identificam que essas ações os caracterizam como autores de violência.


Palavras-chave: Violência contra a mulher; Violência doméstica; Saúde da mulher.



Texto II


ROSA, Antônio Gomes da et al. A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência. Revista Saúde, São Paulo, v.17, n.3, p.152-160, 2008.


        No artigo A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência, Antônio Rosa, Antônio Boing, Fátima Büchele e Walter de Oliveira tematizam a respeito da violência conjugal, considerando ser esse um problema de saúde pública, como comprovam, segundo eles, diversos estudos realizados em âmbito nacional e internacional.


        Nesse contexto, os estudiosos realizam uma pesquisa descritiva exploratória com o objetivo de investigar os motivos que justificam a agressão à mulher na visão do homem agressor. Para tal, os pesquisadores entrevistam, por meio da técnica de grupos focais, homens que se envolveram em violência conjugal e participavam voluntariamente do Programa de Atenção à Violência Doméstica e Intrafamiliar de um município de Santa Catarina.


        Ao analisarem as entrevistas concedidas pelos participantes da pesquisa, os autores categorizam as informações obtidas em três categorias: “Ela”, “Eu” e “Outros”. Na primeira categoria, os professores mostram que a causa da agressão é atribuída à mulher por esta demonstrar atitudes inadequadas em relação ao parceiro, ao tentarem dominar a vida conjugal e às vezes agredir seu companheiro. Na segunda categoria, os pesquisadores evidenciam que a violência foi ocasionada por problemas financeiros ou dependência química sofridos pelo agressor. Na terceira e última categoria, Rosa et al. sinalizam que os homens entrevistados justificam seu ato violento culpabilizando a influência de terceiros no seu relacionamento.


        Ao término da investigação, os autores chegam à conclusão de que os sujeitos, embora reconheçam os atos de agressão cometidos, não acreditam que esses atos os caracterizem como responsáveis pela violência. 


Fonte: SILVA, Elizabeth Maria da. Professora, como é que se faz?. Campina Grande: Bagagem, 2012, p.49-50. [edit]  

No quarto parágrafo do texto II, no período “Ao analisarem as entrevistas concedidas pelos participantes da pesquisa, os autores categorizam as informações obtidas em três categorias: ‘Ela’, ‘Eu’ e ‘Outros’”, os termos em destaque exercem função sintática de: 
Alternativas
Q3794934 Português

Leia os textos I e II a seguir e responda à questão.


Texto I


A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência 


Antonio Gomes da Rosa

Antonio Fernando Boing

Fátima Büchele

Walter Ferreira de Oliveira

Elza Berger Salema Coelho 



Resumo: Este artigo objetiva investigar as causas da agressão conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor de violência. Para tanto, foi desenvolvida uma pesquisa descritiva exploratória com abordagem qualitativa. Os dados foram coletados por meio da técnica de grupos focais com homens que se envolveram em violência conjugal e participavam voluntariamente do Programa de Atenção à Violência Doméstica e Intrafamiliar de um município de médio porte de Santa Catarina. Na análise das informações, evidenciaram-se três categorias: “Ela”, “Eu” e “Outros”. Nossos resultados apontam comportamentos e atitudes que permitem identificar as causas da agressão contra a companheira evidenciada a partir da interferência de pessoas estranhas à relação conjugal; presença de ações inadequadas da companheira; domínio da mulher sobre o companheiro; resposta à agressão física, verbal ou psicológica da companheira; dependência química e situação financeira. Os resultados mostram também que essas causas se mesclam no dia-a-dia, acumulam-se sob a forma de conflitos e eclodem em atos que configuram a violência conjugal do homem contra a companheira. Os sujeitos da pesquisa não demonstram compreensão ativa de que são agressores, ou seja, reconhecem os atos de violência que relatam, no entanto, não identificam que essas ações os caracterizam como autores de violência.


Palavras-chave: Violência contra a mulher; Violência doméstica; Saúde da mulher.



Texto II


ROSA, Antônio Gomes da et al. A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência. Revista Saúde, São Paulo, v.17, n.3, p.152-160, 2008.


        No artigo A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência, Antônio Rosa, Antônio Boing, Fátima Büchele e Walter de Oliveira tematizam a respeito da violência conjugal, considerando ser esse um problema de saúde pública, como comprovam, segundo eles, diversos estudos realizados em âmbito nacional e internacional.


        Nesse contexto, os estudiosos realizam uma pesquisa descritiva exploratória com o objetivo de investigar os motivos que justificam a agressão à mulher na visão do homem agressor. Para tal, os pesquisadores entrevistam, por meio da técnica de grupos focais, homens que se envolveram em violência conjugal e participavam voluntariamente do Programa de Atenção à Violência Doméstica e Intrafamiliar de um município de Santa Catarina.


        Ao analisarem as entrevistas concedidas pelos participantes da pesquisa, os autores categorizam as informações obtidas em três categorias: “Ela”, “Eu” e “Outros”. Na primeira categoria, os professores mostram que a causa da agressão é atribuída à mulher por esta demonstrar atitudes inadequadas em relação ao parceiro, ao tentarem dominar a vida conjugal e às vezes agredir seu companheiro. Na segunda categoria, os pesquisadores evidenciam que a violência foi ocasionada por problemas financeiros ou dependência química sofridos pelo agressor. Na terceira e última categoria, Rosa et al. sinalizam que os homens entrevistados justificam seu ato violento culpabilizando a influência de terceiros no seu relacionamento.


        Ao término da investigação, os autores chegam à conclusão de que os sujeitos, embora reconheçam os atos de agressão cometidos, não acreditam que esses atos os caracterizem como responsáveis pela violência. 


Fonte: SILVA, Elizabeth Maria da. Professora, como é que se faz?. Campina Grande: Bagagem, 2012, p.49-50. [edit]  

Releia, a seguir, o primeiro parágrafo do texto II.


Imagem associada para resolução da questão


Sobre o uso da vírgula no parágrafo lido, é correto afirmar que:  

Alternativas
Q3794933 Português

Leia os textos I e II a seguir e responda à questão.


Texto I


A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência 


Antonio Gomes da Rosa

Antonio Fernando Boing

Fátima Büchele

Walter Ferreira de Oliveira

Elza Berger Salema Coelho 



Resumo: Este artigo objetiva investigar as causas da agressão conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor de violência. Para tanto, foi desenvolvida uma pesquisa descritiva exploratória com abordagem qualitativa. Os dados foram coletados por meio da técnica de grupos focais com homens que se envolveram em violência conjugal e participavam voluntariamente do Programa de Atenção à Violência Doméstica e Intrafamiliar de um município de médio porte de Santa Catarina. Na análise das informações, evidenciaram-se três categorias: “Ela”, “Eu” e “Outros”. Nossos resultados apontam comportamentos e atitudes que permitem identificar as causas da agressão contra a companheira evidenciada a partir da interferência de pessoas estranhas à relação conjugal; presença de ações inadequadas da companheira; domínio da mulher sobre o companheiro; resposta à agressão física, verbal ou psicológica da companheira; dependência química e situação financeira. Os resultados mostram também que essas causas se mesclam no dia-a-dia, acumulam-se sob a forma de conflitos e eclodem em atos que configuram a violência conjugal do homem contra a companheira. Os sujeitos da pesquisa não demonstram compreensão ativa de que são agressores, ou seja, reconhecem os atos de violência que relatam, no entanto, não identificam que essas ações os caracterizam como autores de violência.


Palavras-chave: Violência contra a mulher; Violência doméstica; Saúde da mulher.



Texto II


ROSA, Antônio Gomes da et al. A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência. Revista Saúde, São Paulo, v.17, n.3, p.152-160, 2008.


        No artigo A violência conjugal contra a mulher a partir da ótica do homem autor da violência, Antônio Rosa, Antônio Boing, Fátima Büchele e Walter de Oliveira tematizam a respeito da violência conjugal, considerando ser esse um problema de saúde pública, como comprovam, segundo eles, diversos estudos realizados em âmbito nacional e internacional.


        Nesse contexto, os estudiosos realizam uma pesquisa descritiva exploratória com o objetivo de investigar os motivos que justificam a agressão à mulher na visão do homem agressor. Para tal, os pesquisadores entrevistam, por meio da técnica de grupos focais, homens que se envolveram em violência conjugal e participavam voluntariamente do Programa de Atenção à Violência Doméstica e Intrafamiliar de um município de Santa Catarina.


        Ao analisarem as entrevistas concedidas pelos participantes da pesquisa, os autores categorizam as informações obtidas em três categorias: “Ela”, “Eu” e “Outros”. Na primeira categoria, os professores mostram que a causa da agressão é atribuída à mulher por esta demonstrar atitudes inadequadas em relação ao parceiro, ao tentarem dominar a vida conjugal e às vezes agredir seu companheiro. Na segunda categoria, os pesquisadores evidenciam que a violência foi ocasionada por problemas financeiros ou dependência química sofridos pelo agressor. Na terceira e última categoria, Rosa et al. sinalizam que os homens entrevistados justificam seu ato violento culpabilizando a influência de terceiros no seu relacionamento.


        Ao término da investigação, os autores chegam à conclusão de que os sujeitos, embora reconheçam os atos de agressão cometidos, não acreditam que esses atos os caracterizem como responsáveis pela violência. 


Fonte: SILVA, Elizabeth Maria da. Professora, como é que se faz?. Campina Grande: Bagagem, 2012, p.49-50. [edit]  

Após leitura dos textos I e II, analise as afirmativas a seguir.



I. O texto I é um resumo e o texto II é uma resenha;


II. Embora ambos os textos tenham o objetivo de sumarizar as ideias centrais de um artigo científico, o texto I foi produzido pelos próprios autores do artigo e o texto II foi produzido por um leitor do gênero resumido;


III. O texto II apresenta as informações do artigo de maneira, predominantemente, subjetiva;


IV. Os numerais ordinais presentes no terceiro parágrafo do texto II auxiliam na construção da coesão referencial e sequencial.



Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas:  

Alternativas
Q3771571 Psicologia
A partir da reformulação da política de educação inclusiva, uma rede pública escolar solicita ao comitê intersetorial que a equipe de psicologia elabore propostas para apoiar escolas na implementação, garantindo acessibilidade curricular, participação e aprendizagem de estudantes PAEE (público-alvo da educação especial) no ensino regular. A ação que melhor descreve o papel estratégico do(a) psicólogo(a) nesse contexto é:
Alternativas
Q3771570 Psicologia
Uma aluna de 8 anos apresenta desempenho muito abaixo do esperado em leitura e escrita, mesmo diante da frequência regular e do apoio da escola e da família, o que levou a equipe pedagógica suspeitar de algum déficit no campo da atenção. Nesse contexto, identifique quais passos são tecnicamente mais adequados para diferenciar dificuldade de aprendizagem de um transtorno do neurodesenvolvimento, para só assim elaborar as devidas intervenções: 
Alternativas
Q3771569 Psicologia
Num território com altos índices de vulnerabilidade social, uma escola relata baixa participação das famílias e conflitos recorrentes entre os pais/responsáveis e os docentes, no que se refere ao comportamento dos alunos. Neste contexto o(a) psicólogo(a) escolar é convidado(a) a propor estratégias de orientação familiar e mediação comunitária. Assinale a alternativa que reflete um projeto de intervenção mais consistente para esse caso: 
Alternativas
Q3771568 Psicologia
Uma escola percebe aumento de conflitos, automutilação e uso inadequado de redes sociais entre os adolescentes, solicitando que o(a) psicólogo(a) elabore uma estratégia de promoção e prevenção no campo da saúde mental que seja sustentável, viável e integrada ao currículo. Assinale qual proposta está mais alinhada às boas práticas no contexto escolar: 
Alternativas
Respostas
821: A
822: E
823: B
824: B
825: E
826: C
827: A
828: B
829: D
830: E
831: B
832: E
833: B
834: A
835: B
836: C
837: D
838: A
839: B
840: E