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I. Uma das diretrizes da educação básica deve conter uma orientação para a profissão docente e não para o mercado de trabalho em geral.
II. Considerar as condições de escolaridade dos estudantes em cada estabelecimento de ensino faz parte de uma das diretrizes da educação básica.
III. A educação básica deve difundir os valores fundamentais ao interesse social, direitos e deveres dos cidadãos e respeito à democracia.
IV. Outra diretriz da educação básica visa promover o desporto educacional e apoiar às práticas desportivas não formais.
Após análise das afirmativas está correto o que se afirma em:
Com base no texto de Ab’Sáber (2003) e em seus conhecimentos prévios de Geografia, assinale a alternativa que identifica corretamente a região à qual o autor faz referência:
Com base em seus conhecimentos e nas contribuições de Oliveira (1990), analise as proposições a seguir acerca dos elementos estruturais da produção camponesa no contexto do capitalismo no campo brasileiro e julgue-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Na produção camponesa temos o movimento de circulação do capital expresso na fórmula D – M – D.
( ) Na produção camponesa temos o movimento de circulação do capital expresso na fórmula M – D – M.
( ) O trabalho acessório se faz presente.
( ) A socialização do camponês.
( ) A força do trabalho familiar.
Com base na análise das proposições, conclui-se que a sequência correta é:
A partir da citação de Corrêa (2005) e considerando seus conhecimentos sobre o processo de regionalização do território brasileiro, analise as sentenças que expressam corretamente como essa regionalização pode ser caracterizada e reconhecida.
I. Como uma regionalização que expressa uma nova divisão territorial do trabalho vinculada à dinâmica da acumulação capitalista internacional e brasileira e aos numerosos conflitos de classe.
II. Como uma regionalização que tem como base a caracterização dos elementos de ordem natural relacionados à geologia, o clima, a vegetação e a hidrografia.
III. Como uma regionalização que considera o processo histórico da formação do território brasileiro, levando em conta, especialmente, as características socioeconômicas relativas à população e às atividades produtivas.
IV. Como uma regionalização que privilegia apenas a distribuição dos setores primário e secundário, mediante o número de estabelecimentos agrícolas e industriais localizado no território brasileiro.
V. Como uma regionalização que apresenta uma fragilidade no processo de urbanização brasileira considerando-se a distribuição das cidades e suas funções urbana no território brasileiro.
É correto o que se afirma em:
A partir da citação de Ross (2005, p. 63) e considerando seus conhecimentos acerca das principais estruturas e formas do relevo brasileiro, indique a qual unidade de relevo o autor faz referência.
A partir do trecho destacado do texto que menciona a expressão “uno e múltiplo” e considerando seus conhecimentos acerca das categorias de análise geográfica, assinale a alternativa correta:
Com base em Moraes (2007) e em seus conhecimentos sobre a trajetória da história do pensamento geográfico, analise as afirmativas a seguir:
I. Até o final do século XVIII, não era possível falar de conhecimento geográfico como algo padronizado, com um mínimo que seja de unidade temática e de continuidade de formulações. Trata-se de um período de dispersão do conhecimento geográfico denominado por Leibniz de “pré-história da Geografia”.
II. As obras de Humboldt e Ritter compõe a base da Geografia Tradicional. A Geografia de Ritter é regional e antropocêntrica, a de Humboldt buscava abarcar todo o globo sem privilegiar o ser humano. Deste modo, estes autores criaram uma linha de continuidade no pensamento geográfico.
III. Vidal de La Blache definiu o objeto da Geografia como a relação homem-natureza, na perspectiva da paisagem. Colocou o homem como um ser ativo, que sofre a influência do meio, porém que atua sobre este, transformando-o.
IV. Os autores da Geografia Crítica como Yves Lacoste, Pierre George, Milton Santos entre outros assumem o conteúdo político de conhecimento científico, propondo uma Geografia militante, que lute por uma sociedade mais justa e pensam a análise geográfica como um instrumento de libertação do homem.
V. Os geógrafos críticos, em suas diferenciadas orientações, assumem a perspectiva popular, a da transformação da ordem social. Buscam um Geografia mais generosa e um espaço mais justo, que seja organizado em função dos interesses dos homens.
É correto o que se afirma em:
“O movimento Diretas Já mobilizou amplos setores sociais, evidenciando a reconfiguração do espaço público e o protagonismo da sociedade civil.” Analise as afirmativas a seguir:
I. A liberdade religiosa de 1988 institucionaliza o princípio da laicidade estatal, mas não elimina tensões históricas entre religião e esfera pública, sobretudo em um país marcado pela hegemonia católica e pela expansão de novas denominações.
II. Setores religiosos tiveram atuação ambígua no processo de redemocratização, participando tanto de mobilizações progressistas (como setores da Igreja Católica ligados à Teologia da Libertação) quanto de resistências conservadoras.
III. A Constituição de 1988 não impede o debate público de temas religiosos, permitindo que religiões influenciem discussões legislativas, educacionais e morais — o que gera tensões entre liberdade e laicidade.
IV. A redemocratização foi um processo linear, sem resistência militar ou desigualdades regionais, garantindo a aplicação imediata dos direitos constitucionais.
V. As religiões atuam no Brasil contemporâneo como atores políticos relevantes, disputando espaços institucionais e legislativos.
Após análise das proposições, é correto o que se afirma em:
Analise as proposições a seguir:
I. O regime utilizou Atos Institucionais, especialmente o AI-5 (1968), para concentrar poderes no Executivo, fechar o Congresso e institucionalizar a censura e a repressão.
II. A censura não foi apenas restritiva: ao incentivar metáforas, ironias e linguagens indiretas, gerou um campo de produção cultural resistente e sofisticado.
III. O “Milagre Econômico” (1968–1973) promoveu crescimento acelerado e infraestrutura, mas aprofundou desigualdades regionais e dependência externa, sem democratização econômica.
IV. A abertura política foi ampla, irrestrita e participativa desde os primeiros anos da ditadura, expressando um modelo de transição de base popular.
V. A repressão e a vigilância cotidiana produziram formas de autocensura e controle social, redefinindo sociabilidades públicas e privadas.
É correto o que se afirma em:
I. Rebeliões escravas e indígenas no período colonial e movimentos sociais no Império (como a Sabinada e a Balaiada) já evidenciavam formas de resistência coletiva anteriores ao século XX, desmentindo a visão evolucionista de movimentos sociais “modernos”.
II. O Movimento Operário (fins do XIX e início do XX), Negro (1930–1970), Feminista (1910–1980), Indígena e Ambientalista (1970) e MST (1984) expressam agendas distintas, mas articuladas por demandas por cidadania, redistribuição e reconhecimento.
III. Esses movimentos contribuíram para a Constituição de 1988, para políticas públicas de saúde, educação e igualdade racial, e para a ampliação da esfera pública democrática.
IV. Os movimentos sociais foram incapazes de formar alianças amplas e produzir efeitos duradouros, mantendo-se restritos a reivindicações setoriais e episódicas.
V. A redemocratização dos anos 1980 consolidou um campo de ação coletiva no qual movimentos se articularam em frentes amplas, como na campanha Diretas Já.
Após análise das afirmativas, é correto o que se afirma em:
Com base nas interpretações historiográficas clássicas (Francisco Adolfo de Varnhagen, Capistrano de Abreu, Gilberto Freyre, Caio Prado Júnior, Florestan Fernandes e Nelson Werneck Sodré) e nas perspectivas críticas contemporâneas (História Social, Cultural e estudos subalternos), analise as proposições:
I. A historiografia de Varnhagen, marcada pelo paradigma imperial e eurocêntrico do século XIX, concebeu indígenas e africanos como elementos secundários ou obstáculos ao “projeto civilizador” português, negando-lhes agência histórica.
II. Capistrano de Abreu avançou ao reconhecer a importância dos indígenas e africanos para a formação histórica brasileira, mas manteve um enfoque estrutural centrado na colonização portuguesa, sem incorporar plenamente as experiências subalternas como sujeitos históricos autônomos.
III. Gilberto Freyre destacou a centralidade das relações culturais entre portugueses, indígenas e africanos, valorizando a mestiçagem e os processos de adaptação mútua. Contudo, sua interpretação tende a suavizar as violências coloniais, privilegiando uma leitura harmonizadora das relações raciais.
IV. Caio Prado Júnior, Florestan Fernandes e Nelson Werneck Sodré romperam com as interpretações anteriores ao enfatizarem as estruturas econômicas, sociais e raciais da colonização, destacando a formação dependente e a permanência das hierarquias raciais como elementos estruturantes da sociedade brasileira.
V. As perspectivas contemporâneas da História Social e Cultural — influenciadas por E. P. Thompson, Roger Chartier e pelos estudos subalternos e pós-coloniais — radicalizaram a crítica ao centro colonial, evidenciando estratégias de resistência, agência política e reelaboração cultural de indígenas, africanos e seus descendentes, conectando passado colonial e racismo estrutural contemporâneo.
VI. A historiografia brasileira do século XX, de modo geral, ignorou a temática da resistência subalterna, tratando-a apenas como fenômeno folclórico, sem impacto na formação nacional.
Após análise das proposições, é correto o que se afirma em:
Considerando o excerto e as transformações na escrita da História do século XIX ao XXI, assinale a alternativa correta: