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( ) Verificar a identidade do paciente antes da administração de medicamentos é uma prática essencial para evitar erros de medicação.
( ) É aceitável administrar medicamentos prescritos sem questionar, mesmo que haja dúvidas sobre a dosagem.
( ) A técnica asséptica durante a preparação e administração de medicamentos por via parenteral é fundamental para prevenir infecções.
( ) A administração de medicamentos deve ser registrada no prontuário do paciente apenas se ocorrer alguma reação adversa.
A sequência correta é:
Relacione as colunas conforme princípios éticos e de segurança do paciente.
COLUNA I – Falhas no caso
1. Não acionar enfermeiro.
2. Hematoma não identificado.
3. Demora na comunicação à família.
4. Ausência de plano preventivo.
COLUNA II – Princípio/Recomendação
( ) Violação do Protocolo de Avaliação Pós-Queda.
( ) Princípio da autonomia do paciente.
( ) Violação do art. 23 sobre comunicação imediata.
( ) Falha na implementação de medidas de segurança.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) A conduta da técnica configura negligência por omitir comunicação ao enfermeiro sobre evento adverso.
( ) O registro no prontuário atende às normas por ser objetivo e sucinto.
( ) A equipe deve informar à família sobre o ocorrido, respeitando o direito à verdade.
( ) A técnica agiu corretamente ao realizar o atendimento imediato e o registro completo.
( ) O caso caracteriza violação do princípio da não maleficência pelo dano evitável ao paciente.
( ) A omissão no registro fere o Art. 25 do Código de Ética sobre documentação fiel.
( ) O enfermeiro responsável compartilha a responsabilidade ética pelo fato ocorrido em sua equipe.
A sequência correta é:
O que sugere esses sinais e qual deve ser a sua conduta imediata e mais adequada?
“Evento, do Latim eventus, significa um acontecimento. Sua apropriação, por conseguinte, permite denotar eventos naturais como tempestades e terremotos, ou ainda, os sociais, políticos, econômicos, científicos e tantos outros.”
BARICHELLO, Eugenia et al (orgs.) Eventos, como fazer acontecer? 10 estratégias de Relações Públicas para inovar no planejamento e na organização de eventos no pós-pandemia. Aveiro, Portugal: Ria Editorial, 2022, p. 18. [Fragmento]
A produção de eventos é estratégica para a Comunicação Organizacional porque
O fomento artístico estimulado pelo Estado apresenta historicamente motivações variadas. Na contemporaneidade, segundo Heloisa Marina: “Passado o momento da Guerra Fria, em que obras de arte funcionavam como mecanismo urgente de imposição cultural no cenário internacional, o Estado agora reformula suas práticas, seus objetivos para com essa esfera social. O retorno, em geral econômico, é a grande ‘tábua de salvação’ que poderia solidificar a argumentação em prol do investimento público para essa área”.
MARINA, Heloisa. Atuar-Produzir. Desafio de artistas da cena frente à gestão de suas trajetórias. Belo Horizonte: Editora Javali, 2023, p. 374.
Nesse sentido e, de acordo com pesquisas e estudos recentes de políticas culturais, no contexto brasileiro, é correto afirmar que
RUBIM, Linda. Produção cultural. In: RUBIM, Linda (Org.). Organização e produção da cultura. Salvador: EDUFBA; FACOM/ CULT, 2005, p. 26.
Sobre a captação de recursos para a produção cultural, é correto afirmar que essa atividade
Sobre o tema das políticas culturais brasileiras, a pesquisadora Lia Calabre (2019, p. 157), afirma que “nos anos 2000, o país passa a experimentar um movimento de incorporação da noção de direito à cultura pela gestão pública – como está garantido na Constituição Federal de 1988, assim como em algumas constituições estaduais e em muitas leis orgânicas municipais. Para tanto, desde 2003, vêm sendo construídas ferramentas e instrumentos visando a efetivação de tal direito”.
(CALABRE, Lia. Escritos sobre políticas culturais. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 2019.)
São exemplos de ferramentas e instrumentos que visam a assegurar o direito à cultura:
CANCLINI, Nestor Garcia. Culturas híbridas. São Paulo: Edusp, 2008, p. 96.
Para esse autor, o fenômeno da globalização
Por detrás das pautas dos acontecimentos culturais - estreias, inaugurações, lançamentos de produtos etc. - que constituem os cadernos culturais diários e semanais - muitas vezes estão as assessorias de imprensa, que estabelecem e mantêm a articulação entre as fontes e as redações, facilitam o trabalho de ambos, mas nem sempre o definem.
MIRANDA, Nadja. Divulgação e jornalismo cultural. In: RUBIM, Linda (Org.). Organização e produção da cultura. Salvador: EDUFBA; FACOM/ CULT, 2005, p. 79-98. [Fragmento]
Considerando esse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. As assessorias, em muitos casos, tornam-se também fontes - porque têm a matéria-prima básica das informações -, notadamente nos cadernos culturais, que são constituídos, em grande parte, pelas informações delas provenientes.
PORQUE
II. O público imediato das assessorias não são os leitores, mas os próprios jornalistas. No relacionamento daqueles com estes, é necessário atuar com base na percepção que os jornalistas, nas redações, têm do fato e de como vão transmiti-los.
É correto afirmar que
I. descrição do objeto da ação cultural;
II. cronograma de execução;
III. estimativa de custos”.
Considerando-se que essa lei estabelece o marco regulatório do fomento à cultura, no âmbito da administração pública da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, é correto afirmar que
( ) O autor tem direito ao inédito, ou seja, de não colocar em circulação, de não dar publicidade à sua criação.
( ) O direito autoral protege a ideia de uma obra antes mesmo de sua realização em algum suporte por seu autor.
( ) Quando cai em domínio público, os direitos autorais de uso da obra dispensam autorização.
( ) O registro de uma obra por seu autor é obrigatório para garantir o exercício do direito autoral sobre ela.
Assinale a alternativa com a sequência correta.