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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim
Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.
Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.
A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.
Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.
Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.
Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)
Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.
As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.
As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)
AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à
humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível
em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim
Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.
Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.
A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.
Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.
Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.
Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)
Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.
As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.
As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)
AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à
humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível
em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.
"A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia"
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de tornar algo:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim
Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.
Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.
A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.
Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.
Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.
Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)
Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.
As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.
As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)
AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à
humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível
em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.

O desenho contingencial de cargos identifica um conjunto de dimensões profundas que, quando presentes, impregnam o cargo de fatores motivacionais e geram satisfação intrínseca ao ocupante. A figura acima apresenta o conteúdo dessas dimensões essenciais. O bloco destacado descreve a dimensão por meio da qual o ocupante adquire visão abrangente da repercussão de seu trabalho sobre as demais atividades da empresa, bem como de suas consequências e interdependências. Essa dimensão é denominada:
Reconhecendo que o sucesso organizacional depende do alinhamento entre os objetivos da empresa e os interesses de seus colaboradores, uma organização estabeleceu as seguintes metas:
I. Redução de custos operacionais.
II. Melhoria da qualidade de vida no trabalho.
III. Ampliação da participação no mercado.
IV. Oportunidades de desenvolvimento profissional.
Os objetivos que correspondem, respectivamente, ao interesse organizacional e ao interesse individual são:
Uma organização adotou um método de avaliação no qual o desempenho de cada colaborador é apreciado de forma circular por todos os elementos que mantêm alguma interação com ele, superior, colegas de mesmo nível, subordinados, clientes internos e externos, além da autoavaliação do próprio avaliado. Sobre esse método, considere as afirmativas a seguir:
I. Proporciona informações provenientes de múltiplas perspectivas, o que melhora a qualidade da retroação fornecida ao avaliado.
II. É administrativamente simples, pois dispensa a combinação das diferentes avaliações em um único resultado.
III. Pode envolver avaliações conflitantes emitidas sob diferentes pontos de vista e exige treinamento dos avaliadores para funcionar adequadamente.
Está correto o que se afirma em:
Ao revisar sua folha de pagamento, uma organização identificou a necessidade de distinguir os valores pagos diretamente ao empregado daqueles destinados a obrigações sociais e trabalhistas. Com base nessa análise, foram apresentadas as seguintes assertivas:
I. Os encargos sociais e trabalhistas integram os custos indiretos da relação de emprego para o empregador.
II. Todo encargo social é convertido diretamente em benefício individual para o trabalhador que gerou a contribuição.
III. O pagamento de encargos sociais pode financiar políticas públicas que beneficiam o trabalhador de forma indireta.
IV. A rescisão contratual não pode ser considerada encargo trabalhista, pois não possui caráter recorrente.
Está correto o que se afirma em:
Em um modelo de gestão por competências, as competências organizacionais são hierarquizadas em diferentes níveis.
Determinada instituição identificou que cada uma de suas unidades, como finanças, tecnologia e gestão de pessoas, precisa construir competências próprias de sua especialização, de modo a servir de base para as competências essenciais da organização. Essas competências, vinculadas a cada unidade organizacional, são denominadas: