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• Paciente A
Dor intensa em membro inferior esquerdo;
Extremidade fria e pálida;
Pulsos distais ausentes;
Sensibilidade tátil discretamente reduzida em pododáctilos;
Força muscular preservada;
Dor exacerbada à palpação, sem rigidez muscular.
Dor muito intensa em membro inferior direito;
Extremidade fria, pálida e marmórea;
Pulsos distais ausentes;
Hipoestesia extensa do pé e da perna distal;
Déficit motor evidente (dificuldade para dorsiflexão do pé);
Dor espontânea menos intensa no momento da avaliação.
Considerando a classificação de gravidade da isquemia aguda, o prognóstico do membro e a conduta mais adequada no atendimento pré-hospitalar, é CORRETO afirmar que:
Homem, 68 anos, é atendido pelo SAMU com palpitações súbitas, dispneia leve e mal-estar há cerca de 6 horas. É portador de hipertensão arterial, diabetes Mellitus tipo 2 e com histórico de AVC isquêmico há 3 anos, sem sequelas. Faz uso regular de losartana e metformina. Ao exame: consciente, orientado, FC: 148 bpm, PA: 126 × 78 mmHg, FR: 20 irpm, SpO₂: 96% em ar ambiente, Ausculta cardíaca: ritmo irregular. Ausculta pulmonar: sem estertores. Monitor cardíaco: fibrilação atrial (FA) com resposta ventricular rápida. Durante o transporte, o paciente mantém estabilidade hemodinâmica.
Na emergência hospitalar, após 2 horas, permanece em FA, FC média de 130 bpm, sem sinais de instabilidade. Ecocardiograma transtorácico sem trombo intracavitário nem disfunção ventricular significativa. Após 48 horas, o paciente recebe alta hospitalar.
Considerando o caso descrito, qual alternativa descreve CORRETAMENTE a conduta mais adequada no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), hospitalar e após a alta, respectivamente?
Mulher, 60 anos, é atendida pelo SAMU após episódio de mal-estar súbito, associado à dispneia progressiva e desconforto torácico inespecífico, iniciados há cerca de 2 horas. Relata tontura e sensação de desmaio, sem perda da consciência. Antecedentes de hipertensão arterial, varizes de membros inferiores e viagem rodoviária prolongada (10 horas) há 5 dias. Ao exame: consciente, ansiosa. Sinais vitais: FC= 108 bpm; PA: 104 × 66 mmHg; FR: 24 irpm; SpO₂: 90% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: sem alterações. Ausculta cardíaca: bulhas normais, B2 discretamente hiperfonética. Extremidades: sem alterações. Monitor cardíaco: taquicardia sinusal. ECG: inversão de onda T em V1–V3. Durante o atendimento, após oxigênio suplementar (4 L/min), a paciente evolui com queda da pressão arterial para 88 × 54 mmHg, mantendo taquicardia.
Considerando o cenário clínico e as possibilidades diagnósticas e terapêuticas no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), qual é a melhor interpretação e conduta?
Mulher, 29 anos é atendida pelo SAMU em domicílio, 5 dias após tireoidectomia total por bócio multinodular. Refere início súbito de parestesias periorais e em extremidades, seguido de espasmos musculares dolorosos nas mãos. Evoluiu com ansiedade intensa e dificuldade para falar. Ao exame: consciente, ansiosa, mãos em posição de espasmo carpopedal. Sinal de Trousseau positivo. ECG no monitor: QTc prolongado. A acompanhante informa que a paciente recebeu alta hospitalar há 48 horas e não iniciou suplementação prescrita.
Diante do quadro clínico apresentado, qual é o diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica mais adequada no ambiente pré-hospitalar?
Homem, 64 anos, encontrado em domicílio após episódio de síncope. Histórico de doença coronariana e insuficiência cardíaca. Ao atendimento inicial pelo SAMU, apresenta-se consciente, porém confuso. Após estabilização primária, são observados os seguintes parâmetros: Glasgow: 13 (O3 V4 M6); PA: 86 × 52 mmHg (PAM ≈ 63 mmHg), após 500 mL de cristaloide; FC: 122 bpm; FR: 28 irpm; SpO₂: 92% com O₂ suplementar a 4 L/min. Extremidades frias, enchimento capilar 5 segundos. Lactato capilar: 4,1 mmol/L. ECG: taquicardia sinusal, sem supradesnivelamento do ST. Durante a avaliação secundária, o paciente mantém instabilidade hemodinâmica, apesar das medidas iniciais.
Considerando os critérios de gravidade e os princípios do atendimento pré-hospitalar, qual é a conduta MAIS adequada em relação ao transporte?
Mulher, 82 anos, institucionalizada, é atendida pelo SAMU após episódio de rebaixamento agudo do nível de consciência. A cuidadora refere urina turva e com odor fétido há 2 dias, sem febre. Possui antecedentes de hipertensão arterial, insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE 35%) e doença renal crônica estágio 3. Faz uso regular de furosemida, carvedilol e losartana. Ao exame: Glasgow: 12 (O3 V4 M5); Temperatura= 36,1 °C; FC= 96 bpm; FR= 30 irpm; PA= 92 × 58 mmHg; SpO₂= 93% em ar ambiente. Extremidades frias, enchimento capilar 5 segundos. Diurese referida nas últimas 12 horas: mínima. Glicemia capilar: 168 mg/dL.
Durante a monitorização, o acesso venoso periférico é obtido com dificuldade. Diante desse cenário, qual é a conduta mais adequada no ambiente pré-hospitalar?
Target meaning: The theory is widely accepted; however, it still fails to explain several anomalies in the data.
“Had I known you were coming,” she exclaimed, “I could have arranged something far more suitable!”
Based on the information in the text, what can be inferred about the role of technology in English-language teaching?
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Perisylvian polymicrogyria (PMG) is a malformation of cortical development in which the cortex around the Sylvian fissures shows excessive small gyri and abnormal cortical lamination. This regional form of PMG is among the commonest patterns seen on MRI and may vary from focal posterior perisylvian involvement to extensive bilateral disease that (Magnetic Resonance Imaging) extends beyond the perisylvian region. Imaging typically demonstrates a thickened, irregular cortical ribbon with shallow sulci and an irregular gray–white matter junction, which is best characterized using high-resolution MRI.
Clinically, perisylvian PMG—especially when bilateral—is frequently associated with oromotor dysfunction (dysarthria, feeding and swallowing difficulties), language impairments, cognitive delay, and epilepsy; severity correlates with the extent and symmetry of cortical involvement. The condition is genetically and etiologically heterogeneous: cases may be sporadic, associated with prenatal injury (for example infectious or vascular insults), or linked to chromosomal and single-gene variants in some familial forms. Management focuses on symptomatic therapies (speech/feeding therapy, epilepsy control) and genetic/neurological evaluation when appropriate.
Source: Barkovich, A. J., Guerrini, R., Kuzniecky, R. I., Jackson, G. D., & Dobyns, W. B. (2010). Current concepts of polymicrogyria. Neuroradiology. Leventer, R. J., Jansen, A., Pilz, D. T., et al. (2010). Clinical and imaging heterogeneity of polymicrogyria. Brain.
Perisylvian polymicrogyria (PMG) is a malformation of cortical development in which the cortex around the Sylvian fissures shows excessive small gyri and abnormal cortical lamination. This regional form of PMG is among the commonest patterns seen on MRI and may vary from focal posterior perisylvian involvement to extensive bilateral disease that (Magnetic Resonance Imaging) extends beyond the perisylvian region. Imaging typically demonstrates a thickened, irregular cortical ribbon with shallow sulci and an irregular gray–white matter junction, which is best characterized using high-resolution MRI.
Clinically, perisylvian PMG—especially when bilateral—is frequently associated with oromotor dysfunction (dysarthria, feeding and swallowing difficulties), language impairments, cognitive delay, and epilepsy; severity correlates with the extent and symmetry of cortical involvement. The condition is genetically and etiologically heterogeneous: cases may be sporadic, associated with prenatal injury (for example infectious or vascular insults), or linked to chromosomal and single-gene variants in some familial forms. Management focuses on symptomatic therapies (speech/feeding therapy, epilepsy control) and genetic/neurological evaluation when appropriate.
Source: Barkovich, A. J., Guerrini, R., Kuzniecky, R. I., Jackson, G. D., & Dobyns, W. B. (2010). Current concepts of polymicrogyria. Neuroradiology. Leventer, R. J., Jansen, A., Pilz, D. T., et al. (2010). Clinical and imaging heterogeneity of polymicrogyria. Brain.
Perisylvian polymicrogyria (PMG) is a malformation of cortical development in which the cortex around the Sylvian fissures shows excessive small gyri and abnormal cortical lamination. This regional form of PMG is among the commonest patterns seen on MRI and may vary from focal posterior perisylvian involvement to extensive bilateral disease that (Magnetic Resonance Imaging) extends beyond the perisylvian region. Imaging typically demonstrates a thickened, irregular cortical ribbon with shallow sulci and an irregular gray–white matter junction, which is best characterized using high-resolution MRI.
Clinically, perisylvian PMG—especially when bilateral—is frequently associated with oromotor dysfunction (dysarthria, feeding and swallowing difficulties), language impairments, cognitive delay, and epilepsy; severity correlates with the extent and symmetry of cortical involvement. The condition is genetically and etiologically heterogeneous: cases may be sporadic, associated with prenatal injury (for example infectious or vascular insults), or linked to chromosomal and single-gene variants in some familial forms. Management focuses on symptomatic therapies (speech/feeding therapy, epilepsy control) and genetic/neurological evaluation when appropriate.
Source: Barkovich, A. J., Guerrini, R., Kuzniecky, R. I., Jackson, G. D., & Dobyns, W. B. (2010). Current concepts of polymicrogyria. Neuroradiology. Leventer, R. J., Jansen, A., Pilz, D. T., et al. (2010). Clinical and imaging heterogeneity of polymicrogyria. Brain.
O Pianista , filme de 2002, dirigido por Roman Polanski, foi responsável por dar o primeiro Oscar de melhor ator a Adrien Brody. O filme se baseou na autobiografia de Wladyslaw Szpilman, de como ele sobreviveu à ocupação alemã de Varsóvia e ao Holocausto. Já em 2025, Brody recebeu a mesma premiação pelo filme O Brutalista , de 2024, dirigido por Brady Corbet. O Brutalista acompanha décadas da vida do arquiteto húngaro László Toth, praticante da arquitetura brutalista que, após sobreviver aos campos de concentração do Holocausto, parte para os EUA em busca de recomeço. Toth é uma personagem fictícia, mas foi criada a partir de referências reais como Marcel Breuer e Ernő Goldfinger.
A partir do exposto, avalie os itens abaixo.
I - Apesar de utilizar uma personagem fictícia, o filme O Brutalista (2024) é uma obra que se encaixa no que se define como estilo cinematográfico documental, pois retrata fatos que realmente ocorreram nas vidas dos arquitetos Marcel Breuer e Ernő Goldfinger.
II - Brutalismo e Bauhaus não são o mesmo estilo arquitetônico, embora compartilhem princípios modernos. O primeiro radicaliza a materialidade e a expressão construtiva, enquanto o segundo se concentra na síntese funcional e industrial do espaço.
III - Por ser baseado na vida de Władysław Szpilman, O Pianista , (2002) é uma adaptação cinematográfica. É indispensável que a encenação cinematográfica utilize apenas o preto e o branco para dar mais realismo à obra.
É CORRETO o que se afirma apenas em: