Foram encontradas 102.669 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
É muito mais do que isto, exatamente porque envolve a
Das muitas expressões das pedagogias negras, os autores elegem três para apresentar os modos pelos quais elas problematizam o “aprender-ensinar-criar” e “abrem
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Para Jófilli, “o aspecto mais relevante da aprendizagem escolar parece ser o fato de criar zonas de desenvolvimento
Sua inserção no mundo acontece pela observação cotidiana das atividades dos adultos, uma observação e participação heterodoxa que possibilitam que elas
Isto porque “A Educação Integral não pode olvidar do potencial integrador de uma educação
Não há como se desvincular o cotidiano escolar das teorias e metodologias didáticas, visto serem estas que orientam as práticas pedagógicas, assim como o dia a dia institucional. Analisando-se mais atentamente essa vinculação, nota-se que as teorias e metodologias didáticas influenciam tanto o conhecimento transmitido quanto a organização das aulas.
Por outro lado, se a metodologia se refere à teoria por trás do método, verifica-se que, conforme afirma Libâneo na obra Didática (2017), “os métodos de ensino são as ações do professor pelas quais se organizam as atividades de ensino e dos alunos para
Nessa perspectiva,
Sua seleção deve ser feita em função de critérios psicopedagógicos, mas é preciso considerar antes de mais nada
E, também, a LDBEN no 9.394/96 que, em seu art. 26, define “a relação entre o que é básico-comum e o que é diverso”, estabelecendo que: “os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada,
Considerando as reflexões de Paulo Freire (2019) a respeito da identidade do professor e das exigências derivadas de sua relação com os educandos e com o conhecimento, as concepções apresentadas, presentes nesse Decreto,
Nesse sentido, a autora argumenta que inclusão diz respeito
Candau esclarece que adota, dentre as três posições do multiculturalismo, a do “multiculturalismo interativo, também chamado interculturalidade”, porque considera esse multiculturalismo mais adequado à construção de sociedades democráticas e inclusivas, pois essa concepção favorece
Educação Nacional do Brasil, de 1996, em seus arts. 2º e 3º, estabelece que a educação brasileira deve inspirar-se nos princípios, ali elencados, e nos ideais de___________________humana. Escolha a alternativa que preenche as lacunas do texto, deixando-o correto em relação aos argumentos de Benevides e da LDBEN/96.
Leia o texto a seguir:
Você já parou para pensar como fotos perfeitas têm impacto na forma como a gente se vê? A era dos filtros virou assunto mundial _______ ela mudou nossa relação com nós mesmos e com os outros.
Esses filtros podem dar outra cor _______ pele, alterar o formato do rosto e até modificar o cenário. Psicólogos estão atentos_______ transformação. Os filtros podem alimentar a insatisfação com a própria imagem, gerando ansiedade e até transtornos alimentares.
Vários motivos ajudam a explicar _______ os filtros dominaram as redes. Primeiro, a tecnologia ficou acessível e simples. Além disso, os influenciadores digitais impulsionaram essa moda, mostrando que “ficar bem na foto” era uma arte necessária para o sucesso on-line.
(“A era dos filtros está transformando a autoestima hoje”, 25.05.2025.
Disponível em: www.uai.com.br. Adaptado)
As lacunas do texto são completadas, correta e respectivamente, por:
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Meus pais sempre me pareceram, aos olhos da criança que fui, perfeitos. Eu agradecia a Deus por ter nascido em um lar tão abençoado, onde tudo funcionava, e ai de quem duvidasse. Até que cresci e passei eu mesma a duvidar: ora, quem é perfeito? Eu me furtaria a vergonha de passar o resto da vida inebriada pela própria ilusão. Passei a glorificar o imperfeito e segui amando todos eles, já que ninguém é perfeito.
Estou longe de desprezar genialidades, como uma foto de Sebastião Salgado, uma página de Guimarães Rosa, o canto de Caetano Veloso. Aproximam-se do sagrado. Mas quando desço desse altar e caio no mundano, é pela imperfeição que me enamoro.
Faço todo esse preâmbulo para que eu possa exaltar o que está fora de foco. O abandono da excelência a favor da essência. Andamos obcecados por qualidade técnica, filtros que eliminam defeitos, nenhum ruído escapando, nenhum fio solto, a artificialidade substituindo o que é verdadeiro. A essência, ao contrário, é inexata, transcende, se move, esparrama. A essência não se falsifica, transforma a própria falha em gozo. Sabe que o excelente, ou é um gênio, ou um impostor.
Adoro, especialmente, fotos desfocadas, com sua imperfeição poética, humana. São retratos em movimento: da gente dançando, correndo, gesticulando. Somos borrões capturados por olhares objetivos, mas está para nascer quem nos possa reduzir a uma única dimensão. Temos várias versões sobrepostas, somos reais assim como somos fictícios, seres indeterminados fazendo o possível para se enquadrar, só que um pedaço de nós sempre invade o contorno limitador e escorre para fora. Queremos ser vistos com nitidez, eu sei, mas também somos aquele ser indefinido por trás do espelho embaçado no banheiro.
(Martha Medeiros. “A arte de falhar: um elogio ao que está fora de foco”,
27.07.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Meus pais sempre me pareceram, aos olhos da criança que fui, perfeitos. Eu agradecia a Deus por ter nascido em um lar tão abençoado, onde tudo funcionava, e ai de quem duvidasse. Até que cresci e passei eu mesma a duvidar: ora, quem é perfeito? Eu me furtaria a vergonha de passar o resto da vida inebriada pela própria ilusão. Passei a glorificar o imperfeito e segui amando todos eles, já que ninguém é perfeito.
Estou longe de desprezar genialidades, como uma foto de Sebastião Salgado, uma página de Guimarães Rosa, o canto de Caetano Veloso. Aproximam-se do sagrado. Mas quando desço desse altar e caio no mundano, é pela imperfeição que me enamoro.
Faço todo esse preâmbulo para que eu possa exaltar o que está fora de foco. O abandono da excelência a favor da essência. Andamos obcecados por qualidade técnica, filtros que eliminam defeitos, nenhum ruído escapando, nenhum fio solto, a artificialidade substituindo o que é verdadeiro. A essência, ao contrário, é inexata, transcende, se move, esparrama. A essência não se falsifica, transforma a própria falha em gozo. Sabe que o excelente, ou é um gênio, ou um impostor.
Adoro, especialmente, fotos desfocadas, com sua imperfeição poética, humana. São retratos em movimento: da gente dançando, correndo, gesticulando. Somos borrões capturados por olhares objetivos, mas está para nascer quem nos possa reduzir a uma única dimensão. Temos várias versões sobrepostas, somos reais assim como somos fictícios, seres indeterminados fazendo o possível para se enquadrar, só que um pedaço de nós sempre invade o contorno limitador e escorre para fora. Queremos ser vistos com nitidez, eu sei, mas também somos aquele ser indefinido por trás do espelho embaçado no banheiro.
(Martha Medeiros. “A arte de falhar: um elogio ao que está fora de foco”,
27.07.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Meus pais sempre me pareceram, aos olhos da criança que fui, perfeitos. Eu agradecia a Deus por ter nascido em um lar tão abençoado, onde tudo funcionava, e ai de quem duvidasse. Até que cresci e passei eu mesma a duvidar: ora, quem é perfeito? Eu me furtaria a vergonha de passar o resto da vida inebriada pela própria ilusão. Passei a glorificar o imperfeito e segui amando todos eles, já que ninguém é perfeito.
Estou longe de desprezar genialidades, como uma foto de Sebastião Salgado, uma página de Guimarães Rosa, o canto de Caetano Veloso. Aproximam-se do sagrado. Mas quando desço desse altar e caio no mundano, é pela imperfeição que me enamoro.
Faço todo esse preâmbulo para que eu possa exaltar o que está fora de foco. O abandono da excelência a favor da essência. Andamos obcecados por qualidade técnica, filtros que eliminam defeitos, nenhum ruído escapando, nenhum fio solto, a artificialidade substituindo o que é verdadeiro. A essência, ao contrário, é inexata, transcende, se move, esparrama. A essência não se falsifica, transforma a própria falha em gozo. Sabe que o excelente, ou é um gênio, ou um impostor.
Adoro, especialmente, fotos desfocadas, com sua imperfeição poética, humana. São retratos em movimento: da gente dançando, correndo, gesticulando. Somos borrões capturados por olhares objetivos, mas está para nascer quem nos possa reduzir a uma única dimensão. Temos várias versões sobrepostas, somos reais assim como somos fictícios, seres indeterminados fazendo o possível para se enquadrar, só que um pedaço de nós sempre invade o contorno limitador e escorre para fora. Queremos ser vistos com nitidez, eu sei, mas também somos aquele ser indefinido por trás do espelho embaçado no banheiro.
(Martha Medeiros. “A arte de falhar: um elogio ao que está fora de foco”,
27.07.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Meus pais sempre me pareceram, aos olhos da criança que fui, perfeitos. Eu agradecia a Deus por ter nascido em um lar tão abençoado, onde tudo funcionava, e ai de quem duvidasse. Até que cresci e passei eu mesma a duvidar: ora, quem é perfeito? Eu me furtaria a vergonha de passar o resto da vida inebriada pela própria ilusão. Passei a glorificar o imperfeito e segui amando todos eles, já que ninguém é perfeito.
Estou longe de desprezar genialidades, como uma foto de Sebastião Salgado, uma página de Guimarães Rosa, o canto de Caetano Veloso. Aproximam-se do sagrado. Mas quando desço desse altar e caio no mundano, é pela imperfeição que me enamoro.
Faço todo esse preâmbulo para que eu possa exaltar o que está fora de foco. O abandono da excelência a favor da essência. Andamos obcecados por qualidade técnica, filtros que eliminam defeitos, nenhum ruído escapando, nenhum fio solto, a artificialidade substituindo o que é verdadeiro. A essência, ao contrário, é inexata, transcende, se move, esparrama. A essência não se falsifica, transforma a própria falha em gozo. Sabe que o excelente, ou é um gênio, ou um impostor.
Adoro, especialmente, fotos desfocadas, com sua imperfeição poética, humana. São retratos em movimento: da gente dançando, correndo, gesticulando. Somos borrões capturados por olhares objetivos, mas está para nascer quem nos possa reduzir a uma única dimensão. Temos várias versões sobrepostas, somos reais assim como somos fictícios, seres indeterminados fazendo o possível para se enquadrar, só que um pedaço de nós sempre invade o contorno limitador e escorre para fora. Queremos ser vistos com nitidez, eu sei, mas também somos aquele ser indefinido por trás do espelho embaçado no banheiro.
(Martha Medeiros. “A arte de falhar: um elogio ao que está fora de foco”,
27.07.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)