Questões de Concurso Público Câmara de Mogi das Cruzes - SP 2026 para Assistente Técnico de Áudio

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Q3834670 Português
Natal

        É época de Natal. De prendas, de frutas secas e fios dourados. De perus e bebidas várias. De plásticos. De muitos plásticos. E de sacrifícios.

        Também festa de família.

        Estou numa loja. Três mocinhos semi-esfarrapados entram. Não têm pressa. Não pedem para serem atendidos. Os olhinhos passam de um brinquedo para outro e neles vejo o mesmo brilho dos olhos dos meus filhos.

        Timidamente, quando não se sentem observados pela vendedora, passam a mão – um dedo só – pela carroceria de um caminhão. Estão mudos, num mundo à parte e nem sequer trocam olhares uns com os outros. Cada um vivendo o sonho de uma viagem, a aventura de uma corrida.

        Os compradores entram e saem atarefados. E não vejo alegria neles. A cada presentinho, a cada pacotinho de uma bagatela qualquer, um balanço às notas que ficam, um cálculo mental, uma decepção. E começam as lamentações que os artigos estão caros, que a vida está cada vez mais difícil, que já é tempo de se acabar com o Natal.

        Não estou de acordo. É bom haver Natal. É bom escrever aos amigos e dizer-lhes que estão comigo o tempo todo, apesar do meu silêncio. É bom haver Natal e poder dizer-te que tenho saudades tuas, que te amo e te queria abraçar forte. É bom haver Natal, quando não é época de sacrifícios e angústias e dívidas, para se manter uma ridícula aparência de sucesso.

(Dina Salústio. Mornas Eram as noites, 2002. Adaptado)
O narrador pondera que a época de Natal
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Q3834671 Português
Natal

        É época de Natal. De prendas, de frutas secas e fios dourados. De perus e bebidas várias. De plásticos. De muitos plásticos. E de sacrifícios.

        Também festa de família.

        Estou numa loja. Três mocinhos semi-esfarrapados entram. Não têm pressa. Não pedem para serem atendidos. Os olhinhos passam de um brinquedo para outro e neles vejo o mesmo brilho dos olhos dos meus filhos.

        Timidamente, quando não se sentem observados pela vendedora, passam a mão – um dedo só – pela carroceria de um caminhão. Estão mudos, num mundo à parte e nem sequer trocam olhares uns com os outros. Cada um vivendo o sonho de uma viagem, a aventura de uma corrida.

        Os compradores entram e saem atarefados. E não vejo alegria neles. A cada presentinho, a cada pacotinho de uma bagatela qualquer, um balanço às notas que ficam, um cálculo mental, uma decepção. E começam as lamentações que os artigos estão caros, que a vida está cada vez mais difícil, que já é tempo de se acabar com o Natal.

        Não estou de acordo. É bom haver Natal. É bom escrever aos amigos e dizer-lhes que estão comigo o tempo todo, apesar do meu silêncio. É bom haver Natal e poder dizer-te que tenho saudades tuas, que te amo e te queria abraçar forte. É bom haver Natal, quando não é época de sacrifícios e angústias e dívidas, para se manter uma ridícula aparência de sucesso.

(Dina Salústio. Mornas Eram as noites, 2002. Adaptado)
Com base na percepção do narrador, conclui-se corretamente que os mocinhos semi-esfarrapados
Alternativas
Q3834672 Português
Natal

        É época de Natal. De prendas, de frutas secas e fios dourados. De perus e bebidas várias. De plásticos. De muitos plásticos. E de sacrifícios.

        Também festa de família.

        Estou numa loja. Três mocinhos semi-esfarrapados entram. Não têm pressa. Não pedem para serem atendidos. Os olhinhos passam de um brinquedo para outro e neles vejo o mesmo brilho dos olhos dos meus filhos.

        Timidamente, quando não se sentem observados pela vendedora, passam a mão – um dedo só – pela carroceria de um caminhão. Estão mudos, num mundo à parte e nem sequer trocam olhares uns com os outros. Cada um vivendo o sonho de uma viagem, a aventura de uma corrida.

        Os compradores entram e saem atarefados. E não vejo alegria neles. A cada presentinho, a cada pacotinho de uma bagatela qualquer, um balanço às notas que ficam, um cálculo mental, uma decepção. E começam as lamentações que os artigos estão caros, que a vida está cada vez mais difícil, que já é tempo de se acabar com o Natal.

        Não estou de acordo. É bom haver Natal. É bom escrever aos amigos e dizer-lhes que estão comigo o tempo todo, apesar do meu silêncio. É bom haver Natal e poder dizer-te que tenho saudades tuas, que te amo e te queria abraçar forte. É bom haver Natal, quando não é época de sacrifícios e angústias e dívidas, para se manter uma ridícula aparência de sucesso.

(Dina Salústio. Mornas Eram as noites, 2002. Adaptado)
O narrador expressa afetividade por meio do termo destacado em:
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Q3834673 Português
Natal

        É época de Natal. De prendas, de frutas secas e fios dourados. De perus e bebidas várias. De plásticos. De muitos plásticos. E de sacrifícios.

        Também festa de família.

        Estou numa loja. Três mocinhos semi-esfarrapados entram. Não têm pressa. Não pedem para serem atendidos. Os olhinhos passam de um brinquedo para outro e neles vejo o mesmo brilho dos olhos dos meus filhos.

        Timidamente, quando não se sentem observados pela vendedora, passam a mão – um dedo só – pela carroceria de um caminhão. Estão mudos, num mundo à parte e nem sequer trocam olhares uns com os outros. Cada um vivendo o sonho de uma viagem, a aventura de uma corrida.

        Os compradores entram e saem atarefados. E não vejo alegria neles. A cada presentinho, a cada pacotinho de uma bagatela qualquer, um balanço às notas que ficam, um cálculo mental, uma decepção. E começam as lamentações que os artigos estão caros, que a vida está cada vez mais difícil, que já é tempo de se acabar com o Natal.

        Não estou de acordo. É bom haver Natal. É bom escrever aos amigos e dizer-lhes que estão comigo o tempo todo, apesar do meu silêncio. É bom haver Natal e poder dizer-te que tenho saudades tuas, que te amo e te queria abraçar forte. É bom haver Natal, quando não é época de sacrifícios e angústias e dívidas, para se manter uma ridícula aparência de sucesso.

(Dina Salústio. Mornas Eram as noites, 2002. Adaptado)
Leia o trecho do 4º parágrafo:
Timidamente, quando não se sentem observados pela vendedora, passam a mão – um dedo só – pela carroceria de um caminhão. Estão mudos, num mundo à parte e nem sequer trocam olhares uns com os outros.
Em conformidade com a norma-padrão, as passagens destacadas admitem, respectivamente, as seguintes reescritas:
Alternativas
Q3834674 Português
Natal

        É época de Natal. De prendas, de frutas secas e fios dourados. De perus e bebidas várias. De plásticos. De muitos plásticos. E de sacrifícios.

        Também festa de família.

        Estou numa loja. Três mocinhos semi-esfarrapados entram. Não têm pressa. Não pedem para serem atendidos. Os olhinhos passam de um brinquedo para outro e neles vejo o mesmo brilho dos olhos dos meus filhos.

        Timidamente, quando não se sentem observados pela vendedora, passam a mão – um dedo só – pela carroceria de um caminhão. Estão mudos, num mundo à parte e nem sequer trocam olhares uns com os outros. Cada um vivendo o sonho de uma viagem, a aventura de uma corrida.

        Os compradores entram e saem atarefados. E não vejo alegria neles. A cada presentinho, a cada pacotinho de uma bagatela qualquer, um balanço às notas que ficam, um cálculo mental, uma decepção. E começam as lamentações que os artigos estão caros, que a vida está cada vez mais difícil, que já é tempo de se acabar com o Natal.

        Não estou de acordo. É bom haver Natal. É bom escrever aos amigos e dizer-lhes que estão comigo o tempo todo, apesar do meu silêncio. É bom haver Natal e poder dizer-te que tenho saudades tuas, que te amo e te queria abraçar forte. É bom haver Natal, quando não é época de sacrifícios e angústias e dívidas, para se manter uma ridícula aparência de sucesso.

(Dina Salústio. Mornas Eram as noites, 2002. Adaptado)
Muitas pessoas têm horror _________________ artigos caros e aspiram __________________ um Natal sem sacrifícios.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3834675 Português
A tempestade da desigualdade climática

        Em todo o mundo, há cerca de 1,1 bilhão de pessoas vivendo em condições de “pobreza multidimensional aguda” – aquela que define a pobreza não só pela falta de renda, mas por um conjunto de privações, como saúde, educação, habitação, saneamento básico, energia elétrica, água potável e acesso à informação. Desse número gigantesco, quase 900 milhões de pessoas, ou cerca de 80%, estão diretamente expostas a riscos climáticos, por viverem em regiões mais suscetíveis ao impacto, por exemplo, do calor extremo, inundações, seca ou poluição do ar. Esse cruzamento entre índices de pobreza e risco climático, feito de maneira inédita, é um dos méritos de um relatório divulgado pela ONU e pela Iniciativa Pobreza e Desenvolvimento Humano de Oxford, da Universidade de Oxford.

        Intitulado “Índice de Pobreza Multidimensional Global de 2025 – Dificuldades sobrepostas: pobreza e riscos climáticos”, o documento não só reafirma o quanto a pobreza está longe de ser um problema socioeconômico isolado, como reforça o que a ciência vem alertando, isto é, sua conexão direta com instabilidades planetárias. Afinal, efeitos climáticos extremos são parte da rotina dos mais vulneráveis e integram o conjunto de alertas de especialistas para tentar tornar mais ambiciosos os compromissos em negociação durante a COP-30, em Belém.

        A constatação reforça uma verdade incômoda: o aquecimento global é também um problema de desigualdade. A pobreza e o clima formam um círculo perverso, pois a escassez de recursos obriga milhões a depender de atividades frágeis, como a agricultura de subsistência e o trabalho informal, justamente as mais afetadas por eventos extremos. Quando secas e enchentes se alternam com frequência, tanto comprometem o sustento quanto destroem o pouco que resta. O relatório mostra a África Subsaariana e o sul da Ásia como regiões especialmente críticas. Mas o Brasil também faz parte desse retrato. Enchentes no Rio Grande do Sul, deslizamentos em Petrópolis e no litoral paulista, estiagens no Nordeste e queimadas na Amazônia revelam um mesmo padrão: são os mais pobres que mais perdem.

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 30.10.2025. Adaptado)
As informações do editorial deixam claro que 
Alternativas
Q3834676 Português
A tempestade da desigualdade climática

        Em todo o mundo, há cerca de 1,1 bilhão de pessoas vivendo em condições de “pobreza multidimensional aguda” – aquela que define a pobreza não só pela falta de renda, mas por um conjunto de privações, como saúde, educação, habitação, saneamento básico, energia elétrica, água potável e acesso à informação. Desse número gigantesco, quase 900 milhões de pessoas, ou cerca de 80%, estão diretamente expostas a riscos climáticos, por viverem em regiões mais suscetíveis ao impacto, por exemplo, do calor extremo, inundações, seca ou poluição do ar. Esse cruzamento entre índices de pobreza e risco climático, feito de maneira inédita, é um dos méritos de um relatório divulgado pela ONU e pela Iniciativa Pobreza e Desenvolvimento Humano de Oxford, da Universidade de Oxford.

        Intitulado “Índice de Pobreza Multidimensional Global de 2025 – Dificuldades sobrepostas: pobreza e riscos climáticos”, o documento não só reafirma o quanto a pobreza está longe de ser um problema socioeconômico isolado, como reforça o que a ciência vem alertando, isto é, sua conexão direta com instabilidades planetárias. Afinal, efeitos climáticos extremos são parte da rotina dos mais vulneráveis e integram o conjunto de alertas de especialistas para tentar tornar mais ambiciosos os compromissos em negociação durante a COP-30, em Belém.

        A constatação reforça uma verdade incômoda: o aquecimento global é também um problema de desigualdade. A pobreza e o clima formam um círculo perverso, pois a escassez de recursos obriga milhões a depender de atividades frágeis, como a agricultura de subsistência e o trabalho informal, justamente as mais afetadas por eventos extremos. Quando secas e enchentes se alternam com frequência, tanto comprometem o sustento quanto destroem o pouco que resta. O relatório mostra a África Subsaariana e o sul da Ásia como regiões especialmente críticas. Mas o Brasil também faz parte desse retrato. Enchentes no Rio Grande do Sul, deslizamentos em Petrópolis e no litoral paulista, estiagens no Nordeste e queimadas na Amazônia revelam um mesmo padrão: são os mais pobres que mais perdem.

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 30.10.2025. Adaptado)
Considere as passagens:
•  … para tentar tornar mais ambiciosos os compromissos em negociação durante a COP-30, em Belém. (2º parágrafo) •  A constatação reforça uma verdade incômoda… (3º parágrafo) •  O relatório mostra a África Subsaariana e o sul da Ásia como regiões especialmente críticas. (3º parágrafo)

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3834677 Português
A tempestade da desigualdade climática

        Em todo o mundo, há cerca de 1,1 bilhão de pessoas vivendo em condições de “pobreza multidimensional aguda” – aquela que define a pobreza não só pela falta de renda, mas por um conjunto de privações, como saúde, educação, habitação, saneamento básico, energia elétrica, água potável e acesso à informação. Desse número gigantesco, quase 900 milhões de pessoas, ou cerca de 80%, estão diretamente expostas a riscos climáticos, por viverem em regiões mais suscetíveis ao impacto, por exemplo, do calor extremo, inundações, seca ou poluição do ar. Esse cruzamento entre índices de pobreza e risco climático, feito de maneira inédita, é um dos méritos de um relatório divulgado pela ONU e pela Iniciativa Pobreza e Desenvolvimento Humano de Oxford, da Universidade de Oxford.

        Intitulado “Índice de Pobreza Multidimensional Global de 2025 – Dificuldades sobrepostas: pobreza e riscos climáticos”, o documento não só reafirma o quanto a pobreza está longe de ser um problema socioeconômico isolado, como reforça o que a ciência vem alertando, isto é, sua conexão direta com instabilidades planetárias. Afinal, efeitos climáticos extremos são parte da rotina dos mais vulneráveis e integram o conjunto de alertas de especialistas para tentar tornar mais ambiciosos os compromissos em negociação durante a COP-30, em Belém.

        A constatação reforça uma verdade incômoda: o aquecimento global é também um problema de desigualdade. A pobreza e o clima formam um círculo perverso, pois a escassez de recursos obriga milhões a depender de atividades frágeis, como a agricultura de subsistência e o trabalho informal, justamente as mais afetadas por eventos extremos. Quando secas e enchentes se alternam com frequência, tanto comprometem o sustento quanto destroem o pouco que resta. O relatório mostra a África Subsaariana e o sul da Ásia como regiões especialmente críticas. Mas o Brasil também faz parte desse retrato. Enchentes no Rio Grande do Sul, deslizamentos em Petrópolis e no litoral paulista, estiagens no Nordeste e queimadas na Amazônia revelam um mesmo padrão: são os mais pobres que mais perdem.

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 30.10.2025. Adaptado)
As vírgulas na passagem do 2º parágrafo “… como reforça o que a ciência vem alertando, isto é, sua conexão direta com instabilidades planetárias.” são empregadas pelo mesmo motivo que as vírgulas presentes em:
Alternativas
Q3834678 Português
A tempestade da desigualdade climática

        Em todo o mundo, há cerca de 1,1 bilhão de pessoas vivendo em condições de “pobreza multidimensional aguda” – aquela que define a pobreza não só pela falta de renda, mas por um conjunto de privações, como saúde, educação, habitação, saneamento básico, energia elétrica, água potável e acesso à informação. Desse número gigantesco, quase 900 milhões de pessoas, ou cerca de 80%, estão diretamente expostas a riscos climáticos, por viverem em regiões mais suscetíveis ao impacto, por exemplo, do calor extremo, inundações, seca ou poluição do ar. Esse cruzamento entre índices de pobreza e risco climático, feito de maneira inédita, é um dos méritos de um relatório divulgado pela ONU e pela Iniciativa Pobreza e Desenvolvimento Humano de Oxford, da Universidade de Oxford.

        Intitulado “Índice de Pobreza Multidimensional Global de 2025 – Dificuldades sobrepostas: pobreza e riscos climáticos”, o documento não só reafirma o quanto a pobreza está longe de ser um problema socioeconômico isolado, como reforça o que a ciência vem alertando, isto é, sua conexão direta com instabilidades planetárias. Afinal, efeitos climáticos extremos são parte da rotina dos mais vulneráveis e integram o conjunto de alertas de especialistas para tentar tornar mais ambiciosos os compromissos em negociação durante a COP-30, em Belém.

        A constatação reforça uma verdade incômoda: o aquecimento global é também um problema de desigualdade. A pobreza e o clima formam um círculo perverso, pois a escassez de recursos obriga milhões a depender de atividades frágeis, como a agricultura de subsistência e o trabalho informal, justamente as mais afetadas por eventos extremos. Quando secas e enchentes se alternam com frequência, tanto comprometem o sustento quanto destroem o pouco que resta. O relatório mostra a África Subsaariana e o sul da Ásia como regiões especialmente críticas. Mas o Brasil também faz parte desse retrato. Enchentes no Rio Grande do Sul, deslizamentos em Petrópolis e no litoral paulista, estiagens no Nordeste e queimadas na Amazônia revelam um mesmo padrão: são os mais pobres que mais perdem.

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 30.10.2025. Adaptado)
A concordância verbal e o uso do acento indicativo da crase atendem à norma-padrão em:
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Q3834679 Português
A tempestade da desigualdade climática

        Em todo o mundo, há cerca de 1,1 bilhão de pessoas vivendo em condições de “pobreza multidimensional aguda” – aquela que define a pobreza não só pela falta de renda, mas por um conjunto de privações, como saúde, educação, habitação, saneamento básico, energia elétrica, água potável e acesso à informação. Desse número gigantesco, quase 900 milhões de pessoas, ou cerca de 80%, estão diretamente expostas a riscos climáticos, por viverem em regiões mais suscetíveis ao impacto, por exemplo, do calor extremo, inundações, seca ou poluição do ar. Esse cruzamento entre índices de pobreza e risco climático, feito de maneira inédita, é um dos méritos de um relatório divulgado pela ONU e pela Iniciativa Pobreza e Desenvolvimento Humano de Oxford, da Universidade de Oxford.

        Intitulado “Índice de Pobreza Multidimensional Global de 2025 – Dificuldades sobrepostas: pobreza e riscos climáticos”, o documento não só reafirma o quanto a pobreza está longe de ser um problema socioeconômico isolado, como reforça o que a ciência vem alertando, isto é, sua conexão direta com instabilidades planetárias. Afinal, efeitos climáticos extremos são parte da rotina dos mais vulneráveis e integram o conjunto de alertas de especialistas para tentar tornar mais ambiciosos os compromissos em negociação durante a COP-30, em Belém.

        A constatação reforça uma verdade incômoda: o aquecimento global é também um problema de desigualdade. A pobreza e o clima formam um círculo perverso, pois a escassez de recursos obriga milhões a depender de atividades frágeis, como a agricultura de subsistência e o trabalho informal, justamente as mais afetadas por eventos extremos. Quando secas e enchentes se alternam com frequência, tanto comprometem o sustento quanto destroem o pouco que resta. O relatório mostra a África Subsaariana e o sul da Ásia como regiões especialmente críticas. Mas o Brasil também faz parte desse retrato. Enchentes no Rio Grande do Sul, deslizamentos em Petrópolis e no litoral paulista, estiagens no Nordeste e queimadas na Amazônia revelam um mesmo padrão: são os mais pobres que mais perdem.

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 30.10.2025. Adaptado)
Considere a passagem do 1º parágrafo:
… aquela que define a pobreza não só pela falta de renda, mas por um conjunto de privações, como saúde, educação, habitação, saneamento básico, energia elétrica, água potável e acesso à informação. Desse número gigantesco, quase 900 milhões de pessoas, ou cerca de 80%, estão diretamente expostas a riscos climáticos, por viverem em regiões mais suscetíveis ao impacto, por exemplo, do calor extremo, inundações, seca ou poluição do ar.
As expressões destacadas “não só … mas”, “como” e “por” estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
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Q3834680 Matemática
O gráfico apresenta informações sobre o número de colaboradores trabalhando em uma empresa, no último dia do ano de 2025, distribuídos na matriz e filial:
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Até o final do ano de 2026, essa empresa pretende ter 210 colaboradores trabalhando na Matriz e manter a razão entre os números de colaboradores trabalhando na Matriz e Filial.
Nesse caso, até o final de 2026, o número de colaboradores trabalhando na Filial deverá aumentar, em relação ao número de colabores trabalhando na Filial no final de 2025, em
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Q3834681 Matemática
Se três máquinas, todas com a mesma força de produção e trabalhando juntas, fabricam determinada quantidade de peças em 2 horas e meia, então somente duas delas, nas mesmas condições de funcionamento que as três primeiras, fabricam a mesma quantidade de peças em um período de tempo estimado de
Alternativas
Q3834682 Matemática

Na tabela, constam informações sobre as quantidades  fabricada e vendida de determinado produto, no último quadrimestre de 2025:


Imagem associada para resolução da questão

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)


A quantidade fabricada desse produto, no mês de dezembro de 2025, foi igual a

Alternativas
Q3834683 Matemática
Dois produtos líquidos, X e Y, estão em galões separados: em um dos galões há 72 litros do produto X, e, no outro, 168 litros do produto Y. Precisa-se colocar a mistura desses produtos, sem desperdício, na maior quantidade possível de galões menores, de tal forma que cada galão menor contenha o volume x do produto X e o volume y do produto Y, sendo x e y medidos em litros.
Nesse caso, a diferença y – x deve ser de
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Q3834684 Matemática
No primeiro dia de 2026, a média aritmética simples das idades de cinco amigos era 36 anos. Sabendo-se que eles nasceram no dia 20 de dezembro de anos consecutivos, é correto afirmar que o amigo que tem a maior idade nasceu no ano de
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Q3834685 Matemática
Um valor total de R$ 3.000,00 precisa ser dividido em três partes P, Q e R, de modo que R deverá ser R$ 100,00 maior que P, e Q deverá ser R$ 50,00 menor que metade de R. Sendo assim, a diferença entre a maior e a menor parte deverá ser de 
Alternativas
Q3834686 Matemática
Considere a seguinte informação publicada na Agência Brasil, em maio de 2025:
         Em 2023, o Brasil viu o número de nascimentos cair […]. Foram 2,52 milhões de nascimentos […]. Essa quantidade é 12% menor que a média [do número] de nascimentos nos cinco anos anteriores à Covid-19.
(https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/brasil-tem-em- -2023-o-menor-numero-de-nascimentos-em-quase-50-anos. Adaptado)

Com base na informação apresentada, é correto afirmar que a média do número de nascimentos nos cinco anos anteriores à Covid-19 está entre
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Q3834687 Raciocínio Lógico
Um profissional visita um cliente C1 a cada 8 dias, e outro cliente, C2 , a cada 12 dias, independentemente de o dia ser útil ou não, pois esses clientes trabalham todos os dias. No último dia de 2025, uma quarta-feira, esse profissional visitou ambos os clientes, o que significa que a vez imediatamente anterior em que ele visitou ambos os clientes, em um mesmo dia, foi
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Q3834688 Matemática
Em uma promoção, certa quantidade de determinado produto foi vendida ao preço unitário de R$ 35,00, e o valor total das vendas foi R$ 3.480,00 menor do que seria se o produto tivesse sido vendido ao preço normal.
Passado o período de promoção, a mesma quantidade do referido produto foi vendida ao preço unitário de R$ 50,00, valor este maior, quando comparado ao seu preço normal de venda, o que gerou um valor total das vendas R$ 870,00 maior do que seria se o produto fosse vendido ao preço normal.
Com as informações apresentadas, pode-se concluir, corretamente, que o preço normal de venda do produto é de 
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Q3834689 Matemática
A figura a seguir representa o piso e as medidas, em metros, de uma sala comercial com área de 28 m2 :
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
A medida, em metros, representadas por x é 
Alternativas
Respostas
1: C
2: A
3: B
4: D
5: B
6: D
7: C
8: E
9: A
10: E
11: A
12: C
13: A
14: D
15: E
16: B
17: C
18: E
19: D
20: C