Questões de Concurso Público SEDUC-SP 2025 para Supervisor de Ensino

Foram encontradas 60 questões

Q3331901 Português
A humanidade depende da educação para sobreviver ao longo das gerações, aperfeiçoando suas relações com a natureza, sua organização social, suas formas de trabalho, produzindo cultura material e imaterial. No percurso histórico do ocidente, a apropriação da leitura, da escrita e do cálculo foi privilégio de minorias que ocupavam espaços sociais de poder e usufruíam de riqueza. A ideia de escola para pessoas comuns vem com a modernidade, com a máquina, pois, como explica Mello, in Alves (coord.), 2014, contraditoriamente, essa escola é necessária
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Q3331902 Português
Com quase cinco séculos de passado colonial, inclusive com trabalho escravo, o Brasil teve uma modernidade “tardia”, ligada à industrialização nascente após a proclamação da república, em meados do século XX. Com períodos de governos eleitos pelo voto e outros de ditadura, a escolarização pública avançou aos poucos junto com as atividades industriais e com a urbanização da sociedade, mas carregando o peso do fracasso escolar das camadas populares e das consequências dele. Na passagem para o século XXI, a globalização da economia e a revolução nos meios de comunicação trouxeram “novos desafios” à escola, a qual, de acordo com Libâneo (2018),
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Q3331903 Português
Célia F. Linhares, in Silva Júnior (2004), numa espécie de desafio, interpela-nos: “Como podemos olhar, descrever, estudar a questão da escola pública sem estremecer diante dela?” A autora considera que a crise da escola pública “reflete e aprofunda
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Q3331904 Pedagogia
M. do Carmo B. de Carvalho, in Cadernos Cenpec (2007), após analisar pesquisas sobre resultados avaliativos do desempenho dos alunos, assim como “experiências de gestão municipal da educação e projetos escolares que asseguram a aprendizagem”, lembra, também, estudos sobre o chamado efeito-escola, o chamado efeito-família e o efeito-comunidade sobre os resultados de aprendizagem. A autora questiona o fato de, com tudo isso, constatar-se “a pouca efetividade das políticas ditas sociais”, o que mantém “a maioria da população brasileira na condição de pobreza e dificulta seu acesso aos serviços públicos, preserva e reforça a desigualdade.” Carvalho se posiciona ao considerar “que para a educação melhorar é preciso compreender que ela é “multidimensional e, portanto,” deve ser
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Q3331905 Pedagogia
Nesses “novos tempos”, “esse momento da história” que “tem recebido várias denominações: sociedade pós-moderna, sociedade do conhecimento, sociedade da informação, sociedade pós-industrial, sociedade tecnológica”, Libâneo (2018) considera que se reforça a função específica da educação e das escolas de “prover as condições intelectuais de avaliação crítica das condições de produção e de difusão do saber científico e da informação”. Em relação a esse contexto mundial, também Célia F. Linhares, in Silva Júnior (2004), posiciona-se e, depois de lembrar os conflitos armados do século XX e situações de desigualdade social, afirma que precisamos de “um processo de escolarização vivo e duradouro”, pois, sem isso, “qualquer processo de democracia e desenvolvimento sofrerá de artificialidades intransponíveis”; e adverte: “se o momento é de crise da própria civilização, dela só sairemos com uma escola que
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Q3331906 Pedagogia
A equipe de supervisores de uma das Diretorias de Ensino da capital, em algumas sessões de estudo, refletiu sobre a qualidade da educação escolar, com apoio em obras de diversos autores. Ao considerarem a contribuição do sociólogo Pedro Demo, citado por Libâneo (2018), destacaram que, para ele, “a qualidade é, genuinamente, um atributo humano, e o que representa melhor a marca humana é o desenvolvimento humano. Dessa forma, ‘qualidade essencial seria aquela que expressa
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Q3331907 Português
Célia F. Linhares, in Silva Júnior (2004), argumenta que educação escolar de qualidade faz parte da “democracia como um projeto de direitos universais, que precisava” da “difusão de ensinamentos cívicos, morais e racionais, considerados indispensáveis para a participação cidadã”, projeto esse que “vem sofrendo processos de encolhimento”. A autora analisa que “a perversão do conformismo social com a negação escolar é tão mais grave porque vai conformando uma opção de escola que, desde o início, vem marcando a sociedade brasileira: uma escola dual que agora toma a forma de escola apartada (Buarque, 1994), fraturada e distanciada em suas partes, por abismos que não param de se aprofundar”. E indaga: “Como produzimos uma escola tão excludente que, à medida que cresce fisicamente, desintegra-se internamente? Como mantemos uma instituição escolar que exclui do exercício de fazer-se sujeito do conhecimento mesmo aqueles que inclui dentre seus pertencentes: professores e alunos? E avalia que essa nossa tragédia é “tão mais funda que se recusa a ser aliviada com ungüentos tecnicistas. Tragédia da qual não podemos nos livrar sem contarmos com
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Q3331908 Pedagogia
Lourdes de F. P. Possani, in Possani; Almeida; Salmaso (org.), 2012, cita Comparato, 2004, para lembrar que o Pacto Internacional de 1966 traz, em seu art. 11, “o direito de toda pessoa a um nível de vida adequado para si próprio e para sua família, inclusive alimentação, vestimenta e moradia adequadas, assim como uma melhoria contínua de suas condições de vida”. A autora acrescenta que “a entrada da educação no campo dos direitos tem uma história recente e é delineada a partir da concepção do direito a ter direitos”. Possani (2012), assim como Mello (2014), apontam fatores externos e internos à escola para a exclusão de camadas populares do usufruto do direito a educação escolar de qualidade. Quanto aos fatores internos, os quais se relacionam com os externos, Mello afirma que: “essa escola, seletiva e incompetente, pode e deve ser mais democrática, ou seja, é possível trabalhar dentro dela para aumentar significativamente as oportunidades de
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Q3331909 Pedagogia
Ao atingir a adolescência e a idade adulta as pessoas não perdem seu direito à educação escolar de qualidade. No entanto, a garantia desse direito tem enfrentado diversos obstáculos, como alerta Lourdes de F. P. Possani, em artigo dirigido à supervisão de sistema, in Possani; Almeida; Salmaso (org.), 2012. Numa espécie de análise e denúncia, Possani explicita a ausência de políticas que favoreçam a instalação de turmas de educação de jovens e adultos, EJA, em escolas públicas, que sejam adequadas às reais condições de vida dos sujeitos que seriam seus beneficiários, ensejando uma aparente falta de demanda para a EJA, o que não se comprova diante de medidas adequadas de captação dessa demanda. Por outro lado, a autora aponta que, na clientela da EJA, tem havido pessoas cada vez mais jovens, fenômeno que, analisado em sua relação com dados do atendimento escolar como um todo, revela
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Q3331910 Pedagogia
Sandra Santos e Luzia C. N. Araújo, in Rangel e Freire, (2011), apresentam uma rica análise reflexiva sobre o trabalho desenvolvido no Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (ISERJ), o qual relatam no artigo intitulado “Supervisão e Inclusão: interfaces no ISERJ”. As autoras explicam que a experiência apoia-se nos princípios constitucionais e da LDB que, democraticamente, conferem o direito à educação de qualidade para todos, sem exceção, assim como no entendimento da diversidade humana como constitutiva de sua igualdade. O trabalho educativo, ali desenvolvido, articula pesquisa, debate, cooperação, avaliação e reconstrução das ações realizadas, envolvendo, coerentemente, formação continuada coletiva e reflexiva de todos os educadores. O atendimento aos portadores de necessidades especiais se dá na perspectiva da educação inclusiva como um todo, e compreende tanto as atividades em sala de aula do ensino regular quanto, em período oposto, atividades voltadas ao desenvolvimento de habilidades específicas, de acordo com a necessidade especial de cada educando, na perspectiva da equidade. Esse complexo trabalho de inclusão desenvolveu-se impulsionado pela compreensão da educação especial como uma modalidade da educação escolar
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Q3331911 Pedagogia
Garantir a educação entendida como um processo de humanização, ao qual, todos, sem exceção, têm direito, coloca-se como um grande desafio que, pela complexidade desse processo, só pode ser enfrentado pelo “construir juntos” como nos propõe a argumentação de Heloísa Cardoso, in Alves (2014). Esse “construir juntos” revela um postulado democrático, vivenciado no plano interpessoal, (...) é sobrepor à postura egoísta e individualizante a realidade de um nós, de uma comunhão, com o sentido de “religar”, “é a referência de cada um ao todo, é a unidade da parte, convergindo para o outro, ainda que lhe respeitando a diferença e até mesmo a divergência”. Com esses pressupostos, Cardoso entende que, “pela responsabilidade pública que o Estado deve assumir como dever em face do direito inalienável do indivíduo à fruição dos bens da cultura e da educação”,
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Q3331912 Pedagogia
Heloísa Cardoso, in Alves (2014), analisa três vertentes da supervisão educacional situando-as no contexto histórico em que surgiram e o âmbito com consciência histórica de atuação de cada uma delas: o sistema educacional ou a unidade escolar. Por esse caminho, interpreta a função do atual supervisor de ensino, tendo como perspectiva o direito à educação para todos, garantido
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Q3331913 Pedagogia
A supervisora Adelina assessorou a equipe escolar da E. E. Professora Delmira Alvarenga no preparo de uma reunião pedagógica, com reflexão sobre o tema solicitado na reunião anterior: “como favorecer uma real aprendizagem dos alunos? Qual seria o melhor tipo de ensino para isso?” Como referência sobre esse tema, selecionaram trechos de textos de Libâneo (2018) e de Jeane de J. Z. Garcia, in Possani; Almeida; Salmaso (org.), 2012. LIibâneo, ao analisar teorias herdeiras dos trabalhos de Vygotsky, cita Engeström (2001), para o qual : a “teoria da atividade precisa desenvolver instrumentos conceituais para compreender o diálogo, as múltiplas perspectivas e vozes, e redes de sistemas de atividade em interação”. Garcia, no trecho selecionado, afirma: “na Pedagogia Freireana, é na categoria da dialogicidade que os educadores tomam como currículo a reflexão sobre a condição humana, o homem enquanto ser histórico e social em seu meio concreto, sua história de vida e seu cotidiano.(...). Neste cenário, o educador e a escola, além de respeitar os saberes dos educandos, utiliza-os como ponto de partida para o currículo, como propõe Freire (1996)
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Q3331914 Pedagogia
Na E. E. Professora Gioconda Carneiro, em uma de suas reuniões pedagógicas mensais, a equipe escolar contou com o apoio e assessoria do supervisor. Tomando como referência reflexões e argumentações de Libâneo, 2018, os participantes investiram na elaboração de propostas de atividades didáticas, voltadas à aprendizagem ativa dos estudantes, provocada por questionamentos que problematizam situações da realidade vivida. Com a contribuição de Libâneo, ficou claro para a equipe escolar que: “Na escola, pelos conhecimentos e pelo desenvolvimento das competências __________, torna-se possível analisar e criticar a informação. Os alunos vão aprendendo a buscar a informação (na TV, no rádio, no jornal, no livro didático, nos vídeos, no computador etc.), mas também os conhecimentos conceituais para analisarem essa informação __________ e darem-lhe __________ pessoal e social”.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do excerto apresentado.
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Q3331915 Português
Em um município paulista, alguns supervisores promoveram um encontro com diretores das escolas públicas de seus setores de supervisão para preparar a reunião pedagógica mensal com o tema: “A dinâmica das relações em uma escola que valoriza a diversidade dos alunos, com trabalhos em grupo, favorecedores da troca, do conflito de ideias, da negociação, da criatividade”. Escolheram como estratégia, coerente com o tema, pequenos grupos de discussão, desencadeando-a pela leitura do seguinte trecho do texto de Almeida e Mardegan, in Possani; Almeida; Salmaso (org.), 2012: “A experiência, nesta escola, revela que a passagem para a integração criativa dos diferentes viola práticas tradicionais de administração. O processo criativo forma a dinâmica da organização: uma oscilação entre o instituído e o instituinte, entre a divergência e a convergência, entre a ordem e a desordem, abrangendo, pois, dois polos mutuamente inclusivos. A dinâmica
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Q3331916 Pedagogia
Supervisores de uma Diretoria de Ensino do Estado de São Paulo promoveram um encontro com diretores para prepararem uma reunião pedagógica de suas escolas, com o tema: “a disciplina em sala de aula, quando a proposta pedagógica é de uma aprendizagem ativa, de um ensino problematizador”, com apoio em trechos de textos de Libâneo (2018), e de Ferreira, in Ferreira, (2010). De Libâneo, o trecho no qual ele afirma: nas escolas, “há aspectos de natureza cultural que as diferenciam” e “essas diferenças aparecem nas formas de interação entre as pessoas, nas crenças, valores, significados, modos de agir, configurando práticas que se projetam entre outros, nas normas disciplinares”. Assim, uma matriz de cultura organizacional da escola, voltada à transferência de conhecimentos do professor para os alunos, projeta normas que dão papel de sujeito somente ao professor. Diversamente, uma matriz cultural voltada à humanização, conforme Ferreira, busca equilíbrio entre a forma de “conhecimento emancipação” e a “forma de conhecimento regulação”, aproveitando, um dos aspectos do “princípio da comunidade”, (pouco marcado pela regulação), o aspecto da “solidariedade”, como um “processo sempre inacabado de capacitação para
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Q3331917 Pedagogia
Alguns supervisores de ensino de uma região da periferia da cidade prepararam-se para assessorar os diretores das escolas, refletindo sobre o apoio da administração/ gestão da escola, necessário para o desenvolvimento de um ensino voltado a uma aprendizagem ativa, com projetos cooperativos e de intervenção no contexto escolar. Como texto de referência para a reflexão, escolheram trechos da obra de Libâneo (2018), com destaque para aquele em que o autor afirma: “se é a escola como um todo que se responsabiliza pela aprendizagem dos alunos e professores, se as práticas institucionais e organizacionais são práticas educativas, já que por meio delas são internalizados valores, atitudes, modos de agir, comportamentos, as atitudes das pessoas, então
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Q3331918 Pedagogia
Supervisores de uma Diretoria de Ensino organizaram um ciclo de estudos com os diretores de escola sobre avaliação na educação escolar. Duplas ou trios de diretores, com apoio de um supervisor, prepararam breves exposições de ideias de autores selecionados sobre avaliação de aprendizagem e ensino nas escolas públicas e em quais aspectos essa avaliação deveria ser reforçada ou modificada. O texto que embasou os trabalhos, no trio em que o supervisor João Paulo estava, foi o de Almeida e Mardegan, in Possani; Almeida; Salmaso (org.), 2012. Na citação de Souza (1997), feita por esses autores, os diretores participantes reconheceram a realidade de muitas escolas, pois ela diz: “Foi recorrente a denúncia de que, tal como tendencialmente vivenciada, a avaliação tem se confundido com procedimentos de medida, de verificação do rendimento escolar, que resultam na atribuição de um conceito ou nota ao aluno, tomados como referência para decisão quanto à promoção ou não para a série subsequente.” Os diretores concordaram, também, com a complementação de Almeida e Mardegan: “Como vemos, trata-se de uma cultura
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Q3331919 Pedagogia
A supervisora Laura organizou, com os diretores de escolas públicas de seu setor de supervisão, encontros de estudos sobre “aprendizagem ativa, conhecimentos prévios/conceitos espontâneos e motivação”, selecionando textos para leitura e debate em reuniões pedagógicas com os professores. Dentre eles, o texto no qual Célia F. Linhares, in Silva Jr. (2004), defende a “cabeça bem feita” em lugar da “cabeça cheia”, retomando Montaigne e Rabelais, e argumentando que “é a própria concepção de conhecimento e de escola que está em questão: é um conhecimento sem mistério e sem enigmas, que deve ser carregado como um peso pela vida afora, subjugando, subalternizando, ou um processo escolar que participe da aventura humana, que não pode ser engessada num rol de utilidades imediatas, mas que nos proponha questões, para cujas respostas
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Q3331920 Pedagogia
Ante a dificuldade das equipes escolares de seu setor de supervisão para articular os conteúdos culturais do cotidiano dos alunos com os conteúdos dos diversos componentes curriculares, o supervisor Pedro Paulo promoveu a leitura e discussão de textos de Libâneo (2018) sobre “o ‘lugar’ do currículo na educação escolar, no trabalho educativo da escola, e a importância dos saberes culturais para o currículo e a formação humana”. Esse autor argumenta que: “É preciso (...) considerar que os alunos trazem para a escola e para a sala de aula um conjunto de significados, valores, crenças, modos de agir, resultante de aprendizagens informais (...). A organização escolar e os professores precisam saber como articular essas culturas, ajudar os alunos a fazerem as ligações entre a cultura elaborada e a sua cultura cotidiana, de modo que adquiram
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Respostas
21: B
22: D
23: C
24: A
25: E
26: C
27: B
28: A
29: E
30: D
31: D
32: C
33: A
34: B
35: B
36: E
37: D
38: B
39: A
40: E